IronPuppy

IronPuppy
Nome: Sue.
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Localização: Goiania, Goiás, Brasil
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IronPuppy - Jornais

2 jornais

I'm cupcake creep, i'm weirdo.

Postado

Chega aí, bora conversar!

Olá~

Perdi a conta de quantas fanfics iniciei com essa saudação, que coisa, enfim, hoje pela primeira vez a tia Sue vem com um jornal postado por ela mesma, então, não criem expectativas.

Hoje eu só quero desabafar um pouco, apenas imaginem que eu encontrei uma árvore para conversar.

Começar pelos meus sumiços esporádicos, e as voltas estranhas, então volto a desaparecer: A culpa é toda minha, sorry.

Desde que eu me conheço por gente, tenho a necessidade de dar amor as pessoas. É uma forma estranha e egoísta de me comportar, eu sempre penso que posso suprir alguma necessidade de amor, carinho e atenção de alguém. É a minha forma de ser feliz, saber que alguém pode sorrir ou sentir um quentinho no peito causado por mim.

Sim eu sou idiota nesse nível, mas é parte do meu modus operati, eu simplesmente amo tudo demais. Cuido demais. Me envolvo emocionalmente demais para trazer um bom sentimento ou emoção para alguém.

Isso me fode muitas vezes? Sim. Mas eu não vou mudar, só porque ganho alguns machucados com isso. Se vocês pudessem ver como é lindo ter meus bebês todos envoltos em amor e fofura ( que eu posso oferecer) vocês entenderiam meu egoísmo.

Como minha mãe diz: Eu só tenho amor demais dentro de mim e preciso dividir com o mundo.

Muitas vezes esse amor vira flerte, carinho, atenção, cuidado, mais para uns do que para outros, ou tudo para todos ao mesmo tempo, e algumas pessoas envolvidas não conseguem entender isso. Outras se aproveitam.

E quando isso acontece eu também sou imatura demais para conseguir lidar com algumas das consequências que isso me traz, então a outra parte do meu modus operati entra em cena:

E eu tendo a me afastar das pessoas, me isolar sem contato, para depois voltar. Algumas vezes sou forçada a isso: como no ano passado que passei três meses sem dar sinal de vida por fatores externos. Outras vezes é por escolha própria, pela necessidade de aprender a lidar com algo forte demais.

Peço desculpa a todos os meus amigos que estão lendo isso e pensando: “Poxa, Sue, poderia ter dito, a gente ajuda”.

Hamm, babys, eu sei que vocês iriam me ouvir, mas, sou eu que tenho que aprender a lidar com isso, e ninguém iria querer uma Sue sombria por perto. Eu meio que estava parecendo um bolinho de confetes mofado :(

Então, sim, eu me isolei recentemente, e agora vou voltar e re-catar os cacos de algumas amizade que deixei pelo caminho sem aviso.

Isso influencia o que eu escrevo?

Sim, escrever é uma forma de escape, postar, arquivar, mandar pra lixeira, então voltar a escrever. Eu fiz tanto isso nesses tempos e sei que vou fazer tanto ainda, pensem pelo lado positivo, minha reclusão traz coisas para ler, se elas são boas, vai da opinião de vocês.

Sério, vocês não vão querer saber a minha.

E eu só resolvi aparecer porque recebi um jornal lindo da Ana, e pensei, poxa, estou longe por tempo o suficiente se o povo está fazendo manifesto, hora de voltar pra pôr a cara no sol… mesmo que minha vontade seja a de ficar pra sempre no meu covil. Ana, a culpa é sua.

Mas lendo o que ela pensa sobre mim, sobre nossa relação, nosso relacionamento, percebi que uma das minhas luas tem me ajudado tanto há anos, assim como outras pessoas, talvez eu devesse dar mais um passo para fora da sombra - das sombras?

Sabe, eu entrei no Spirit no final de 2016, antes disso só lia offline por aqui, e muito, muito, antes disso eu escrevia e lia pelo Nyah e FF.net. Apesar de ter passado anos nesses dois, acho que minha época mais feliz escrevendo veio por aqui mesmo.

A maioria de vocês me conhece por causa de Fullmoon, certo? Se sim, ótimo, compartilhamos amor por algo que eu ainda não acredito que consegui escrever e finalizar. Se não, ótimo também, mas, você já ouviu a palavra dos Lobos de Wolf’s Lair hoje?

No caminho entre o Nyah e o FF, e minha chegada aqui, eu passei muitos anos sem escrever, quase meia década. Para alguns, cinco anos não é muito tempo, mas para outros, que tem uma mente tão rápida que nem os próprios pensamentos conseguem acompanhar, é tempo até demais.

Quando vim para cá, eu encontrei muitas e muitas autoras com escritas incríveis, e outras milhares mais que, né. Enfim, vamos focar no lote bom.

Saythename foi amor à primeira vista, o sarcasmo escondido entre as linhas mesclando-se com a doçura acre dos toques de realidade juvenil, foi o que mais me cativou. Era algo fresco, diferente, fácil de ler e compreender a mente sagaz por trás das realizações de um Youngjae metódico e arisco. Nenhum personagem dela é 8 ou 80, eles são como pessoas normais, levando a maldade e bondade dentro deles e deixando que os momentos egoístas de cada um ditar onde aplicar seu ponto bom e mau.

Ana, você consegue pontuar isso tão bem, que ás vezes, eu acho que você consegue ler a alma das pessoas e colocá-las no que escreve. Hoje em dia, sendo minha melhor amiga, eu não me arrependo de tê-la chamado de tia e importunado você ao ponto de fazê-la ceder e me dar amor.

Psicoarctic foi uma surpresa. Uma boa surpresa. Como escritor ele me comove, acerta pontos sensíveis em mim, tratando de temas que sempre estiveram sob minha pele, ou sobre, dependendo de qual cicatriz você veja. Não é fácil você ler sobre depressão, aceitação, morte, quando naquele momento você está tendo a mesma visão que o personagem tem.

Não é fácil você ler sobre angústia, perda, tristeza, quando aquele ponto dentro de si onde você impede que as outras pessoas acessem está pulsando, vermelho vivo, querendo explodir e deixar o mundo ver que você não é 100% feita de amor e carinho, que é o que você mais se esforça para dar aos outros, pois sabe que pouco disso foi entregue a você quando precisou.

De alguma forma, depois do texto da Ana eu me lembrei da escrita dele, de como ao final de tudo eu tinha a sensação de que eu poderia confiar em alguém ao ponto de deixar elas verem o ponto vermelho pulsante, que é uma mancha de tristeza e dor, e que está tudo bem, porque as pessoas certas aparecem para ajudar a curar, mesmo que outras venham ferir mais.

Pe, você foi o primeiro das pessoas certas (que eu chamo valiosamente de meus bebês) que ainda está me ajudando a curar.

Megalithic: rainha, deusa mãe, diva, mestra, sunbae, dona do castelo de gelo no qual eu estou tentando construir um jardim de girassóis. A pequena escritora em mim, saúda a grande escritora em você. Eu odeio sumir e não te avisar, me perdoe.

Escritora provida de paciência e gentileza, com a escrita mais aguçada e envolvente que eu não encontro desde que terminei O Senhor dos anéis: O retorno do rei aos 17 anos.

Oh, shit, você está comparando ela com Tolkien? Não ,mas se pá, eu gosto de volta e meia pensar em como seria uma versão de Harry Potter escrita por ela, nenhuma dúvida de que teríamos uma brilhante mudança no final.

Sunbae é a pessoa que eu gosto de seguir e me espelhar, apesar de nossas narrativas serem diferentes, em sua maior parte. Eu me sinto como aquele pequeno filhote de leão que segue a leoa pisando com suas patas pequenas nos passos maiores que ela deixa para trás. Eu gosto disso, de poder olhar para meu crescimento conforme sigo suas pegadas sem ter a necessidade de olhar para frente. Ela sempre faz um bom caminho, eu posso segui-la sem medo.

Isso se chama confiança, algo que aprendi com ela, dentre muitas outras coisas. A escrita dessa mulher envolve e te faz pensar. Acompanhar Jaebum e Jackson em Building Star, por exemplo, é como estar ali, convivendo com eles na loja, viajando com eles para o interior. Querendo socar o Jaebum no meio de uma rodovia ou querer abraçar e bater no Jackson ao mesmo tempo, quando ele se vê sozinho em casa.

É conseguir entrar dentro da história, poder olhar nos olhos deles, ver entre as palavras escritas partes de você que você começa a descobrir, pensar, testar. E então você quer voltar a ir às consultas e falar com uma psicóloga, e aprender mais sobre si mesma.

Mega nos faz ter vontade de descobrir quem nós somos e onde podemos chegar.

Sunbae me faz ter vontade de descobrir porque eu sou assim, mesmo quando eu sei que parte do que está nesse caminho vai me fazer chorar, me esconder por meses e evitar as pessoas, o mundo, para depois voltar: com feridas lambidas e pronta para mais.

Há pessoas que chegam, ficam, marcam e se vão, outras que continuam seguindo lado a lado. Outras que a gente precisa dizer “até mais: o que eu pude fazer por nós eu fiz, agora seguimos sozinhas cada uma o seu caminho”.

Não é maldade deixar as pessoas para trás, assim como não é quando você é aquele que foi deixado, encarar que isso faz parte da vida. Você não pode se obrigar a compartilhar o caminho de alguém quando ambos não tem mais o que compartilhar. Isso faz parte do crescer e amadurecer.

Para muitos que me conhecem eu sou aquela que está lá para segurar e tentar não te deixar cair com todo o meu carinho, piadas e amor. Quando isso não dá, eu sou aquela que então resolve cair com você, dois no fundo do poço é melhor do que um afinal.

Nós podemos subir no ombro um do outro e depois quem está em cima puxa quem ficou, ou então os dois se juntam e formam um campeão maligno, forte, lindo e gostoso com três almas em um corpo. (ala referência pros amiguinhos do LoL).

Mas eu também sou aquela que ouve, aconselha, canta com você, chora com você. Fica de madrugada divagando sobre filosofia e livros antigos, ou passa a tarde explicando como funciona a química e biologia do processo de se apaixonar.

E ainda assim eu sou deixada para trás, ou eu deixo alguém para trás.

Por que as pessoas tem que seguir suas vidas, e nem sempre nós temos espaço para todo mundo nisso. Então, para os que me deixaram para trás, desejo que sempre possam crescer cada vez mais, aprender mais, amar mais e não se preocupem se as coisas parecem não dar certo, é só uma fase, logo passa.

E para os que eu deixei, eu digo o mesmo, e um pouco mais:

“Não é que eu deixei te amar, na verdade eu ainda amo muito, mas esse amor só está me machucando um pouco mais agora”.



É, isso se tornou um grande desabafo, culpem minha psico, ela que sugeriu. Obrigada Dra. Jo, á propósito.

Mas é isso: amai uns aos outros como a si mesmo, cresçam e prosperem, e tudo mais que esse jazz do amadurecimento mandar.

Vou continuar minhas fanfics paradas porque elas são boas demais,até pra mim. Nova fase é igual a novas fanfics e fandons, e as que eu excluí ficaram na saudade, como os amigos que ficam pelo caminho.

Faltou esta nota;
Vivendo: No covil ainda.

Escutando: P!nk - Sober
Comendo: Pizza de ontem
Bebendo: Achocolatado

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HIATUS

Postado



Olá~

Este é o meu primeiro jornal, e por ironia nem sou eu quem está postando.

Queria dizer a todos que durante esse mês de copa eu estarei em hiatus. Motivo: trabalho. Por conta dos jogos, estarei trabalhando todos os dias e não terei tempo para atualizar nenhuma fanfic ou postar as costumeiras oneshots aleatórias. Peço desculpas a todos que estão ansiosos por atualizações, mas não terei tempo para nada além de dormir, e quiçá comer.

Então, aviso que somente após dia 14/07 estarei retornando com as atualizações. As oneshots relacionadas aos projetos em que estou (Starter, Jackbum!Project, GOT7!Project e Wang!Project) não serão comprometidas, pois estarão sendo postadas pelo perfil de cada projeto.

Desculpe por deixá-los por esse tempo, bebês, mas a Sue unnie volta mês que vem com muito amor e fanfics, prometo <3

Obrigada Aninha, meu amor, pela ajuda com o jornal. (de nada, mãe sz)



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