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wesninski

wesninski
Nome:
Status: Usuário
Sexo: Indisponivel
Localização:
Aniversário: 14 de Setembro
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wesninski


☁️ — °.• https://we5ninski.carrd.co/
(愛) and 𝐥𝐨𝐯𝐞 is 𝘯𝘰𝘵 a victory march. ❞

Ficha.

Postado




┏━━━━━━━━━━━━━┓
بالشعب و للشعب
pelo povo e para o povo.
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𝐄𝐮 𝐬𝐨𝐮 𝐀𝐥𝐢 𝐉𝐚𝐟𝐚𝐫! 𝐒𝐞𝐣𝐚 𝐦𝐞𝐮 𝐚𝐦𝐢𝐠𝐨.


Nome feat apelidos; ◂

Ali Jafar Jehoahaz; علي جعفر. Ali significa “alto”, “sublime” e “nobre”, foi o nome escolhido por Lâmia, sua mãe; antes de si, seu avô havia carregado esse nome, por isso a homenagem. Jafar significa “córrego”, “riacho”, foi escolhido por seu pai. Sendo sincero, não gosta nenhum um pouco dos dois nomes juntos, acha que foi uma combinação muito mau feita, e assim que chegou no Japão passou a gostar menos ainda. Para evitar o próprio desconforto, pede para que seus colegas usem apenas Ali ou Jafar, mas nunca os dois juntos - ele mesmo se sente desconfortável em ter que se apresentar com o nome completo -. “Ah. Meu nome não soa bom, vocês poderiam usar apenas um deles?”

Antes de vir para o Japão, seu reino o chamava de Saghir [صغير], sua tradução é “pequeno”. Recebeu o apelido por sua estrutura extremamente baixa em relação aos demais. Por ser uma forma carinhosa que seu povo deu, nunca se sentiu incomodado, diferente do apelido que recebeu dos seus novos colegas de classe. Ser chamado de Chibi-chan não é tão legal em sua visão, ainda mais por ser uma forma de deboche; a primeira vez que alguém o chamou assim não soube exatamente o que significava, então procurou no seu inseparável dicionário japonês, ficou um pouco chateado, mas também não se deu o trabalho de brigar.
— Um momento, preciso pesquisar essa palavra no meu dicionário!



Gênero feat sexualidade; ◂

Jafar sempre se identificou como alguém do gênero masculino, sendo então binário. Quando vivia em seu pequeno reino, nunca conhecera alguém que não se identificasse nesse “padrão” de homens e mulheres cisgeneros, ficou extremamente feliz quando descobriu que o mundo não se limitava a apenas isso. É alguém que apoia completamente a liberdade de gênero. “Antes eu vivia numa bolha. Assim que ela furou, eu tive a oportunidade de conhecer esse mundo tão diferente, isso me faz tão feliz!”

Inicialmente, nunca tinha pensado em sua sexualidade, Jafar sempre viveu para aprender e melhorar, nunca dando espaço para relacionamentos fora da amizade, então é inegável que nunca tivera qualquer tipo de envolvimento romântico com qualquer um. Ele é um tanto leigo quando se trata de assuntos do coração, mas agora começou a se questionar sobre sua sexualidade, chegou a conclusão que é demissexual com sentimentos apenas por homens; demissexual é uma pessoa cuja atração sexual surge somente quando existe envolvimento e/ou laço emocional, afetivo, e/ou intelectual com a outra pessoa, não sendo a estética o único fator determinante para o surgimento da atração sexual.
Por ser uma descoberta recente, ninguém além dele sabe, mas está esperando que seu pai ligue para explicar sobre isso; tem absoluta certeza que seus pais aceitarão bem, mesmo que isso signifique que o reino ficará sem um herdeiro depois de Ali.
Virgem, bv, bvl e passivo.

Nacionalidade; ◂

É árabe. Nasceu em um pequeno reino escondido na Península Arábica, é ainda 10 vezes menor que o Japão, se assemelha à uma vila antiga; é um lugar inacessível para qualquer tipo de pessoa que não tenha nascido ali, ou seja, um japonês não teria acesso. Conhecido como أرض الملك (a terra do rei), é protegido pelo que chamam de generais de areia, esses generais são os descendentes dos que fundaram a vila; para impedir a entrada de estrangeiros, a atual rainha criou uma barreira com sua individualidade de proteção.
Não possuem qualquer relação com outras nações, principalmente com a Arábia Saudita. Inclusive, não compartilham a mesma religião, enquanto os demais árabes cultuam Ala e Maomé, a vila crê em algo muito além de um profeta, eles acreditam na vida, no fluxo do destino e no rukh.

A Terra do Rei é um tanto inadequada para maioria dos que não moram lá. As pessoas que vivem ali são aquelas que desejam preservar o modo de vida antigo, por isso é um lugar com construções feitas de calcário, granito, basalto, argamassa e tijolos de barro cozido; não possuem qualquer traço de tecnologia, e a única forma de se comunicar com pessoas de fora é indo até a Casa do rei, onde tem um único telefone. Os moradores são pessoas gentis e trabalhadoras, além de não existirem conflitos internos ou externos.

A Casa do rei é onde mora a família real, é uma construção grande e bastante luxuosa, seu charme são as paredes com desenhos de ouro derretido. Por ser uma casa de família nobre, é bem protegida.

Seu comércio é feito as escondidas de outros lugares, um único homem vai até outros países e vende os produtos produzidos como uma empresa de roupas típicas e joias chamada ملابس الملك [roupa do rei], na visão das outras nações, é apenas uma empresa de grife onde apenas pessoas extremamente ricas são capazes de usar. Todo dinheiro é distribuído "igualmente" entre as famílias, obviamente o rei recebe mais, e ainda ganha com os impostos (mas não é algo abusivo). Além disso, produzem o próprio alimento (com foco na agricultura, visto que boa parte dos moradores são vegetarianos).
São um reino com muitas riquezas passadas de geração em geração.

O sistema é o da pirâmide, a família do rei no topo, as famílias dos fundadores no meio e no fim as famílias comuns. Mas não pense que é um lugar onde existe uma grande diferença entre classes, tirando o rei, todos recebem a mesma quantidade de dinheiro, além do próprio comércio entre eles.

Eles acreditam na existência do rukh, supostamente são a causa de todos os fenômenos naturais e da própria vida no mundo, onde possui capacidade de armazenar memórias, sentimentos, e a própria essência de seres vivos. Os moradores assim como Ali Jafar dizem que é possível enxergar o rukh quando se olha além do mundo físico, são representados com borboletas e a negra significa a depravação na alma dos humanos.


Data de nascimento e idade; ◂

Ali Jafar nasceu dia vinte e um de janeiro, sendo então do signo de aquário, “têm um jeito inovador, conseguem enxergar além e pensam muito sobre o futuro.”. Uma das primeiras coisas que aprendeu quando deixou seu reino foi sobre os famigerados signos, achou um estudo interessante e até se considera bom nesse assunto, mas não nega achar dispensável.
Tem quinze invernos [❅] completos. Jafar foi planejado desdo começo e assim que chegou, foi amado por seus pais.

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𝐍𝐚𝐨 𝐬𝐢𝐧𝐭𝐨 𝐜𝐨𝐢𝐬𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐨𝐝𝐢𝐨, 𝐬𝐞𝐧𝐭𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐟𝐞𝐢𝐨.


Personalidade; ◂

Ali Jafar é, sem sombra de dúvidas, um bom garoto; é um bom amigo e um bom filho. Desde sempre almeja ser a pessoa mais agradável possível, mas é óbvio que acaba falhando. Por ser extremamente falante - ele tem energia para dar e doar quando o assunto é conversar -, em certos momentos acaba sendo desnecessário, visto que não consegue manter a língua na boca, muitas vezes é necessário o mandar se calar e, são nesses eventos que outro traço seu se destaca. Ali fica facilmente chateado quando brigam com si, por mais que tenha consciência que ele tem uma certa culpa, não consegue evitar a tremedeira nas pernas e as lágrimas no canto do olho; Jafar é frágil quando se trata de confusões que o envolvem. Sua insistência também pode ser um problema para quem não está disposto a fazer amizades, ele quer incluir o máximo de gente possível em seu círculo social e dificilmente, irá desistir da presença de alguém, ele desconhece o sentimento de querer estar sozinho; se ver alguma pessoa afastada ou com uma expressão triste durante a aula, vai tentar conversar o máximo possível visando uma futura amizade. Ele não é assim por mau, foi criado para sempre ajudar qualquer humano que aparecesse e a melhor forma que achou, foi conversando horrores e insistindo.
Ali é realmente amável, trata todos com um carinho perceptível, não faz diferença entre ninguém, afinal “todo mundo merece uma dose de carinho” e ainda é completamente atencioso; se percebe que alguém está com problemas, estende imediatamente sua mão para ajudar, ouve e não julga, também sabe guardar segredo, logo não é fofoqueiro e uma ótima escolha para desabafar. Para resumir melhor, já que não faz falta de educação e sempre está pronto para ajudar, é meigo e empático. Ele pode ser considerado fofo já que também é tímido quando se trata de romances, fica sem jeito facilmente e se enrola para falar frases corretas e entendíveis.
Está sempre com um sorriso no rosto, e mesmo na situação mais complicada, dará um gigante sorriso com palavras de conforto. E quando estiver prestes a desmoronar, não o tira do rosto pois, um sorriso ameniza qualquer situação - ao menos é isso que aprendeu com seus pais -. Jafar é bom em esconder quando está triste - o que acontece raramente, visto que é alegre -, mas não é impossível de perceber; quando magoado ou ferido, é notável a falta de brilho em seu olhar e caso pressionado, um monte de lágrimas saem. Como já dito antes, é frágil como uma flor.
Ali é totalmente humilde, assume suas responsabilidades, sem arrogância, prepotência ou soberba e sabe reconhecer suas próprias limitações, com modéstia e ausência de orgulho; orgulho muitas vezes estraga as coisas, é por isso que se errado, Jafar é o primeiro a se desculpar.
Ali tem características boas mas, ao mesmo tempo, tem as que podem ser o seu fim; Ali inegavelmente é uma pessoa pura – algumas pessoas até podem considerar algo forçado -, acredita fielmente que todo ser humano é capaz de se arrepender de suas escolhas, logo é um garoto ingênuo pois, mesmo não estando realmente arrependido, Jafar acredita em suas palavras de redenção; essa é sua crença, amar e perdoar. Acaba também não olhando que cada pessoa tem um lado ruim, então é facilmente manipulável por pessoas um pouco mais espertas. Tirar vantagem sobre ele não é difícil, Ali prioriza as necessidades alheias antes das suas, por isso, muitas pessoas podem usa-lo da forma que quiser, é claro que quando perceber isso – ou quando alguém chegar e falar nele –, deixe de lado essa sua “característica”.
Ele sabe que ainda tem muito à aprender sobre tudo, então estar na Japão é a melhor opção para isso, ele precisa reconhecer que nem todo mundo quer ser salvo.



Gostos; ◂

A cor azul, desde sempre gosta dessa cor, inclusive gostaria de ter uma casa no tom azul | o sol [], Ali ama sentir o quentinho dele em sua pele e durante os dias que ele está forte, faz questão de estender um pano no chão para aproveitar | flores, seu quarto é infestado das mais diversas, mas sua favorita é uma aloe vera, para os íntimos Ana Nana | tomate e pimentão, Jafar consegue fazer uma salada incrível com isso e mais uns temperos | ficar descalço, se sente livre quando anda sem qualquer tipo de sapato o prendendo | seu reino, é inegável o quanto ama seu povo e sua cultura. E por mais que seja proibido, pretende um dia levar seus amigos para conhecer | jogar moba, assim que teve acesso à um computador pela primeira vez (é o único objeto eletrônico que não tem problema em usar) instalou o tão conhecido lol, joga de adcarry e se encontra no gold afundado | mangá, assim que leu o primeiro se apaixonou completamente no estilo de leitura e estória, seus gêneros favoritos são shounen e shoujo | carinho, afague o cabelo dele e se torne seu melhor amigo.
Ali Jafar tem um gosto fácil de ser agradado, visto que é uma pessoa simples que não se prende a bens materiais.

Desgostos; ◂

Mentiras, uma mentira é como um gás, basta uma faísca para causar destruição. Desde que se conhece como gente, não suporta isso, não importa se é algo grande ou não | sua atual altura, é um pouco vergonhoso para si ser tão baixo perto dos outros | peixe, qualquer espécie é ruim para Jafar, até o cheiro o incomoda | que puxem seu cabelo | comentários do tipo “isso é de menina/menino” | frio, Ali está habituado a viver no calor então chega a ser estranho o frio, acaba ficando doente no inverno.
Jafar queria ser perfeito para gostar de tudo, mas isso é impossível para um humano, afinal, somos programados para gostar e não gostar. Para que não achem que ele é frescurento evita expor sua aversão a tais coisas (menos a mentira).

Hobbies; ◂

Seu único e mais notável hobbie, é o da leitura. É impossível para Jafar não ler no mínimo um livro no dia, normalmente procura ler livros de história e sobre “como aprender japonês”, por sinal, foi lendo livros assim que aprendeu o suficiente da língua e mesmo tendo um problema com vocabulário e kanji, se considera ótimo em japonês. É notável sua sede por conhecimento nesse mundo novo.

Medos, traumas e fobias; ◂

Seu único medo é não ser capaz de fazer a diferença no mundo e deixar que ele caia em depravação. Jafar ama esse mundo, não consegue imaginar ver um lugar tão incrível destruído.
Não possui nenhum tipo de trauma, foi criado com todo cuidado do mundo, então nunca sofreu nada que marcasse sua vida.
Não gosta de lugares apertados, mas não chega a ser claustrofóbico, mesma coisa com aranhas.

Manias e vícios; ◂

Sua única mania é a de morder o lábio inferior quando está com vergonha; foi uma mania que puxou de sua mãe que constantemente é envergonhada por Solomon. É uma imagem engraçada e nenhum pouco sexy.
Não tem um vício necessariamente ruim, todos os que possui não afetam ninguém, inclusive ele; precisa sempre saciar seu gosto pela leitura e por jogar league of legends.

Sonhos e objetivos; ◂

Ali Jafar quer ter poder suficiente para mudar o rumo das coisas; sua religião o ensinou a olhar além do mundo físico, toda vez que ele olha além, vê a quantidade gigante do rukh negro. Para ele, é impossível deixar que esse rukh escuro se sobressaía do branco. "Meu pai sempre disse, 'Jafar, olhe além desse mundo físico. Você consegue enxergar essas borboletas negras, não é? Sua missão é impedir que ele se espalhe.' E eu estou disposto a cumprir esse missão!"

Alergias; ◂

Jafar tem uma alergia um tanto irritante de “pelo” de gatos, acha os bichinhos tão bonitinhos mas é incapaz de ter um. Na realidade, não tem alergia ao pelo em si, mas sim a pele e saliva. A primeira vez que teve contato com um gato, foi quando seu pai deu um de presente, para infelicidade de todos, Ali ficou tossindo e com extrema coceira por dois dias inteiros, o pobre gatinho Alibaba teve que ser adotado por outra família.

Segredos; ◂

Ali Jafar não tem coragem de contar a ninguém que é um príncipe árabe; não é por medo de pessoas interesseiras, mas sim porquê um título não define quem ele é. Ser um príncipe não faz ele melhor que ninguém, e ficar falando para todos é como se jogasse na cara “Hey! Sou um príncipe rico!”. Mas caso descubram, não irá mentir.
Tirando esse, não tem mais nenhum, ele nunca esconde nada e como não faz coisas “erradas”, é um livro aberto.

História; ◂

Ali Jafar já nasceu sendo o garoto mais amado de todo o reino, veio no momento perfeito para agraciar o relacionamento quase acabado de seus pais; Lâmia e Solomon não tiveram escolha nenhuma em relação a se casarem, como futuro rei, o antigo príncipe precisava de uma mulher forte e nobre e aquela feroz mulher de cabelos rosados, era a melhor opção. Era de se esperar que uma relação como essa não houvesse um pingo de amor, pelo menos não no começo. Ter um bebe era uma obrigação para qualquer governante, então Ali foi concebido. Durante os nove meses em que esteve gravida, Lâmia não suportava nem mesmo olhar para Solomon, estava sendo praticamente obrigada a carregar uma criança que não desejava; não pensem que ela odiava a criança, mas simplesmente não era aquilo que ela queria – não até ver aqueles enormes olhos lhe fitando -. Foi no dia vinte e um de janeiro que ela mudou totalmente sua visão sobre ter um filho, assim que seus olhos se puseram sobre Ali, sentiu todos os sentimentos de ser mãe lhe invadindo de uma só vez, aquele pacotinho de gente era seu filho, o filho que se necessário protegeria com a vida.
Solomon sempre desejou o pequeno príncipe, não somente por ser seu herdeiro e sangue do seu sangue, mas também por ser o laço mais forte que teria com Lâmia. A verdade é que lá no fundo, tudo que desejava era um relacionamento amoroso, porém achava que o máximo que conseguiria, era amizade. E realmente, Ali juntou seus pais, mas inicialmente não da maneira que agradaria ambos.
Os dois se juntaram para criar o filho da melhor maneira possível, se tornando melhores amigos, esse foi o principal passo já que antes não eram nem mesmo próximos. No começo, foi difícil para o rei conquistar sua rainha, mas com muito esforço e insistência – sim, Jafar aprendeu com o pai -, conseguiu realizar aquilo que tanto almejava, se tornando um casal de verdade.

Ali cresceu sendo educado e mimado por todos os moradores daquele lugar, sempre cativando qualquer humano com seu sorriso gigante; visto que era protegido, não sofreu nada que o pudesse marcar para vida toda, pode até considerar que ele tinha uma vida perfeita afinal, foi amado e cuidado por todos seus parentes e “súditos”.
Mas, sua história não acaba aí.

A primeira vez que ouviu falar de um mundo totalmente diferente do seu, foi com um diário velho de seu falecido vó Ali, tinha encontrado o livro desgastado e amarelado no quarto da mãe - mais precisamente em uma caixa que sua mãe deixava ao lado da cama -, como o bom curioso que era, começou a ler aquele monte de paginas até chegar na metade onde encontrou seu novo objetivo, as palavras de seu vô eram precisas, indicando um lugar incrível e uma profissão incrível, “Recentemente, o rei Kassim me chamou para uma conversa em sua casa, eu fiquei chocado, afinal, o que um rei queria com um simples nobre como eu? Até mesmo minha filha tinha ficado surpresa. Mas, para não me perder em curiosidade, logo fui até aquela grandiosa construção. Chegando lá, o pequeno Solomon me guiou até o jardim onde seu pai me esperava. Felizmente, Kassim foi direto ao ponto “Você gostaria de saber como é o mundo fora daqui? Faça uma viagem comigo até um lugar conhecido como a terra do sol nascente.”, então eu aceitei, sabia que seria idiotice negar uma oferta dessas.
Assim que cheguei no tal lugar, me senti no paraíso. Aquela terra era incrível! Pessoas em caixas que mais tarde descobri ser uma televisão, roupas totalmente diferentes das nossas e o principal, uma classe diferente de trabalhadores, os heróis! Esses heróis ajudam todos, não é honrável?”
. Então Jafar começou a pesquisar sobre esse mundo “novo”, vendo o filho tão animado para algo, não teve como não ajudá-lo.
Foi numa tarde quente que finalmente o rumo do príncipe seria mudado, naquele quarto tão requintado, seus pais conversavam:
– Você já percebeu, não é? Jafar encontrou o diário de seu pai e agora está procurando qualquer informação sobre esse outro lugar. Creio que logo ele venha até nós nos pedindo para ir até lá.
– Sim. – olhou atentamente para seu marido, procurando respostas naquele olhar protetor que aprendeu a amar – No que esta pensando?
– Talvez devêssemos o mandar para esse lugar. Eu já fui até o Japão, conheci alguns heróis e, agora, imagino que esse seja o caminho que ele deve seguir. Você sabe o desejo dele de mudar o rukh negro, é obvio que se tornando um herói, será mais fácil de cumprir essa missão. Se ele continuar aqui, não evoluirá da maneira necessária, e não somos nós que possuímos as borboletas negras, é o resto do mundo.
– Mas longe de nós, ele corre riscos. Posso nunca ter saído daqui, mas imagino que esses vilões não sejam fracos ou piedosos. Como mãe, não consigo evitar de pensar no pior.
– Eu sei, e é por isso que estamos aqui conversando. Não quero arriscar a vida do nosso filho, mas eu sinto que esse é o destino dele. De qualquer forma, Ali deve decidir junto conosco, pode sair debaixo da cama, Saghir.
– De-desculpa, é que eu fiquei curioso! Eu juro que não fiz por maldade!
– Nós sabemos, querido. – sua mãe respondeu rindo, logo continuou - Então, acima de tudo, o que você quer? Sua escolha é a mais importante para nós, mesmo que isso signifique sua ausência.
– Eu gostaria de conhecer esse “mundo” e me tornar um herói!
– Então você deve passar na escola UA. Espero que saiba que é tanto prova pratica como escrita, o que significa que está em desvantagem, visto que não fala a língua deles. – avisou Solomon, mesmo sabendo que seu filho conseguiria.

E a partir desse dia, a família planejou a viagem. No tempo que deu, Ali treinou e estudou; pegou afinidade com a língua e aprendeu a ter maior controle de sua individualidade. Ele estava pronto.
Não foi uma despedida triste, Jafar foi com a promessa que se tornaria um herói e ajudaria esse mundo.

Quando chegou no Japão, não teve tempo de conhecer o lugar, já era o momento da prova. Para ser sincero, Jafar achou que fosse se dar mal já na prova escrita, mas suas noites de estudo da língua serviram para o fazer entender cada questão, acabando por ficar acima da média. Já na prática se saiu razoavelmente bem, teve certos problemas em desviar de coisas indesejáveis e cansaço, mas foi o suficiente para passar. Ali Jafar sabe que tem potencial para melhorar, por isso irá se dedicar ao máximo em aprender.

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𝐄𝐮 𝐧𝐚𝐨 𝐭𝐞𝐧𝐡𝐨 𝟏𝟐 𝐚𝐧𝐨𝐬!


Fotos e photoplayer; ◂



“Você não tem 15 anos nem aqui, nem na China. Vá logo atrás da sua mãe!”

Jafar é um adolescente em corpo de criança, não possui músculos, tem um rosto redondo, bochecha gordinhas e apertaveis, grandes olhos azuis, braço fininho e uma altura vergonhosa (exatamente 1.58). A coisa que mais gosta em si, é seu cabelo, ama com todas as forças o tom azul que carrega, assim como o corte pouco usado por outras pessoas, inclusive aprendeu a fazer sua tão conhecida trança com o pai; também tem um certo orgulho de sua pele, não muito branca, nem muito bronzeada. Não é feio, mas também não é um daqueles bonitões, é fofinho.
Ali Jafar ainda está em crescimento, por isso ainda tem a esperança de ficar maior e bonito.
Após um dois meses na U.A, ele irá começar a crescer, a principal mudança está na altura, Ali vai de 1.58 à 1.65, deixando aquele ar infantil para trás.
Passa de garoto fofinho à menino do cabelo azul bonitão; se torna quase uma cópia de seu pai.


Roupas; ◂

Visto que vem de um lugar totalmente diferente de seus colegas, Jafar tem um estilo completamente exótico na visão dos outros. Costuma usar "camisas" que só chegam até uma parte da barriga - até menos -, coletes e as calças Aladim (modelo bem largo, com uma faixa na cintura, elástico nos tornozelos e gancho baixo). Normalmente usa pulseiras e tornozeleiras de ouro, e uma pedra vermelha com fios presos no cabelo, além de sempre estar com sua flauta na faixa da cintura.
Jafar não suporta com todas as suas forças usar qualquer tipo de sapato, tênis ou chinelo, está sempre descalço. Caso seja obrigado a usá-los, é bem provável que sinta um desconforto imenso a ponto de reclamar. Também não gosta nenhum um pouco do uniforme, e se recusa a vestir aquele 'negócio cinza estranho', usar aquilo seria uma afronta à sua cultura.
[https://m.imgur.com/a/aTn0GNG]

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𝐍𝐚𝐨 𝐝𝐞𝐬𝐢𝐬𝐭𝐢𝐫𝐞𝐢 𝐝𝐞 𝐦𝐞 𝐭𝐨𝐫𝐧𝐚𝐫 𝐡𝐞𝐫𝐨𝐢!


Nome profissional; ◂

Kyojin, 巨人. É uma clara referência à sua individualidade, a tradução é “gigante”. Inicialmente, seu plano era colocar Amyr [أمير], mas se perguntassem o por que de ser “príncipe” em árabe, seria incapaz de mentir. Jafar não é apegado a esse nome, mas até gosta de como ele soa.

Uniforme; ◂

Para falar a verdade, Jafar não fazia ideia do que utilizar, queria usar uma roupa um pouco mais típica de seu reino, mas seria a mesma coisa de suas roupas normais, então decidiu usar uma espécie de vestido preto. Esse vestido chega até um pouco abaixo do seu joelho, tem a gola branca e mangas largas. Obviamente não é um uniforme convencional, já que sua individualidade é controlada de longe, não achou necessário algo extremamente defensivo ou elaborado.


Individualidade e suas limitações; ◂




Guardião do rei é a individualidade que herdou de seu pai Solomon. Basicamente, Jafar cria um gigante chamado Nueph; esse gigante ataca e defende aquilo que Ali desejar. É impossível dizer do que esse gigante é feito ou de onde ele surgiu. Ali Jafar cultivou uma espécie de amizade com ele, jamais o usaria até o limite.
O limite é quando o próprio gigante está exausto ao ponto de não conseguir se mover, ele se torna um peso morto nesses momentos.
Ali Jafar só consegue manter o gigante em pé por três horas e com duas já fica razoavelmente lento. Se olhar bem, Nueph não tem como defender seus pés, então se cortarem ou danificarem ele, é o fim, já que ele some na hora; sem o gigante o protegendo, Jafar fica completamente exposto.

Habilidades; ◂

Não é necessariamente uma habilidade, mas Jafar é um ótimo ouvinte; escuta sem interromper e não julga até o final, além de ser compreensível.
Cozinhar, Ali cozinha realmente bem e como sua mãe está em outro lugar, ele mesmo faz seu bentō, obvio que não usa nenhum tipo de carne visto que é vegetariano.
Ele escreve bem, sabe por seus sentimentos de uma forma clara e leve, não é atoa que tem um diário.
Em relação à habilidades de combate, a única que possui é a de pensar em saídas para quando perceber que algo vai dar errado, mas não chega a ser um estrategista.

Inabilidades; ◂

De longe, nota-se que Jafar não possui qualquer tipo de habilidade em se esquivar. Para coisas assim, tem um pensamento realmente lento, sem contar que não pratica nenhuma luta. Para piorar, também não é nenhum um pouco ágil.
Ali não sabe nadar, mas não é por isso que não entra em piscinas. Se for para se refrescar, vai até na de criança, e como já é confundido com uma, passa despercebido.

Arma; ◂

Jafar não usa nenhum tipo de arma, é alguém que quase não consegue manusear uma faca de cozinha direito, então imagina uma arma real. Mas não vai de mãos vazias para combates, além de carregar sua inseparável flauta, costuma levar um cajado de madeira, obviamente é só simbólico já que não serve para nada; Ali o carrega por se sentir confiante perto dele e por lembrar dos pais.
Em algum momento esse cajado se quebra, logo pede um novo para seu pai, que acaba mandando um bem maior e mais detalhado. Aquele tinha sido o cajado de seu pai durante a adolescência - é normal para os nobres usarem -.


Como age em campo?; ◂

Jafar não nasceu para combates, chegou a conclusão assim que entrou para U.A; se não fosse seu sonho ser herói, já teria desistido a muito tempo. Em campo, até 5 minutos, ele é totalmente ansioso, então não consegue parar de falar um minuto além de acabar “atropelando” elas. Assim que passa esses 5 minutos, surge uma nova face, a de preocupação, Ali não quer de maneira alguma machucar inocentes - até mesmo o adversário, se for para ser sincero -.
Ele tenta manter a postura para não fazer coisa errada, mas é óbvio que muitas vezes vacila; Jafar quer melhorar, mas para isso é necessário errar. “São com os erros que nós aprendemos, certo?”

Como age em equipe?; ◂

Ele é uma daquelas pessoas que está sempre preocupado com seus companheiros de luta; acaba colocando a necessidade deles acima da sua, focando em proteger. Obviamente, tem algumas dificuldades em trabalhar em equipe, muitas vezes não sabe como usar sua individualidade para combinar com a dos outros. Para ser sincero, tem um pouco de medo de ser considerado um estorvo por eles, então sempre se esforça para ser a melhor pessoa possível.

Como age nas aulas?; ◂

Ali Jafar se considera um aluno aplicado, ele se esforça mais para entender o conteúdo já que muitas vezes acaba não conhecendo palavras importantes. Seu costume é o de sair da aula já revisando a matéria, fazendo anotações e mapas mentais; pode parecer que Jafar seja um nerd, mas te garanto que essa não é sua realidade, ele só se esforça mais que a maioria.
Em relação a como se porta na aula, é um daqueles alunos que conversa bastante porém sabe a hora de parar. Sempre pergunta quando está com dúvida e não exita em pedir ajuda quando sente dificuldade em fazer as lições.
Jafar gosta de chamar os amigos para estudar com ele e normalmente é recusado. “Hm. Vocês deveriam estudar comigo, parem de negar!”

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𝐌𝐚𝐢𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐦𝐢𝐠𝐨𝐬, 𝐟𝐫𝐢𝐞𝐧𝐝𝐬.


Familiares; ◂


Solomon Jehoahaz – 40 anos, nascido dia 28 de julho – rei e empresário – vivo – pai. Jafar sempre foi extremamente próximo do pai, treinavam a individualidade juntos, liam juntos e passeavam juntos; não nega que era mimado por ele. Nunca foram de se desentender, ambos sempre tiveram a mesma opinião sobre quase tudo, não é atoa que é considerado a cópia dele. Ali tem um respeito gigante por ele e se inspira no mesmo. Sente uma imensa falta de fazer os programas pai e filho que faziam, até costuma reclamar disso durante as horas a fio no telefone.
Lâmia Jehoahaz, 38 anos, nascida dia 14 de dezembro – rainha e costureira – viva – mãe. Não são tão próximos como é com o pai, mas é inegável o quanto a ama. Desde pequeno, Lâmia e Ali tem uma relação carinhosa, mas sem ser tão chegada; porém ainda é uma mãe que se preocupa bastante com ele. Ambos se respeitam, sem brigas ou desentendimentos. Inclusive, aprendeu a cozinhar com ela.
São uma família unida, Jafar jamais desejaria ter outra.

Como age com; ◂

Par: inicialmente, Ali vai ficar extremamente confuso sobre seus sentimentos, provavelmente vai ficar horas e horas tentando colocar um nome no que sente, assim que conseguir, vai rapidamente tentar conquistar o par, seja o chamando para sair ou levando comida para ele na escola. Não importa quanto tempo demore, desistir não está em seu vocabulário.
Assim que começarem algum tipo de relacionamento, se tornará alguém ainda mais feliz do que é, se ele já falava antes, agora vai falar ainda mais. Ali será um daqueles namorados que quer atenção e carinho, e por mais que seja tímido, roubará diversos beijos – mas caso perceba que incomoda o par, não se importará em evitar -. Não sente necessidade de praticar o ato sexual, até porque, não quer um relacionamento baseado apenas nisso, se for para acontecer, que seja sem forçar a barra.
Em caso de discussões, não esquenta a cabeça, tenta entender o par e mostrar seu ponto de vista sem fazer falta de educação. Se ele for o errado, se desculpará.
Para qualquer dos efeitos, respeita o companheiro e está disposto a fazer dar certo, mas também, se acontecer de ser o único a ”sentir demais”, terminaria na mesma hora, pode amar ele, mas não é idiota ao ponto de namorar sozinho – claro que ainda manteria uma amizade, antes de tudo eram amigos -.
Amigos: a forma mais clara de definir ele com seus amigos, é grudento. Ali gosta de receber e dar atenção à eles, seja os chamando para ir no shopping ou para ver algum filme. Ele é realmente paciente com eles, ouve e tenta ajudar sempre que é possível. Não faz perguntas que podem ser invasivas demais e respeita o espaço pessoal. Por mais que fale muito, se pedirem para ele falar menos ou parar, Jafar vai atender o pedido, esperando até poder voltar ao seu padrão.
Ali gosta de todos do jeito que são, não mudaria nada neles.
Colegas de classe: falante, como já era esperado, ele fala muito, puxa assunto e tenta virar amigo deles. Sempre oferece ajuda, seja em questões escolares ou pessoais, Jafar está sempre pronto para estender a mão. Ele tenta ser o mais gentil possível, e caso ocorra brigas na sala, Ali seria o primeiro a tentar amenizar, seja com piadas ou simples pedidos de “Por favor! Não briguem, vamos resolver essas desavenças em uma conversa civilizada.”
Mesmo sendo somente colega, ele pode ser a melhor escolha para ouvir e respeitar.
Rivais: por incrível que pareça, certas pessoas são realmente boas em o fazer ficar irritado; é impossível manter a calma perto deles. Por mais que esteja nervoso, dificilmente irá realmente brigar, prefere discutir pacivamente à cair no soco. Não fala mau, não provoca e não tenta ser amigo - provavelmente antes ele já tenha tentado e falhado -. Caso o rival chegue a procurar encrenca, vai sair frustrado pois Ali realmente não dá bola para brigas.
Professor Yamada: realmente gosta de sua aula, mas é claro que as vezes acha um pouco chato; Jafar sabe que é necessário um treinamento pesado, mas é inegável o quanto fica cansado e mentalmente exausto dos treinos que recebe do professor Yamada. Ali tem um total respeito por ele, presta atenção em tudo que o mesmo fala e sempre participa muito de suas aulas - não seria surpresa se o professor não aguentasse mais ouvir Jafar -. Ali tem o habito de sempre deixa alguma flor na mesa do professor, afinal “flores não são somente sobre amor, mas também admiração”; normalmente dá girassóis.
Akashi: não nega acha-lo um garoto realmente interessante mas ainda sim, tem um certo receio em tentar fazer amizade com ele; não o leve à mau, Jafar simplesmente tem um medo daquela “aura assustadora” que irradia dele. Acaba o tratando como um colega comum, gentil e disposto à ajudá-lo. Ainda que tenha o tal medo, tem um grande respeito por sua liderança, assim como segue suas estratégias sem questionar.
Ayumi: Jafar ama falar, e quando se junta com outra pessoa falante, é capaz de passar horas conversando até sobre o preço da uva no mercadinho; devido a isso, quando está com Ayumi, formam uma dupla imparável. A primeira vez que conversou com ela, ficou realmente sem jeito, nunca tinha visto uma mulher tão bonita em toda sua vida, só de olhar para ela, sentia o tom vermelho se alastrando por todo seu rosto - com toda certeza, o cabelo de Akashi teria inveja -, até mesmo se questionou se era mesmo demissexual. Felizmente, assim que trocou algumas palavras com a “bonitona irresistível”, acabou perdendo o encanto, não que tenha a achado chata, mas sim porquê sentiu um afeto gigantesco de amizade por ela. Atualmente, se Ayumi pedir ajuda, imediatamente ele estará lá para ajudá-la; é óbvio que possuem um relacionamento bom, conversam até a boca cair e Jafar até gosta de levar alguns bolinhos de arroz em formato de coração para ela.
Taiga: Ali quer entender o que se passa na cabeça dele; Jafar nunca tinha ouvido falar nesse vilão até entrar na U.A. O desejo de compreender o vilão é algo que não irá abrir mão tão cedo, pode parecer um tanto idiota, mas a cede de estar ciente de todos os sentimentos humanos o fascina.
Provavelmente, assim que tiver um confronto direto com ele - se sair vivo, claro -, é provável que acabará realmente sentindo medo. Não aquele medo que sente de Akashi, mas sim o de temer até o nome. E isso o faz ficar ainda mais curioso em relação a Taiga.

Quer um par para seu personagem?; ◂

Sim.

Seu personagem possui algum melhor amigo(a) ou vai possuir?; ◂

Sim. Por mais que não goste de classificar seus amigos, é impossível não ter um mais especial.

Com que tipo de pessoa seu personagem se dá bem?; ◂

Normalmente, Jafar se da realmente bem com pessoas como ele, alegres e falantes. Mas para falar a verdade, pode considerar que ele se da bem com todos, não importa o jeito da pessoa, ele sempre vai insistir nela. Pode parecer exagero, mas Ali realmente quer ser amigo de todos, então não importa o quão distante ela seja.

Com que tipo de pessoa seu personagem não se dá bem?; ◂

Não é que não se da bem, mas Jafar tem um certo receio em se aproximar de pessoas secas e fechadas demais, porém só no começo, assim que falar um simples “oi” e pelo menos receber um outro “oi”, começa a ser aquele menino que não consegue mais parar de falar, insiste nessa pessoa até receber um “você é meu amigo, satisfeito?”.

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𝐀𝐡. 𝐄𝐮 𝐧𝐚𝐨 𝐬𝐞𝐫𝐢𝐚 𝐜𝐚𝐩𝐚𝐳 𝐝𝐞 𝐦𝐚𝐭𝐚𝐫 𝐚𝐥𝐠𝐮𝐞𝐦.


Por que o personagem quer se tornar herói?; ◂

Ali sempre sentiu a necessidade de proteger as pessoas, então é obvio que a melhor escolha para si seria se tornar um herói; mas seu motivo vai muito além disso. Junto da vontade de ser bom para este mundo, Jafar sente que é seu dever transformar o rukh negro no branco novamente, afinal, antes de cada vilão se tornar o que é, era uma pessoa como ele, com sonhos e motivações boas.

Mataria alguém?; ◂

Jamais. Matar seria como deixar de ser ele, se já não gosta de usar violência, quem dirá matar.
Provavelmente, quando chegar o momento em que ele tiver que escolher matar para viver, seja seu fim. “Eu... Se possível, falem para meus pais que eu amo eles.”

Trairia seu pessoal?; ◂

Nunca. Jafar não é capaz de fazer isso de maneira alguma; trair é uma das coisas mais feias do mundo, é algo totalmente errado mas dependendo do caso, justificável.

Frases que sempre fala; ◂

“Tem coisas nesse mundo que eu ainda não conheço. E é por isso, senhor vilão, que não posso deixá-lo à sua mercê.” – Jafar para qualquer vilão que aparece.

“Desculpa, você poderia repetir essa palavra novamente? Quero procura-la em meu dicionário.” – acontece durante diálogos informais com seus amigos, durante a aula se esforça ao máximo para achar sem ter que interromper a explicação do professor.

“Todo mundo tem um passado que merece ser ouvido e perdoado. Vocês me acham idiota por acreditar no ser humano?”

“Eu erro, você erra, ele erra. Todos erramos, e todos merecemos perdão!”

“Eu tô exausto! Quero jogar meu lolzinho em paz, é pedir muito?” – durante o último período de aula, é normal Jafar dize-lá.

“Ok. Siga seu coração, provavelmente é a melhor opção. Se der errado, eu estou aqui por você.” – quando alguém pede conselhos românticos.

“Eu sei que as vezes sou um pé no saco, mas que culpa tenho, se aprendi a ser insistente?”

“Você sabe que vou insistir na sua amizade até ser chutado, né?” – para qualquer pessoa distante.

Sabe que, após eu aceitar seu personagem, ele se torna “meu” e eu posso fazer o que quiser com ele, inclusive matá-lo?; ◂

Sim.

Algo a mais?; ◂

Seu diário é escrito totalmente em árabe, então não importa se alguém pegar, é impossível para quem não souber a língua entender uma palavra sequer.

Seus pais ligam uma vez por semana, no dia que recebe a ligação, fica por horas no telefone.

Jafar não tem um celular, apenas um telefone fixo e computador. Já teve um, mas como já era de se esperar, achou difícil de usar, então vendeu e comprou flores com o dinheiro.

Sempre que encontra alguém nos corredores da escola, faz questão de falar bom dia ou boa tarde, então acaba sendo razoavelmente popular. Ele é conhecido como o 'garoto simpático da classe A'.

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Atualizações do Usuário

Usuário: wesninski
hirotaka i eu jogando genshin 😎
Usuário: wesninski
eu tô morrendo, ah.