~delatine

delatine
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@ᴛᴡᴏᴛᴇᴇɴ sᴇᴄᴏɴᴅ ᴀᴄᴄᴏᴜɴᴛ

+ girl front;;

Postado


✧・゚: *✧・゚:*𝓯𝓾𝓳𝓲𝔀𝓪𝓻𝓪 𝓼𝓪𝓬𝓱𝓲𝓴𝓸*:・゚✧*:・゚✧


there are so many 𝔥𝔦𝔡𝔡𝔢𝔫 𝔱𝔥𝔦𝔫𝔤𝔰 inside of me
it made me change so much
ɪᴛ ᴘᴜᴛ ᴍᴇ ᴛᴏ ꜱʟᴇᴇᴘ, it tied my hands and feet
it trapped me in a dark room




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about 𝕤𝕒𝕔𝕙𝕚𝕜𝕠

• nome •
Kirstin Allen or Fujiwara Sachiko
キルスチンアレン | 藤原幸子
Allen: Sobrenome herdado pelo lado paterno. É de origem celta e mais comum na Irlanda, País de Gales e Inglaterra.
Kirstin: Nome escocês escolhido pelo pai. Significa “crente” ou “seguidor de Cristo”.
Fujiwara: Sobrenome herdado pelo lado materno. É de origem japonesa e significa "campo de wisterias".
Sachiko: Nome japonês escolhido pela mãe. Significa "felicidade" escrito com os kanjis corretos.


• apelidos •
Sachi | さち: Sachi é o diminutivo mais comum visto no Japão para o seu nome, Sachiko. Em especial, sua mãe a chama assim, como uma forma carinhosa de se referir à filha. Não gosta muito que outras pessoas utilizem esse apelido consigo.
Baobhan Sith | バーヴァンシ: O nome de um espírito do folclore escocês similar à banshee da Irlanda. Também conhecida como a "Mulher Branca das Terras Altas da Escócia", tem a aparência de uma bela mulher com um vestido verde, que uma vez por ano se ergue da sua sepultura para seduzir jovens viajantes durante a noite e alimentar-se. Ficou conhecida por esse nome no vilarejo que morava após o acidente que resultou na morte de seu vizinho.
Happy | ハッピ: O significado de seu nome de acordo com os kanjis que é escrito é felicidade. Esse apelido veio da palavra em inglês para felicidade e alguns amigos próximos que fez no Japão costumavam chamá-la assim como uma forma de provocar Sachiko quando querem fazer brincadeiras bobas.


• codinome •
Majo | 魔女: Quando pequena, o primeiro nome que recebeu por ter sua individualidade manifestada foi “bruxa”. Na época o nome era em inglês, witch, porém na escolha do seu codinome, Sachiko quis relembrar essa época que, mesmo ruim, foi muito importante para ela. Utilizando o japonês para bruxa, decidiu por ser chamada de Majo.


• idade •
16 anos
Sachiko nasceu no dia 10 de Novembro, sendo assim identificada no signo de Escorpião. Ainda que possam parecer calmos, os escorpianos têm uma agressividade e magnetismo escondidos internamente. São afáveis, sociáveis, reservados, corteses e, ainda que pareçam estar um pouco afastados da ação, em realidade estão observando tudo com seu olhar crítico.


• nacionalidade •
Nipo-Escocesa
É nascida na cidade de Thurso, na Escócia. Seu pai é escocês e sua mãe japonesa. Sendo assim, ela possui dupla nacionalidade.


• orientação sexual •
Heterossexual
Sachiko nunca teve dúvidas muito profundas sobre sua sexualidade. Ainda é bem jovem, mas nunca se sentiu atraída pelo mesmo gênero e ouviu relatos de conhecidos falando que desde criança sabiam o que eram. Sachiko, portanto, acredita com firme convicção que é heterossexual.





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𝕤𝕒𝕔𝕙𝕚𝕜𝕠's mind

• aparencia •

Sachiko é uma moça muito bonita. Possui uma pele clara, longos cabelos castanhos naturalmente lisos e olhos expressivos, além do sorriso inocente. A combinação de suas feições é bem infantil, porém pela personalidade que demonstra para os outros raramente conseguem ter algum vislumbre de expressões para compará-la realmente com uma criança. Não é alta, já que se ergue apenas em um e cinquenta e cinco centímetros de altura, pesando quarenta e sete quilos.


• personalidade •
A menina bonita e inatingível, aquela que tem todos aos pés dela... e odeia a maneira que é endeusada apenas pela sua aparência ou sua individualidade.
Sachiko odeia futilidade e curiosamente a maioria das pessoas tem motivos muito fúteis para se aproximar dela. Na maioria das vezes apenas querem ela por perto ou por ser popular, ou por ser bonita, ou, até mesmo, por ter uma individualidade que pode "realizar desejos". Seu comportamento passou a ter a fama de antipático e arrogante após Sachiko começar a afastar as pessoas que apenas se aproximavam dela por puro interesse. Odeia viver em um mundo de aparências, mas aprendeu a jogar nele após descobrir as grandes vantagens que teria com isso.
Não faz as coisas por maldade, odiaria estragar a vida de alguém apenas para obter algum benefício, mas sabe que umas pequenas mentirinhas não machucam ninguém e talvez uma simpatia exacerbada com os alunos ao precisar que eles façam algo por ela não machuque ninguém.
Provar que não é somente mais um rostinho bonito se tornou sua meta no colégio quando percebeu que esse era o único motivo pelo qual era conhecida, além de, obviamente, ter uma "individualidade boa". Nunca foi uma menina muito estudiosa, mas repentinamente suas notas dispararam para o alto após decidir que, se fosse ser conhecida por algo, que seja pela sua inteligência em demasia. Já era bastante esperta, aquilo que alguns costumam chamar de "inteligência das ruas", que dela veio apenas da natureza forte e não realmente das ruas, se dedicar aos estudos e assimilar os conteúdos acabou não se demonstrando uma tarefa tão complicada. Sachiko possui um QI inquestionavelmente alto e se tornou a favorita de alguns professores, que juram que a menina tem um futuro bem promissor pela frente.
É uma incógnita como ainda é considerada uma garota popular sendo bem reservada sobre seus sentimentos e amizades. Talvez ter uma individualidade e aparência boas sejam os motivos principais. Tem alguns amigos, mas seu núcleo é extremamente pequeno, envolvendo uma ou duas pessoas no máximo se consegue se recordar bem.
Tende a engolir tudo que sente e realmente pensa para continuar com sua personalidade indiferente, porém amigável, como fama. É uma pessoa bem intensa lá dentro, sentindo tudo de maneira exacerbada, mas se contendo e evitando que as pessoas saibam disso. Em sua mente já entrou em tantas discussões com as pessoas quando elas ousavam tocar em assuntos que não entendiam e pagar de espertas, ou até mesmo em brigas físicas quando já foi tirada demais do sério. Não sabe mais quanto tempo consegue aguentar engolindo sapos e injustiças. Foi condicionada para ser assim, aguentando tudo em nome de não perturbar sua individualidade, já que ela tem uma grande conexão com suas emoções.
Acima de tudo é uma menina educada, acredita que se tem algo que sua mãe lhe deu e muito bem dada foi a educação. Não é do tipo de começar intrigas e jamais trataria alguém com descaso sem motivo algum. Apenas tem o apelido de arrogante (e talvez um pouco dessa mesma característica) por tratar com frieza aqueles que só enxergam um rostinho bonito e uma individualidade interessante em Sachiko, mas jamais sem descer do salto. É tão educada e fina lidando com essas pessoas que desperta certa raiva nos dispensados.
Muito difícil de fazê-la mudar de opinião, Sachiko normalmente gosta de se manter fiel a sua verdade até o final. Teimosia é algo garantido que virá dela, apesar de não ser tão aparente em todas as situações, na maioria das vezes apenas parece mais um pedido insistente que uma verdadeira teimosia, já que, como dissemos anteriormente, Sachiko não é uma pessoa de demonstrar toda a intensidade que possui dentro de si.


• historia •
Nascer em um vilarejo dentro de uma cidade pequena e isolada não pode ser considerada boa sorte para uma pessoa com individualidades.
Entendam: estamos num momento em que a maioria da população mundial possui isso e mesmo assim eu fui condenada por causa da minha! Não é como se todos eles fossem normais também, a maioria possuía sua pequena característica própria. Mas fui tida como bruxa, cria do demônio pela natureza da minha.
Antes que eu mesma soubesse da minha individualidade, meus pais pareciam poder sentir isso. Minha mãe me trancava em casa, ouvi repetidas vezes a frase "É para o seu próprio bem". Meu pai não tentava nem contestar as ordens dela, ele sabia a individualidade da esposa e provavelmente acreditava também que ela passaria para mim e todo cuidado seria pouco. Se soubesse de tudo desde o início, talvez minha infância teria sido mais fácil. Minha mãe provavelmente rezava para que eu tivesse a individualidade do meu pai, assim talvez assim poderíamos ter uma vida pacata, sem maiores acidentes ou contratempos.
Não saía sozinha de casa. Me lembro claramente de estar sempre de mãos dadas com um dos meus pais e eles me ensinaram a temer o mundo. Essa não era a maneira certa de me educar, me preparar para o que poderia acontecer, mas parece que o medo do julgamento alheio falava mais alto que qualquer outra coisa. Meus vizinhos eram cristãos insuportavelmente fanáticos, assim como metade das pessoas no vilarejo. Qualquer ação diferente era motivo para olhares tortos. Se eu disser que não tinha nem um pouco de medo deles, estarei mentindo. Por causa dessa vida que acabei decorando mais da metade da Bíblia e sou capaz de recitar o livro do Apocalipse salteado para você, mas tenho certeza que não quer saber sobre isso.
Acho que não seria necessário comentar sobre como essa criação me tornou uma criança assustada e reclusa, com medo até da própria sombra. Não conseguia me manter calma, achando que algo me perseguia e qualquer passo em falso seria o meu fim. O que vou contar agora não era minha intenção inicial. Eu juro que não queria derrubar aquela casa, não queria matar meu vizinho, mas não é como se pudesse controlar exatamente o que estava fazendo... Nem sabia que podia fazer tal coisa naquela época para começar.
Era só mais uma tarde como qualquer outra. O casal Calhoun, conhecido na vila por não ter individualidades e logo eles encaravam tudo como uma grande aberração demoníaca, tinha convidado meus pais e eu para um chá durante a tarde, uma confraternização tola e desnecessária. Como qualquer fanático religioso, só sabiam falar sobre Deus e a Bíblia como se ela fosse um livro de regras para todos e só sabiam falar de um Deus punitivo e não acolhedor. Não consigo suportar o fato de alguém distorcer os ensinamentos bíblicos como esse povo obcecado faz. O fato é que eu estava com o filho insuportável deles, como se fosse obrigada a socializar com aquele ranhento só por termos a mesma idade. O menino me irritava tanto que, num surto de raiva, gritei com ele.
Mas não foi um simples grito… Algo obedeceu ao meu desejo de vê-lo morto.
Aquele pirralho acabou tropeçando no tapete, atravessando o cômodo tentando recuperar o equilíbrio e caído da janela sem eu ter encostado sequer um dedo nele, um evento improvável de ocorrer havia acontecido. Uma queda do segundo andar de cabeça no chão acabou por matá-lo instantaneamente. O casal ficou embasbacado, começando a gritar para os meus pais que eu era uma bruxa, que aquilo não era normal, que precisava de um exorcismo, que iriam me jogar na fogueira.
"Olá Idade Média!"
Não esperamos os Calhoun tomarem alguma atitude, nos mudando para o país da minha mãe, Japão, poucos dias após o acontecido. Minha mãe segurava minha mão com força, repetindo mil vezes a frase "Vai ficar tudo bem". Tinha dez anos quando chegamos no Japão, vivendo agora numa cidade bem maior que aquele estúpido vilarejo onde nasci. Minha mãe finalmente me explicou a verdade e disse que eu deveria telefonar para a minha avó, que hoje vive em Akita, para que ela me contasse tudo ainda melhor. A mesma individualidade passada de mãe para filha surpreendentemente chegou em mim intacta, mesmo com meu pai possuindo a dele que possivelmente poderia interferir nisso. Ela começou a me ensinar um pouco sobre o que era manipular as probabilidades, fazendo então com que finalmente eu encontrasse um meio não-caótico de manifestá-la.
Com o passar dos anos fui podendo me tornar eu mesma, finalmente me descobrindo com a maior liberdade que estava tendo. Agora tinha amigos de verdade e era cuidadosa, visto que sabia um pouco do que podia fazer. Nas escolas em que estudava, recebia muita atenção e confesso que no começo gostava daquilo, até perceber que meus amigos estavam interessados em tudo, menos em mim mesma.
Uma hora era minha aparência, vendo que algumas se utilizavam de mim para se aproximar dos outros e ganhar maior popularidade. Outra era minha individualidade já que, agora sabendo utilizar um pouco melhor, poderia ajudá-los com coisas que não aconteceriam num cenário normal, mas já que eu estava lá, poderia acontecer.
Não gostava daquilo. Não gostava de como as pessoas se aproximavam de mim só para me usar de estepe para outros motivos pessoais. Era uma estrangeira ingênua que não sabia ainda como tudo funcionava e os malditos se aproveitavam disso. Decidi a partir de então que era melhor ficar solitária que manter amizades com pessoas que possuíam apenas segundas intenções.
Aos catorze anos, por recomendação da minha mãe, tentei entrar para o IJE. Estava bem ansiosa para essa nova realidade, mas ainda temerosa sobre como seria encarada lá dentro, se tudo seria o mesmo que foi durante todo esse tempo no Japão. Infelizmente quase nada mudou.
Há alunos com individualidades muito mais interessantes e poderosas que a minha, mas mesmo assim as pessoas se aproximam de mim para conseguir favores pela minha individualidade. Também teve vezes dos rapazes se confessarem pra mim somente porque me acharam bonita e depois simplesmente me xingarem pelas costas porque eu não aceitaria uma declaração de amor de alguém que não conheço.
Ainda tenho mais um tempo dentro do IJE. Não desgosto por completo daqui, aprendi muita coisa e me desenvolvi demais. Agora as pessoas mal se aproximam de mim porque fiquei com fama de arrogante "nariz empinado" que se acha muito melhor que os outros.
Ah... A cada dia que passa me pergunto se não seria melhor eu me aproveitar da minha individualidade para fazer tudo que me perturba desaparecer.


• familia •

Calum Allen: É o pai de Sachiko, possui 38 anos de idade. Atualmente trabalha como segurança em um banco, lugar onde sua individualidade é muito bem utilizada. Criado em Thurso, tem uma mente surpreendentemente rebelde para um homem de cidadezinha tipicamente católica. Sempre preocupou os pais e era conhecido por ser um “garoto problema” quando mais jovem. Se apaixonar e engravidar uma estrangeira que estava apenas de passagem por Thurso foi “a gota d’água” para seus pais, que acabaram por deixá-lo por conta própria com Nanako. Calum não se importou, inclusive preferiu assim, construindo sua vida com a esposa bem longe das amarras do casal Allen. Muito cuidadoso com Sachiko e apaixonado pela própria família, é um exemplo de pai e marido, sempre fez de tudo pela filha e esposa. Assim como a maioria das pessoas no mundo atual, possui uma individualidade. Calum possui ambas a visão e audição super aguçadas, vendo e ouvindo claramente objetos e pessoas que estão muito distantes, sua individualidade cobre uma área total de dez quilômetros de distância.



Fujiwara Nanako: É a mãe de Sachiko, possui 36 anos de idade. Atualmente trabalha em uma loja de doces perto da casa do casal como atendente e caixa, preferindo não utilizar sua individualidade no emprego. Está no histórico familiar de Nanako a individualidade que passou para Sachiko. A avó de Sachiko foi a terceira geração de mulheres na família a manifestar a Manipulação das Probabilidades, depois Nanako foi a quarta e então Sachiko a quinta. Desde pequena aprendeu que deveria ser cautelosa e deixar muitas coisas passarem justamente por causa de sua individualidade, rezava para que, quando tivesse uma filha, por algum milagre ela não herdasse isso. Quando estava visitando Thurso em um mochilão pelo Reino Unido, acabou conhecendo Calum e engravidando dele, então o pesadelo começou com o nascimento de Sachiko. Por amar muito a filha que a criou isolada do mundo, temendo que algo ruim fosse acontecer com ela, já que Thurso era um lugar hostil. Apenas a deixou viver sem restrições no Japão, sabendo que não sofreria tanto com sua individualidade como acabaria sofrendo caso ficassem em Thurso. Tem a mesma individualidade que Sachiko, Manipulação das Probabilidades. Por ser treinada desde pequena, tem um controle absurdo dela, mas isso também significa que é capaz de grandes estragos se quiser.


• gostos e desgostos •
+ Sachiko gosta muito de passar o tempo lendo mangás e ouvindo música. Aprendeu a tomar gosto pelo estudo depois que decidiu que se dedicaria muito à ele para ser conhecida pela sua inteligência. Adora a praia e é muito capaz que você encontre Sachiko por lá nas férias junto da família, nadar é um de seus passatempos favoritos. Como é apaixonada por música, também gosta muito de cantar. Não é lá a melhor cantora do mundo, mas também não é a pior, sua afinação é até decente para alguém que nunca se preocupou em estudar vocal.

- Odeia pessoas interesseiras e muito individualistas. Não gosta de comidas muito salgadas e não come frutos do mar por ser alérgica. Detesta quando querem decidir as coisas por ela ou quando a tratam como bebê, mesmo que isso venha de algum familiar. Apesar de apática diante dela, abomina a injustiça. Sachiko gostaria que fosse diferente, mas sua política pessoal de não se envolver em conflitos desnecessários a limita em vários aspectos.


• hobbies •
Muita parte do seu tempo livre é gasta ouvindo música, lendo mangás e estudando. Também gosta de assistir filmes, principalmente os de comédia. Normalmente anda cantarolando suas músicas favoritas pela casa sem nem perceber. Se tornou um hobby o karatê, que começou aos dez anos de idade. Quando pratica a arte marcial, Sachiko esvazia sua mente e está em paz consigo mesma e com os outros.


• medos e fobias •
- Após o episódio com seu vizinho, começou a temer perder os controles de seus poderes e acabar machucando alguém querido para ela. Isso a levou a usar seu poder da maneira mais contida possível, de preferência não o usa.
- Não gosta do escuro e de ficar sozinha. Jamais admitiria isso, mas se sente vulnerável nessas situações, preferindo sempre ter alguma luz ou uma companhia.
- Teme ser confrontada por um vilão se estiver sozinha. Não se considera habilidosa o suficiente para lidar com algum deles com as próprias mãos sem a ajuda de alguém, por mais "lobo solitário" que ela seja.


• relacoes •
Normalmente é uma pessoa neutra. Sachiko não se aproxima das pessoas por vontade própria e seria difícil notá-la na sala de aula se não fosse pelos rumores que rondam sua pessoa. Não costuma procurar brigas, mas é bem rude e violenta com aqueles que vão buscá-las com ela, nunca usando poderes, obviamente. Vai ser educada e levemente amigável caso alguém se aproxime dela sem segundas intenções, mas espere frieza ou indiferença se somente quiser algo dela.
Com diretores e professores é uma jovem educada e, na maioria das vezes, obediente. Acredita em seguir as regras, apenas as quebra caso acredite que privem algo muito importante. Nunca falta com respeito com os mais velhos e responsáveis, mesmo se acaba em algum castigo ou detenção por conta de outro aluno, sendo de maneira justa ou injusta.


• curiosidades •
- Faz karatê desde os onze anos de idade;
- Seu gênero musical favorito é o rock ocidental, variando pela quantidade enorme de gêneros diferentes dentro dele, mas também gosta bastante do pop asiático, em especial o coreano;
- É cristã, apesar de todos os problemas em que se envolveu por causa de cristãos;
- Gosta muito da cor laranja, é a sua favorita;
- Muitas vezes já quis ter herdado a individualidade do pai ou nascido sem qualquer individualidade;
Par: Quero. De preferência que seja um rapaz da idade ou mais velho que Sachiko. Pode ser tanto um aluno/herói quanto um vilão.





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𝕤𝕒𝕔𝕙𝕚𝕜𝕠, the future hero

• individualidade •
Manipulação das Probabilidades

Pode criar eventos surreais, que não tinham muitas chances de acontecer sozinhos. Ela é capaz de desviar objetos e ataques, criar combustão instantânea ou enferrujar metais, além de outros eventos improváveis. Pode ser capaz de dominar as individualidades dos outros caso permaneça em treinamento intensivo até a maioridade. É dito que, com o devido treinamento e controle, seu poder é capaz de acontecimentos infinitos e inimagináveis. Pode causar e prevenir ambas boa e má sorte, mortes súbitas, desastres naturais e até mesmo eventos apocalípticos. Ela se manifestou em Thurso, quando Sachiko estava completamente irritada com seu vizinho que ficava fazendo brincadeiras idiotas com ela. Sachiko acabou por fazer o garoto cair do segundo andar da casa sem querer, foi uma resposta automática da sua individualidade às suas emoções.


• como lida com sua individualidade •

A princípio, Sachiko odiava ela. Sua mãe lhe disse que ela precisaria ser cuidadosa desde a primeira manifestação dela, ainda em Thurso. Acreditava cegamente que tinha sido amaldiçoada com algo que nunca saberia lidar em toda sua vida, mas surpreendentemente o treinamento de sua mãe a ajudou. Por ser muito ligada às emoções de Sachiko, ela ainda possui certo pensamento negativo da individualidade, além de que, por causa dela, as pessoas se aproximam de Sachiko apenas quando querem que algo levemente improvável aconteça.


• efeitos negativos •

Ela é ligada às suas emoções, o que a faz ter dificuldade em seu controle. Precisa de concentração e calma para conseguir fazer com que seu poder lhe obedeça e não faça outra coisa completamente diferente. É como lidar com uma criança birrenta. Não consegue usar sua individualidade para feitos muito grandes ainda, como manipular probabilidades de algo muito improvável, as individualidades de outros ou retirar a vida de pessoas sem o uso de terceiros (como um objeto inanimado que sirva para matar a pessoa, no caso do acidente em seu passado: o tapete). Por ser um poder de grande amplitude, Sachiko se cansa fácil quando abusa demais dele. Evita usar sua individualidade muitas vezes, apenas em caso de real necessidade, já que não possui um controle muito alto dela. Quando está calma e concentrada, pode conseguir utilizá-la com mais facilidade.


• traje especial •

A roupa de Sachiko foi feita pela sua avó materna como um presente quando ela entrou para o IJE. Ele não possui nenhuma função além de ser um "uniforme de batalha". É composto por uma espécie de kimono laranja e uma roupa agarrada ao corpo preta, de tecido leve que permite a respiração da pele, além de não bloquear seus movimentos, usa nos braços luvas do mesmo material e cor da roupa preta. Nas pernas utiliza meias 7/8 do mesmo material da veste que fica por baixo do kimono e calça um par de getas no pé, eles parecem desconfortáveis, mas na realidade servem para ajudar Sachiko a se manter concentrada, pois precisa se equilibrar neles ao mesmo tempo que anda ou corre e isso evita que ela disperse sua mente para algum outro canto e acabe utilizando sua individualidade involuntariamente. Também pode ser vista utilizando apenas a veste e meias pretas junto de um par de coturnos de couro pretos com solado reto caso precise se mover com maior velocidade e silêncio.


• habilidades •
- Desde que se mudou para o Japão, começou a frequentar aulas de karatê. Sachiko é ótima na luta e encontrou nela uma forma de se defender sem precisar de seus poderes. Não hesita em dar uns golpes naqueles que tentam ameaçá-la de alguma maneira. Sendo assim ela tem um bom condicionamento físico.
- Pela sua individualidade estar ligada às suas emoções, aprendeu a se conter. Tem um controle mental mediano, o suficiente para controlar o que sabe utilizar de sua individualidade. É útil para evitar acidentes e se manter concentrada em situações de perigo.


• inabilidades •
- Não possui muita habilidade social. É conhecida por ser antipática e afastar as pessoas de si. Ainda faz isso de propósito quando acredita que apenas querem algo com ela, mas as consequências dessa atitude se deram no baixo desempenho da garota em manter amizades. Não é como se não quisesse amigos, apenas não sabe direito como mantê-los por perto pela falta de prática em convívio social com pessoas que não são sua família.
- É muito apática diante das situações. Pode estar fumegando por dentro de emoções, mas se sente que não será útil, não interfere. Isso reflete numa falta de empatia que dificulta o trabalho em equipe, que Sachiko precisa aprender uma hora ou outra caso queira realmente se tornar uma heroína.


• motivacao •
Sachiko decidiu que usaria sua individualidade a favor da humanidade após o acidente com seu antigo vizinho. Quando sua mãe explicou tudo que poderia ser capaz de fazer caso treinasse da maneira adequada, ficou chocada. Acredita que seria uma adição útil na proteção da humanidade e é por isso que, quando criança, decidiu se tornar uma heroína. Apesar de, hoje em dia, sua vontade estar um pouco balançada pelo pensamento de que as pessoas são egoístas e individualistas, usando os outros para seus próprios benefícios apenas.


• combate •
Nunca se envolveu em combates com vilões, Sachiko fingia que não estava vendo as coisas acontecendo ao seu redor se sabia que não seria de grande ajuda. Caso se encontrasse com algum vilão nos dias atuais, provavelmente pensaria se conseguiria fazer algo sem utilizar seus poderes antes e, se não conseguir, tentaria usar o mínimo possível de sua individualidade para evitar causar estragos e tentar conter a situação antes de um herói de verdade com o devido treinamento chegar.




• está ciente que, caso seja aceita, sua personagem irá me pertencer?
Sim.
• algo especial que gostaria de ver/acrescentar na fanfic:
No momento nada, mas caso tenha alguma ideia irei lhe enviar uma mensagem.

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