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RKBarbosa

RKBarbosa
Nome: Roberta | RK | Cadelinha do Fran 🍃
Status: Usuário Veterano
Sexo: Feminino
Localização: São Paulo - SP
Aniversário: 23 de Maio
Cadastro:

RKBarbosa


🇧🇷▪🌘▪ficwriter & fangirl▪20

🌟Hetalia || JoJo || SNK🌟

 ❝Escritora fracassada antes mesmo de iniciar a carreira como uma...❞

Escrevo o que quero e o que o meu coração mandar escrever, mesmo que eu já possua coisas em andamento.

A vida é curta demais para não criar um novo projeto.

Curta MPB e hidrate-se ( ◡‿◡ ♡)

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Eu prometo não floppar nenhuma fanfic. Juro pela minha vida...

rsrsrsrs que vida?

🍉 Não leio divulgações 🍉

Conhecendo meu "eu escritor"

Postado

Conhecendo meu

Fui indicada pela @Lehninger, e como a gadinho que eu sou por ela, eu claramente surtei com a indicação (assim como as menções dela a mim no jornal, ai). Fiquei bem boiolinha ❤

Regras da brincadeira

I. O intuito deste desafio é para que nós como leitores aqui da plataforma conheçamos um pouco mais sobre os autores das fanfics que tanto gostamos e proporcionar que outros leitores conheçam um pouco mais sobre nós como escritores e também conheçam o trabalho maravilhoso dos demais. Vamos espalhar a corrente do bem, apoiar e incentivar nossos queridos escritores.

II. Caso não queira responder alguma questão, apenas poste a pergunta e deixe o espaço da resposta em branco para que o questionário não fique incompleto.

III. Ao serem indicados, vocês precisam repostar o jornal com as mesmas regras e com “Conhecendo Meu Eu Escritor” no título.

IV. Você precisa repassar o desafio para frente, então marque pelo menos uma pessoa para cumprir o desafio também.


1. Desde quando você escreve?
Sinceramente? Eu não faço ideia. Mas posso dizer que é desde que eu era bem nova, quando nem sabia o que era fanfic, necessariamente, apesar de lê-las — bem naquela época de 2010, por aí, quando tinha bastante fanfic self insert e diálogos como “Fulano: Carai, Cleitinho!”. Eu lia e então reescrevia num caderno, ou coisa assim, mas só passei a levar o hábito de escrita a sério por volta de 2014/2015.

2. O primeiro par romântico que você escreveu?
O meu primeiro par romântico foi MidoTaka (Kuroko no Basket), graças a um texto que a minha professora de português tinha passado na época, que me deu vontade de escrever sobre eles. Primeiramente, eu havia postado no Nyah!Fanfiction (bons tempos), mas aí depois postei aqui no Espírito. Não lembro com clareza se postei nas duas plataformas na mesma época, mas enfim... Saudades do meu vício em KnB.

3. Seu ship favorito de algum fandom:
Ah, são tantos, que até fica difícil d- FrUk (Hetalia), oras bolas! Eu gosto deles dois devido a muitas coisas — que vão além do negócio de “enemies to lovers” —, pois o relacionamento deles (dentro da série original, eu digo) engloba muitas coisas. Eles não se odeiam de verdade (por mais que as pessoas digam que sim). Eles possuem uma rivalidade, sim, mas ainda assim é mostrado que eles cuidam um do outro (nunca vou esquecer do França cuidando do Inglaterra, quando ele ficou com um resfriado). Eles se importam um com outro, mesmo com as suas diferenças, e eu acho isso legal no relacionamento deles, então eles são (definitivamente) o meu shipp do coração.

Claro que também há uma menção honrosa para RoChu e PruAus, que foram literalmente os meus primeiros shipps de Hetalia; MidoTaka e AoKise, de Kuroko no Basket, que igualmente foram os meus grandes bebês e que continuam tendo um espaço reservado no meu coração; BruAbba, de JoJo’s Bizarre Adventure, porque eu não resisto à uma gótica rabuda e garotas de cabelo Chanel; e EruRi, de Shingeki no Kyojin, porque eu gosto de shipp que tem tragédia e faz o meu coração sofrer — e o Erwin era um gosto do caralho, puta que pariu!

Tem mais shipp, mas se eu continuar falando aqui, eu não paro mais.

4. Assunto preferido de escrever:
Ah, mas aí você me complica.

Eu gosto de escrever sobre várias coisas, mas principalmente sobre como me sinto, só que a partir das personagens da história. Não escrever sobre mim, mas sim sobre os meus sentimentos — bons ou ruins, não importa. Acho que essa é uma forma de desabafar, em alguns aspectos, já que eu tenho um sério problema em fazer isso em voz alta — passei tanto tempo com as pessoas me calando ou interrompendo, que se torna uma tarefa difícil. Pois é...

Eu gosto de escrever sobre como as personagens se sentem em relação às coisas; sobre eles achando que possuem tudo sobre controle, mas então levando um soco de realidade no estômago. Pode parecer cruel, mas eu acho que isso os torna mais humanos, sei lá. Assim como eu igualmente gosto de fazê-los sentir uma felicidade genuína, e não aquele negócio de “eu sou feliz e tenho a vida perfeita, uhul!”. Você ter a vida perfeita não te faz verdadeiramente feliz, assim como você pode ser feliz sem ter a vida perfeita. Não sei, é uma coisa difícil de se explicar...

Meu assunto preferido é escrever sobre personagens humanos e reais. Acho que essa é a melhor forma de explicar o que quero dizer. Mesmo que eu queira fugir da realidade escrevendo, eu sei o quanto ela é necessária para me manter com o pé no chão, e é isso que eu quero para as personagens das minhas histórias, mas tudo com um desfecho feliz.

5. Gênero preferido de escrever:
Sinceramente, eu nem sei. Eu posso escrever sobre qualquer coisa. Desde que eu posso enfiar um romance água com açúcar, pra mim está valendo!

6. Sobre qual fandom gosta mais de escrever?
Atualmente eu escrevo só sobre Hetalia. Já tentei ir para outros, anos atrás, mas floppei em quase todos...

7. Sobre qual/quais personagem/ens gosta mais de escrever.
Por enquanto, Francis Bonnefoy e Arthur Kirkland (Hetalia). Se bem que eu acho que me dou mais bem com o Francis, mas nada que eu não venha a mudar no futuro.

8. Fandom que quer escrever, mas ainda não fez.
Hmmm bem... Shingeki no Kyojin. Eu já tinha tentado anos atrás, mas acabei sendo totalmente ignorada :) Às vezes eu penso em tentar novamente, pois acabei criando um plot de EruRi quando terminei de assistir o anime, mas eu ainda estou com um pé atrás. Eu não sei, mas é algo que eu anda vou pensar mais pra frente, principalmente por já ter muitos projetos em mente.

E, apesar de já ter escrito algo para esse fandom, eu gostaria de escrever mais sobre JoJo. Eu tenho uma shorfic em andamento mofando no meu PC, mas é porque as minhas ideias simplesmente congelaram e eu acabei me afastando um pouco da obra, apesar de ainda gostar muito. Espero poder retornar para essa categoria ano que vem, quem sabe?

9. O que você escuta quando está escrevendo?
Sobre isso, bem... Primeiramente, eu posso escrever ouvindo qualquer tipo de música, desde que ela me faça ficar distraída em relação às coisas que acontecem ao meu redor. Na verdade, eu preciso de música para quase tudo.

Contudo, dependendo do que eu estou escrevendo, eu preciso de um gênero específico, para que eu possa descrever melhor o que estou narrando e me manter submersa na minha própria escrita. Isso se torna ainda mais necessário se eu estiver escrevendo uma história mais longa, para que eu possa mantê-la sempre em mente e pensando sobre ela, e isso funciona mais ainda quando escrevo algo baseado em alguma música ou com o nome dela.

O estilo da música não tem que combinar somente com a história, mas também com a minha escrita — ela varia muito dependendo do assunto que estou abordando. Se eu for escrever algo com uma narrativa mais suave, procuro escutar músicas com um som mais delicado, relaxado; se eu for escrever algo com uma narrativa mais intensa, séria e pesada, eu procuro escutar músicas mais vibrantes ou com instrumental mais agitado — na maioria das vezes, escuto Apocalyptica. Eu até cheguei a criar playlists, mas acabou não adiantando muito, pois nem sempre uma música que se adéqua à história irá de adequar à cena. Então, de certa forma, é uma coisa meio complexa.

Em geral, desde que eu tenha alguma música preenchendo os meus ouvidos, já é uma ajuda para eu entrar no embalo da escrita.

10. Autores (de livros) que te inspiram:
Haruki Murakami, sem pensar duas vezes.

Eu já li bastante no decorrer dessa minha curta vida, desde que era criança eu tenho essa paixão por leitura, mas eu digo com convicção que Murakami foi o primeiro a verdadeiramente fisgar o meu coração e jogá-lo num poço de obsessão em sempre escrever sobre o âmago das personagens com que trabalho nas minhas histórias. Eu entrei em contato com ele aleatoriamente, enquanto vagueava os olhos pelos livros da livraria do shopping. Era um livro de capa bem simples, cinza, com desenhos de um mapa (como aqueles de metrô) e círculos coloridos. “O incolor Tsukuru Tazaki e seus anos de peregrinação”. Esse foi o causador do meu primeiro contato com Murakami e Franz Liszt — só em escrever isso, Le mal du pays já começou a tocar na minha cabeça. E, ah, que sentimentos bons que estou tendo agora...!

A narrativa de Haruki Murakami é uma coisa que me fascina, verdadeiramente. Os outros escritores que já li eram bons, mas ele foi o único a causar uma coisa especial dentro de mim. É como se somente uma menção a ele fosse capaz de pressionar um botão em mim e fazer meus sentimentos transbordarem. Acho que isso é devido ao fato de, na época em que o li pela primeira vez, eu ter me identificado com o personagem, de certa forma. Diferente dos amigos, Tsukuru era o único que não tinha o nome de uma cor e isso o fazia se sentir deslocado. Eu me sentia assim, mesmo sendo bem nova na época, quando tinha meus catorze para quinze anos — a mesma idade em que comecei a apresentar meus sintomas de depressão, mas enfim...

Claro, minha inspiração não é devido somente a ele descrever cruamente as personagens, mas também sobre como ele consegue descrever perfeitamente (ao menos para mim) os cenários e fazer com que eles surjam naturalmente dentro da minha cabeça. Eu consigo imaginá-los perfeitamente. E, uma coisa em especial que me faz gostar mais ainda da sua escrita, é que nem sempre ele dá uma resposta concreta para tudo — se não me engano, isso é algo recorrente da literatura japonesa —, o que pode incomodar algumas pessoas. Para mim, particularmente, isso é algo bom, pois nos faz ficar mais curiosos, com uma ânsia cada vez maior para descobrir o que há por trás de tal coisa. Trás o leitor para mais perto da obra, por assim dizer.

Resumidamente, Haruki Murakami é para mim o que outro escritor jamais conseguirá ser: o meu mestre e a figura da minha mais eterna e pura admiração.

11. Qual das suas fanfics te define e por quê?
Qualquer uma em que os personagens estejam sofrendo devido aos próprios pensamentos e tenham algum problema envolvendo o pai. É tiro e queda!

12. Tem alguma dica de escrita?
Bom, isso é uma coisa que varia muito de pessoa para pessoa, mas posso tentar.

Vou começar com um clichê bem conhecido: escreva por vontade própria, sobre o que você tem vontade e para si mesmo — claro, isso não se aplica se você estiver escrevendo algo que virá a ser publicado, neste caso esqueça essa terceira dica.

É normal que tenhamos medo de escrever algo diferente do habitual, mas isso é algo que se deve ser tentado, afinal é disso que um escritor é feito: apresentar ideias. Em algum lugar terá alguém que será fisgado por ela, e fará o máximo para dar o que nós esperamos em troca: apoio. Não escreva uma coisa só porque é o que as pessoas gostam, jamais faça isso — eu já o fiz e tomei no meio da minha bunda, pois não estava feliz com o que estava escrevendo. É importante, sim, procurar agradar, mas não é isso que se deve ter em primeiro lugar. É você quem pensa, desenvolve, escreve e posta. Ou seja, antes de tudo, você escritor, é o ser de maior importância nisso tudo.

Outra dica, neste caso quando for algo envolvendo bloqueio criativo, é sempre estar relendo o que já escreveu, continuar procurando ideias que podem ser adicionadas futuramente na sua história. Como eu disse naquele tópico sobre música, procure alguma que tenha a ver com o que está escrevendo. Quanto mais sua mente estiver focada na sua obra, menos chance de abandoná-la — principalmente se for algo já postado. Mas, claro, se isso não funcionar, é algo normal de se acontecer. Você pode ficar triste, mas não deve se condenar por isso.

13. Que programa você usa pra escrever?
Word.
No bloco de notas do celular eu costumo deixar os glossários dos capítulos e coisas do tipo.

14. Conte a respeito dos seus planos para sua/s próxima/s fics.
Com absoluta certeza, terminar as minhas fanfics em andamento, antes de tudo.
Continuar o desenvolvimento da minha longfic Cardverse de Hetalia — que está indo muito bem, graças a Deus. Tá lindo o meu filho, orgulho da mãe.
Escrever outras histórias que tenho em mente — que a grande maioria é de Hetalia, o que posso fazer? Já vendi minha alma e não aceitam devolução...
Retornar para a categoria de JoJo, se Deus quiser!

15. Qual a parte mais fácil da escrita para você?
Escrever não é fácil, apenas isso.

16. Qual a parte mais difícil da escrita para você?
O processo todo. Eu tive dificuldade para escrever esse jornal, quem dirá uma história!

17. Hábitos de escrita (bons e ruins):
Um bom hábito é estar sempre pensando na história e fazendo anotações sobre ela.
O mau hábito... Acho que é me empolgar demais desenvolvendo o capítulo e deixá-lo grande demais. Não sei...

18. Elogie sua própria escrita:
Como eu posso me elogiar se eu faço as personagens sofrerem?

19. Uma palavra que te define como escritora:
Procrastinação.

20. Recomende os escritores que você mais gosta aqui no Spirit:
Aí fica complicado.

Já faz um tempo que não leio nada, e eu sempre li fanfics bem aleatoriamente por aqui, sem prestar muita atenção no autor (me desculpem por isso). Então, vou dar a resposta que é mais que óbvia:
@Isa-lados — ela me faz rir com as histórias de corno dela, não tenho como resistir. @Scherry_ — saudades do que já vivemos um dia. @Lehninger — ora, mas quem poderia imaginar, não é mesmo? É mesmo!

Eu realmente fiquei com bastante dificuldade em mencionar escritores aqui, pois a grande maioria dos escritores que já ali aqui, eu acabei criando uma amizade, por isso foi uma tarefa complicada para mim. Eu ainda poderia mencionar o @Zayice e o @kinuemi, que apesar de não ser uma leitora assídua de ambos, eles são bem queridos por mim.

Sim, eu acho que é impossível mencionar um escritor que mais gosto, pois eu gosto de todos eles em igual. Pois é, pois é.

*INDICAÇÃO*

Eu indico você, pessoa que está com vontade de fazer esse jornal. Carry on~

Não sei se alguém leu isso, assim como eu não sei se alguém estava ansioso por isso. Mas, bem, eu me esforcei para dar respostas decentes, então acho que tudo bem.
Deve ter algo errado, mas como estou postando pelo celular, fica foda. No demais...

Flw.

Escutando: Minha playslist no aleatório
Bebendo: Café com leite
Permalink Comentários (1)

[28/04/2020] Tag da Escrita, o Retorno

[26/04/2020] Tag da Escrita


Atualizações do Usuário

Usuário: RKBarbosa
Já que eu apareci aqui, quero dizer que amanhã eu respondo as mensagens. Eu tô meio indisposta hoje (cólica aaaaaa) 💔
Usuário: RKBarbosa
PC Siqueira voltou pro youtube com um vídeo onde, no início, ele fala sobre tapete turco.

Isso é uma referência à Operação Tapete Persa, que a polícia federal fez para combater crimes de abuso de menores.

Esse cara é nojento em níveis extremos e absurdos.
Usuário: RKBarbosa
@Delta_Angel sim, eles quiseram fazer uma coisa "melhorada", mas se perderam completamente :v
Usuário: RKBarbosa
@GenevieveLouvain eu rio na cara de Versalhes! AHAHAHAHAHA 😈😈

(E imaginar que aquele lugar gigantesco não tem UM banheiro :v)
Usuário: RKBarbosa
@GenevieveLouvain vou assistir quando puder 😔