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Kurlzz_666

Kurlzz_666
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Kurlzz_666 - Jornais

5 jornais

Aparências de Kidnapped

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Aparências de Kidnapped

July Féster
Posição: Antagonista da segunda temporada, ex-namorada/ex-noiva de Maxwell, atual gestora da empresa da mãe de criação de Maxwell, deputada local da cidade fictícia parecida com São Paulo.
Aparência: Com 1,75cm de altura, July é dona de olhos castanho-claros extremamente sérios levemente puxados como se fosse asiática e são cobertos por cílios grossos, suas sobrancelhas são finas e arqueadas. Seus lábios são grossos e geralmente pintados ou de vinho ou de marrom, com os cantos erguidos como se ela estivesse sempre rindo de algo. Seu cabelo é liso e comprido e tem o mesmo tom dos olhos e se destaca em sua pele clara.
Em sua história Into The Fury, July é frequentemente vista com headphones vermelhos, mesmo que eles não sejam ligados em nenhum momento.
Seu pescoço é comprido e relativamente largo, com ombros largos e braços finos. Seu colo é alto e sua cintura é um pouco mais larga do que o amplamente aceita, o que a faz usar um espartilho para tentar entrar no padrão o máximo possível. Seus quadris são acentuados pela finura da cintura e suas pernas são compridas.


Lílian Veneza
Posição: Mãe de Ariel e irmã mais velha de Mabel
Aparência: Lílian é a mais velha e mais alta de suas irmãs, com quase 1,80cm. Seus olhos são verdes, como de toda sua família, porém mais escuros que Mabel. Sua pele é clara e ela é dona de sardas e seus lábios são puxados para baixo.
Suas sobrancelhas são finas e, geralmente, estão juntas conforme ela conversa. Seus cabelos ruivos tem o mesmo tom dos de suas irmãs e chegam até seus quadris, completamente lisos e ela uma faixa azul para separar sua franja encaracolada do resto.
Seu pescoço é comprido e ela não gosta muito de o deixar a mostra, cobrindo com o cabelo ou acessórios para atrair atenção para outros lugares. Seus ombros são largos e seu corpo é um pouco acima do peso, qual ela ama e não se importa.
É a mais velha de suas irmãs, mas raramente age como a mais velha, sendo a mais inconsequente de todas.


Mabel Veneza
Posição: policial, tia de Ariel, paixão reprimida de Josh
Aparência: Dona de curtos cabelos ruivos cacheados, Mabel parece mais nova com seus 1,68cm e olhar gentil. Seus olhos são grandes e de um tom de verde claro, sendo a de olhos mais claros de sua família. Suas sobrancelhas são finas e seu nariz pequeno é um pouco mais pra esquerdo que a maioria das pessoas, resultado de brigas na infância.
Sua boca é pequena e cheia, com os cantos pouco erguidos, geralmente pintados em um tom de rosa leve, destacando pouco em sua pele bronzeada. Seu pescoço é fino e curto, com ombros pequenos e tem um corpo delgado, com pernas um pouco mais compridas que seu tronco e com tatuagens em ambas as pernas.
Seu olhar é gentil e, ainda assim, consegue colocar muito medo em todos os que ela prende. Mabel, apesar de ser a menor personagem da série, é uma das mais fortes, perdendo apenas para July. Ambas treinam na mesma academia de boxe e chegaram a disputar, juntas, algumas competições em sua cidade.
Mabel não usa brincos ou qualquer “embelezamento” por acreditar que isso entrega muito sobre si durante as operações.


“Doutor” Eugene Maxwell Notlin Heins
Posição: principal antagonista da primeira temporada, médico, grande frequentador de leilões do submundo, morto.
Aparência: Max é dono de grandes olhos azuis-arroxeados sérios que ajudam a dar a impressão de ser muito mais velho do que seus 29 anos. Suas sobrancelhas são grossas e bem feitas, sendo a esquerda atravessada por uma cicatriz que inicia na testa e termina na altura de seu nariz. Seus lábios são finos e puxados para baixo levemente, lhe deixando ainda mais “frio” que os outros. Ele usa óculos redondos e grandes que equilibram um pouco sua aparência, usa uma barba cerrada.
Max tem cabelos lisos e médios loiros que geralmente caem sobre seu lado direito, dificilmente o prende por achar que fica “jovem” demais. Seu pescoço é grosso e curto, levando direto para seus ombros largos e tronco definido.
Seu tronco é mais comprido que suas pernas, em comparação e, para ficar proporcional, costuma usar um sapato social com salto, que compõem seus 1,80cm.



Ariel Veneza/ Stiff
Posição: protagonista, ex-estudante em escola católica, escravo de Maxwell.
Aparência: Ariel, antes de ser sequestrado, usava seus cabelos ondulados e vermelhos curtos, mas depois foi obrigado a deixar o cabelo crescer e que Maxwell passava horas a tratar para disfarçar seu sexo.
Seus olhos são pequenos e em um tom de verde claro, com uma cicatriz à direita geralmente coberta por sua franja. Seus lábios são mediano, franzindo o lábio inferior em um beicinho.
Seu pescoço é comprido e fino, desembocando em ombros finos muito hidratados e, normalmente, maquiados (disfarce das cicatrizes). As roupas normalmente cobertas por roupas contém cicatrizes.



Josh
Posição: policial, amigo de infância de Maxwell, morto.
Aparência: Josh tem curtos e bagunçados cabelos pretos com variações de fios, com uma mecha acinzentada debaixo de sua franja, qual ele esconde com frequência. Suas sobrancelhas são grossas e muito bem feitas, assim como sua barba aparada, uma vez que ele acredita que sua aparência “jovial” parece um personagem de CSI.
Seus olhos são de um tom castanho-escuro e são descritos como gentis por quem o rodeia. Seu pescoço é largo e mediano, com o início de uma tatuagem sobre sua coluna.
Seu corpo é um pouco acima do peso e o faz parecer um armário de seus 1,93cm de altura, contando com braços fortes, embora não tanto quanto os de Mabel. Em suas orelhas, uma série de piercings chamam a atenção, enquanto um de duas bolinhas em seu lábio inferior chama a atenção.[b]


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Crise existencial noturna

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Crise existencial noturna

Frente a frente, as duas garotas se encararam, sustentando os olhares de repulsa e dor, mas sem trocar uma palavra.
A primeira tinha curiosos cabelos cacheados pintados de azul nas pontas, batendo em seus ombros e o rosto encoberto pela franja volumosa, usava uma roupa colada preta e muitas pulseiras, com um simples celular em mãos. A outra usava cabelo curto colorido em roxo e grandes argolas, usava roupas no mesmo estilo que a colega, porém trocara as pulseiras por grandes argolas e anéis azuis.
-O que te faz pedir uma reunião? - a segunda tomou a iniciativa, rabiscando, sem emoção, a capa do caderno vermelho que tinha em mãos.
-Devemos isso a eles.
-O quê, exatamente?
-Histórias, não essas drogas tipo "Kid" ou qualquer outra merda que não envolva um tema que termine em abraços e corações sendo derretidos em casamentos depois de alguns anos. - a primeira desviou o olhar, apertando o celular em mãos e procurando algo na tela. - Não quero ficar estagnada numa coisa que não vai pra frente. - completou, em tom mais baixo, a colega desviou o olhar para o exterior da sala, pro céu.
-Esses temas... Eu já explorei e fiz que achei que tinha de original pra ser feito.
-Algo me diz que deve ler mais fanfic, - ela segurou a mão da segunda, prendendo o olhar ao seu, - tem coisas a serem superadas aqui.
-Fala a pessoa que escrevia para fugir da própria mente insana e se afogava em romances relativamente rasos, achando que isso era o máximo que conseguia. - a segunda desfez o contato, apertando a ponte do nariz, numa tentativa de não se sentir afetada pelas próprias palavras. - Quer dizer, não usava todo o talento e achava que isso era o suficiente!
-Sério? Olha quem tá me dizendo isso: eu, pelo menos, me esforcei e lutei pra fazer o melhor tanto nos estudos quanto pros meus Leitores! E você? Sabe do potencial e, ainda assim, os contêm porque "tem algo mais legal pra fazer". - o tom enfurecido da primeira vez a segunda encarar as próprias palmas. - O que tem de mais legal? Encarar a tela do celular de dez em dez segundos esperando que um dos seus amigos te mande uma mensagem? Se afundar em memes idiotas e ficar com uma escrita pobre? Assistir vídeos idiotas o dia todo e deixar seu cérebro apodrecer como sua vontade de tentar se elevar como pessoa?
-Tudo era perfeito e você sabe, até que cometi o erro de me envolver com alguém e...
-Caralho, um dia você vai admitir pra si que a culpa não é da pessoa e sim sua por concordar com tudo achando que a pessoa ia te deixar.
-Achei que fosse você que, na época, tivesse deixado, já que eu tava bem plena sem nem ter nascido!
-Joguinho de culpa como o seu pai, sério? Vamos nos rebaixar até esse ponto?
A segunda abaixou a cabeça, jogou o caderno no chão com raiva e entrelaçou os dedos no próprio cabelo, lágrimas escorrendo de seus olhos verdes.
- Eu tentei, tá bem? Eu tentei e é difícil continuar animada pra fazer essas porras de histórias se não tem retorno, se é uma maldita dor de cabeça e trabalho pra caralho pra não ter uma visualização, um "que legal"! - ela se encolheu no chão, tremendo. - É uma coisa difícil e entendo que nunca vai ser mais que uma luta diária pra fazer algo legal, algo que preste, e ser reconhecida por isso.
A primeira deslizou de sua cadeira, sentando ao lado da colega.
- Você sempre soube que isso não seria fácil e, por mais que sejamos a mesma pessoa em momentos diferentes, lembra quando começamos? Escrever não era só uma fuga ou uma tentativa de ascender como a escritora que nos impulsionou a escrever e postar, a Bellinha Black: era se divertir e que se foda se tem muita ou pouca visualização. Era diversão e sem muita cobrança, que é isso que falta e o público sente. - um soluço. - Todos crescemos, mas por quê caralhos devemos ficar exigindo perfeição extrema na escrita? Tem que ter prazer nisso, não só ódio, notas apagadas, ódio e raiva.
-Algo tão natural quanto agora? Quanto nossos poemas ou os desenhos?
- Ainda temos o espírito de escritor aqui dentro, - a primeira pressionou acima do próprio coração, - só falta achar a paixão avassaladora que te fez trilhar os caminhos dos últimos 3 anos.

Como se houvesse mágica, me toquei que segurava o celular com o bloco de notas abertos, tirando do meu peito a pedra que me segura no lugar e me faz falhar como autora. Enquanto digito e as palavras da velha Kurlzz ecoam em meus ouvidos, tenho certeza que, as vezes, o melhor caminho é o caminho conhecido. Precisamos de saltos para tentar ver nossas próprias versões, tornar aquilo conhecido, mas que não devo abarcar o mundo com as pernas.
Decido que preciso acender a fornalha em meu peito para o mundo maravilhoso que a escrita me proporcionou, mesmo que precise regredir um pouco para dar meus passos com maior firmeza em direção a uma nova fronteira. Como artista, é uma promessa que faço antes de abrir a nova nota, digitando rapidamente
"Pov Vinícius

Encaro o feed do Facebook da escola com relativo tédio enquanto procuro algo que não sei exatamente o quê, mas que saberei quando o achar..."

Escutando: Minha Intuição

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Votem na sua história preferida

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Votem na sua história preferida

Olá pessoinhas do meu bem querer, como estão? Espero que bem porque a vida tá difícil. Desculpem pela demora, tava aproveitando uma mini-férias.
Então, como prometido em Kidnapped, aqui estou, plena, trazendo o jornal com as opções para quando Kid acabar:

1. Mabel: a história se passaria contando o que fez Mabel fugir de casa e evitar contato com sua família durante tantos anos. A história seria com um capítulo no presente, outro no passado.
2. Ayo Baakir: seria baseado no filme O Protetor, que, como foi dito no capítulo, parece ter um enorme amor por proteger aos outros.
3. Ariel: uma segunda temporada baseada na coragem que Ariel começa a ter em relação ao mundo, explorar o Estocolmo dele e... Bem, é Kidnapped, amigos, acham mesmo que ele vai ficar livre por tanto tempo?
4. Chloe e Samanta: romance que ocorre durante a internação das duas numa clínica psiquiátrica.
5. Aria, Cris, Gabs e Sophi: baseado em pessoas reais do meu convívio, uma história tipicamente adolescente, sem grandes fantasias, tentando resolver os problemas que passam.
6. Otto e Gael: história se passando com um encontro entre um espírito e um fotógrafo e este amor estranho. Baseado (um pouco) na Noiva Cadáver.
7. Sabrina e Henri: uma história baseada na necessidade de saber o passado da forma mais maluca possível! Terapia de regressão quem dita a história e as visões que pode ter.
8. Vexus e Savanna: Savanna é humana, Vexus uma sereia e meio milhão de problemas. (Antes de tudo, não foi baseado em A Pequena Sereia, mas pq não aproveitar pra surfar na onda?)
9. O que é, o que é?: uma história baseada em charadas e que não sabemos sequer o nome da personagem principal, vamos descobrindo tudo aos poucos e juntos.
10. Sabrina: história (tá mais pra duo-shot) de uma pobre fada que só quer fazer o amor rolar, depois de ter seu coração quebrado várias vezes.
11/12/13. Estão disponíveis tbm, mas vocês sugerem a história e o nome dos personagens
Bem, essas são as opções, votem na sua preferida e vamos ver quem ganha. Obrigada pela atenção, meus caros Leitores,

- Tia Kurlzz

Escutando: O som dos pássaros

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Necessita-se de ideias

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Necessita-se de ideias

Preciso de ideias pra uma nova fic
Me helpem, pfv
Desculpem a demora pra atualizar as fics e lançar novas, tava dando um tempo pra poder dormir


Escutando: Theatre

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Homossexualidade

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Homossexualidade

Homossexualidade
Ao ler essa palavra, muitas pessoas criam um rebuliço desnecessario, vindo com teorias e códigos penais malucos. Então, sejamos todos mente aberta para algo cada vez mais comum e que não tem problema por todas as formas de amor serem válidas.
Homossexualidade é um tema bem dificil de discorrer sem ouvir: "são uma vergonha para a sociedade", mas será que são mesmo? Uma coisa que lemos bastante são pessoas dizendo que os grupos LGBT querem apenas regalias e não ser tratados igualmente, mas nunca vemos um homo berrando sobre as supostas "regalias" que pedem. Todo mundo está entrando, "metendo o pau", na discussão da cura gay. Cura gay? Sério? Em pleno século 21, a noção de doença está tão deturpada a ponto de pensarmos que homossexuais são pessoas doente por amarem? Desde quando amor é doença?
A principal questão aqui é, que, nossa sociedade tem temor as diferenças, não ao que é realmente errado, como a famosa cultura do estupro, nossa sociedade taxa o grupo LGBT como os "destruidores de familias e bons costumes", dizendo que a 20 anos atras isso não existia. Será que alguém que faz esse discurso para e pensa que atualmente temos um pouco mais de compreensão e eles se sentem mais seguros, mesmo que minimamente, para nos contar isso? Mesmo que tenhamos esse retrocesso mental, acredito que todos devem se assumir, não adianta esperarmos mais 20/30 anos no silêncio, isso não funcionará.
Esperar mais tempo só vai piorar este caso, temos de lutar por uma sociedade mais igualitaria para todos nós, sem qualquer exceção.
"Todos temos direito de voar, mesmo que de forma diferente"
"E daí se eu sou mais louco que os loucos? E daí que sou mais doente que os doentes? E daí que estou fora de controle? Talvez eu goste assim"; So What- Three Days Grace


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