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Hypnoss_

Nome: Igor
Sexo: Masculino
Aniversário: 18 de Setembro
Cadastro:
Algo que me descreva em poucas palavras? Hm... acho que nada melhor que o enigma da esfinge:
"Decifra-me ou devoro-te"
Mas... de qualquer modo? Gosto do Parnasianismo e do Realismo e acho que o Arcadismo era um bando de marmanjo falando sobre mato (?).
Adoro aquele verso super cliché:
"No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra...".
E sei falar Pt., Eng., Fr. e quem sabe um dia Alemão? É só...

Edrik Adamevich Krunn

Postado


• Ficha •

• Cookies •


• Nome •
Edrik Adamevich Krunn
Normalmente se apresenta como “Edrik Krunn”
“Adamevich” — “Filho de Adam”

• Nacionalidade •
Russo

• Apelido •
Ed. (Algumas pessoas chamam de “Ced”, mas é bem menos comum).

• Sexualidade •
Bissexual

• Aparência •
Loiro e de olhos azuis, com 1,81 de altura e 70kg.
Vaidoso, mas não tanto, gosta de se vestir bem e tem sempre a barba aparada quando possível.






• Personalidade •

Curioso, e curioso. Edrik é um homem gentil e muito bem humorado, seus sorrisos são quentes em contraste com sua origem, mas se sua personalidade não denunciava o frio da Rússia, seu sotaque denunciava: falava arrastado e comumente pronunciava o “r” russo (“r” do espanhol, tipo o de “caro”) ao invés do “r” do inglês, bem como trocava o som do “w”, lendo-o como “v”.
Muito bem articulado em suas falas; suas perguntas e proposições são muito bem colocadas, ele prefere, em geral, falar quando tem o que acrescentar (“A arte da fala é a arte da concisão” — Edrik), e por isso raramente inicia conversas, mas se outrem as inicia, participa delas.

Portanto, consoante à frase citada, Edrik sabe muito apreciar o seu próprio silêncio, não sendo poucas as vezes em que para de falar no meio de conversas com mais de duas pessoas e se deixa escutar as vozes dos outros, prestando atenção na pronúncia das palavras e no uso das mesmas, no modo como as pessoas se comportavam, em seus gestos. É muito observador e atencioso com detalhes, em geral saberá manias, gostos, datas importantes e detalhes específicos sobre seus amigos.
Ele é também muito caridoso e bondoso por essência, mas esconde isso sempre, graças a sua decepção com Joseph e adota uma decisão de se pôr em primeira posição de sua lista de prioridades quase sempre. Tomara para si as máximas maquiavelianas (relativa à filosofia de Maquiavel) e lembrava-se sempre que “mais importante que ser, é parecer ser”, e que a bondade era confundida com fraqueza: e não queria ser fraco, não mais.
Além disso, em geral, e pondo-se em primeiro na lista de prioridades, pode ser visto como egoísta ou arrogante, e de fato age como se fosse vez em quando. Ele não se prejudicaria para ajudar alguém a não ser que goste muito da pessoa (“Não se pode amar alguém, mais do que você ama a si mesmo” – Edrik), mas na verdade ele apenas está tentando se defender do mundo.

Bem como tomara Maquiavel para si, tomara parte de Schopenhauer, mais especificamente gostava de “A arte de ter razão”, cujos trinta e oito estratagemas destinados a vencer os discursos mesmo sem estar certo eram simplesmente facas de dois gumes. A longo prazo eram imbecis e infantis, mas se uma discussão rápida era muito útil. Ele levara aquilo como modo de provar-se certo mesmo errado e como modo de conseguir o que ou quem quisesse algumas vezes, ainda assim, não se considerava manipulador, e de fato não o era: não usaria aquela habilidade em algo que fosse prejudicar outrem… Ao menos não sem uma precisão grande.
Por vezes, ele é também um bisbilhoteiro. Sua curiosidade o torna afoito e agitado, seus olhos estão sempre tentando captar o máximo de informação possível e por isso sempre viajando entre os rostos e detalhes do espaço tentando assimilar tudo. Ele também não consegue parar de ouvir conversas alheias: se começar a ouvi-las tentará ao máximo permanecer até o final sem dar bandeira (*P.S.: Claro que com limites e dependendo da conversa, ele também não vai seguir as pessoas até em casa, etc.) e todos os anos de experiências lhe garantiram uma grande habilidade em ser silencioso enquanto se esconde.
Edrik é uma pessoa que, embora pareça forte com sua casca de arrogância e, paralelamente, gentileza e simpatia, com sorrisos muito abertos, embora palavras sejam mais raras, na verdade é muito frágil. É fácil magoá-lo, embora ele jamais admitiria tal, nem para si mesmo. Desde Joseph ele gosta de pensar em si como um adulto, um cientista e um homem de intelecto, mas ele não o é de fato. Sua personalidade escondida ainda puxa-o ao infantil.
Apesar disso, ele olha pragmaticamente para o mundo. Seus planos em geral são propensos a dar certo (P.S.: Essa citação não é necessariamente para depois do infecção), uma vez que jamais contem apenas com a boa vontade das pessoas (“O jeito mais fácil de fazer um homem cooperar é dá-lo vantagens para tal” – Edrik). Ele sabe que enquanto a situação for favorável não precisará contar com o acaso, basta que ele arquitete um plano que contemple o interesse de todos.
Por vezes, entretanto, acorda apenas com muita saudade. Uma saudade melancólica e muito forte de sua infância e da Rússia e da sua família e de Joseph e, embora tente ignorar, passa o dia cabisbaixo, com ainda menos palavras que o normal, sem se pronunciar. Por vezes, chora e, outra vezes, quando a saudade é tão forte que nem mesmo o choro faz cessar o sentimento bebe até que fique demasiado ébrio para lembrar por que estava triste. E por esse sentimento de saudades que faz questão de manter seu sotaque pungente e seu pingente de metal, bem como a faca que seu pai o dera antes de sair da Rússia. Dissera que seria útil e sorriu e Ed simplesmente o guardara.
Ele gosta de beber, pois o deixa alegre, mas diminuiu muito desde que saíra da Rússia, lá a bebida esquentava o inverno, nos EUA já não o necessitava e, em geral, quando bebia as pessoas que andavam consigo tentavam acompanhá-lo e jamais dava certo, pois antes de chegarem à metade do que consumira, já estavam completamente bêbados. Embora mais raramente, ele ainda gosta dos jogos “regados a álcool”, como cartas ou o jogo da garrafa (não que ele se orgulhasse do que fazia durante os jogos, mas não deixava de gostar dos feitos).
Nota: Não é do tipo puritano. Normalmente tem alguns casos de uma ou duas noites com mulheres ou homens.


• O que há em sua bolsa na hora do acontecimento? •
- Caderno e canetas
- Faca (que o pai deu)
- Faixas de algodão, band-aids e meias.
- Uma muda de roupas
- “A arte de ter razão” (Arthur Schopenhauer) e “O Príncipe” (Maquiavel)
- Celular (no bolso)
- Óculos de descanso

• Gostos •
- Música (em especial música pop, mas não tem grandes preferências)
- Descobrir coisas e ambientes novos
- Comer carne
- Ler
- Escrever
- Andar descalço ou sem meia
- Bebida
- Cantar

• Desgostos •
- Doces com muito açúcar
- Ficar muito tempo no mesmo lugar ou sem descobrir coisas novas
- Usar sapatos e meia
- Cigarros (se incomoda muito, se constante ele provavelmente comentará com a pessoa)
- Ficar muito tempo de óculos

• Cursava o que antes do infecção? •
Sociologia

• História •

Em meio à paisagem fria da República de Komi (região da Rússia) nascera uma criatura curiosa e quente. Syktyvkar, que apesar de ser capital da república, não era mais que uma provincial e bucólica cidade de duzentos e poucos mil habitantes, mais um: Edrik Krunn.
Filho de pai alemão (Adam Krunn) e mãe Russa (Olga Volkov) a pequena criaturinha de olhos azuis e cabelos muito loiros já desde o primeiro dia era apenas uma coisinha curiosa e com os olhos muito agitados em tudo. Ele já desde bebê parecia ser ele, pois bastava que vozes se pronunciassem e ele imediatamente abrandava e cessava o choro como que para escutá-las.
E sempre fora assim que tiveram de o ninar: cantando. E quando as músicas se repetiam, ele chorava como se já a conhecesse e exigisse uma nova, exigisse novo repertório, exigisse conhecer mais. E assim aprendeu a falar: ouvindo músicas. E antes dos cinco anos já cantava tanto em alemão, quanto em russo para si mesmo a grande maioria das músicas que ouvira: e que voz tinha!
Seus primeiros anos também foram de descoberta, e como descobrira as línguas e os pais, descobriu as pessoas e quão amplas estas são. Ele gostava de conversar e exibia por aí todo orgulhoso e sorridente as palavras novas que sempre aprendia na escola ou conversando com alguém mais velho. Ele explorava o mundo como se explora um livro da primeira vez que o lê e, embora satisfeita, sua mãe se preocupava com a primeira queda que ele podia tomar. E tomaria.
Os colegas de classe se achegavam muito a ele desde sempre, mas nada se comparava com a amizade deste e Joseph, e fora o primeiro amigo a visitar sua casa. Era uma lembrança muito viva na memória de Ed; ele mostrava empolgado as diversas e incríveis descobertas que havia feito: uma plantinha que estava agora murchando com o início de inverno, um enfeite de vidro em formato de cisne muito bonito que ele achara na estante da sala e tomara para si, um pingente de metal que, ainda bebê, havia puxado do pescoço de seu pai, e por isso seu pai lhe o dera.
Edrik tinha também dois irmãos mais velhos, mais russos: Nikolai e Mikail; os gêmeos tinham quase oito anos a mais que Edrik, entretanto, e parecia não haver muito espaço para ele e, embora eles tentassem incluí-lo, os anos trataram de dar um irmão mais próximo de Ed: Joseph, Josy o fora.
Eles faziam tudo juntos, e eram um grupo de quatro com Yerek e Dimitri. Mais tarde, com seus onze anos, ainda haveria Dasha, formando cinco. Mas se os cinco eram unidos, Ed e Josy eram um. E enquanto seguia seus anos crescendo ativo e curioso, aprendendo e sempre querendo aprender mais, e de longe o melhor da sala graças a isso, aprendeu ainda o inglês, o que não fora tão difícil partindo do alemão.
E fora na adolescência que descobriram, Joseph contaminado pela curiosidade de Ed, que queriam ser mais que irmãos. Juntos, como faziam tudo, descobriram-se também como bissexuais e, tanto um quanto outro, tiveram nessa época suas primeiras namoradas, mas não durara. Fora menos de três meses depois disso, com quatorze anos, que se descobriram um pelo outro. E a união se tornou ainda mais próxima.
Durante dois anos namorariam, e descobriram-se um no outro sem vergonha e sem medo. Os olhos e mãos ansiosos e afoitos de Edrik eram também mirados, naquele momento, ao corpo de Joseph. E, se a mãe se preocupava com a queda, logo ela viria.
Como que uma peça do tempo mal pregada Edrik recebera o convite de uma escola moscovita e na mesma semana tomara uma queda que simplesmente se recusara a entender. Como comum, entrara na casa de Joseph e cumprimentara seu irmão mais novo, Yvan, que o olhara e estranho e dali já sabia que algo estava errado. Encontrara Joseph em seu quarto, ainda vestido sobre Dasha, mas era claro que não ficariam daquele jeito (vestidos) por muito tempo se não os tivesse encontrado.
A raiva tomara Edrik, uma raiva amarga e azeda, que fazia um gosto ruim subir toda vez que engolia. E não houvera explicações, porque não era explicável. Não doeria tanto se não fosse Joseph.
Ele decidiu que era hora de deixar tudo para trás. Aceitou e saiu de Syktyvkar para Moscou. A essa altura, com dezoito anos, já era um prodígio, em especial nas ciências humanas, com uma lista de leitura que passava por Weber, Marx, Schopenhauer e Maquiavel.
E depois de Joseph decidiu que seria um acadêmico integralmente, que não queria mais se envolver com ninguém. E embora durante o ano em Moscou tenha tido alguns casos, jamais descumprira sua decisão: era sexo, era nada mais que sexo.
Um ano depois mandou sua carta para Harvard, incentivado pelo diretor da escola, e fora aceito. Sua família podia facilmente pagar, e os Estados Unidos fora só mais uma fronteira. O rapaz se despedira de sua família e de Joseph. Chorou no voo, mas ainda não era saudade, era apenas por notar que havia perdido um irmão. Ele não fizera nada para reconciliar-se.
Adotou Maquiavel para isso, como na política, nos relacionamentos os homens buscam apenas benefícios próximos…
E dividido (sua identidade na Rússia, seu intelecto nos Estados Unidos) já vivia antes da infecção. Tinha amigos, ou ao menos achava que tinha. Achara engraçado aquele povo, pois enquanto sua vida todo beber fora muito natural, inclusive beber muito, com um shot ou dois de Vodka russa seus amigos já bambeavam, quando notou que o seu ritmo prejudicá-los-ia, diminuiu.
Ele se envolvera com algumas pessoas do campus, e seus olhares eram muitos de luxúria. Muitos de arrogância. Muitos de amizade. Mas faltava em seus olhares confiança.
Na madrugada da infecção estava muito descansado. Dormira cedo para estudar naquele horário (seu cérebro funcionava melhor nele) e deixara a Televisão como barulho de fundo, para quebrar o silêncio do apartamento. Seu colega de quarto havia saído para uma festa qualquer e não deveria voltar tão cedo.
Os cadernos todos abertos e também muitos livros juntos à luz ofuscante. Seus olhos começaram a arder e ele pegou os óculos de descanso (ele tinha de usá-los para ler de perto), ponderou sobre precisar ou não deles por um momento e quis tirá-los, jamais se acostumaria com os óculos.
Voltou a estudar quando notou um plantão urgente na televisão e virou-se para ele. Achou que era brincadeira e voltou a estudar, ainda tinha muitos textos para ler e resenhar sobre. "Infecção? Quem eles acham que vai cair nessa peça?" perguntara a si mesmo antes de pacientemente voltar a reler "O mundo como Vontade e Representação" de Schopenhauer a fim de fazer uma resenha deste.


• Armas •
Uma pistola Taurus 838 C e a faca dada por seu pai

• Manias •
- Em nervosismo, irritação ou medo: Ficar balançando a perna.
- Em nervosismo, irritação ou medo: Ficar mexendo os dedos e tocando-os entre si.

• Medos, fobias e traumas •
- Traumatizado com confiança excessiva e com gostar mais de outrem que de si mesmo. Não o faria novamente.
- Medo de ser fraco e de ser utilizado, de servir como objeto.
- Medo de ser amarrado.

• Curiosidades •
- As faixas de algodão, band-aids estão na mochila porque ele sempre corta o pé, visto que fica muito descalço ou sem meias. E as meias para se precisar de alguma situação mais formal.
- A muda de roupas na mochila estava lá porque ele ia dormir fora no dia da infecção.
- Sobre escrever: ele costumeiramente para, abre a mochila e fica escrevendo algo no caderno no meio do campus. Pode ser uma história, um poema, algo sobre alguma língua, etc.
- A faca que o pai deu é um daquelas multiuso; com cabo de prata com uma bússola, lâmina de aço com 26cm, e comprimento total de 40, além de ter uma bainha que dá para pendurar no cinto (nota: pesa mais ou menos 250g):

- O pingente de sua ingância era de prata e ele usa com um corrente de ouro no pescoço. Ele nunca o tira, e funciona como uma lembrança, uma raiz a seu passado:

- O sotaque é um traço marcante de sua personalidade e ele faz questão de não perde-lo (isto é, não se esforça para falar o inglês mais americanizado), pois também faz parte dessa dicotomia entre estar nos EUA, mas manter-se na Rússia.

Nota: Uma sugestão para representar o sotaque é a senhora trocar (às vezes, não sempre, pois ficaria poluído, ou então escolher um dos seguintes e repeti-lo sempre) os “u’s” átonos por “v”: automóvel > avtomóvel, o “j” pelo “y”: “uma pessoa justa” > “uma pessoa yusta” e ainda o “lh” ou “li” por “ly”: “talho” > “talyo” (como aquelas pessoas em Portugal que falam o som de “li” ao invés de “ly”. Assim muitas frases não teriam alterações: “Vamos, temos de sair daqui!”, e outras poderiam ser marcantes: “Isto é mev” (ao invés de “meu”) ou “Sinto muita falta de minha famílya” ou trocar o “ó” pelo “ô”: “Seus ôlyos”. É só uma sugestão, se desejado, sinta-se a vontade para citar isso na narração e deixar a fala dele sem nenhuma modificação do sotaque. Faça como mais lhe aprazer.


• Par •
Sim

• Em uma situação de perigo em grupo, você fica para ajudar os seus amigos ou foge? •
Avisaria do perigo e ponderaria. Negar-se-ia a entrar numa situação em que o perigo não compense a recompensa, entretanto, não fugiria se o perigo surgisse a sua volta.

• Como o seu personagem pensa sobre Alexandra? •
Depende da situação em que se conhecessem. Ele gosta de pessoas expansivas e/ou gentis, então não teria problemas com Lexa, mas creio que a criticidade e acidez dos dois em certos momentos fá-los-ia uma bomba relógio.
Poderiam, então, ser bons amigos, ou inimigos ferrenhos. A primeira opinião para Edrik é importante, mas estará sempre aberto a conhecer novos aspectos da personalidade das pessoas e creio que seus modos atenciosos poderiam agradar Alexandra.


• Soundtrack •
- Send my love (to your new lover) – Adele.
- It’s a long way – Caetano Veloso.
- O que será? (À flor da Terra) – Chico Buarque.
- Mulheres de Atenas – Chico Buarque.
- Terra – Caetano Veloso.

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[27/09/2017] Sor Duncan Redwyne

[20/04/2017] Jânus Greyjoy


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