Helfstein

Helfstein
Nome: Helfstein
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 12 de Junho
Cadastro:

Helfstein

A sempre muito a se falar e tão poucos caracteres.

Sobre os Demônios - Interativa: Alice Löhnhoff

Postado



Everybody Knows – Sigrid




– Informações Básicas –


Nome completo: Alice Löhnhoff Santanna.

Apelido: Ally.

Idade: 28 anos – 12 de Setembro de 1990.

Sexo: Feminino.

Cidade natal: Schroeder – Norte de Santa Catarina.

Cidade atual: Blumenau.

Ocupação: Psicóloga Jurídica (Atua na área criminal, normalmente em presídios).




– Corpo e Aparência –


Aparência: Apesar da pouca altura apresenta um porte alongado, pesa cerca de sessenta quilos, conta com olhos amendoados que exibem um castanho escuro, vez ou outra, dependendo da luminosidade, podem ser classificados como negros. As mãos pequenas denotam dedos esguios, estes por sua vez são decorados com unhas longas que raramente se veem coloridas, Alice considera esse tipo de atividade trivial demais para dispor de seu tempo. Expõe raramente a pele alva ao sol, normalmente opta por outros lazeres ao invés de ir à praia para obter tal bronzeamento, o maxilar retilíneo e bem definido é uma das partes que mais gosta em si mesma, as sobrancelhas são naturalmente cheias e arredondadas, o nariz pequeno possui sua ponta levemente rechonchuda e arrebitada, os lábios vagamente carnudos, se encontram sob um tom rosado de batom um pouco mais escuro que o seu usual.

No dia a dia costuma trajar vestes sociais, perfeitamente alinhadas, em consequência de seu trabalho que exige tal postura, no entanto quando há liberdade de escolha, prefere o conforto, frequentemente, faz o uso de suéteres por considerar invariavelmente charmoso. Adotou para si uma aplicação mínima de maquiagem, o suficiente para que ao olhar no espelho se intitulasse socialmente aceitável. Mantém os cabelos castanhos longos, comumente os corta um pouco abaixo dos seios.





Faceclaim: Zoey Deutch.

Altura: 1,62m.

Forma: Ostenta um corpo quase atlético, exceto pela pequena saliência em seu abdome. Detêm um quadril largo, ombros miúdos, além de uma cintura levemente afinada, seios e bumbum relativamente pequenos, coxas torneadas decorrente das corridas com seu cachorro, Kylo.





Postura: Alice carrega em sua face uma expressão séria, a postura altiva impõe autoridade, os olhos atentos banhados por um brilho audaz já vieram a lhe causar variados problemas, no entanto, aos mais atenciosos, nota-se em meio a sua íris certa melancolia. Os que deixam de lado a primeira impressão arrogante, iniciando uma pequena conversa, são prontamente surpreendidos com um sorriso largo e gentil, concluindo verdadeiramente que a senhorita não se trata da pessoa que imaginavam, os obres até então desafiadores, são automaticamente domados por um toque doce e amoroso.








– Fala –


Voz: O tom grave, porém indiscutivelmente feminino aliado ao modo pausado e manso de Alice se comunicar toca os ouvidos alheios de forma cativante, abusa de seu extenso conhecimento sobre as palavras, exibindo-as com louvor durante as conversações. Repudia o uso de xingamentos, considera-os escrachados, acredita que somente em situações de extremo desespero ou raiva acaba por deixa-los, involuntariamente escapar.

Sotaque: Notavelmente sulista.

Vícios de linguagem: Ocasionalmente, comete barbarismo, ao trocar algumas palavras por termos ingleses, conceitua que tais exceções possuem mais intensidade que as de sua língua nativa. (Exemplo: Disgusting, ao invés de nojo/asco).

Peculiaridade pessoal de pronuncia: Não há.



Como age durante uma conversação: Assim que se inicia uma conversa, procura voltar sua atenção ao assunto discutido, mesmo que seja algo de seu completo desinteresse. Descobriu – em decorrência de seu trabalho – que as pessoas exibem gratuitamente, e de forma indireta, os desejos que necessitam reprimir, o que lhe resta é decifra-los. Consequentemente, para si, conversa é sinônimo de aprendizado. Sempre opta por ouvir, ao invés de dialogar, afinal isso que lhe fora ensinado durante tantos anos. Casualmente, quando a questionam sobre assuntos pessoais, decide por apenas descrever superficialmente, não se aprofundando muito nas armadilhas tentadoras de seu passado, porém, falando esperançosamente sobre o que deseja a seu futuro. Ao se pronunciar, o constitui de forma articulada, expondo suas opiniões de forma tão clara, que por muitas vezes, as faz parecer irrefutáveis, Alice quando deseja, consegue ser chocantemente persuasiva.


“A palavra é prata, o silêncio é ouro”.




– Características Psicológicas –


Interesses: Desde muito jovem a paixão desenfreada de Alice por literatura já era claramente perceptível, a estranheza se instalava no fato de que - divergente das garotas da sua idade -, sua atenção voltava-se para livros com temática adulta, estes por muitas vezes retratavam a brutalidade das guerras, ou toda a complexidade da nossa sociedade, possuía acesso a esse tipo de conteúdo graças ao trabalho de seu pai. Beirando a idade adulta, descobriu nos concertos musicais o alivio de sua alma, a música erudita afastava-a das preocupações do mundo real, fazendo com que as notas dos violinos pudessem carregar para longe todo o caos instalado em sua mente, para que assim, toda aquela melodia sinfônica trouxesse a paz novamente. No entanto, Ally via em seu pequeno apartamento toda a proteção que precisava sentir, desse modo, amava chamar os amigos mais próximos para uma noite descontraída, regada a taças de vinho e petiscos baratos.




Apreciava sua própria companhia, o que levava a optar por aproveitar as madrugadas de sábado envolvida em um cobertor macio e quentinho, assistindo a variados filmes. Logo que iniciara seu atual trabalho, teve consciência de que os pesadelos que a atormentavam iriam continuar por um longo período, nem ao menos sabia se um dia eles se extinguiriam, porém disso, nasceu um amor, passou a escrever contos de terror baseados nas cenas que presenciava.




É fortemente atraída por boas conversas, aquelas tão profundas que caminham pelo cerne da criação, preza por debates, seja eles sobre política, história, ciências, ou em busca de respostas para os mistérios do mundo, enxerga tudo isso de modo tão cativante, que para si, qualquer tempo gasto com troca de conhecimento é válido. Entretêm-se facilmente com jogos de tabuleiro. Outra das delícias de sua vida se encontra nas reuniões de família, estar junto deles e os ver sorrir, faz com que Alice se lembre da beleza que a vida resguarda. Quanto aos poucos relacionamentos que tivera em sua vida, classifica-os como parte vital de um passado conturbado, por mérito dos homens que estiveram ao seu lado – mesmo que por um curto período de tempo – pode entender como o amor a afetava. Seu subconsciente entendia todas aquelas tradicionais etapas como desafios que deveriam ser ultrapassados, o que fatalmente acontecia, tornando em pouco tempo a pessoa ao seu lado alvo certeiro de seu completo desinteresse.


Desinteresses: Detesta pessoas que batalham por uma causa que sequer conhecem direito, acredita que se tal gente se pronunciasse somente em assuntos que tem real domínio, simplesmente se iniciaria o fim dos conflitos desnecessários. Não aceita desrespeito, seja ele qual for, para quem for, ou como for, mas ainda sim, não costuma interferir, sabe que não seria de nenhuma ajuda no momento em que essas situações ocorrem, por tanto, oferece apoio após o incidente, se disponibilizando para aconselhar, ou apenas escutar as vítimas das agressões. Alice tem completa certeza de que esse é o ácido corrosivo que destrói a sociedade.




Jamais faria um cruzeiro, ou qualquer coisa que a levasse a deriva da instabilidade do mar. Não costuma estar muito próxima da mídia, o que alguns de seus colegas de profissão já afirmaram ser loucura, entretanto qualquer programa sensacionalista a enerva, além de que a futilidade presente nestes, a faz se sentir vazia. Já os noticiários, de que serviam a ela? Trabalhava diretamente em contato com o que denominavam de “podridão humana”, não precisava de mais doses de pessimismo em sua vida. Não aprecia em nada café e vê loucura nos amantes desse grão amargo, porém não os questiona. Despreza os infiéis, sejam eles desleais aos amores, aos amigos, ou a si próprios.


Temperamento: Contrariando completamente sua aparência, o temperamento doce e sensível choca seus recém-conhecidos. Desde pequena sempre admirou seu pai, ele se enquadra naquele tipo de pessoa que porta tamanho bom-humor que se torna capaz de exala-los pelos poros. Consequentemente, sempre se esforçou ao máximo para ser calorosa e gentil com o mundo, sempre considerou essa uma qualidade excepcional que gostaria de adicionar ao seu ser. Entretanto, Alice sabe que passa a quilômetros da perfeição, ainda é humana, tendo o talento de se estressar com mínimas coisas, além de carregar o desgosto de ser covarde, mas ela ainda sim não conseguiria desejar mal a alguém, tinha consciência que era incapaz de remoer qualquer tipo de ódio dentro de si.

Já seu humor era bem variado, certo dia acordava completamente energética e animada, sentindo-se capaz de conquistar o mundo sem grandes esforços, porém, em outros pequenos e infelizes contratempos via-se completamente pessimista e contingente diante da sociedade que a circundava. Apesar de todos os empecilhos em algum lugar de seu coração morava a certeza de que era feliz.




Manias: Costuma se irritar com pessoas que repetem excessivamente a palavra “odeio”, acredita que carrega um peso muito grande que normalmente não condiz com o que elas realmente querem expressar. Enquanto apreensiva já se encontrou diversas vezes com o maxilar rígido, os dentes travados, o que lhe rende algumas boas enxaquecas.


Medos: Desde que é capaz de se recordar Alice teme o escuro, não à ausência de luz, propriamente dita – esta por tantas vezes considera confortável –, mas sim o desconhecido que habita nele. Simplesmente a ideia de poder olhar e não reconhecer nada a sua volta a causa arrepios, ou quem sabe ouvir e não conseguir captar com sua visão a fonte de tal som. Ainda sim, não é um medo extremo, algo incontrolável ou completamente irracional. Alice não conseguiria, por exemplo, estar na sala de sua casa e ter total visão da porta de seu quarto enquanto nota o cômodo completamente dominado pelo breu, ela provavelmente deixaria a luz acesa (Sendo este o motivo claro da extensão das suas contas de luz). Crê que o medo de estar sendo vigiada bebe da mesma fonte que sua apreensão do escuro, ambos andando lado a lado, e tendo o mesmo vilão em comum: o desconhecido.


Devido ao seu ambiente hostil de trabalho e os constantes assédios com que convive veio a desenvolver certa inquietação quanto à possibilidade de sofrer algum tipo de abuso sexual, sabe da segurança que seu emprego oferece, mas isso nem ao menos é fator relevante diante a sua preocupação.




Fobias: Assim como seus medos, Alice pôde notar que suas fobias também traçavam fortes semelhanças. A Claustrofobia invadiu sua vida como a sequela de um pequeno incidente que ocorreu em sua adolescência, assim como o súbito e irracional pânico de ser enterrada viva (Tafofobia).


Traumas: Em consequência dos eventos que presenciou em sua infância e do péssimo histórico genético de sua família relaciona-se diariamente com o pavor de contrair alguma doença, o que acarreta em idas constantes ao hospital em busca de exames e checapes. Em algumas épocas de sua vida isso já quase se tornou uma obsessão, porém, no atual momento encontra-se no ponto mais alto que já esteve perante tal trauma, sente-se despreocupada.




Durante certo período de sua carreira esteve em contato com detentos de alta periculosidade, o que colocou Alice frente a frente de grandes ameaças e severas intimidações, desde então, o pânico de ser assassinada assola sua existência. Ela crê que tudo isso não passa de uma grande paranoia, afinal, quem seria ela para tais pessoas? Só mais uma psicóloga, não?!

Pequenas inseguranças: Ally não se sente a vontade em exibir seus contos de terror aos interessados, escreve somente para si mesma, além de acreditar que quem lê o conteúdo do pequeno caderno, automaticamente, invade o seu mais obscuro inconsciente.

Segredos: Enviados.

Sonhos/Objetivos: Ela não é mulher de grandes ambições. Nunca almejou ser a melhor no que faz, ou ao menos ser reconhecida por isso. Sua mãe sempre disse que a felicidade é um sentimento simples, então cabia a ela deduzir que tal flor só desabrocharia em um ambiente apropriado. Alice não pretende levar sua atual carreira para além dos trinta anos, apesar de ser um ofício no qual ela realmente aprecia, é um trabalho estressante e exaustivo. Desde que deixou sua cidade natal possui uma poupança na qual reserva parte de seu salário para a realização de um objetivo, seu verdadeiro sonho.




Após o nascimento de seus sobrinhos, passou a desejar uma família, já se pegou variadas vezes pensando que talvez fosse um pouco tarde para virar o jogo e se desfazer de uma ideia que antes era tão concreta para si, mas revoga rapidamente tal perspectiva já que parte da sua filosofia de vida é a beleza incerta das mudanças. Bastava um casal de filhos junto de um marido e o auge de seus atuais sonhos estariam alcançados.


“A verdade mesmo, é que o erro das pessoas é imaginar a felicidade no fim da trilha, quando ela está no percurso.”




– Relacionamentos –


– Amigos –




Nome: Luiza Belmonte.

Idade: 26 anos.

Profissão: Enfermeira.

Relacionamento: É uma mulher fatalmente madura, seu estilo próprio decora sua personalidade tornando-a ainda mais original, os lábios normalmente domados por tons fortes e escuros adicionam a ela uma brisa sedutora. Escolheu a enfermagem, por simplesmente acreditar que uma vida sem doação é em vão. Em uma terça feira chuvosa Alice simplesmente invadiu sua vida, inesperadamente florescendo em seu coração. Em pouquíssimo tempo já quase não se desgrudavam, compartilhavam histórias, comentavam vivências e construíam novas memórias. A amizade entre Alice e Luiza foi assim, repentina, o acaso do destino uniu duas amigas dispostas a partilhar.




Nome: Bernardo Villalobos.

Idade: 30 anos.

Profissão: Advogado.

Relacionamento: Como eles apreciavam dizer, amizade sem prazo de validade. Conheceram-se na infância e a partir daí não se estranharam mais. Alice via em Bernardo o irmão que nunca teve, desde irrita-la com apelidos bobos, até em consola-la quando cometia um erro. No momento atual o mais velho encontrava-se noivo e Ally não poderia estar mais feliz por isso, ele finalmente havia sossegado e se unido a alguém que o merecia. Era um homem um tanto robusto e desajeitado, portava um coração gigantesco, além de ser dono de uma gentileza incomum.


– Família –


Nome: Benjamin Callegari Santanna.

Idade: 54 anos.

Profissão: Bibliotecário.

Relacionamento: O vínculo entre eles é realmente incomum. Benjamin sempre foi um homem simples, mas energizante, ultrapassando às vezes o limite aparentando estar vitalmente pilhado. Quando soube que se tornaria pai quase enfartou tamanha alegria, sempre desejou uns pestinhas para brincar e amar a vida toda. É um senhor verdadeiramente exagerado, contudo Ayla carinhosamente chamava isso de intensidade já que para ela tal característica passava longe de ser um defeito. Alice não se recorda de nenhuma briga severa entre ela e seu pai, apenas de alguns puxões de orelha. Benjamin não é um individuo com talento para a agressividade, apesar de soar contraditório é deveras sossegado.


Nome: Ayla Löhnhoff Santiago.

Idade: 54 anos.

Profissão: Professora de História.

Relacionamento: Sua relação com Alice não é das melhores, acredita que tal afastamento se agravou com o adoecimento de Bárbara. Nunca foi uma mulher de riso fácil, a seriedade sempre esteve presente dominando a maior parte de sua personalidade. Oposto a isso possuí uma elegância incapaz de ser dosada. Lentamente é consumida pelos seus erros do passado, encontrando-se imersa em uma profunda depressão.




Nome: Bárbara Löhnhoff Santanna.

Idade: 32 anos.

Profissão: Fisioterapeuta.

Relacionamento: O maior sinônimo de resiliência que conhece. Bárbara é puramente feliz, sendo um grande mistério para sua irmã, a qual nunca pode entender como alguém pode ser tão grato à vida. Alice podia defini-la com somente uma palavra: Encantadora.


– Animais de Estimação –




Nome: Kylo.

Idade: 4 anos.

Espécie: Cachorro.

Raça: Border Collie.


– Rivais ou Inimigos –


Enviado por mensagem privada.


Estado civil: Solteira.




– Ficha Médica –


Condicionamento físico: Graças às corridas matinais com Kylo, Alice situa-se em boa forma. Considera-se desprovida de força, sendo que a pouca que possui não a auxilia de modo apropriado, todavia conta com uma resistência respiratória excelente, além de correr surpreendentemente bem. Nunca frequentou nenhum tipo de academia por não apreciar o estilo de exercício. Quando sente necessidade de variar, busca nadar.

Doenças ou problemas médicos: Não há.

Alergias: Alice atura sua rinite alérgica de modo irritadiço, é sensível a fortes perfumes, e a poeira excessiva, tornando-se uma maquina contínua de espirros ao adentrar a biblioteca de seu pai.

Transtornos: Infelizmente, Alice veio a desenvolver Transtorno de Estresse Pós-Traumático, durante anos de sua vida reviveu certa memória constantemente. Ao longo desse período pôde sentir o gosto amargo da insanidade, temendo a loucura procurou ajuda médica conseguindo um afastamento temporário de seu emprego. Conseguiu então recuperar o tão almejado equilíbrio mental, localizando-se nos dias de hoje, onde Alice sente-se livre desse antigo tormento.

Vícios: Não há.




– Crenças –


Religião: Alice reconhece que sua crença se estabelece em meio à perfeita mescla entre o Espiritismo e o Catolicismo.

Como ela enxerga a espiritualidade e religião? Sua natureza questionadora levou a conhecer o que era a religião desde muito cedo, porém por mais que soubesse sua definição e algumas de suas ramificações, nunca havia tido um real contato, já que seus pais não eram crentes assíduos. Entretanto, o adoecimento de sua irmã acarretou em uma súbita mudança por parte de seu pai, logo Alice se tornou íntima de sua até então desconhecida fé. Aparentava claramente que tamanha convicção o sustentava. Alguns anos mais tarde, um trabalho escolar obrigou-a pesquisar algumas das principais religiões, desenvolveu certo apreço diante do Espiritismo, localizando seu equilíbrio perfeito acerca das duas religiões.

Crê que a religião varia entre um alicerce e uma forma de consolo, o que a faz não questionar sua realidade. Sente-se confortável ao acreditar fielmente que há algo maior que si olhando por ela e sua família, a ideia de estar sozinha em meio ao caos e a complexidade de uma vida humana a assusta. A única certeza que possui vem da oposição. Concluindo então, se o bem vive através de nossos atos, ou pelas ações de algo maior que nós, o mal persiste tão presente e vívido quanto sua outra metade, em causa disso nunca se envergonhou por temer.

Qual é sua visão das crenças que diferem da sua? Parcialmente tolerante. Alice pensa que em consequência da diversidade de personalidades existentes, nasce a variedade de religiões, pois cada indivíduo em especial se sente confortável crendo em tal deus e seguindo alguma religião. Confia que todas as crenças devem existir em virtude desta razão.

Preconceitos: Ao tomar conhecimento relacionado ao Islamismo e o Alcorão, não consentiu taxativamente. Obtendo um preconceito irracional com o qual não sabe lidar.




– Vida Pessoal e Financeira –


Situação Financeira: Ally usufrui de uma vida estável, tudo o que detêm deriva unicamente de seu próprio esforço. Seu salário é consideravelmente acima da média, ainda assim opta por reservar uma boa quantia. Até então nunca se incomodou em pagar aluguel, crendo que não valeria de nada obter uma propriedade em uma cidade que não pretende viver por mais do que alguns anos.

Além de garantir sua subsistência, como utiliza seu dinheiro? Ela despende certo valor com pequenas viagens, o ambiente urbano é exageradamente conturbado, o que nunca lhe apeteceu. Gosta de planejar suas férias com antecedência escolhendo entre uma variedade infinita de pousadas desejando o que pretende provar. Entretanto acata também a planos repentinos, decidindo improvisadamente onde passar o fim de semana. Investe também na compra de aparelhos que melhorem sua experiência cinematográfica, sabe que esses aperfeiçoamentos tornam este lazer inesquecível. Separa algum dinheiro para idas periódicas ao cinema.

Hobbies: Ela cultiva flores, não é dona de uma variedade muito grande, no entanto seu pequeno jardim é inteiramente tomado por elas, assim como outros vasos distribuídos aleatoriamente por seu apartamento. Ama o que as flores significam e a quantidade de metáforas que residem neste simples ciclo. Temer o desconhecido desencadeou em seu ser uma vontade, quase que selvagem de conhecer as coisas, passou então a consumir muito conteúdo sobrenatural, assistindo a filmes, documentários, séries, ou lendo livros. Isso veio a torna-la ligeiramente supersticiosa. Alice não sabia se era ingênua ou não por acreditar tão fielmente que a maldade se escondia por trás de olhos vermelhos, ou que se sentava em cadeiras vazias.

Hábitos alimentares: Não conta com muitos desgostos quando se fala de alimentação. Sempre foi aberta a novos sabores, apreciando desde o brócolis até o bolo, porém de modos distintos. A única coisa que realmente nega é bebida alcoólica em geral, nunca pôde entender qual o prazer em consumi-las. O vinho é o único que obtêm passagem livre quanto ao seu paladar curioso, conseguindo aprecia-lo em todos os sabores que se apresenta.




– História –


Berço de amores singelos, a pequena cidade de Schroeder acolheu gerações da família Callegari. Benjamin cresceu onde a tímida brisa trazia junto de seu frescor o fedor habitual de esterco, seus pais regiam a única biblioteca da cidade, iniciando assim no coração do menino arteiro uma grande admiração por tal profissão. Recorda-se veemente o quão eles eram felizes executando atividades que, aos seus olhos infantis, abrigavam tanta simplicidade. Ben possuía apenas quinze anos quando estreou em seu primeiro trabalho no ofício de seu pai, foi decido então que aprenderia aquela honrosa arte, transformando-se em um verdadeiro protetor dos livros.

Contribuindo para com as raízes alemãs de Schroeder, os Löhnhoff estabeleceram-se em suas terras. Os membros limitados da família carregavam um sobrenome com um precioso significado: Esperança recompensada, o exato sentimento que dominava seus corações ao pisarem em território brasileiro. Ayla, quando jovem era dona de uma inquietação palpitante prisioneira de seus obres castanhos, sempre portou traços rebeldes, demonstrando claramente independência fora de hora. Após discussões agressivas arrancou de seus pais a permissão para se formar em uma faculdade que se localizava na cidade vizinha, com a restrita condição de que retornaria a sua cidade natal ao decorrer das férias.

Entre idas e vindas, tal como o cupido atira sua flecha, o amor chocou-se com seu coração. O fato de estar na casa de seus pais, não excluía sua obrigação com os estudos, afinal durante todo o semestre havia sido perseguida pela pilha extensa de livros maçantes sobre história que deveria por vontade própria ou não, consumir. Detinha alguns deles em sua coleção, outros tivera que obter, mas ainda sim o único que realmente lhe interessava, Ayla não possuía em mãos. Comentou tal infortúnio com seu pai que prontamente lhe indicou uma passada rápida a biblioteca dos Callegari. Nesse dia nem ao menos pôde recordar qual era o seu interesse ali, e o livro que tanto despertava sua curiosidade só retornou a sua mente quando nos meses seguintes seu professor anunciasse uma prova sobre tal.

A partir daí tudo se desenrolou com uma agilidade surpreendente, reféns de um amor avassalador, Benjamin e Ayla logo viram-se casados. Os jovens amantes praticamente não divergiam, eles eram como falas proferidas em uníssono, acompanhando ritmicamente um ao outro. A sagacidade de Ben contornava majestosamente a rebeldia desafiadora de sua esposa. Atingindo seu ponto fraco, o sorriso galanteador desmanchava sua carranca raivosa em poucos segundos. Dentro de um curto período, o casal foi abençoado com o nascimento de Bárbara, a estrangeira sabedoria que adentrava suas vidas.

Sua determinação vigorosa poderia facilmente ser confundida com uma teimosia obsessiva. A garota de apenas quatro anos detinha uma esperteza inusitada, apresentando as sabedorias próprias do mundo de uma criança. Expunha características um tanto quanto autoritárias, já pré-ordenando como seriam as coisas após o nascimento de sua irmãzinha. Ayla ofertou o nome de sua querida avó como uma possível escolha que foi velozmente concedida como a decisão final. Benjamin estimava o que ele representava, enquanto Bárbara amava como soava. Os três em conjunto, haviam definido o nome que a inocente bebê herdaria. Então, Alice nasceu.

Os relógios tornaram-se ferramentas ineficazes perante a voracidade com que o tempo engolia os dias e as noites. Cumprindo com cada expectativa, Alice manifestou uma personalidade efetivamente nobre. O elo genuíno que ligava as irmãs se consolidou indestrutível, eram reais companheiras, inevitavelmente fiéis entre elas. Descontando algumas mínimas desavenças, era imaginável que seriam inseparáveis. Lamentavelmente, tamanha certeza não durou tanto tempo. Enterrado em meio à dor aquele dia foi esquecido, Bárbara próxima de completar dez anos foi diagnosticada com leucemia.

Após uma longa conversa o casal optou por libertar Alice de tal tormento, convictos, determinaram que ela não seria informada sobre a situação. Segundo os médicos, a doença apresentava-se em estágio inicial, entretanto o hospital local não atendia as necessidades recentes de Bárbara. A essa altura, calejados diante dos imprevistos, encontraram racionalidade suficiente para a decisão correta. Assim, a família Löhnhoff foi dividida, Ben e Ally permaneceram em Schroeder, enquanto Ayla e Bárbara mudaram-se para Blumenau. Inicialmente, as ligações eram frequentes e exageradamente extensas, foi um período de vital importância, Benjamin se aproximou de Alice de modo que nunca pensou ser capaz. Quatro cansativos anos se passaram, fase essa que fora obrigado a mentir diversas vezes a sua filha. Omitia a realidade inventando enganações passivas.

Não houve contato, nenhum abraço exasperado de saudade, ou lágrimas teimando em contornar suas bochechas. A expressão de Ayla era mórbida. Bolsas esverdeadas estendiam-se abaixo de seus olhos, enquanto fitava fixamente o esperado reencontro de sua família. Benjamin expurgava toda a dor de seu peito revezando entre um choro infantil e sentenças de amor compulsivas, agarrado a suas filhas, levou algum tempo até se acalmar. Alice não entendia o porquê as duas estiveram por tanto tempo longe, mas no momento, só procurava esquecer seus questionamentos, preenchendo a falta que sua irmã fazia.

A manhã seguinte carregava o céu decorado por nuvens densas que instigavam um mau presságio. Os olhos avermelhados de Benjamin fitaram profundamente ambas as crianças a sua frente, “A mãe de vocês foi embora”. A exaustão emocional arrebatou-as na noite anterior, induzindo-as a um sono pesado, sendo assim incapazes de presenciar os gritos amaldiçoados. Alguns anos à frente, elas tomaram conhecimento de tudo que ocorreu naquela madrugada, detalhe por detalhe, proferidos pelos lábios de seu pai. Esta foi à mesma época na qual Alice compreendeu o que verdadeiramente houve ao decorrer daqueles esgotantes quatro anos. As cartas foram postas na mesa e a verdade cruelmente revelada.

Apenas uma mínima brecha foi necessária para que o caos se instalasse em sua vida, após tantas reviravoltas, Ally enfim pôde conhecer a paz. Sendo assim, sua adolescência foi como a de qualquer outra. Nada poderia alivia-la tanto quanto manifestar isso. À medida que seus colegas detestavam ser atrelados a tal característica, ela agradecia. Junto aos anos, transformava-se, contemplando cada vez mais o modo definido que as mudanças adentravam seu âmago. Permitiu sua mente juvenil ser abarrotada com preocupações e seu coração ser desbravado por paixões simplórias. Julgava-se singular por simplesmente não ambicionar. Não havia nada a ser feito, Alice não sonhava. Iniciou-se então uma jornada, na qual Bárbara - estudante do último ano de Fisioterapia - guiaria sua irmã à descoberta de seus objetivos.


— O que te faz feliz? — Bárbara questionava, religiosamente, todas as manhãs.

— Deus! Já lhe disse centena de vezes. — Bufou frustrada, chocando as mãos contra a bancada.

— O quão tola você é? Não notou que enquanto você não se esforçar para descobrir isso, eu não irei lhe deixar em paz? Adianta de nada repetir sempre o básico. — Cruzou os braços, apoiando-se no mármore frio que havia sido agredido há minutos atrás. — Quero que procure isso dentro de você, se force a pensar em coisas que nunca imaginou. — Encarou calmamente os obres desesperados de Alice.

— Que tal um café? — Ofertou desviando o olhar, esperando apreensivamente a inevitável reprovação.

— Hm? Não notou que estou tomando suco?! — Bárbara indicou o copo a sua frente.

— Não é isso. — Revirou os olhos, decepcionada. — Você é mesmo bem lerda.

— O que é então? — Arrastava preguiçosamente o copo sobre a superfície que ao se aproximar foi capturado por entre seus lábios.

— E se... Eu gerenciasse um café? — Congelou esperando ansiosamente a opinião de sua irmã. Os risos histéricos dominaram a cozinha, Alice murchou descontente.

— É um pouco contraditório demais, uma garota que simplesmente despreza café, gerenciar um, não?! — Bárbara fechou-se em uma expressão sisuda, reparando que o silêncio permaneceu. — Ei, não sabia que falava sério. Afinal, se é isso que quer, vá em frente. Você sabe muito bem que eu te apoiaria independente do que escolhesse.

— Imaginei que seria legal abrir um próximo à biblioteca do papai, assim as pessoas poderiam alugar os livros e ler enquanto deliciam-se com suas bebidas favoritas! — Alice voltou a se pronunciar, porém desta vez os olhos convergiam-se em um brilho cativante.


Pouco importava a simplicidade que tal sonho carregava, ao menos agora sua vida havia adquirido um rumo, uma meta pela qual ela estava disposta a batalhar. Assim sendo, com esta ideia fixa em sua mente encaminhou-se para seu atual trabalho. Alice não detinha sequer um tostão. Tratando este de ser o primeiro passo para a realização de seu desejo, resolveu então que se submeteria, por um curto período, a uma profissão que admirava, contudo que não almejava. Sua fase universitária desenrolou-se, caracterizaram-se anos ordinários, não havendo nenhum destaque que influenciasse em si.

Inúmeras vezes ponderou a possibilidade de se encontrar perdida em delírios. O tempo operava, ano após ano, alterando apenas os últimos dois dígitos de sua vida. Infindável ciclo, onde sucediam-se mudanças tão insignificantes que levavam-na a questionar se realmente valia seu esforço. Tradicionalmente, as manhãs de terça-feira reservavam-na curtas visitas ao departamento de polícia, no entanto esta em especial resistiu o dia todo. Alice recordava-se perfeitamente da agitação instalada no local, o superintende encontrava-se devidamente animado. Aproximando-se pôde notar a matriz de tamanha felicidade. Sentados a sua frente, um homem e uma mulher, algemados. O indivíduo masculino poderia ser facilmente reconhecido, tratava-se de um traficante regional procurado pelo departamento, todavia o feminino, por mais familiar que aparentasse, não conseguia identifica-la.

Situava-se no local para auxiliar com pequenas burocracias, previamente ao encarceramento temporário, os criminosos eram sujeitados a uma consulta psicológica, onde o profissional estaria disposto a ouvir suas justificativas. O departamento enviou, primeiramente, a mulher, concluindo que ela teria pouco a falar.


— Então, você é a senhorita...? — Ajeitou-se na cadeira, prendendo os cabelos em um rabo de cavalo alto.

— Luiza. — A moça de cabelos negros aparentava estar completamente desconfortável com a situação.

— Certo. Eu sou a doutora Alice. Estou aqui para te escutar, fique tranquila, coloque seus pesares para fora. — A sala era pequena, não possuía janelas, o que acarretava certo desespero, o ar rarefeito instigava sua claustrofobia a atacar.

— Serei o mais breve possível, doutora. Há um enorme engano acontecendo aqui. Eu sou uma enfermeira, que por algum acaso do destino, é vizinha da mãe desse traficante. Ela é uma mulher doce, mas muito preocupada com seu filho, faz algumas semanas que esta senhora lamentou não ter dinheiro para bancar uma reabilitação, então eu me ofereci como um auxílio provisório. Sendo assim, eu o visitava de tempos em tempos para checar sua saúde, já que sua mãe temia uma morte por overdose. Esta manhã era um destes dias, o que desencadeou esse enorme equívoco. Eu não sou mulher de bandido como o delegado afirmou, exijo um pedido de desculpas. — Suspirou pesadamente, exausta diante dos acontecimentos.

— Você trabalha no hospital próximo daqui certo?! — Luiza acenou positivamente com a cabeça. — Está explicado! É por isso que teu rosto é familiar para mim, já deve ter me atendido em alguns dos meus exames. Se me der licença, vou esclarecer essa situação agora mesmo.

— Claro, aliás, muito obrigada. Estava apreensiva com a resolução deste ocorrido. — Sorriu enquanto observava Alice se levantar e deixar a sala com certa agilidade.


Como forma de agradecimento, Luiza convidou-a para almoçar, pedido no qual Alice não viu qualquer empecilho que levasse a recusar. Otimismo é apenas um ponto de vista e foi com tal olhar que ela analisou aquela manhã. Realmente podia ter reclamado da chuva em excesso, ou do descuido do seu chefe. Mas, preferiu apenas aceitar de braços abertos o presente que a vida lhe entregava. Luiza chegou bagunçando tudo, quebrando os hábitos, tirando-a de seu conforto, e mostrando a ela o porquê de ser assim. Desde então, a solidão, não procurou mais por Alice.

Sirenes ecoavam em sua mente, soando o alerta da exaustão, havia chegado a hora de repousar. Adiantou parte de suas férias para a semana de seu aniversário, se presentearia com novas lembranças, marcando assim sua ida há um rancho no qual ouvira falar. Buscava o esclarecimento de suas ideias, vinte e nove anos batiam a sua porta cobrando pela decisão de correr, ou não, atrás de seus planos. Retirar-se da agitação cotidiana com certeza seria o ideal. Estava determinada, ao retornar do Rancho Peiniger, ela iria decidir.




– Permissões –


Sabe que seu personagem pode, eventualmente, sofrer por transformações bruscas no decorrer da história, tal como enfrentar torturas ou até mesmo a morte?
Sim, claro.


Sabe que seu personagem, a partir do instante em que for aceito na história, me pertencerá e, sendo assim, seu futuro será determinado pela minha vontade?
Fique a vontade.


Tenho sua permissão para modificar, sutilmente, algumas informações na história para adequá-lo melhor ao enredo que estou construindo?
Concedida.



Within a single instant, darkness is there - mouth open... Squirming wildly. This reality is stained by nightmare, and no one can escape from beneath that moon.

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Usuário: Helfstein
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História: Troco anos por um instante
História: Troco anos por um instante
"Os primeiros raios de sol invadem o apartamento, se enfiando como intrusos pelas persianas. Sim, já está na hora. A mesma hora em que a deixo todos os dias, horas que jamais val..
Usuário: Helfstein
@TTImortal Finalmente não?! Admito que já tinha desistido da ideia, mas ler o novo capítulo de "Sobre os Demônios" me recordou do que você me disse há algum tempo atrás e voltei firme com a ideia, de qualquer forma, obrigada!
Usuário: Helfstein
Adicionei uma nova história
História: Nós precisamos falar das Flores
História: Nós precisamos falar das Flores
"Acreditava que éramos como as flores..." Apesar de ordinários, constantemente abastados de sentimentos e significados.
Usuário: Helfstein
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História: Eu estou cansada da tua tragédia agridoce
História: Eu estou cansada da tua tragédia agridoce
Tudo o que eu queria era me sentir amada, mas eu só me afundava cada vez mais nessa tua bagunça propositalmente inalcançável.
Usuário: Helfstein
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História: Justiça
História: Justiça
Devias ser a dama mais divina Mão que vai a todas as pessoas


Dados do Usuário

Animes Favoritos:
Berserk, Samurai X e Bleach.
São muito mais que favoritos.

Bandas ou Músicos Favoritos:
Ah, eu diria que são muitos, mas se eu pudesse definir os quais eu não viveria sem, então seria: Sia, Eminem e Hozier.

Citação Pessoal:
“Todo homem deve decidir se andará na luz do altruísmo criativo ou na escuridão do egoísmo destrutivo.” - Martin Luther King

Filmes Favoritos:
Chegando a esse tópico dos dados complementares comecei a perceber o quão difícil é decidir seus favoritos, mas bom, nos filmes acredito que é impossível definir somente alguns, Star Wars, Silence, Hacksaw Ridge, Spirit - O Corcel Indomável, Narnia, O Senhor do Anéis, são definitivamente integrantes dessa categoria.

Gênero de Animes/Mangás Favoritos:
Não existe um gênero favorito, sempre estou aberta a tudo e costumo gostar de variadas coisas.

Gênero de Música favorita:
Sem duvidas, Emotional music.

Jogos Preferidos:
Hm, a saga do Batman, Assassins Creed, Máfia, Hellblade Senua's Sacrifice, The Evil Whitin, e alguns outros.

O que você encontra no meu quarto?:
Meu pequeno paraíso.