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D0MCASMURR0

D0MCASMURR0
Nome: ♡' cigana, capitu
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D0MCASMURR0


aí eu cheguei e acabei com tudo, mete o pé garota eu sou mulher do parafuso

( mega assobio agressivo )

Postado

Mostrar Spoiler: 𝖉𝖔𝖓’𝖙 𝖘𝖙𝖔𝖕 𝖇𝖊𝖑𝖎𝖊𝖛𝖊𝖓’
Citação:
gabriel oliveira das flores. Mas normalmente não é chamado assim, ignorando sua certidão de nascimento e documentações, Gabriel é comumente chamado de Jackie, Jackie Tequila. Isso deriva de seu amor infantil incurável da famosa música do Skank, quem o apelidou foi sua mãe, e tal coisa pegou pelo resto da família, tanto que normalmente as pessoas o conhecem como seu apelido, e não como Gabriel, e o menino não ajuda muito na hora de "desconfundir" as pessoas, se apresentando como Jackie Tequila, em forma de brincadeira — mas não desmente o apelido dizendo que seu nome é Gabriel.
17 anos de idade + 05 de agosto + brasileiro. Jackie é paulistano, nascido em São Paulo, tendo se mudado para Lima, Ohaiocidadezinha odiosa com mais de 30.000 habitantes — por influência paterna depois do divórcio, dado que seu pai é um cidadão norte-americano. Jackie tem um inglês básico, mas ainda tem um sotaque carregado e não sabe diferenciar "beat" de "bitch". Tem 17 anos de idade completados recentemente, tendo que esperar mais um ano para ter enfim seus 18.
Escreveu interpretado pelo cantor e ator finn wolfhard
talvez a coisa mais chamativa em sua aparência seja seus cachos negros completamente esvoassados, dos quais raramente penteia, dado que vários pentes já ficaram presos em meio ao emanharado de fios, as vezes usa bonés para cobri-los quando a situação está "tensa". Tem a pele branca, as vezes até demais, já tendo sido apelidado por alguns colegas como "menino do grito", com algumas pintas, espinhas e cravos espalhados por seu rosto, mas em especial suas sardas localizadas nas bochechas. Tem as sobrancelhas finas e olhos pequenos de cor acastanhada, cobertos por finos cílios. É alto, tendo seus 1,78m, já pensou em jogar basquete, mas ao se lembrar que teria que se levantar e treinar, a possibilidade foi embora de sua cabeça na mesma rapidez que entrou.
homem cisgenero + homossexual. Nunca teve tantos problemas com sua sexualidade como pensou que teria, afinal, nunca sentiu nada por garotas desde que deu seu primeiro beijo com um menino aos 15 anos. Depois de descobrir que gostou daquilo, ficou com uma menina, cogitando a possibilidade de ser bissexual, mas viu que não, e é homossexual assumido, mas não vê necessidade de falar isso com ninguém, a não ser que perguntem. Sua mãe sabe de tal coisa, mas Jackie nunca contou para seu pai.
tal como si próprio, sua personalidade não é nada mais do que traços de um jovem do qual se perdeu a muito tempo, não há fatos do qual escrevessem Jackie Tequila como um personagem principal, talvez se o julgando de forma literária, ele seria o servo burro do vilão maligno que quer destruir os mocinhos, ou um bandido do faroeste que na primeira guerra de armas, iria cair morto antes mesmo de suas mãos alcançarem o gatilho. Não tem muita chamatividade — e nem mesmo sabe muito da língua portuguesa — ou tem os holofotes virados para seu rosto, sendo um coadjuvante em sua própria história. Podemos dizer que Jackie adoro colchões, junto de um travesseiro e um edredom quente, podendo ficar lá por horas, afinal, parecia ser a reencarnação viva do pecado capital da preguiça, com pouca energia para ao menos se levantar para tomar café da manhã e não ter uma queda de glicose no meio do dia, tais episódios preocuparam tanto sua mãe, que o levou ao laboratório clínico para que pudesse se acalmar e ver que seu filho não tinha nenhuma doença. Jackie é um preguiçoso de primeira linha, sempre andando arrastado pelos corredores ou sentado em um dos bancos de madeira do colégio, com os braços cruzados e dormindo sentado, coisa essa que já gerou várias brincadeiras de garotos do primeiro ano, que desenhavam com caneta preta em seu rosto — coisa que Jackie nem se importava tanto, já que não queria ter que dar intervalos de seu sono para ir até o banheiro lavar seu rosto. Juntamente de sua preguiça incurável, vinha junto uma onda de procrastinação imensa em sua cabeça, ele fazia qualquer coisa, mas sempre iria ficar para última hora, tal como tarefas simples como lavar a louça, colocar o lixo do lado de fora, ou até mesmo em trabalhos da escola, ou trabalhos do clube, sempre ouviu reclamações de seu pai sobre isso, já que mesmo o homem o chamando cinco vezes seguidas, Jackie sempre fingia não escutar, apenas para que a tarefa fosse atribuída a outra pessoa. A indiferença também é um forte traço de personalidade, já que ele não parece se importar tanto com o mundo exterior, principalmente com episódios que acontecem consigo mesmo, ele não sabe qual carreira quer seguir, o que quer fazer de sua vida e nem mesmo sabe dizer qual é o seu maior sonho, como se desse de ombros para qualquer coisa que aconteça em seu futuro, provavelmente tais ações sem rumo são apenas um disfarce para seu medo do futuro, e o medo de crescer, medo de se tornar um fracassado que não sabe fazer nada além de desenhar ou cantar algumas músicas com letras chatas e uma batida fraca, odiava músicas assim, preferindo letras mais chiclete e batidas animadas, mas infelizmente a outra opção era a única que combinava consigo, tinha repulsa apenas em se imaginar em um clipe musical fazendo caras e bocas na frente de uma câmera. Jackie não tem muita esperança para o futuro, de fato, qualquer trabalho "meia-boca" com um salário no final do mês já lhe deixava feliz por si só. Tem um pequeno fator que traz incômodo na maioria das pessoas que conhecem Jackie Tequila de forma próxima, que é sua falta de filtro e vulgaridade nas palavras, temos que dizer que o garoto é um boca suja de primeira, não fazendo por mal ou para xingar alguém, — na maioria das vezes — mas possui muita repreensão de adultos ou jovens de sua idade que se sentem incomodados com sua forma de falar, o garoto até certo ponto entende o lado deles, mas só espera eles virarem as costas e sussurra um: “Vai tomar no seu cu”. Jackie podia ser o tipo palhaço que faz piadinhas de humor negro ou comentários irônicos por onde for, mas um fato é, o garoto tem um mau humor quase que o tempo todo, sendo fruto de uma mistura entre cansaço e preguiça, odiando acordar cedo e ser arrastado para a escola e depois ir em clube, precisar ficar o resto da tarde fazendo seus deveres no balcão de seu trabalho em um intervalo entre atender clientes e responder as perguntas do livro, até precisar ir se arrastando para sua casa. Seu mau humor notório o previne de rir de piadas na maioria das vezes por estar focado demais em sua própria mente ou tentando não cochilar nos momentos mais inoportunos. É rabugento igual um velhinho, e com sua péssima postura Jackie talvez pareça um, mas não se engane, não é só de insônia, vício em café e chatice extrema que ele vive e se torna o tal Jackie Tequila, o garoto (quando quer) pode ser até divertido de passar o tempo, nas raras vezes que está focando em escrever alguma música aleatória, seja de seus pensamentos e sentimentos por algo específico, ou de uma triste história feita pelo ponto de vista da sola de um sapato, Jackie adorava criar, talvez sendo uma de suas maiores paixões junto de sua guitarra, é tímido ao ponto de não conseguir ouvir-se cantando ou tocando, então provavelmente nunca irá levar “isso” a sério para se lançar como cantor. E talvez esse fosse um dos lados “ruins” de Jackie, ele não dá muita atenção para isso (como não dá para nenhum fator referente a si mesmo), mas a insegurança que Jackie tem com suas criações é imensa, principalmente pelo fato de que no primeiro dia que escreve uma música, ele pode adorar a letra e até cantá-la, se o alegrar até esse ponto, mas no outro dia ele pode a ler e achar um lixo, arrancando a página e a amassando, apenas tem duas músicas que realmente gosta, mas já jogou mais de centenas de letras na lixeira de seu quarto. Também não gosta de sua cantoria, tem a voz ótima para isso e sabe sim cantar com “maestria”, mas não se sente confortável em imaginar alguém o ouvindo, por isso quando percebeu que o Clube Glee é de fato um coral, brigou até os sete ventos para sair do clube, mas como ele (clube) parecia fadado ao fracasso, tal como seus membros, fora obrigado a ficar, mas pelo menos tinha felicidade em saber que a voz de outras pessoas poderiam abafar a sua. Com seus amigos Jackie surpreendentemente pode ser mais alegre e “energético”, topando fazer coisas idiotas apenas pelo fazer, sendo um bom amigo, mas sempre faz questão de xingá-los e apontar seus erros sem muito filtro, sendo totalmente o oposto de “passar pano”, na verdade ele julga, e muito. Muitas pessoas acham Jackie um "mistério", já que ele nunca revela mais para as pessoas do que o necessário, mas na verdade, ele apenas é tão desinteressante e não sabe se colocar em palavras, que apenas é "reservado" em sua história e personalidade, então grandes palavras vindas de si não vão de fato acontecer, dado que seus pensamentos irão se bem guardados por si mesmo, pensando que não irão lhe escutar, ou provavelmente ele teria que se justificar.
o relacionamento de Jackie com seus pais é entre excelente e meio pessimista. Não é como se Jackie odiasse seu pai, mas também não tem aquela ligação pai e filho que uma família considerada normal teria. Ambos não trocam muitas palavras, sendo normalmente o básico da convivência humana para que nenhum dos dois ficassem loucos — ou esquecesse da existência de cada um. Jackie não o trata mal e vice versa, não brigam e nem mesmo se xingam, e talvez poucas palavras trocadas sejam melhores do que xingamentos destilados um para o outro. Seu pai às vezes trás doces e salgados para Jackie, que não é nem um pouco tonto, e os aceita de bom grado, mas não é como se Jackie pegasse em sua mão e saísse pelas ruas para comprar sorvete ou uma pipoca caramelizada colorida por um parque. Inclusive, ambos normalmente não tem essa dinâmica familiar que aparece na televisão, afastados e reclusos um do outro, mas nutrem o mínimo de respeito humano. Já com sua mãe, mesmo depois da viagem não conseguindo vê-la, apenas pelo seu celular, ele tem uma relação bem mais saudável. Eles conversam por horas e trocam até segredos, foi para Jackie que sua mãe contou que não casou virgem, e mentiu para a família, — mesmo Jackie não querendo saber desses assuntos por pura vergonha — e Jackie contou a ela que ele era um garoto homossexual. Ambos tem um laço afetivo forte, confiam e amam um ao outro, claro, sua mãe sempre pega no seu pé que deve arrumar um futuro promissor e não ficar a todo tempo jogado em sua cama olhando para o teto, ou dormindo em qualquer canto de sua casa, Jackie sempre respondeu com: "viu mãe, entendi, entendi", mas ele sempre esquece tudo que sua mãe disse minutos depois. É uma relação um tanto quanto como uma balança, que pesa mais para o lado de sua mãe, mas não é como se a relação com seu pai estivesse completamente perdida e que nunca fosse crescer com um diálogo minimamente aceitável.
sua história é simples, não é um menino que cresceu fadado a riqueza ou ao luxo, morando em um bairro classe média baixa, do qual jogava bola, andava de bicicleta pela rua — seus pais deixando ele apenas rodear o quarteirão — ou indo encontrar seus amigos para assistir Pokémon em sua casa. Não havia nada fora do comum em sua vida, desde pequeno suas notas eram na média, não sendo um gênio, mas também não sendo o mais burro da sala, sua maior reclamação de fato, era o fato da briga de seus pais, dos quais sempre foram dados por motivos fúteis, não via os pais de seus amigos fazerem isso, e como via na televisão, todas as crianças tendo seus pais juntinhos, pensava que o divórcio seria um terror, significando que seus pais não iriam amá-lo mais. Anos foram os quais chegava em sua casa e já podia ouvir os gritos da discussão do portão da rua. Quando era criança, eles pediram para que parassem, mas com seus 15 anos de idade, Jackie apenas coloca um fone nos ouvidos e escuta um pagode — seu gênero musical favorito — e se tranca em seu quarto, até aquilo acabar, não se intrometia como antes, afinal não tinha o motivo de "meter a colher" na briga deles, apenas se opôs quando seu pai trouxe para casa os papéis do divórcio, dos quais ele iria levar Jackie para os Estados Unidos, especificamente para sua cidade natal, e claro que o adolescente não aceitou isso direito. Mesmo fazendo aulas de inglês na escola pública em que estudava, ele dormia naquele turno pelos longos minutos que se passavam, não se interessavam em inglês, e além de tudo, a idéia de abandonar sua mãe o transtornava, afinal entre os dois progenitores, era ela a sua maior fonte de confiança e amor, ela iria também abandonar São Paulo e voltar para sua cidade natal, Ouro Preto, interior de Minas Gerais. Houve brigas intensas na primeira semana, um evitando a presença do outro, tanto que seu pai não dormiu mas em casa, e sim em um hotel que havia nas redondezas. Até ligar no celular de Jackie e anunciar que ele deveria arrumar as malas, já que na tarde do próximo dia, já deveria estar pronto para a viagem. Não teve o que contestar, — nem mesmo podia fazer isso — apenas aceitar, e chorou as escondidas quando o avião decolou, e viu sua mãe pela janela de sua poltrona. Seu pai e Jackie desde então não tem uma ligação muito fraternal, apenas se vendo no café da manhã e almoço, nenhum dos dois jantava, e apenas conversavam o básico, sem nenhum convite para passear ou fazer uma viagem, mas as conversas com sua mãe via celular eram diárias, falando por quase duas horas sem parar, ou quando mandava mensagem para ela, perguntando sobre a resposta de algum de seus deveres de casa — apenas para disfarçar que estava estudando, Jackie sempre pega as respostas prontas do Google. O garoto nesse meio tempo descobriu seu amor pela música, quando sua mãe mostrou uma foto de seu avô, que era um cantorzinho da região, não era famoso, apenas tocava violão e tinha seus shows em bares espalhados por Ouro Preto. Jackie não é alguém interessante e sabe disso, tem apenas 17 anos, e talvez se sua preguiça se desfazer até completar seus 21, possa começar a escrever um futuro incerto, mas que possa realizar 1/5 de seus sonhos, afinal, é isso que Jackie é, um sonhador que finge odiar sonhar.
Citação:
o meu pai me jogou lá nem sei quando, essa coisa de "senior e junior" que tem nos estados unidos 'fode tudo com a minha cabeça, meu. Até hoje tá foda de lembrar a ordem certa do bagulho. Tô no terceiro ano por aí, felizmente já entrei saindo, e sou novato sim, graças a Deus. Se eu fosse veterano naquele lugar eu já 'tava fudido das idéia.
eu dou meus 'pulo por aí sim, trabalho num mercadinho de esquina que vende tudo que você imaginar, eu varro o chão, atendo cliente mal educado que aparece lá uma vez na vida e outra na morte, roubo umas bala e uns pacotão de bolacha e de quebra, ainda ganho um salário por fazer porra nenhuma o dia todo. Fala aí, tô no paraíso 'né não?
eu já usei droga sim, e comecei fudido porque usei coca, meu nariz ficou brancão, meu. Mas depois que eu vi que tinha um bagulho chamado "overdose" eu parei porque fiquei com o cu na mão. No mais, a única coisa que eu faço é beber, principalmente tequila, pra honrar o nome né? Mas não sou bebum viciado não, fica de boa que ainda não cheguei nesse nível.
meu pai virou pra mim e falou: "ou você entra num dos clubes, ou eu te pego na porrada", e entre aguentar gente falando pra caralho no meu ouvido, ou ter que aguentar cintada do meu pai, eu preferi aguentar o povo. Entrei no primeiro clube que me apareceu na minha frente, esse tal clube Glee, parece que eles não fazem muita coisa não, e eu gostei disso, então é o único clube que eu participo no momento, porque convenhamos, eu não vou ir jogar futebol americano nem fudendo.
Citação:
Escreveu 𝖈𝖔𝖒𝖊 𝖙𝖍𝖗𝖔𝖚𝖌𝖍 𝖆𝖓𝖉 𝖋𝖚𝖈𝖐 𝖍𝖎𝖒 𝖎𝖓 𝖒𝖞 𝖆𝖚𝖙𝖔𝖒𝖔𝖇𝖎𝖑𝖊
. . . ꒰ 𝕾𝖊 𝖓𝖆̃𝖔 𝖋𝖔𝖘𝖘𝖊𝖒 𝖆𝖘 𝖒𝖎𝖓𝖍𝖆𝖘 𝖒𝖆𝖑𝖆𝖘 𝖈𝖍𝖊𝖎𝖆𝖘 𝖉𝖊 𝖒𝖊𝖒𝖔́𝖗𝖎𝖆𝖘, ou aquela história que faz mais de um ano, se não fossem os danos não seria eu, se não fossem as minhas tias com todos os mimos, ou se eu menino fosse mais amado, se não desse errado não seria eu. Se o fato é que eu sou muito do seu desagrado, eu não quero ser chato mas vou ser honesto, eu não sei o que você tem contra mim, você pode tentar por horas me deixar culpado mas vai dar errado, já que foi o resto da vida inteira que me fez assim. Se não fossem os 'ais', e não fosse a dor, e essa mania de lembrar de tudo feito um gravador, se não fosse Deus Bancando o escritor, se não fosse o Mickey e as terças-feiras e os ursos panda, e o andar de cima da primeira casa em que eu morei que dava pra chegar no morro só pela varanda, se não fosse a fome e essas crianças, e esse cachorro e o Sancho Pança, se não fosse o Koni e o Capitão Gancho, não seria eu.



Escutando: — insp; @gensui, @noblueberries and @scenario
Permalink Comentários (13)

[30/11/2020] ( um chá com a seda preta )

[26/07/2020] ( pitbull de raça )

[24/06/2020] ( senta pros amigo da boca )

[15/11/2019] ( catucada violenta )


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Usuário: D0MCASMURR0
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História: Serotonina
História: Serotonina
"tu era tipo aquele meme do cachorrinho tomando uma caixinha de rivotril" [ feliz aniversário adriel ]
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@feelinblue bom dia meu docin de abacaxi com chocolate
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@escamado_geladinho bicha foi o cão pra minha carreira, reservei a agora tô louca com ficha, fazer ficha é triste não recomendo
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@escamado_geladinho GATUXAAAA AAAAAAAA gata a senhora reservou pra Amor Entre Páginas? Tô fazendo ficha pro babado foi triste minha aposentadoria indo pro ralo
Usuário: D0MCASMURR0
descobri o motivo de eu ter me aposentado de ficha