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casperan

casperan
Nome: — 行 jeo.
Status: Usuário
Sexo: Outro
Localização: Perdida em seu universo
Aniversário: Indisponivel
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casperan


⠀¨◂ algum sem noção vai estragar meu dia ଓ
行 [ ficheiro procrastinador ] くい'私 loreolympus﹫—  ” 🌈 ৎ symphonic 𝕞𝕖𝕥𝕒𝕝❞ protecting hades with all the costs ♪ ⇇ 𝟫𝟫line
— can live in war ๑

HELVEGEN. heart set to divide

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Mostrar Spoiler: ❛ 你 是 我 的 恐 𝑡𝘩𝑒 𝑐𝑖𝑛𝑑𝑒𝑟 𝑠𝑘𝑖𝑒𝑠 𝑐𝑜𝑚𝑒 𝑎𝑙𝑖𝑣𝑒 𝑤𝑖𝑡𝘩 𝑡𝘩𝑖𝑠 𝑑𝑟𝑜𝑝 𝑜𝑓 𝑠𝑢𝑛𝑠𝑒𝑡, 𝘩𝑜𝑤 𝑓𝑎𝑟 𝑐𝑎𝑛 𝑤𝑒 𝑔𝑜?





𝐍𝐚 𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐚𝐫𝐜𝐚𝐢𝐜𝐚 𝐝𝐞 𝐌𝐚𝐠𝐧𝐮𝐬, 𝐮𝐦 𝐧𝐨𝐦𝐞 𝐞𝐫𝐚 𝐚𝐩𝐞𝐧𝐚𝐬 𝐮𝐦 𝐧𝐨𝐦𝐞. 𝐔𝐦 𝐝𝐞𝐭𝐚𝐥𝐡𝐞 𝐬𝐮𝐩𝐞𝐫𝐟𝐢𝐜𝐢𝐚𝐥 𝐪𝐮𝐞 𝐧𝐚̃𝐨 𝐧𝐞𝐜𝐞𝐬𝐬𝐢𝐭𝐚𝐯𝐚 𝐝𝐞 𝐩𝐢𝐞𝐠𝐮𝐢𝐬𝐬𝐞. Para si, um pormenor mas que causara grandes contendas e acaloradas discussões com a esposa Catarina sobre o que decidir para aquele menino, que sequer sonhava em chegar ao mundo e, havia sido a motivação para tal. Em partes, ele entendia o nervosismo da cônjuge: Mulheres eram sempre assim com coisas banais, no entanto, o estardalhaço que vinha de uma escolha tão simples ele simplesmente fugia. Para ele tanto fazia como tanto fez: Ele só queria dormir. No fim, para grande alegria de Magnus, a mulher opta por Frederik. O pronome tem origem a partir do germânico Friedrich, ou Fridurih, provindo da união das palavras frid, que significa "paz", e rich, reiks, que quer dizer "rei” ou “príncipe", criando o significado de "rei da paz”, “príncipe da paz". Até os dias atuais, o rapaz questiona a escolha da Mãe para com seu nome, entretanto, nunca obteve resposta plausível para seu questionamento.



𝐅𝐨𝐢 𝐧𝐨 𝐝𝐢𝐚 𝐟𝐚𝐧𝐭𝐚𝐬𝐦𝐚 𝐝𝐨 𝐚𝐧𝐨 𝐝𝐞 𝟏𝟗𝟗𝟔, que Frederik nascera. Uma estranha e densa chuva se derramara sob a capital de Munique naquele respectivo dia, o que chamou a atenção para o curioso evento. Em partes, porque aquele acontecimento não estava previsto pelos meios de comunicação, entretanto, aquela era a menor das preocupações de Magnus e Catarina e sua sequência desastrosa de eventos que culminara ao nascimento da criança dentro do carro. Estavam presos em um engarrafamento havia praticamente meia hora e as contrações da mulher no banco traseiro estavam indicando a chegada do garotinho que, infelizmente, não aguentou esperar a chegada ao Hospital.



𝐍𝐚𝐬𝐜𝐢𝐝𝐨 𝐧𝐚 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐚 𝐝𝐨 𝐭𝐫𝐚𝐝𝐢𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥 𝐎𝐤𝐭𝐨𝐛𝐞𝐫𝐟𝐞𝐬𝐭, A Capital da Bavária em Munique, Alemanha, o rapaz têm consigo as origens alemãs presentes em cada aspecto de si, além do inconfundível sotaque. Conhecida pelas cervejarias, a famosa Hofbräuhaus, fundada em 1589, a Altstadt (Cidade Velha), a famosa praça central Marienplatz que contém pontos turísticos como o Neues Rathaus (um paço municipal) neogótico com espetáculos de glockenspiel que remonta e reencena histórias do Século 16.




𝐎 𝐫𝐚𝐩𝐚𝐳 𝐧𝐚𝐬𝐜𝐞𝐮 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐡𝐨𝐦𝐞𝐦, podendo ser considerado como homem cisgênero. Já em sua sexualidade, Frederik é bissexual, que consiste no gosto por ambos os sexos predominantemente feminino e masculino, embora, neste último ele apenas tenha tido um relacionamento com alguém do mesmo sexo por apenas poucos meses e na época do colegial.






𝐃𝐞 𝐚𝐜𝐨𝐫𝐝𝐨 𝐜𝐨𝐦 𝐚 𝐦𝐢𝐭𝐨𝐥𝐨𝐠𝐢𝐚 𝐧𝐨́𝐫𝐝𝐢𝐜𝐚, Hela ou Hel é considerada a Deusa dos Mortos. Filha do Deus da Trapaça, Loki com a gigante Angrboda, Deusa do Medo, é irmã do lobo Fenrir e a terrível serpente Jörmungandr. Responsável por julgar as almas que passam pelo seu então reino, ela é a receptora, bem como, a julgadora das almas que chegaram em Helheim. Embora, em certas obras tenha sido retratada como alguém que almejava o trono de Odin, esta não é boa nem má, apenas justa. Como parte disto, ela sempre era complacente com espíritos bondosos, doentes e idosos, cuidando bem e zelando para o conforto de cada um deles. Já, quem ela julgava ser mau ou perverso, era lançado nas profundezas de Niflheim e condenado à danação em um dos nove círculos. Nascida com uma curiosa aparência que consistia em ser metade normal, como de uma bela mulher; enquanto a outra metade repulsiva em estado de decomposição; sua fisionomia era única. Desta forma, parecia que metade dela estava viva e radiante, e a outra, morta. Portanto, ela é uma representação do mundo ctônico, como uma realidade do inconsciente. Além de também possuir referências de antigas divindades da fertilidade, onde a morte precisa existir para que haja vida. Outro fato curioso de si, por sua aparência não ser tolerada em Asgard, Odin a baniu para Niflheim. E, deste modo, ela ficou encarregada do mundo inferior.



Escreveu 𝐇𝐀𝐁𝐈𝐋𝐈𝐃𝐀𝐃𝐄𝐒.

𝐌𝐄𝐈𝐎 𝐕𝐈𝐕𝐎 𝐄 𝐌𝐄𝐈𝐎 𝐌𝐎𝐑𝐓𝐎.
A existência de Frederik consiste em estar em meio a dualidade do morto e vivo ao mesmo tempo. Ou seja, no plano físico, Frederik está vivo no corpo de carne e osso; Enquanto no plano espiritual, este está morto. Este último fato ainda lhe choca em inúmeros momentos, quando passa a se dar por conta do que acontece consigo e o que vê no outro lugar, no entanto, esta habilidade lhe facilita transitar simultaneamente perante ambos os planos sem necessitar estar ancorado em seu corpo real para mover-se com portais ou coisas do gênero. Contudo, há um porém: Ataques na alma ainda podem ser fatais. Se ele for atacado e levar qualquer dano que seja em sua alma, enquanto no plano espiritual, o elo que o mantém entre os dois mundos se quebrará e ele morre para sempre.

𝐀𝐑𝐌𝐀.
Ele consegue infundir parte de sua energia em uma Arma, costuma ser uma foice de energia escura. Algo bem convencional, sendo um dos primeiros itens que veio em sua cabeça; mas infelizmente, não consegue mantê-la consigo por muito tempo. Tende a perder o foco com muita facilidade.

𝐅𝐈𝐒𝐈𝐎𝐋𝐎𝐆𝐈𝐀 𝐃𝐄 𝐌𝐎𝐑𝐓𝐄.
Se desejar, Frederik pode adquirir as feições de sua mãe para os confrontos. Parte de si, continua da mesma forma humana, enquanto, a outra parte de seu corpo toma os traços decompostos de Hela, que com isto, lhe dá certa força e agilidade. No entanto, ainda está aprendendo a controlá-la, muitas vezes parte de seu poder dura mais do que o esperado e, sua mão ou antebraço do lado direito, continuam com os traços decompostos.





Escreveu 𝐟𝐫𝐞𝐝𝐞𝐫𝐢𝐤 𝐛𝐨𝐝𝐲.

𝐂𝐎𝐑 𝐃𝐎𝐒 𝐎𝐋𝐇𝐎𝐒: Azuis.
𝐓𝐎𝐍𝐀𝐋𝐈𝐃𝐀𝐃𝐄 𝐃𝐄 𝐏𝐄𝐋𝐄: Branco.
𝐂𝐎𝐑 𝐃𝐎𝐒 𝐂𝐀𝐁𝐄𝐋𝐎𝐒: Escuros. Descem de encontro á clavícula em um corte masculino. Inicialmente havia prometido que seus cabelos não iriam crescer muito, contudo, foi inevitável. Acabou tomando gosto para com sua aparência aparando-o de vez em quando para que não cresça demais.
𝐏𝐄𝐒𝐎: 81kg
𝐀𝐋𝐓𝐔𝐑𝐀: 1,89
𝐌𝐎𝐃𝐈𝐅𝐈𝐂𝐀𝐂Õ𝐄𝐒 𝐂𝐎𝐑𝐏𝐎𝐑𝐀𝐈𝐒: É um amante de tatuagens, sendo bem perceptível este fato. Elas ornamentam seus braços, antebraços e torso em diferentes pontos. Algumas possuem significados especiais ou foram feitas para alguém em especial, enquanto outras foram feitas apenas porque achara interessante. Tem aproximadamente 69.
𝐄𝐒𝐓𝐈𝐋𝐎: [clique para ser redirecionado á pasta no pinterest.]




𝐎 𝐚𝐦𝐨𝐫 𝐝𝐞𝐬𝐝𝐞 𝐭𝐞𝐧𝐫𝐚 𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐯𝐚𝐬𝐭𝐚 𝐠𝐚𝐦𝐚 𝐝𝐞 𝐠𝐞𝐧𝐞𝐫𝐨𝐬 𝐦𝐮𝐬𝐢𝐜𝐚𝐢𝐬 𝐞𝐱𝐢𝐬𝐭𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬, mas em especial, o latente gosto por gothic metal e metal sinfônico, levou o rapaz a terrenos desconhecidos que no fim, resultaram naquilo que faria anos após na faculdade. Tendo um vasto conhecimento por quase todos os instrumentos existentes e sabendo tocar boa parte deles, sendo preferível guitarra, violão e bateria, Frederik despende um pouco de seu tempo para estudar a Música como um todo.








ESSENCIALMENTE, FREDERIK É CATALOGADO COMO ALGUÉM DE DIFÍCIL ACESSO. Como um quebra cabeça de inúmeras peças miúdas, disformes, às vezes, incoerentes, cuja paciência é fator primordial para sua conclusão e compreensão por inteiro.

SUCINTAMENTE CARACTERIZADO PELA POUCA EXPRESSÃO, é, de fato, demasiadamente penoso criar uma opinião acerca do alemão sobre o que o move realmente á partir deste ponto. As feições nunca delegam nada além de uma morbidez e cansaço constantes, como se o corpo estivesse ali mas a mente está bem além. Bem distante do local. Também, quase nunca o verão trocando mais de duas á três palavras ou em meio a um grupo que consiste num quantitativo considerável de muitas pessoas — ou até mesmo em um menor, — discutindo banalidades corriqueiras do dia-a-dia ou qualquer outro detalhe que necessite ser discutido e levado em consideração, exceto se for obrigatório. Ele é alguém 𝐫𝐞𝐬𝐞𝐫𝐯𝐚𝐝𝐨, diga-se de passagem. Não gosta de expor muitos tópicos acerca de sua vida e, quando questionado, dependendo da pessoa em questão tende a mudar de assunto ou simplesmente ignorar. Inadvertidamente, isto lhe dá a fama de alguém 𝐩𝐫𝐞𝐩𝐨𝐭𝐞𝐧𝐭𝐞 ou 𝐞𝐬𝐪𝐮𝐢𝐬𝐢𝐭𝐨 por renegar interação social, 𝐞𝐯𝐢𝐭𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐫 𝐧𝐨 𝐜𝐞𝐧𝐭𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐭𝐮𝐝𝐨, contudo, está acostumado com isto. É um dos pontos característicos que já está intrínseco em si, sendo até estranho quando ele não age desta forma. Entretanto, não significa que Fred seja antissocial por completo: Ele ainda tem um amigo ou dois que possa considerar assim, no entanto é apenas isso. Algo que ele admite, não faz muito para mudar esse circunspecto. A tentativa de se enquadrar não é para ele, sente-se puramente deslocado ao fazê-lo.


NÃO É À TOA QUE CONFIAR INTEIRAMENTE em si nos primeiros momentos, seja também uma tarefa árdua. Acomodou-se de tal forma a estar cercado aos 𝐩𝐫𝐨́𝐩𝐫𝐢𝐨𝐬 𝐩𝐞𝐧𝐬𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬, 𝐚𝐬 𝐬𝐮𝐚𝐬 𝐩𝐫𝐨́𝐩𝐫𝐢𝐚𝐬 𝐥𝐮𝐭𝐚𝐬, 𝐚𝐨 𝐜𝐚𝐦𝐩𝐨 𝐝𝐞 𝐠𝐮𝐞𝐫𝐫𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐢𝐝𝐞𝐫𝐚-𝐬𝐞 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐫𝐧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞, que acabou por ser visto como alguém cuja confiabilidade deve ser posta á prova antes de qualquer coisa. Algo que certamente, muitos estão errados ao pré-julgar desta forma. Frederik é alguém de boa índole. Tem suas falhas, seus defeitos, assim como qualquer um; mas esforça-se para ajudar. Superar as aparências, para ser suficiente sem utilizar ninguém como escada. Sua obstinação, sua vontade de fazer acontecer em determinados momentos, tende a pegar muitos desprevenidos por tal, dando aqui jus a frase: ações falam mais do que palavras.


SENTIMENTOS REGEM A VIDA DE FRED, sendo inegável tal assertiva. Algo que refuta toda a impressão de alguém 𝐢𝐧𝐬𝐞𝐧𝐬𝐢́𝐯𝐞𝐥 𝐨𝐮 𝐜𝐚𝐬𝐜𝐚 𝐯𝐚𝐳𝐢𝐚 daqueles que à primeira vista tendem a fazer. Ele é alguém 𝐛𝐚𝐬𝐭𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐬𝐞𝐧𝐬𝐢𝐭𝐢𝐯𝐨. Por mais que ainda tente resguardá-los, eles borbulham no seu interior: pulsantes e efervescentes. Apenas levam um 𝐩𝐫𝐨𝐜𝐞𝐬𝐬𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐱𝐢𝐠𝐞 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨 para que possa, finalmente, demonstrá-los. Portanto, não o julgue quando depositar muitas expectativas para o que você atém com ele, seja recíproco de imediato. Em sua simplicidade, nos pequenos gestos de si, ele lembrará disto e retribuirá de alguma maneira. Calmo, sua paciência é um poço infindo que aparenta que não vai esgotar nunca. Entretanto, não se deixe levar por isso. O rapaz é 𝐮𝐦 𝐩𝐞́𝐬𝐬𝐢𝐦𝐨 𝐫𝐚𝐧𝐜𝐨𝐫𝐨𝐬𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐭𝐞𝐧𝐝𝐞 𝐚 𝐫𝐞𝐬𝐠𝐮𝐚𝐫𝐝𝐚𝐫 sua fúria até um ponto de ruptura, em que, por fim, acaba explodindo. Infelizmente, muitas dessas explosões pendem para o lado errado, e este acaba, por conseguinte dizendo coisas que não devia ou para quem não deveria escutar. Ele pode demonstrar-se sendo alguém bastante sagaz, porém, não usa desta para ganhos próprios. Prefere ajudar alguém que necessita nos momentos oportunos. Contudo, não confunda gentileza com gente lesa. Ainda que seja 𝐚𝐥𝐭𝐫𝐮𝐢́𝐬𝐭𝐚, o alemão tende a perder a confiança em outrem na mesma intensidade que tende a conquistá-la. Ele preza pela honestidade acima de tudo e quer que as pessoas possuam ao menos um fragmento desta concepção no ato em que iniciar ou manter qualquer tipo de vínculo consigo.





𝐂𝐫𝐢𝐚𝐫 𝐮𝐦 𝐟𝐢𝐥𝐡𝐨 𝐬𝐨𝐳𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐞 𝐚𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐚𝐬 𝐜𝐢𝐫𝐜𝐮𝐧𝐬𝐭𝐚𝐧𝐜𝐢𝐚𝐬, de certo, era um desafio tremendo. Contudo, Magnus conseguiu se sair bem nas assertivas que lhe foram dadas, ou pelo menos, quase todas elas. Frederik não sabe por onde começar a agradecer por tudo que seu pai fez por si. Por ter paciência para lidar consigo em incontáveis situações, por ter lhe dado broncas, por ter sido sincero da realidade que envolvia ele, sua mãe e sua partida repentina, quando possuía idade suficiente para entender e, enfim, por tê-lo feito o homem que é hoje. Às vezes ele se culpa por não ter parado, em meio a rotina mesmo quando tudo estava bem, para conversar com o homem em diversos momentos. Expondo tudo o que sentia em seu âmago, tudo o que manteve oculto, ser sincero com este, da mesma forma que o homem foi consigo temendo que o mesmo se machucasse mais. Não ter falado o que estava acontecendo, que ela havia reaparecido e o convocado, lhe deixa agoniado. Até porque, não se despediu adequadamente do homem, quando foi à Nova Valhalla se preparar para a batalha que breve enfrentaria. Mas, este espera que na carta que deixara, esta tenha sido capaz de expressar as palavras que não teve coragem de pronunciar adequadamente. Que sirvam para amenizar os nervos do pai que provavelmente, estaria preocupado pensando no pior.



𝐂𝐞𝐫𝐭𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞, 𝐬𝐞 𝐟𝐨𝐬𝐬𝐞 𝐞𝐦 𝐨𝐮𝐭𝐫𝐨𝐬 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐦 𝐨𝐮𝐭𝐫𝐚 𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞 𝐩𝐞𝐧𝐬𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨, saber que aquela que costumava denominar de Mãe, era uma Divindade Nórdica seria difícil de acreditar. Entretanto, Frederik tinha uma estranha aptidão para as coisas soarem esquisitas consigo de alguma maneira, — como nunca ter sorte com nada, dentre outros casos atípicos; — Portanto, surpresa estava longe de ser o que sentia. Talvez, choque era o termo que melhor se adequava? Enquanto crescia, haviam mais perguntas do que respostas acerca dela e tudo que a envolvia. Coisas que seu pai não soube lhe responder com exatidão, até porque ela não havia revelado ao pobre homem. E, Fred acredita que Catarina, Hela, ou seja lá o que for, não tenha a menor pretensão de fazê-lo agora, e talvez, nunca. Ele ainda sente que a Deidade fala consigo em alguns poucos momentos em seus pesadelos; Lhe dá sinais de algo que não sabe discernir com clareza ao que se refere. Entretanto, são apenas coisas vagas que surgem na mesma intensidade que tendem a desaparecer. Ele tenta não se apegar muito aos pequenos detalhes, nem pensar demais em algo infrutífero, levando em consideração que Deuses não se importam com suas crias..





1992 ━ 1993.
Sem muitas ambições e sem muitos pontos altos na vida após terminar o colegial, Magnus se viu em meio ao fogo cruzado da responsabilidade que provinha da maturidade, e que precisava fazer algo de útil com sua vida. Tendo um violão e apenas um desejo de se tornar Músico, foi literalmente à luta. Tocou em alguns lugares, mais especificamente bares; não fez relativo sucesso, mas, o pouco que ganhava nas noites agitadas conseguia sobreviver, de certa forma. Em meados de 1993, conseguiu juntar dinheiro suficiente, após alguns meses de sofreguidão para comprar um apartamento. Não era tão grande quanto gostaria, mas, tinha um teto acima de sua cabeça, apesar de tudo.


1994.
Em uma de suas apresentações, conheceu Catarina. Ou pelo menos, foi este o nome que esta lhe dera naquele dia. Ela aparecera despretensiosamente naquele bar, como quem verdadeiramente não queria nada. Como quem apenas estava ali porque não achara nada de melhor para fazer naquela noite. Algo que não estava errado, como um todo. Quando começou a conversar com ela, esta realmente lhe confidenciou que estava sem rumo certo, havia chegado de viagem recentemente e vagava o caminho até em casa, até escutar o som que provinha daquele local. Logo, se surpreendendo, porque aquela voz cantando Stairway to Heaven pertencia a alguém como ele. Entre conversas e alguns momentos compartilhados, após aquele evento, pouco tempo depois, começaram a morar juntos.


1995.
No ano seguinte, Catarina descobriu que estava grávida e o, então marido, não poderia estar mais feliz com esta notícia. Pois, em conjunto com isto, finalmente, havia conseguido um emprego estável e uma casa maior, após juntar dinheiro de quando trabalhava como músico e vender o antigo apartamento.


1996 ━ 1999.
Frederik nascera, e, após passar aproximadamente três anos tutorando-o, a esposa simplesmente partiu sem deixar rastros como fumaça no ar. Bem, a única coisa que encontrara como algum resquício dela, fora uma carta. Em que sucintamente, a mulher se despedia e contava consideravelmente de si.


1999 ━ 2012
Os efeitos referentes partida dela nos anos subsequentes á 1999, foram difíceis de se lidar. Frederik era uma criança, de certa forma, bastante ligado à figura materna e passar boa parte de sua vida sem a presença dela, tanto para ele como Magnus, foi uma lacuna impossível de se preencher. Se casar novamente estava fora de cogitação, embora, fosse uma bela ideia promissora ter alguém que fosse companhia para Frederik, fornecendo parte do amor que lhe fora retirado em tão tenra idade, o homem simplesmente não estava pronto para isto. Era irônico conceber a ideia de que este tinha medo do casamento, até porque na realidade, ele não tinha, era mais uma questão que envolvia perder a esposa por algum motivo e retornar à estaca zero em que Frederik sofria com a ausência novamente. Portanto, afundou a ideia em sua mente. Se fosse pela felicidade dele, nem que vivesse sozinho por um tempo. Era ano de 2012, quando um telefonema em um dia atípico lhe informando que seu filho se envolvera em problemas, pôs o homem em alerta. Seu filho nunca deu indícios que poderia ser do tipo problemático e na realidade, ele nunca foi. O garoto sempre se mostrou ser alguém bastante tranquilo, apenas acostumou-se ao péssimo hábito de não conversar muito sobre o que lhe ocorria internamente, se fechando até para ele, mas, este sabia que o rapaz sofria em alguns momentos mesmo que não quisesse lhe contar. Seja por problemas na escola naturais de se acontecer com jovens de sua idade ou pesadelos que eram constantes acerca da mãe ou coisas que remetiam a ela, em certas ocasiões. As acusações sobre o jovem usar armas brancas dentro da escola não lhe convenceram, de certa forma, enquanto na Diretoria. Portanto, associou prontamente ao fato de que, ele havia utilizado seus poderes. E, saber que o filho demonstrou suas habilidades apenas lhe relembrara daquela conversa que havia adiado há um certo tempo, e que esperava, talvez, nunca contar-lhe. Em suma, porque temia a reação do filho, ele era imprevisível, estava na adolescência e rebeldia era um ponto complicado de se lidar. Sabia que este era, apesar de novo, cético com relação à este tipo de coisa, e por mais que fosse um assunto que lhe interessasse, provindo dos hábitos de leitura que adquirira para passar o tempo, a ideia lhe era conveniente apenas em ficção. Ou pelo menos, era isso que Frederik pensava. Enquanto escutava o pai contar-lhe sobre a outra parte da história, havia um turbilhão de pensamentos naquele jovem de dezesseis anos. Não sabia o que sentir, não sabia o que pensar, sentia mais uma vez raiva por ela ter lhe abandonado, mesclado com o fato de que seu pai escondeu isso por tanto tempo de si. Preferia escutar qualquer coisa, até que fosse um filho adotado ou filho de uma traição, menos aquela ideia descabida de que era um semideus, prole da deusa do Submundo Nórdico. Apenas o pensamento daquilo lhe perturbava, era completamente estapafúrdio, entretanto, deveria de dar o braço à torcer com muito custo, pois, não havia até a atual conjuntura, outra explicação plausível para o que acontecia consigo. A manifestação de suas habilidades hoje davam ênfase a realidade que deveria habituar-se. Ou pelo menos tentar, daqui para frente.

2012 ━ 2019
Após os eventos que se sucederam ao fatídico ano de 2012, o rapaz viveu uma vida relativamente aceitável, bem, na medida do possível. Terminou o colegial e logo, partiu para sua faculdade de Música conseguindo entrar por meio de uma bolsa de estudos. Claro, havia a opção de que este morasse no campus para conclusão de seu bacharelado, entretanto, preferiu continuar morando com o pai por um tempo até conseguir se estabelecer ou ao menos ter emprego, e posteriormente, ir morar sozinho. No final do ano se formaria e, com esta conquista, almejava um pouco de liberdade. De certa forma, viveu por muito tempo embaixo das asas do progenitor e precisava dar ao homem um pouco de sossego. Principalmente agora, que ele estava casado novamente, tinha uma esposa e ela estava esperando o primeiro filho. Aliás, era uma menina, algo que descobriu recentemente. Não queria atrapalhar a felicidade deles, era um homem crescido e estava na hora de trilhar seu próprio caminho e escrever sua história. Ou pelo menos escreveria, antes de receber a visita de sua mãe e esta reclamá-lo como seu filho.









𝐂𝐨𝐧𝐟𝐞𝐬𝐬𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐯𝐢𝐬𝐭𝐨𝐮 𝐅𝐥𝐞𝐮𝐫𝐢𝐞 𝐚𝐥𝐠𝐮𝐦𝐚𝐬 𝐯𝐞𝐳𝐞𝐬 entre os corredores, e em quase todas as vezes, ela estava com um livro em mãos completamente distraída esbarrando em alguém. Nunca havia trocado uma palavra com ela, a princípio são claramente dois polos opostos, mas, ela contrariou o que muita gente costuma fazer quando o vê, e se aproximou dele enquanto, num dia atípico, ele dedilhava algumas notas de violão. Naquele dia, ele estava tentando compor alguma coisa, que no fim soava infrutífero para si, mas, ela o elogiou porque gostou da melodia, logo, não tardando para perguntar se poderia, em algum momento, aprender a tocar o instrumento também. O rapaz preparava em sua mente uma resposta para poder dispensá-la sem magoá-la, pelo menos não tanto, mas de alguma forma, sentia certa sinceridade naquele simplório pedido. Desde então, Frederik se prontifica a ensinar algumas coisas que sabe em seu tempo livre. Aliás, ela é uma aluna bem esforçada. Ele não compreende o porquê da garota ter se aproximado dele, visto que, provavelmente ela deve saber o que muitos falam de si e a fama que tem, gostaria de perguntar em algum momento oportuno, mas, sempre esquece por acabar se entretendo ajudando-a a aprender o instrumento.




𝐅𝐫𝐞𝐝𝐞𝐫𝐢𝐤 𝐚𝐝𝐦𝐢𝐭𝐞, 𝐧𝐮𝐧𝐜𝐚 𝐭𝐫𝐨𝐜𝐨𝐮 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐚𝐬 𝐩𝐚𝐥𝐚𝐯𝐫𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐦 𝐌𝐢𝐥𝐚𝐧, além do dia em que precisaram ser dupla porque o sérvio havia chegado ligeiramente atrasado no treinamento. Mas, não é porque não quisera, mas porque não viu muitas coisas em comum que pudessem á partir daí, estabelecer algum tipo de aproximação. Claro, escutou algumas coisas acerca da história dele pelos corredores, semideuses falam demais e, muitas das coisas não eram tão legais de se escutar ou se referir ao Dordevick, entretanto, quem é o rapaz para julgar alguém? Certamente, o Sérvio teve muito em seu prato, coisas que imagina superficialmente como foi, mas, fica receoso de perguntar para saber da veracidade do que contam. E, acredita que não é algo bom se remexer em feridas do passado de outrem, de certa forma, isto não lhe diz respeito. Entretanto, acredita que Milan é capaz de grandes feitos. É alguém que pode fazer a diferença com pouco; mesmo com meio mundo virando-lhe ás costas e se renegando á ajudá-lo.




𝐄𝐮 𝐭𝐞 𝐭𝐫𝐨𝐮𝐱𝐞 𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚𝐬 𝐛𝐚𝐥𝐚𝐬, 𝐯𝐨𝐜𝐞 𝐦𝐞 𝐝𝐞𝐮 𝐨 𝐬𝐞𝐮 𝐚𝐦𝐨𝐫. Sua presença naquela festa em que reunia todos os semideuses não era algo predestinado, não estava lá na intenção de festejar, e sim, de afogar as mágoas na bebida forte para afugentar de sua mente o seu término de relacionamento mais cedo. Infelizmente, algo que não ocorrera, pelo menos, não por completo. Acabou por se envolver em uma conversa com Kimaya, cujo o nome a princípio lhe era incomum, assim como a estranha energia que o atraía a ela. Uma energia diferente, não sabia discernir com exatidão o que era exatamente, apenas que não conseguia sair dela de imediato. E talvez, não pretendesse. Era irônico que em tão pouco tempo após a festividade, sentia-se confortável com ela. Dia após dia que compartilhavam juntos, ensinando-a a tocar violão, sendo modelo para seus esboços, cada simples momento enchia seu coração com uma alegria inimaginável. Um sentimento que não tinha consigo há tempos, e que floresce, constantemente. Por vezes, pensou em falar-lhe o que sentia, ardente em seu peito; Entretanto, em todas as tentativas, havia uma estranha sensação sobre não ser suficiente para ela. Kimaya merecia coisa melhor que a confusão que considerava-se, portanto, esta parte permanecia em oculto dela. Ela era preciosa demais, não queria estragar o pouco que tinham construído até aqui. Contudo, com a proximidade do confronto contra Effundesque, repensava esta opção. Algo que este espera, profundamente, que não seja tarde demais para isto.



relação brenna


𝗚𝗢𝗦𝗧𝗢𝗦 ━ Dias chuvosos, ambientes calmos, ler livros em especial (com temática de terror ou suspense), dormir, chocolate amargo.

𝗗𝗘𝗦𝗚𝗢𝗦𝗧𝗢𝗦 ━ Dias quentes, comidas salgadas demais, pessoas barulhentas ou superficiais.



𝗠𝗔𝗡𝗜𝗔𝗦 ━ Quando está compondo músicas ou está pensativo com algo, tende a prender as madeixas em um coque baixo, alega ele que ajuda a pensar melhor.

𝗛𝗢𝗕𝗕𝗜𝗘𝗦 ━ Praticar violão, bateria, guitarra, compor músicas nas horas insólitas, desenhar.


𝗙 ━ 𝗭𝗢𝗢𝗙𝗢𝗕𝗜𝗔: É uma fobia um tanto quanto incomum comparado a outras, entretanto, o rapaz a possui. Caracterizado pelo medo expressivo a animais em geral, ele a teve após um evento na infância em que quase fora atacado por um leão em um zoológico por um descuido do local em não perceber a jaula do mesmo aberta, possibilitando assim o animal sair. Já fora a psicólogos para tentar resolver o problema, mas, não consegue ir até zoológicos e ver alguns animais específicos até os dias de hoje. Algo contraditório para muitos, visto sua idade para ter medo de algo assim.



O rapaz não possui nenhuma limitação que o coíba de realizar suas atividades normalmente. Entretanto, quando chegamos em doenças, este é pré-diabético. Herdou de seu pai a condição, portanto, evita comer muitas coisas doces para seu quadro não evoluir para Diabetes tipo 2.








𝐄́ 𝐧𝐚𝐭𝐮𝐫𝐚𝐥 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐦 𝐚𝐥𝐠𝐮𝐦 𝐦𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐚𝐬 𝐡𝐚𝐛𝐢𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐬𝐞 𝐦𝐚𝐧𝐢𝐟𝐞𝐬𝐭𝐞𝐦, e para o alemão se mostraram quando possuía aproximadamente dezesseis anos de idade. Naquela época, era natural que no âmbito escolar houvesse determinadas pessoas que importunavam outras num eterno ciclo de bullying que perpetuava há gerações, e para Frederik, as coisas não se diferiam desta triste realidade que assola inúmeros adolescentes. Ele não era popular, nem tão conhecido, mas certamente, muitos sabiam quem era o “emo esquisito” que sempre era encontrado na lata de lixo ou dentro de um armário pelos valentões do colégio em que estudava. No dia específico ao qual seus poderes tomaram forma, estava saturado da situação que se encontrava e, ao se negar ao dar o dinheiro de seu lanche, acabou em um ímpeto socando o líder do grupo no rosto, o que ocasionou que prontamente acabasse por ser revidado pelos demais amigos. Ele não sabe o que acontecera por conseguinte, apenas que houve um estrondo alto e estava com algo pesado em mãos, acompanhados de olhares assustados em sua direção. Ao olhar em suas mãos, havia algo semelhante a um cabo de alguma coisa, que ao reparar melhor, veio a descobrir se tratava de uma espada envolta em uma densa energia escura. Ela não durou muito tempo, logo, evaporou-se como uma fumaça, mas foi o suficiente para que os demais que estavam presentes desistissem e saíssem correndo, alegando que aquele garoto era louco ou possuía algum pacto com entidades. Desde aquele dia, os garotos nunca mais lhe importunaram. Ficaram temerosos em se meter em seu caminho novamente, entretanto, isto não lhe livrou de um castigo. Tanto na escola, por porte ilegal de armas brancas, como alegaram os rapazes após ir á diretoria, e um castigo com seu pai que mais tarde se viu no dever de, enfim, revelar-lhe sobre sua verdadeira origem.




Havia um misto de emoções acerca da situação. Mais perguntas sondavam a mente do alemão, em especial, sobre porque sua mãe havia lhe escolhido, dentre tantos filhos como ela possivelmente deveria ter. Queria gritar, queria chorar, queria despejar naquela mulher tudo que sentira durante todos esses anos provindos da ausência e abandono. Ver ela na sua frente após tanto tempo, lhe trouxe lembranças explicitamente ruins e saber que Catarina só reaparecera porque se sentiu ameaçada de perder seus domínios não facilitava, nem de longe, as coisas. Entretanto, se Effundesque era uma ameaça, deveria dar o braço á torcer de certa forma; Ele era um inimigo em comum que não só ameaçava apenas ela e os deuses, mas sim, todos ao seu redor, que pagariam pela ganância daquela criatura que provavelmente, naquele momento em que conversavam, agia silenciosamente. Também, lutar naquela guerra não estava em seus planos neste ano em que se formaria, e, planejava ir morar sozinho. Contudo, apesar das circunstâncias, relembrou-se de seu pai. Era alguém que significava muito para ele, de certa forma, e não desejava que sofresse esse trágico e cruel destino, nem sua irmã, que sequer nascera. Almejava que este pudesse estar presente em sua formatura, para vê-lo alcançar o sonho que se concretizaria desde criança; um sonho que estava se realizando por meio dele. Sim, era uma missão suicida em que talvez não retornaria como previa, afinal, Hela lhe alertou que havia riscos e dificuldades até o confronto. Entretanto, mesmo que morresse no fatídico dia, saberia que havia feito algo de bom no fim das contas. Salvaria inúmeras vidas por seu sacrifício, e seu pai, apesar da dor de saber que perdeu seu filho, iria sentir-se orgulhoso, de alguma maneira. Haviam muitas vertentes para que ele traísse, mas, acredita que nenhuma delas, no fim, justificaria. Sim, os deuses eram idiotas que mereciam pagar consideravelmente caro por todo trauma que causaram e, as feridas que ficaram abertas nas famílias, entretanto, por mais que Effundesque oferecesse algo em troca, a que custo valeria essa traição? Ele se sentiria horrível. Bilhões de vidas iriam pagar por seu ato, pessoas que mais amava, as que não tinham culpa do que estava acontecendo. Apenas essa ideia perturba o rapaz, por isto, a resposta é não.





Escutando: meu choro pq fiz tem um edit decente
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[22/05/2019] PDM. (bad) very bad bitch.


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Usuário: casperan
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História: Hainshon - Interativa
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.!(¡);; 𝗠ottomo Seinaru High School é um conhecido colégio em Tokyo. Conhecido pela rígido ensino, tipicamente japonês, ele abrange alunos de vários países. Com uma disciplina e..
Usuário: casperan
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História: Tempus Veritat, interativa
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❝Um século depois do fechamento do esquadrão de polícia de elite chamado "Pré-Crime", que se tratava de uma unidade especial capaz de prender assassinos antes de cometerem seus c..
Usuário: casperan
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História: Desafeto
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"O miado dengoso do gato deixou o meio-demônio mais alerta e desconfiado de cada mínimo movimento do felino, esperando que ele mostrasse o quão inescrupuloso e traiçoeiro era por..
Usuário: casperan
@ahsanyeo qual seu nick? te mando solicitação