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_Hyuna

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Nome: Nathália
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Aniversário: 22 de Outubro
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_Hyuna

Acc original: @_Hyuuna - Atualmente sem utiliza-lá por situação pessoal.

Casada com a diva lindja da minha tetuda goxtosa, a @rhyva ♥️

Casada com o amore mio da voz seduzente: @Kurotsu, meu negão goxtoso ♥️

Obs: Contato apenas por mp ou discord, visto que não sou de olhar a tml (timeline)

New Era Academy - Interativa

Postado

'Heroína dos Injustiçados é como me chamam aqui na New Era Academy, visto que eu sou aquela defende os alunos que sofrem bulliying. Bem... eu apenas faço o que acho certo, não o fazendo por fama ou coisa do tipo.'




Dados Básicos

Nome completo

Jadelyn Margott Von West

◇ Jade significa “flanco”, “lado” ou “pedra preciosa”.

Jade é um nome predominantemente feminino e que se originou a partir do latim ilia, que quer dizer “pedra do flanco” ou “pedra do lado”.

◇ Margot significa “pérola” ou “seres iluminados”.

Margot é uma variante inglesa e francesa de Margarida, que surgiu a partir do latim Margarita, que por sua vez se originou do grego margarítes ou maragon, que significa literalmente “pérola”.

◇ Von, traduzido do alemão, significa apenas 'De'.



Apelidos

◇ Jade

• Apelido seu desde nascença, e que todas as pessoas que conhece, até as que ela não gosta; não tem intimidade e afins, a chamam desta forma.

◇ Margô

• Margô é derivado do seu segundo nome: Margott. Apelido este que seus amigos do fundamental lhe deram, mas aderido, também, no internato. Somente seus amigos tem sua permissão para lhe chamarem assim, de resto que nem tentem, visto que Jadelyn não gosta.

◇ Jay

• Apelido dado por Megan e aprovado por Jadelyn. A Campbell é a única, além de Beck, seu ex-namorado, e Miguel, seu irmão mais velho, que tem permissão para usar este apelido. Não teria nada contra se seus outros amigos a chamassem de Jay, porém como foi um apelido que antes dela somente Beck e Miguel utilizavam, ela achou 'injusto' que os seus outros amigos se referissem a si desta forma, permitindo que apenas Meg o faça.

◇ Heroína dos Injustiçados

• Quem lhe deu este apelido foram os alunos que sofriam bulliying, visto que, desde o primeiro bulliying que viu na New Era, ela se meteu e defendeu a pessoa que sofria o bulliying, não o parando desde então. Sua fama de defender os alunos que sofriam preconceito, racismo e etc foram aumentando cada vez mais, até que surgiu esse apelido. Ou codenome, como muitos também dizem ser.

Jadelyn de início se incomodava em ser chamada assim, visto que, a princípio, parecia que ela fazia aquilo para chamar atenção e ser popular. Sendo que, ao longo do tempo, os alunos perceberam que não era por isso, e sim pela boa e própria vontade da garota West, essa que também foi se acostumando com o apelido e deixando de se incomodar quando a chamavam assim.

Registro de nascimento

◇ 18 y. 22/08/2002 - Leonina. Los Angeles ▪ Califórnia. O positivo

Identidade de gênero e sexualidade

◇ Feminino || Heterossexual



História
O que falar de mim? Talvez eu deva começar lhe dizendo que sou a ovelha negra da minha família? Isso é radical demais, então partirei do princípio.

Nasci num berço de ouro, quase que literalmente. Pela fama da West Company International ser enorme, devido a ser uma das maiores empresas do mundo todo e, consequentemente, nossa família está entre as mais ricas do país. Muitos poderiam se vangloriar disso, mas não eu. Odeio essa fama dos Wests devido a ser complicado ter uma vida 'normal', digamos assim. Temos sempre que andar na linha, como diz meu pai, para as pessoas saberem que temos classe e não somos iguais aos outros, e, sim, superiores. Esse é um conceito babaca e ridículo, mas eu tento, apesar de não me esforçar de fato. Sou uma pessoa simples, apesar de tudo. Não me acho superior a ninguém só por ter um nome do qual eu sequer gostaria. Isso é, sabendo que daria no que dar: um pai ausente na vida dos filhos e que, quando se lembra deles, só os usa para melhorar a imagem dele e da W.C.I.

É simplesmente terrível essa sensação de ter um pai vivo; que mora na mesma casa que você, mas mal encherga que você existe. Chorei bastante por isso e, enquanto minha mãe morava conosco, quem me consolava era ela junto do Miguel, meu irmão mais velho. Quando ela se separou de papai (quando eu tinha 12 e Miguel, 16) parece que as coisas pioraram para mim e meu irmão, já que a mamãe era a nossa única fonte de carinho, e, após a separação dela e de nosso pai, tivemos que aprender a nos consolar nos braços de outro. Não que isso fosse ruim, muito pelo contrário: era ótimo e reconfortante ter meu irmão mais velho, principalmente porque o Miguel era simplesmente o melhor irmão do mundo. Certa vez, indo visitar mamãe na nova casa dela junto a Miguel, questionei-a porque ela não nos levou para morar com ela.

- Porque lá vocês terão do bom e do melhor. - Dissera ela, simples. Era notável o arrependimento em sua voz. - Além do que, eu não sei se conseguiria manter vocês dois aqui comigo. Miguel iniciou na faculdade de medicina a pouco tempo; os custos, ao menos por enquanto, não daria para mim cobrir. Quanto a você, Jade...- Ela desviou o olhar do meu irmão para mim. - eu apenas não quero a manter distante do seu irmão. Sei que vindo para cá vocês iriam se ver menos, e eu sei o quanto você é apegada à ele. - Completou.

Miguel e eu apenas nos entreolhamos, em seguida com ele fazendo sinal para que eu fosse até ele e sentasse no seu colo. Fui e o fiz sem pensar muito, pois já havia entendido o objetivo dele. Seus braços rodearam os meus em seguida, enquanto ele apoiava sua cabeça no meu ombro esquerdo.

- Tem medo de perdemos esse vínculo e achar que a culpa será sua, não? - Miguel perguntou, vendo mamãe assentir calada, já com os olhos marejados. - Sabe que pela Jay e por você eu faria tudo, certo? Até contrariar as ordens do meu pai ou virar o filho renegado. Aliás, coisa que eu já sou. Ou ele acha que eu não sei que ele te traiu nos primeiros meses de casado; engravidou a minha mãe biológica e...- Antes mesmo de poder completar, mamãe o interrompeu.

Eu fiquei surpresa e arregalei meus olhos, mas não pela informação, até porque eu soube disso aos 4 anos, quando eu ouvi os funcionários cochicharem que papai traiu a mamãe nos primeiros meses de casado e nisso engravidou uma prostituta. Segundo eles, papai se arrependeu e ficou pior ainda quando soube que a mulher havia engravidado. Ele até quis dar um sumiço na mulher, mas como a mamãe descobriu a história toda antes ela acabou por impedir papai de fazer isso. A história por trás disso é bem enrolada, só digo-os que a mamãe prometeu que seria a mãe 'biológica' de Miguel e que faria tudo por ele...A sorte, e o alívio de papai, foi que meu irmão nasceu, por completo, com as características do nosso pai. Aliás...quase completo. Miguel tem o tom de pele bem mais clara do que a de papai, e nisso dando para perceber que ele puxou a mãe biológica nesse quesito.

Eu, particulamente, nunca me importei com isso, pois o Miguel não deixaria de ser algo a mais ou algo a menos para mim só por esse mero detalhe. Ele é meu irmão mais velho e é isso que importa. Somos irmãos, independente de qual mãe viemos ao mundo.

- Fora ou não do casamento, eu sou sua mãe e você é o meu filho, Miguel. - Mamãe o olhou com carinho, andando até nós, sentando-se ao lado de Miguel no sofá (que, apesar de pequeno, dava para dois se sentarem) e nos abraçou em conjunto. Miguel se acomodou nos braços de mamãe e a abraçou com seu braço direito, enquanto usava o esquerdo para me abraçar. Eu apenas fiquei ali naquele meio, sentindo o calor deles e abraçando seus braços com os meus.

- Sei disso, por isso não faço muita questão de ir a procurar. E caso eu o fizesse, só seria para lhe agradecer por ter me posto no mundo. - Miguel lhe respondeu, sorrindo, abraçando-nos ainda mais forte.

Eu só não sabia que, naquele momento, Miguel havia mentido, pois ele conhecerá sua mãe biológica aos 15 anos e a visitava, com uma frequência razoável, quando tinha tempo. Só fui descobrir isso aos 16 anos, pouco antes de Beck vim a falecer e ele próprio, Beck, ter soltado que 'Miguel foi fazer uma visita a uma mulher de quem ele gosta bastante'. Claro que Beck sabia disso, afinal, ele e meu irmão são melhores amigos desde que Beck tinha 9 anos e meu irmão, 10. Enfim. Após uma semana eu fui questionar Miguel, que não gostou nada de saber que Beck havia o entregado.

- Eu só falei que você ia visitar uma mulher de quem você gosta bastante, o resto foi ela que imaginou tudo. - Dissera ele, no intuito de se defender.

- Só não te mato porque você é meu melhor amigo; meu cunhado e porque eu te amo. - Miguel bagunçou os cabelos após sua fala.

- Que gay, Miguel! - Fiz careta de nojo e ambos começaram a gargalhar. - De toda a forma, eu quero a conhecer, Miguel. Querendo ou não foi ela quem te pois no mundo, e se ela é uma pessoa importante na sua vida eu quero a conhecer. - Falei determinada e convicta.

- Em breve. - Ele sorriu enigmático. - As férias de vocês dois já estão chegando, e eu combinei com o papai que iria te levar para viajar. Ele já deve saber que eu vou ver Luanne, a mulher que me pôs no mundo. - Deu de ombros, me fazendo arregalar os olhos. Beck fez o mesmo.

- Não a chama de mãe? - Beck questionou, fazendo a mesma pergunta que eu planejava fazer.

- Luanne não me criou, apesar de que acredito que ela teria o feito se não fosse pelo meu pai. - Novamente Miguel deu de ombros. - Mas realmente isso não importa. Minha mãe é a Sarai Madeline McCoy Foster, a mulher que decidiu pagar e aceitar um erro do meu pai...jamais poderei a agradecer por isso, pois, por causa dela, eu cresci educado e aprendi a lidar com certas situações. - Deu continuidade, olhando pra mim de modo travesso e sorrindo malicioso, me fazendo dá um passo para trás e engolindo a seco. - Além do mais, se não fosse por ela ter aceitado, jamais teria visto esse serzinho de 16 anos crescer; dar os primeiros passos e falar as primeiras palavras...Coisa mais gratificante do que ver minha irmãzinha crescer não há. Não tem como voltar no tempo, e eu não me perdoaria por isso, nunca! - Completou, puxando-me pelo braço e me abraçando com força. - Minha baixinha revoltada. - Riu pelo nariz. - Eu te amo! - Completou, me fazendo encostar a testa em seu peito e rodeando meus braços em suas costas, o abraçando com força.

- Irmãozinho estúpido...- Murmurei, com a voz embargada. - Também te amo, muito! - Admiti.

Depois de alguns minutos, senti Beck colar seu corpo atrás do meu e abraçar tanto a mim quanto ao meu irmão.

- Ciumento! - Resmunguei. - Não posso nem abraçar meu irmão em paz!

- Isso se chama carência, Jay! - Afirmou Miguel, claramente tirando uma com Beck. E eu, só pra atiçar ainda mais, concordei com o meu irmão.

- Não posso nem abraçar vocês dois mais que já é carência. - Dissera incrédulo meu namorado, o que arrancou risadas minhas e de Miguel.

Enfim, colocando um pouco minhas questões pessoais de lado, eu sempre fui ótima aluna, eu diria, tendo dificuldades em apenas em algumas matérias. Muitos do que me conhece/conheciam me chamava de CDF, visto que eu tenho uma facilidade enorme com matemática, física e biologia, minhas três matérias favoritas, tanto que foi este o motivo de eu ter ido para a New Era Academy no meu primeiro ano e ser parte dos Leopards e o clube de Pesquisas. O clube de Pesquisas era um máximo, lá eu conseguia ser eu mesma e ter pessoas que me entendiam de fato, o que me deixava ansiosa todos os dias para acordar cedo, fazer minha higiene pessoal e ir para o clube. O tempo lá foi duradouro, porém, ao descobrir a música, percebi que não pertencia mais ao clube de Pesquisas, tanto que me juntei a eles no meu segundo ano e continuo desde então. Acredito eu que Beck estaria orgulhoso de mim caso estivesse vivo, pois ele me dizia que eu tinha vocação pra ser musicista.

Beck, céus...não acredito que já se passaram 2 anos e eu ainda não o superei...Ele me faz falta desde que morreu num acidente.

Lembro-me perfeitamente que estávamos indo para a Comic Con, visto que eu era uma verdadeira nerd e geek apaixonada por quadrinhos, séries, games e etc. Beck também gostava, mas só pela parte dos jogos em si.

- Não acredito que estamos indo para a Comic Con desse ano! - Me lembro de ter pronunciado essas mesmas palavras com uma empolgação demasiada elevada.

Back riu da minha empolgação e revirou os olhos, mas sempre atento ao trânsito enquanto dirigia.

- Acho que essa é a segunda vez que te vejo tão empolgada assim, sendo a primeira vez quando eu te pedi em namoro e você aceitou. - Relembrou ele, sorrindo de canto com nostalgia. Desviei minha atenção do trânsito por alguns instantes e o olhei, aproveitando que o sinal estava vermelho. Beck era tão fofo...acredito eu que era o tipo de namorado que toda garota queria ter ou deveria ter; sempre compreensível; leal; prestativo; cavalheiro; sempre procurando agradar as pessoas ao seu redor...as vezes ele fazia mais pelos outros do que por si mesmo e era isso que me fazia ficar cada vez mais apaixonada por ele.

Toquei de leve o seu ombro e ele me olhou, sorrindo tanto com os lábios, mas também com os olhos quando eu levei minha mão para sua nuca e cabelos e o puxei para um rápido beijo.

- Te amo, Beckham Ross Oliver Martinez, muito! - Murmurei após finalizarmos o beijo, antes de tornar a por minha mão em seu ombro, porém ele continuou me forçando a o encarar, segurando meu queixo com dois de seus dedos da mão esquerda.

- Digo o mesmo, senhorita Jadelyn Margot Von West. Te amo tanto, mais tanto, tanto que quero passar o resto da minha vida aturando esse seu gênio forte. - Dissera num tom divertido, me dando um selinho a cada palavra que dizia antes, enfim, largar meu queixo e se concentrar no trânsito após o sinal tornar a ficar verde.

Levei aquele a parte do 'que quero passar o resto da minha vida aturando esse seu gênio forte' na expectativa, visto que eu só tivesse com meus 16 anos Beck e eu já fazíamos planos para mais a frente. Víamos em nós mesmos o que queríamos para vida, então uns meses após os meus 16 anos começamos a conversar sobre o assunto: Planejamos nos casar no segundo ano de faculdade, pois até lá, possivelmente, já estaríamos com dinheiro o suficiente para comprarmos nossa casa e algumas outras coisas essenciais para o lar. Claro que meu namorado já sabia das minhas condições financeiras, porém não iria tirar proveito disso, visto que ele queria comprar, ao menos boa parte, as coisas com o próprio dinheiro suado do trabalho. Não fiquei brava, visto que também pretendia trabalhar e evitar de depender da fortuna dos Wests. E caso eu peça algo ao meu pai, acredite, só será em alguma emergência.

Mas nossos planos foram jogados para o alto assim que um caminhão, que vinha desgovernado pelas pistas, acabou se chocando contra o nosso...o impacto foi tão forte que fez o carro voar alguns centímetros do chão e girar por diversas vezes. Não lembro exatamente do que aconteceu, visto que desmaiei no meio tempo em que o carro girava, porém, quando acordei ainda zonza e com pouca consciência, só senti um corpo ensanguentado por cima do meu e a falta de movimentos da perna direita por ela está imprensada devido ao carro, pelo visto, ter amassado no processo, além das sirenes e pessoas falando ao meu redor. Tentei chamar Beck com a pouca força na voz que eu tinha, não recebendo resposta dele. Entrei em pânico depois disso, entrando em estado de alerta e recuperando os meus sentidos com o desespero, chamando desesperadamente por meu namorado.

- Beck...Beck...Beck. Meu amor deixa de brincadeira e acorda! - Pedi desesperada, já chorando e sem querer aceitar o que já sabia que havia acontecido. Não escutava as pessoas ao meu redor, ainda que estivesse entendendo o que elas diziam, mas ignorava tentando chamar por meu namorado. Novamente, com o pânico, eu acabei perdendo a consciência depois de tanto tentar, acordando somente quando já me encontrava no hospital, com meu pai, mãe e irmão no quarto onde eu me encontrava.

- Graças a Deus você acordou Jade! - Mamãe praticamente pulou pra me abraçar assim que eu abri meus olhos. Acordei sem entender o que aconteceu para ela está tão aliviada assim.

- Você nos preocupou, baixinha! - Miguel dissera, saindo da poltrona onde estava sentado, sentando-se ao meu lado e me abraçando junto a mamãe. Papai permanecia sério nos encarando, mas seus olhos azuis demonstravam alívio por eu ter acordado.

Não queria perguntar sobre Beck, pois a cada vez que eu resolvia abrir minha boca, meus pais e meus irmãos já desviavam o olhar. Não conseguir chorar no dia, mas estava acabada num ponto de não querer saber mais de nada, além do vazio que eu sentia no meu peito e corpo. Mas eu pude confirmar isso tudo quando os médicos foram me verificar, dizendo a mim e a minha família que foi um milagre eu ter sobrevivido, visto que por mais que o impacto tivesse ido boa parte em Beck, as minhas chances de sobreviver eram baixas, mas que, pelo o que eles entenderam dos relatos das pessoas que viram o acidente, era provável que Beck já tivesse treinado para tal tipo de situação de risco, sabendo como desviar o impacto mais para ele do que para mim, pois eu só fiquei com alguns hematomas, ferimentos e cicatrizes, estes dos quais eles fizeram o possível para diminuir na cirurgia que fizeram enquanto eu estava desacordada.

- Não ligo de ficar com as marcas do acidente, sendo honesta. - Admiti, mas agradecendo aos médicos somente com o meu olhar. - Só quero saber porque a minha perna esquerda eu sinto e a direita não. - Questionei, visto que não estava a sentindo desde a hora em que eu acordei. Meus pais, irmão mais velho e os médicos se entreolharam, obviamente não querendo me explicar o motivo. Fiquei com raiva é claro, pois já estava mal com o fato de perder Beck e aí eles me vem com mais essa! - Eu vou puxar o cobertor, e eu sei que vocês não querem isso. Então é melhor que me digam antes que eu puxe. - Ameacei, os olhando seriamente. Já imaginava do que se tratava; não era idiota a esse ponto, pois já imaginava que eu tinha perdido minha perna direita...aquela era a única explicação plausível de eu não está a sentindo. Ou isso, ou o fato da minha perna tá sedada por algum motivo, o que não faria tanto sentido assim visto que a outra teria de estar também.

O lado bom é que por mais escroto que fosse, meu pai ainda era sincero comigo.

- Sua perna, do joelho para baixo, foi esmagada, Jadelyn. Os cirurgiões tentaram de tudo para a resgatar, mas, infelizmente, tiveram que a retirar antes que isso se alastrasse para o resto do corpo. - Dissera ele, com tanta sinceridade, num misto de solidariedade que até estranhei.

Por mais que eu soubesse que poderia ser isso, ainda sim eu me senti estranha quanto a isso. Pensei em como eu faria para andar e me adaptar a situação; Pensei no que os meus amigos iriam pensar; no que as outras pessoas iriam dizer, pensar e reagir, até mesmo a mídia! Não que eu me importasse de fato, mas essa notícia iria acabar parando na boca deles de um jeito ou de outro, pois eu já sabia que seria inevitável. Pensando em tudo no que poderia me acontecer, pensando na falta que Beck iria me fazer, eu não me aguentei e comecei a chorar de cabeça baixa após retirar a coberta do meu corpo e ver o estado das minhas pernas; a esquerda estava intacta, apenas com algumas cicatrizes, hematomas e feridas; Já a direita, ou melhor, o que restou dela, estava...estranho. Havia pontos onde havia sido feito a cirurgia e, por vezes, ele fazia movimentos involuntários, o que eu achei bizarro.

Os médicos se retiraram do quarto após me verem chorando e minha família vir me acudir, me abraçando em união. Até mesmo o meu pai, a última pessoa que eu julgaria que faria tal coisa, veio me abraçar junto ao meu irmão e mãe, murmurando sem jeito que as coisas, em breve, iriam ficar bem.

Foi difícil me adaptar, eu confesso, mas ao longo dos meses eu fui conseguindo, tanto por apoio da minha família, mas também dos meus reais amigos, estes que até faziam graça sobre o fato de agora eu está com um cotoquinho direito ao invés de uma perna. Minha família e amigos foram essências na minha vida e na minha recuperação, pois graças a eles que eu fui aprendendo a aceitar melhor as minhas condições.

E a mídia? Vocês se perguntam. Bem...durante os primeiros três meses eles ficaram sem saber de coisa alguma, pois eu disfarçava ao usar roupas longas quando saía (sempre acompanhada, por sinal). Porém quando chegou no quarto mês eu dei um basta nisso, visto que eu não era a primeira pessoa do mundo a lidar com esse tipo de situação, e por mais trágica que ela fosse não era motivo para mim esconder esse fato, até mesmo para dizer as pessoas que já perderam alguma parte do corpo para elas não se envergonharem de se expor, pois isso não as tornava menos especiais ou coisa do gênero. Caso alguém viesse com um sentimento de pena ou algo do tipo para cima de si, a pessoa que está 'sofrendo' que desse um basta nisso, mas não com grosseria ou coisa assim, mas sendo o mais educado possível, apenas para que a outra pessoa fique ciente de que você não precisa disso. E bem, eu repeti essas mesmas palavras, entre outras mais, quando meu irmão subiu comigo ao palco para homenagiarmos nosso pai num evento da alta sociedade, onde lá estavam os maiores empreendedores do mundo, revelando-os, enquanto fazia o meu discusso, o meu cotoco da perna direita pelo corte no vestido do qual eu usava naquela noite. Minha mãe, que também estava presente; pai e as outras pessoas presentes ficaram surpresos; Meus pais porque não imaginavam que eu faria tal coisa, mas no caso das outras pessoas era porque elas não sabiam. Miguel já estava ciente de tudo o que eu faria, por isso não demonstrou surpresa alguma, apenas sorriu orgulhoso da minha atitude...Cheguei a pensar que seria vaiada ou coisa do gênero, mas todos lá me aplaudiram de pé, enquanto os fotógrafos tiravam suas fotos e os repórteres faziam suas reportagens. Me senti bem; realizada, eu diria. Jamais pensei que aquele tipo de situação pudesse vir a acontecer comigo, pois não é algo que ninguém espera que aconteça com si, mas, de todo o jeito, não me sinto mais tão desconfortável assim com a situação. Me adaptei a ela e continuo me adaptando já tem 2 anos.

Aah...e outra coisa. Meus pais, após um ano, me compraram uma perna mecânica, o que me deixou extremamente feliz. Digo...eu teria aguentado a barra de qualquer jeito sem a perna mecânica, mas confesso que estou aliviada por não ter precisado mais usar a cadeira de rodas, as muletas ou o andador para precisar me locomover. Tive que adaptar o cotoco para que os médicos colocassem a perna mecânica em mim. O processo foi lento e demorado, mas nada que tenha atrapalhado de fato.

Enfim...as coisas ocorreram bem, dentro do possível, após essa confusão toda. Não digo só com a questão da perna, mas na minha vida em geral mesmo. Meu pai não mudou, assim como minha mãe e irmão. Vai fazer 2 anos, dia 12 de maio, que Beck morreu e as coisas lá na New Era Academy continuam as mesmas coisas.

Não lembro se há mais algum outro momento impactante na minha vida fora esses que eu citei, mas acredito que sim. Então, por hora, é só!

Vocês acabaram de conhecer a história de Jadelyn Margot Von West, a West proclamada Heroína dos Injustiçados.

"O futuro é o hoje; o amanhã e o dia depois de amanhã, não algo que só ocorrerá daqui a um, dois, três ou mais anos."




Personalidade
Jadelyn é considerada uma garota extrovertida, que gosta de conversar e sempre estar numa rodinha de amigos, ouvindo as fofocas e tudo mais, fazendo exceções apenas para assuntos mais sérios, visto que quando esse tipo de coisa acontece, Jadelyn costuma agir com indiferença e não dá bola, repreeendendo, inclusive, os amigos quando os mesmos entram na onda dos outros alunos e ficam fofocando sobre assuntos dos quais eles não tem nada haver. Se for assunto sério mas que esteja relacionada aos próprios amigos, Jadelyn até se intromete e aconselha, visto que não consegue ignorar tal tipo de situação, principalmente devido ao fato de alguns deles terem sido os amigos que lhe deram suporte quando ela sofreu o acidente que levou seu namorado à morte.

Quando está de bom humor, ela pode ser vista fazendo brincadeiras de todos os tipos, além de ficar zoando e tudo mais, mostrando mais do seu lado divertido. Segundo ela, se querem brincar consigo, que também saibam brincar quando ela resolver brincar, pois com a natureza dela, Jadelyn tem o costume de fazer brincadeiras bem boladas, além de zoar como ninguém.

Por mais extrovertida que seja, a aluna do terceiro ano é até que bem quieta e na dela, falando somente o necessário, por mais que ame conversar sobre todos os tipos de assunto, sendo do tipo de pessoa que ouve mais e fala menos. Jadelyn é assim porque quer, ou melhor, porque aprendeu assim, já que aprendeu a ouvir mais para não acabar julgando sem necessidade, e falar menos pela questão de que ela sabe que certas coisas podem magoar a quem ouvir. Diria também que ela é muda, cega e surda, principalmente se tratando de assuntos mais sérios, assim evitando de arranjar problemas para o seu lado se acaba por se envolver. Porém isso acaba por ser inútil devido a personalidade forte da garota quando se trata de certos assuntos que a irritam, o que arrecata na West também ter um senso de justiça maior do que tudo. A West também demonstra ser neutra em assuntos, que não a interessam ou a envolvem (assuntos sérios, no caso), isso, inclusive, pelo fato dela ser uma figura pública, por assim dizer, procurando não se meter ao menos que seja problema dos amigos ou coisa do gênero, mas fora isso, assuntos relacionados a morte de Melissa entre outros mais, ela evita de falar sobre. Quando o faz, normalmente, é só com Miguel ou a própria família; Miguel pelo fato dele já ter tido a mulher como professora e também gostar dela como pessoa. A mãe é devido ao fato delas terem certa aproximidade, isso também devido as vezes que tinha reunião de responsáveis e mestres e sua mãe ia a representar, nisso se tornando amiga de Melissa, por mais que os filhos, Jadelyn e Mark, só tivessem se tornado amigos propriamente no segundo ano. Na questão de seu pai é somente quando sua mãe e irmão estão indisponíveis, visto que a morte da mulher não lhe causou tanto impacto assim, por mais que fosse uma professora que Jadelyn gostava.

Seu QI altamente elevado também não poderia ser deixado de ser citado, visto que mesmo que aparente ser uma garota rebelde por conta de seu estilo punk, e o cabelo pintado, Jadelyn é na verdade uma verdadeira CDF. Sempre foi uma boa aluna desde que ela se entende por gente, principalmente se tratando de matemática, química e biologia, visto que essas são suas matérias favoritas. A West, independente de qual seja o motivo, nunca é pega colando, se mostrando justa, e até mesmo confiante, quando ocorre uma prova, teste ou algo do gênero, isso acabando por relevar um outro traço seu: esforçada. Quando se está focada, Jadelyn põe todo o seu esforço na hora de estudar, se dedicando por horas aos estudos, não deixando que nada e nem ninguém a interrompa, pois quando isso acontece ela fica com raiva e até se mostra fria dependendo da situação. Em suma seus amigos acham certa graça nisso, pois ela, justamente por não aparentar, é bem esforçada e dedicada nos estudos, o que, por vezes, o levam a pedir ajuda à ela. Ela ajuda, claro, mas também vive dizendo que tudo depende deles, e não delas para que eles aprendem.

O jeito e a personalidade de boa moça de Jadelyn Margott Von West são totalmente esquecidos quando ela mostra o qual pavio curto consegue ser, tendo em vista que ela não sabe controlar sua raiva e por muitas vezes acabou na diretoria por entrar em brigas que sequer a envolviam. A desculpa que ela dava é por conta dos alunos que sofrem bulliying na New Era. Não deixa de ser verdade, porém o real fundo disso é que ela sofre de um tipo de transtorno, do qual é controlado a base de medicações e terapia. Jadelyn não consegue controlar quando essas crises vem, por isso acaba por se dopar, mas não ao ponto do remédio a deixar grogue ou a fazer desmaiar. É visível o quanto o transtorno de auto-controle a afeta, mas é algo que Jadelyn possui desde nascença, mas só descoberto de fato na quinta série, quando ela se envolveu na sua primeira briga séria com um aluno da sua sala, este que o provocou e Jadelyn pois em prática o que já sabia. Por conta disso, quando se acalma, ela acaba por ficar fria perante aos amigos e qualquer um que esteja ao seu redor, inclusive os funcionários da escola, professores e até a própria diretora, usando isso como arma de auto-defesa a si mesma. Ela fica arrogante durante alguns dias e se afasta das pessoas também, até que ela se acalme de fato e diga que já esqueceu, prometendo, a cada vez que isso acontece, que não irá mais acontecer, acabando por pedir desculpas caso tenha ofendido alguém nesse meio tempo. Não tem duração exata de quando tempo ela fica assim, mas normalmente costuma durar, no máximo, uns dois dias para que ela coloque a cabeça no lugar e diga que está bem.




Gostos e Desgostos

◇ Gostos

• Cantar, tocar, dançar e compor • Fazer apresentações tocando em público • Do clube de pesquisa dos Leopards • Cozinhar • Café forte • Frio e tudo relacionado a ele • Acordar tarde • Ficar sozinha para pensar; chorar e até para compor • Sons da natureza • Sorvete de coco e flocos • Açaí • Ler • Praticar artes marciais

◇ Desgostos

• Bulliying, racismo e etc • Pessoas irritantes (vulgo Yolanda), metidas e que se acham demais • Fazer educação física • Aranhas, cobras e insetos • Que a dêem ordens • Se descontrolar e agir impulsivamente • Quando lhe assediam • Lembrar que Beck morreu • Ser perseguida por paparazzis e repórteres • Quando mexem com seus amigos e familiares • Quando mexem nas suas coisas



Habilidades e Inabilidades

◇ Habilidades

• Cozinhar
• Resolver equações de alto nível bem rápido
• Praticante de artes marciais
• Compor
• Cantar
• Dançar
• Coordenação motora
• Tocar instrumentos

(violão, guitarra, piano, teclado, bateria, baixo, flauta, violino, violoncelo, saxofone, tuba, harpa, triângulo, tambor, trombone, tambourine entre outros)

◇ Inabilidades

• Desenhar
• Tem problemas para se controlar • Organizar
• Decorar
• Hackear
• Tempo

- Jade tem certos probleminhas em chegar no combinado, se atrasando, no máximo, uns 5 minutos



Medos / Traumas / Fobias

◇ Medos

• Aranhas • Cobras • Insetos

◇ Traumas

• Nenhum

◇ Fobias

• Aracnefobia — Fobia de aranhas

• Catsaridafobia ou katsaridafobia — medo de baratas

• Necrofobia — medo de morte ou coisas mortas

• Ofidiofobia/Ofiofobia — medo de serpentes

• Herpetofobia — medo de répteis (no caso de Jadelyn, sendo mais de cobra do que de outros répteis)

• Entomofobia/Insectofobia/Insetofobia — medo anormal ou aversão a insetos e artrópodes semelhantes, até a vermes



Doenças e Alergias

◇ Doenças

• Transtorno de auto-controle

Jadelyn, por conta disso, acaba por ser muito agressiva, agindo bastante por impulso, e sem pensar, quando arrumam briga e confusão com ela, mais também fazem bulliying com os alunos da New Era. Não só com eles, mas até se está fora da escola e vê cena do tipo, Jadelyn arruma confusão sem nem pensar duas vezes, agindo em defesa da vítima. Por conta disso também, ela demonstra suas habilidades em artes marciais que acabou por desenvolver na sua primeira briga, isso ainda na quinta série, quando um aluno a provocou e ela, por ver vídeos no Youtube relacionado sobre, acabou pondo em prática o que aprendeu.

◇ Alergias

• Castanhas • Amendoim • Pimenta • Pólen • Pêlo



Família

Jackson Richard Lee West (pai) || 43 || Empresário



Photoplayer: Cheyenne Jackson

Relação: Devido ao pai ser bastante ocupado, além de se importar mais com a West Company International do que com os próprios filhos, Jadelyn e Jackson são distantes um do outro.

Jadelyn tem problemas em lidar com toda a fama de possuir o nome West, diferente do seu pai, que cada vez mais se orgulha disto. Consequentemente, devido a essa questão, Jade acaba por ter problemas com o próprio pai, principalmente quando diz que ela deveria agradecer pelo nome que possuí.

- Se isso significa ser tratada com descaso pelo meu próprio pai, acredite, eu prefiro fingir que nem uma West eu sou. - Dissera Jadelyn, não somente uma vez, mas diversas vezes.

- Felizmente você não controla sua vida, ao menos, não ainda. - Jackson retrucou. - Até completar a sua maioridade, aos 21 anos, você vai se submeter a todas as minhas vontades, Jadelyn. - Continuou, observando a filha, vendo-a o encarar mortalmente e com os braços cruzados. - Permito sim que more com Miguel, seu irmão, desde que você se compareça, de boa vontade, e sem que eu precise ouvir reclamações suas, aos eventos das quais quero a sua presença e a de seu irmão. - Completou.

- Desde que isso seja o suficiente para você me deixar em paz, por mais que eu odeie essa fama dos Wests, eu o faço. - Jadelyn respondeu, tentando ao máximo ficar calma.

Por mais conturbada que a relação deles seja, Jadelyn tem noção que o pai a ama, assim como ama seu irmão mais velho.

Sarai Madeline McCoy Foster (nome de solteira) (West, quando casada) (mãe) || 39 || Fotógrafa Profissional


Photoplayer: Mila Kunis

Relação: Pelo fato da mãe ter se separado de seu pai, ainda quando ela tinha 13 e o irmão 16, elas se distanciaram bastante. Porém em relação o amor que ambas tem pela outra em nada mudou, e sim, aumentando gradativamente a cada dia que se passava.

Jadelyn ama muito a mãe e sente saudades dela no seu cotidiano, mesmo tentando aproveitar ao máximo quando vai a visitar nos finais de semana, aproveitando para pedir conselhos à ela sobre certas coisas, exemplo disso é a questão da raiva que ela tem dificuldades em controlar, mesmo tomando seus remédios periodicamente ou apelando pra uma de suas terapias: a música, visto que ela só consegue ir na sua terapeuta quando está em casa ou a diretoria permite. Isso é, quando Jadelyn não vai visitar o irmão mais velho e passar o final de semana com ele, pois como ambos não moram juntos e em locais distantes, Jadelyn acaba tendo que por reversar entre visitar um e outro a cada final de semana que pode.

Miguel Richard Hayes West (irmão mais velho) || 22 || Universitário (Estudante de medicina)


Photoplayer: Logan Lerman

Relação: Desde pequenos, por mais que houvesse, e ainda há, briguinhas típicas de irmãos, Jadelyn e Miguel sempre se deram super bem.

Miguel sempre foi a fonte de admiração de Jade, tendo-o como referência do tipo de pessoa que ela gostaria de ser ou ter sido um dia. Além do mais, se não fosse por Miguel, a West jamais teria conhecido a pessoa que ela tanto amou: seu ex-namorado, Beck; melhor amigo de Miguel desde a infância.

Devido a situação insuportável que Jade sofria com o pai, Miguel foi aquele que tomou a guarda de Jadelyn para si (isso quando ela tinha 15 e ele, 18, visto que o pai permitiu que ele morasse só, desde que cumprisse com o acordo que ambos fizeram), visto que não poderia recorrer a mãe de ambos já que ela morava bem distante da New Era, a escola onde Jade estuda, visando o bem estar dela em todos os sentidos. Jadelyn até hoje o agradece por isso, pois, longe dos pais, mesmo a mãe sendo uma ótima pessoa, a West se sente menos pressionada com os pais longe. E por mais que seu irmão também exija que ela dê o melhor de si nos estudos e afins, ainda sim, com ele, Jade se sente menos pressionada e mais relaxada.

Quando estão juntos, em casa, os dois tendem a ficar jogando no console, enquanto jogam conversa fora e comem porcaria, visto que no dia a dia Miguel evita de fazer pra manter a alimentação em dia, porém, nos dias em que sua irmãzinha o visita, ele abre essa pequena exceção à ela, como meio de demonstrar o quanto sente saudades dela em casa.

Beckham Ross Oliver Martinez (falecido namorado) || 21 (faleceu com 19) || Ex-estudante da New Era Academy (fazia parte dos Buldogues, sendo da equipe de torcida)



Photoplayer: Avan Jorgia

Relação: Jadelyn e Beck, desde que se conheceram e passaram a namorar, sempre se deram muito bem.

Quando ainda eram apenas amigos, Jade vivia o caçoando com coisas banais no intuito de chamar a atenção dele: o melhor amigo do seu irmão, Miguel. Beck achava graça, visto que notava que a garota, três anos mais nova que si, só aprontava; se submetia a horrores meio absurdos e etc só para ter sua atenção, percebendo, inclusive, que esse 'fogo' todo dela era porque ela gostava de si. Durante uns bons anos ele resistiu, porém fora se tornando algo impossível, visto que, a cada ano que se passava, Jadelyn crescia, ganhava mais corpo e ficava ainda mais bonita. Jadelyn percebeu que a atenção de Beck ficou ainda maior sobre si aos 13 anos, pouco tempo antes dela perguntar por que ele não cedia logo as vontades dele e a pedia em namoro, e, claro, ele não resistiu, pois também estava apaixonado pela garota, e a pediu em namoro, coisa que ela aceitou de prontidão, se jogando nos braços do amado e o beijando.

Na questão geral eles se davam super bem, sabiam como zoar feito dois melhores amigos, ao mesmo tempo que sabiam agir feito dois pombinhos apaixonados. Jadelyn conseguia ser romântica com Beck e vice-versa, o tratando como sabia que o mais velho gostava. O mais velho procurava agradar a Jade da melhor forma o possível, pois adorava a mimar, mesmo que nem sempre conseguia, fazendo Jade achar graça e rir do namorado.

No dia em que Beck faleceu, tentando desviar de um carro, que vinha desgovernado na direção do carro em que eles próprios estavam, Beck acabou se descuidando e batendo o carro, com tudo, numa mureta que estava próxima do lugar. A West teria morrido também, isso se não fosse pela ação rápida de Beck; que se jogou por cima de Jadelyn, recebendo todo o impacto em si. Ela ficou com várias sequelas do acidente: Marcas e cicatrizes por todo o corpo, feridas estas que não cicatrizaram mesmo após os dois anos que se passaram, além de ter perdido a perna direita, devido a mesma ter ficado prensada.

Jade, mesmo após esses dois anos, ainda sente profundamente pela morte do ex-namorado, tanto que não superou até esses tempos de hoje. Para ela foi difícil perder alguém que ela tanto amou e esteve consigo nos momentos mais difíceis de sua vida. E mesmo que tente seguir em frente, Jadelyn tem certas dificuldades para isso, achando que nunca mais vai conseguir amar outra pessoa.



Aparência


Nome do photoplayer

Elizabeth Gillies

Galeria
(Obs: Só está com fotos, pois eu não consigo colocar gifs pelo meu celular. Em compensação, acabei por fazer um portifolio com diversas fotos. Espero que compense.)















































































New Era School

Novato ou Veterano?

◇ Veterano - Jadelyn estuda na New Era Academy desde o primeiro ano do ensino médio

Qual clube faz parte ou pretende?

◇ Desde o primeiro ano do ensino médio, Jadelyn faz parte dos Leopards, iniciando no clube de Pesquisas (devido ao fato de que, mesmo não aparente, Jadelyn é uma CDF), porém trocando para o clube de música no segundo ano, permanecendo lá desde então.

Como se saiu nos testes para entrar na New Era School?

◇ Jadelyn, com muito esforço, acabou por se sair relativamente bem. O nervosismo a atrapalhou um pouco, além da pressão que sentia nas costas, devido ao pai ter lhe dito para que ela fizesse seu melhor, pois não admitia que uma West não fosse boa o suficiente num teste, ou qualquer outra coisa que fosse. Ficou ansiosa também, visto que seu irmão mais velho, Miguel, também já havia estudado naquela escola e ela queria o orgulhar. Jadelyn só não ficou mais nervosa ou ansiosa ainda devido ao fato do falecido namorado, na época, estudar lá, além de ter a encorajado bastante para fazer o teste.

De início, antes de virar uma Leopard, ela quase cogitou a idéia de ser uma Buldoguer, visto que Beck era desse clube e também por desejo do mesmo, afinal, eles queriam ficar juntos o máximo possível. Porém devido ao fato dela ter uma vocação mais puxada para o clube dos Leopards, Jadelyn decidiu entrar no clube. Beck não gostou muito da decisão, mas respeitou e apoiou a namorada, dizendo-a para se esforçar, já que cada um dos membros, de ambos os clubes, tinham seus respectivos pontos fortes e fracos e eram demasiados habilidosos, e que por isso ela deveria tentar encontrar o lugar dela no clube dos Leopards, ao que Jadelyn o agradeceu e reforçou que o amava.

Está sabendo sobre os boatos da escola? Se sim, o que pensa sobre?

Jadelyn é muda e surda nessas horas. Quando é fofoca leve (besteira e bobagem de adolescente mesmo), a garota até ouve e fica interessada, porém procura ficar mais na sua quando se trata de assuntos mais sérios, principalmente estes que envolvem assasinatos e etc; falando o menos possível sobre e apenas o necessário.

Melissa, ao menos para si, era uma boa professora, mas Jadelyn não desejaria mesmo que esses boatos chegassem até si e a envolvesse, principalmente porque isso chegaria ao seu pai (de algum jeito, mas, certamente, chegaria) e não seria nada bom caso acontecesse. Querendo ou não, até a própria Jade preza pela reputação da família, e se sentiria bem culpada se isso causasse problemas para a West's Company International, a empresa que seu avô e bisavô tanto lutaram para construir e manter de pé até então. A W.C.I é importante para ela, apesar de tudo, pois o sustento maior da família vem de lá. Além de, claro, a parte da mãe que trabalha como fotógrafa, esta, porém, não faz mais parte da família West, visto que a mesma se separou de Jackson Richard, seu pai, quando Jadelyn tinha apenas 13 anos e Miguel, seu irmão mais velho, 16.

Pretende ser líder do seu clube?

Se possível, sim.



Qual sua média de notas nas seguintes matérias?

_10,0__ Matemática

_10,0__ Inglês

_7,0__ História

_6,3__ Geografia

_6,0__ Filosofia

_7,2__ Sociologia

_8,8__ Física

_9,9__ Química

_9,9__ Biologia

_7,5__ Literatura

_5,9__ Educação Física

Em geral, você é um aluno bom ou ruim?

Aluna mediana; Não é uma aluna boa, mas não diria que é uma má aluna.

Você poderia ser responsável pela divulgação dos “podres” da escola? Justifique ambas das respostas.

Não. Jadelyn, apesar de amar ouvir uma boa fofoca, não é do tipo que gosta de se envolver com esse tipo de esquema, pois não é do seu fetil, além do mais, tinha que manter a boa reputação dos Wests, mesmo lá na New Era Academy.



Relações


Yolanda García


Não diriam que são rivais, mas Jadelyn simplesmente a odeia pelo fato da García já ter dado encima de seu falecido namorado, mesmo que soubesse que ele era comprometido. Já se passou 2 anos desde o ocorrido, mas Jadelyn jamais conseguiu a perdoar, visto que ela fazia questão de provocar: fosse em sua frente ou nos treinos de líder de torcida, visto que Beck também fazia parte do grupo.

Jadelyn não gosta de Yolanda somente por isso, mas também pelo fato da garota ter a personalidade forte: qualquer atraso, nem que fosse por um minuto, já irritava a morena e, consequentemente, se Jadelyn tinha algum compromisso com ela (sabe lá por qual motivo), irritando a West também.

- Qual é, García, só foi por cinco minutos, relaxa! - Jadelyn bufou, já tendo uma mera noção de como aquilo acabaria.

- Eu cheguei até antes do combinado e você me vem com essa, West? - Questionou Yolanda, já irritada. - Se sabe que vai se atrasar, se programa para vir até alguns minutos antes. - Completou.

- Tenho pena do pessoal que te atura. - Suspirou, começando a andar calmamente até o local que ambas deveriam ir. Não iria se deixar elevar, não daquela vez.

- Poderia dizer o mesmo, querida. - A García fora cínica, já andando ao lado da West. - Quando estava no clube de pesquisa dos Leopards se ouvia menos a sua voz horrorosa, agora que esta no clube de música, até de lá da casa dos Buldogues é possível de ouvir essa sua vozinha de pato sendo esganiçado. - Provocou, fazendo Jadelyn, automaticamente, virar seu rosto para a encarar, já dando sinais de que voaria no pescoço de Yolanda, caso ela continuasse com as provocações.

- Esganiçada quem vai ficar vai ser sua cara, depois que eu virar ela do avesso e deixar marcas do meus punhos na sua cara. - Jadelyn ameaçou, mas não moveu um músculo sequer para atacar a morena, apenas respirou fundo e foi andando apressada, desta vez, até o local, ignorando a García o máximo que conseguia.

Tirando as provocações do dia a dia, essas duas tentam se evitar ao máximo, além de evitarem se sentar próximas nas aulas e durante as refeições, visto que bastava somente isso para a treta entre elas se iniciar.

~


Mark Lee

Pelo fato de ambos terem os dois mesmos clubes em comum (O Leopards e o clube de música), Jadelyn se dá bem com o garoto. Não são lá amigos do tipo próximos, mas Jadelyn o admira, respeita e tem lealdade ao mesmo; tanto pelo tipo de pessoa que ela sabe que Mark é, porém também pelo fato dele ser o capitão dos Leopards.

Sempre que o vê, Jadelyn tem o costume de o cumprimentar com um 'Bom dia, capitão!', apenas pelo simples fato de gostar de brincar com o garoto. Outro fato legal a se citar é que, não por falta de opção ou coisa do gênero, mas nos horários de refeição, aulas e etc, a garota gosta de se sentar ao seu lado, isso é, quando o coreano permite e há algum espaço vago ao seu lado. Alguns diriam até que era porque Jadelyn gosta dele ou coisa do tipo, mas não...ou ela ao menos acha que não. Mark foi quem a incentivou ir para o clube de música, visto que, por algumas vezes, lhe viu cantando e tocando na sala de música quando esta se encontrava vazia, observando-a escondido enquanto lhe ouvia cantar covers de suas músicas prediletas, dentre elas Thinking Out Loud, do Ed Sheeran; Believe In Me, da Demi Lovato; Love Me Like You Do, da Ellie Goulding; Shallow, da Lady Gaga feat. Bradley Cooper; You Don't Know Me, uma música que ela mesma fez para Beck, logo no primeiro ano de namoro deles, entre outras mais que Jadelyn amava cantar e tocar. Em uma dessas vezes ele, Mark, decidiu se revelar a garota, que já o conhecia de vista e até já tinha trocado algumas poucas palavras com ele. A West desconfiava, já tinha um tempo, que alguém lhe observava cantando, mas nunca imaginou que fosse Mark Lee. Porém foi pouco tempo depois dessa revelação e pedido de Mark, duas semanas depois, no caso, que ela decidiu abandonar o clube de pesquisas e ir para o clube de música.

Desde então, os dois tem se tratado como dois bons amigos, apesar da falta de intimidade, mesmo que aparente o contrário, já que é visível o quanto eles apreciam a companhia um do outro; seja na escola; dentro dos clubes ou não. Isso é, por mais que, na visão de Jadelyn, Mark seja complicado, não somente por ser enigmático e misterioso para si, mas também pelo fato do garoto ser possessivo com as pessoas ao seu redor. Ela procura tentar o entender, algo que acaba por se tornar difícil, já que é uma coisa bem mais complicada.

Jadelyn, meio que na própria pele, sente desconforto pelo próprio Mark, visto que, por ainda ser algo recente, ainda há quem toque no nome de Melissa Lee, a mãe do coreano. Jadelyn, como o esperado, toma a frente nessas horas, falando que os alunos não estão respeitando a morte da professora, independente se foi um assinato ou não, e o que tiver de ser dito, os policiais, investigadores e etc resolverão. Ela faz isso, mesmo que queira evitar confusão, afinal, no seu dia a dia, somente por defender os 'injustiçados' da New Era, ela já toma o limite dos esporros num único dia...ao resolver se intrometer num assunto que não diz a respeito dela, ela piora ainda mais a situação para o seu lado, mesmo que, na realidade, isso só seja preocupante se chegar aos ouvidos do seu pai, visto que quando vai falar com a matriarca sobre isso, quando vai a visitar, ela sempre lhe apoia e continua a incentivar a filha, mas que ela tomasse cuidado e evitasse arranjar brigas e confusões desnecessárias, além de começar a agir com mais cautela. Jadelyn até tenta, mas tem coisas que se tornam impossível para ela, visto que ela percebe que, querendo ou não, a morte de Melissa ainda afeta a Mark, por mais enigmático e misterioso que ele seja para si. Ela própria evita de tocar no assunto da professora com ele ou na frente dele, porém o ouve atentamente quando ele decide falar sobre o assunto consigo, assim como ele o faz quando Jadelyn desabafa, em certas ocasiões, sobre a pressão que sente somente por ser uma West, uma das famílias mais ricas e conhecidas de Nova York, não suportando aquela chatice toda da fama do pai e ela própria, e o irmão mais velho, sofrerem as consequências disso, com paparazzis os perseguindo e tirando fotos; repórteres fazendo milhares de perguntas...enfim, Jadelyn não suportava aquilo tudo e, lá vez ou outra, falava com Mark quando sentia que não estava mais aguentando tudo aquilo.

- Se eu pudesse, honestamente, daria um fim nisso tudo. - Suspirou Jadelyn pesadamente. - O nome West é sinônimo de orgulho e desgraça para mim ao mesmo tempo, e o preço que se paga por o ter é alto. - Jadelyn desabafou, encostando a nuca no tronco da árvore, onde ela e Mark se encontravam na sombra desta.

- Deve ser terrível mesmo. - Mark assentiu calmamente, não se importando muito quando Jadelyn, dando uma de folgada, deitou a cabeça em seu ombro.

- Total! O foda é que as vezes eu preciso de permissão da escola só pra ir em algum evento que meu pai faz questão de forçar a mim e ao meu irmão irmos, querendo que a imagem dele e da W.C.I melhorem, como se isso fosse o típico pai presente, quando na realidade, de tão ocupado que é, sua existência parecia nem existir, visto que ele só sabe que eu e o Miguel existimos quando quer se aproveitar de nós dois...Uma das minhas melhores decisões foi ter ido morar com o Miguel, pois assim tenho mais sossego do que eu teria se estivesse no mesmo ambiente que ele. - A West confessou, sem esconder o qual cansada ela estava daquilo tudo.

(Off: Autora, please. Se não for pedir demais, e não tiver em mente um par para o Mark, poderia o fazer ser par da Jadelyn? Sério, eu realmente amei ele!!!!)

~


Megan Campbell

Megan, ou Meg (como Jadelyn a chama carinhosamente), talvez seja a garota mais próxima de si, além de ser sua amiga mais próxima, visto que antes de entrar no clube de música, a West já havia sido do clube de pesquisas, conhecendo Megan por lá e criando um forte vínculo com a Campbell.

Mesmo hoje, por mais atarefada que as duas sejam, com seus respectivos clubes; tarefas escolares e afins, as duas ainda mantém a mesma aproximidade de antes, não permitindo que a falta de tempo lhes afastassem. Muito pelo contrário, devido a isso elas se aproximaram ainda mais do que antes estavam próximas.

- Talvez não tenha sido tão ruim assim eu ter saído do clube de pesquisas e ido para o clube de música. - Brincou Jadelyn uma vez.

- Nem me fale. Foi realmente bom você ter saído de lá, pois seu brilho e talento me ofuscavam demais. - Megan devolveu a brincadeira, revirando os olhos, rindo levemente junto com Jadelyn, que achou graça na fala da amiga. - Mas falando sério agora. Eu sinto saudades desse tempo que éramos mais grudadas com a outra, além do que, perdemos uma grande mente brilhante no clube de pesquisa...maldito seja o clube de música. - Megan resmungou a última parte, fazendo a West gargalhar alto durante alguns segundos, chamando atenção de algumas pessoas que passavam pelo refeitório a si.

- Não diga isso, Meg! - Jadelyn disse, limpando os vestígios de lágrimas que estavam em seus olhos de tanto que a West riu. - Eu sinto muitas saudades de você e do pessoal, mas eu realmente estou bem lá com o grupo de música. Sinto que cantar e tocar é a minha vocação, além do mais, música me lembra o Beck também. - Nessa parte, Jadelyn sorriu, mas era um sorriso triste. A saudades de Beck ainda apertava, muito. Seu coração não havia o superado, muito menos ela própria.

- Sei o quanto sente saudades dele, Jay, mas hora ou outra você precisa o superar. - Meg dissera, pegando na mão de Jadelyn e a segurando entre as suas, olhando-a carinhosamente. - Você estava com 16 anos quando o perdeu, e já se passou dois anos desde então...Pensa que nem o próprio Beck gostaria disso, Jay. Sei que apesar dele te amar, ele iria preferir te ver com outro cara se essa outra pessoa fosse a sua felicidade. Se vivo ele já te diria uma coisa dessas, imagina agora quando ele não pode?! Ou acha mesmo que ele deve tá gostando de te ver assim, lá do lugar onde ele está? - Megan a questionou, não recebendo resposta de Jade. A Campbell suspirou fundo. - Pensa bem nisso, certo? - Pediu, sorrindo para Jade, que apenas assentiu e disse que tentaria. Superar seria difícil, porém, ao menos, ela tentaria seguir em frente, nem que fosse somente por ele e as pessoas ao seu redor.

Jadelyn, sabendo que ainda há o preconceito no mundo, sabendo também que Megan é uma das que sofre bulliying, procura sempre defender a garota caso a dirigiam um comentário de mal gosto ou até quando ela própria escuta alguém falando mal da Campbell. Jadelyn, fiel e leal a sua amizade com a garota, inclusive, já parou na diretoria por ter entrado em confusões; com direito a xingamentos, tapas, socos e afins, somente por querer defender a amiga, mesmo sabendo que violência só gera ainda mais violência. Isso, certas vezes, chegava até ser engraçado, visto que ela própria se olhava no espelho, vendo os roxos, hematomas e cortes espalhados pelo seu corpo, e do nada começava a rir, sentindo nostalgia ao se lembrar da sensação de bater nas pessoas e apanhar delas também.

~


Dylan Smith

Dentre Yolanda, Mark e Megan, Dylan talvez seja a pessoa com quem menos Jadelyn conversa por falta de intimidade e aproximação. Não deixa de ser educada quando o vê, visto que não tem nada contra o garoto, o cumprimentando sempre que o via nos corredores da New Era Academy.

Por mais que tenham essa falta de aproximação, Jadelyn é uma das pessoas que o defende quando algum aluno faz bulliying com o garoto, devido ao fato de Dylan ser homossexual. Por muitas vezes Dylan se referiu à Jadelyn como 'Heroína dos Injustiçados', visto que a garota, possivelmente, era a que mais defendia os alunos que sofriam bulliying no internato, ganhando fama na escola por isso, e não pelos seus talentos no clube de pesquisa e música.

~

Buldogues Club

Procurando não os vê como um todo (irritantes vulgo como a García), Jadelyn trata cada um deles do modo que é tratada. Exemplo: se eles lhe tratam bem, Jadelyn fará o mesmo, do contrário, ela também o fará, pois não é boba e idiota o suficiente para deixar que eles lhe tratem como queiram.

Alguns dos Buldogues chamam os Leopards de nerds. Isso poderia vir a incomodar a West, mas não, não incomoda: Se ser nerd significa ser inteligente e artística, então ela se orgulhava em ser uma, e esperava que os Leopards também pensassem da mesma forma que si, afinal, eles eram talentosos, então deveriam ser orgulhar disso.

Não admite e não perdoa facilmente quando um deles mexe com alguns dos Leopards, alertando-os que se aquilo continuar, ela faria coisas do qual não desejava fazer, visto que ela, apesar de tudo, não gosta de usar a violência para resolver seus problemas, mas Jadelyn, até certo ponto, é descontrolada, tanto que toma remédios controlados desde o 6° ano do fundamental, visto que foi nesse tempo que ela começou a perder seu autocontrole, passando a tomar remédios controlado após algumas semanas. Por se arrepender na maioria das vezes, ela própria toma a atitude em se desculpar, porém os dizendo que faria de novo, se necessário e sem pensar duas vezes.

~

Funcionários da escola

Os trata normalmente. Não é grosseira, mas não diria que é educada. Fala bem pouco com eles, mas, quando cumprimentada, Jadelyn os retribui e até os ajuda com algo, caso for realmente necessário.

~

Par

Admito que, o que eu irei descrever agora, eu li da fichinha do(a) personagem da @fkxbae, visto que foi lá que eu peguei a idéia e li isso que citarei agora: De que eu gostaria que fosse desenvolvido durante a história, e não algo que eu necessariamente precise descrever. Apenas desejo que, assim como ela citou também, inclusive, você siga pela personalidade dela e do par. E, acrescentando por minha própria parte, que você pegue alguma referência de como ela tratava o Beck, visto que, na minha visão, a Jadelyn trataria o atual par do mesmo modo que tratava Beck.



Finalização

Seu personagem pode

(X) Beber

(X) Fumar (não sempre, só de vez em quando)

() Usar drogas

(X) Ter cenas de sexo

() Trair seu par

() Trair seus amigos

(X) Brigar

(X) Ferir alguém

() Fazer bullying

() Mudar se clube

Favoritou?

Yep!

Entende que, se aceito, seu personagem também será meu?

Yes!

Promete tentar comentar nos capítulos?

~ Quanto a isso pode ficar despreocupada. Comentarei sempre que possível. :P

Algo a mais?

• Jade, devido ao problema de descontrole, tende a tomar fortes calmantes para se acalmar. Não chega a ficar o dia todo dormindo, mas fica grogue boa parte do dia. Isso é, quando não resolve apelar para sua terapia do dia a dia: cantar e tocar algum instrumento

• Jadelyn ainda guarda as fotos que tirou com o seu falecido namorado numa pequena caixinha, e de vez em quando a pega somente para se recordar dos bons momentos em que tivera com o garoto, pois foi com ele que Jade namorou dos seus 13 até seus 17 anos; sendo ele seu primeiro e único namorado até então.

Mostrar Spoiler: Jadelyn & Beck




















And I sat alone, in bed till the morning
I'm crying: They're coming for me
And I tried to hold these secrets inside me
My mind's like a deadly disease

(Eu estava sentada sozinha na cama até a manhã
Estou chorando, eles estão vindo atrás de mim
E eu tentei segurar estes segredos dentro de mim
Minha mente é como uma doença mortal)



The End ♡

ficha by; @_Hyuna

fanfic by; firezyx

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[19/12/2019] Green Academy - Interativa


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K-popers shippadores de BTS, leiam essa fanfic que tá diva, mermu só no prineiro capítulo U.u

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História: Haikyuu: The New Players
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Ethan Kurihara era um jogador prodígio de voleibol, chamando à atenção mesmo quando ainda estava no fundamental. Todos achavam que ele se tornaria uma estrela, que alcançaria o c..
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Po povo que faz questão de ter mais seguidores no perfil, tae + uma pessoinha pá vocês seguirem .-.'

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