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Fanfics com a tag Bishounen com o gênero Romântico / Shoujo

Aurora Boreal (SENDO REESCRITA)

escrita por KitsuOnee e Mayuyue
Fanfic / Fanfiction Aurora Boreal (SENDO REESCRITA)
Em andamento
Capítulos 1
Palavras 5.219
Atualizada
Idioma Português
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Gêneros Comédia, Drama / Tragédia, Fantasia, Ficção, Gay / Yaoi, LGBTQIAPN+, Luta, Magia / Misticismo, Mistério, Policial, Romântico / Shoujo, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Park Jimin é de uma família pobre e tem dificuldades para conseguir um trabalho, a doença da sua mãe só piora e eles não têm dinheiro para pagar o tratamento.
A melhor ideia que vêm-lhes à cabeça, é ir até a capital Aurum e pedir ajuda diretamente ao Rei. Infelizmente, o dito cujo Rei é Jeon Jungkook, um jovem irritante e ignorante de 22 anos.
O único jeito de Jimin salvar sua mãe seria se tornando o empregado particular daquele rei insuportável.
Quanto mais tempo passa lá, o Park descobre que existe muitos segredos por trás das paredes daquele castelo.
  • 4.071
  • 29

A Rainha do Harém

escrita por Yui_99
Fanfic / Fanfiction A Rainha do Harém
Em andamento
Capítulos 24
Palavras 213.493
Atualizada
Idioma Português
Categorias Naruto
Gêneros Ação, Aventura, Drama / Tragédia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Erótica, Literatura Feminina, Luta, Magia / Misticismo, Mistério, Policial, Romântico / Shoujo, Saga, Sobrenatural, Suspense
Todas as magas do colégio interno de Konoha estão ansiosas, o motivo? A cerimônia de invocação. Ao chegar aos dezoito anos toda mulher dotada de magia precisará fazer sua cerimônia para invocar um guardião para a vida toda.
Um guardião que vai te amar, proteger e se sacrificar por você sem nenhuma hesitação.

Não só isso, mas quem sabe ele pode servir como objeto, pro seu puro prazer ou entretenimento. Afinal não importa qual seja sua decisão, se você estiver certa ou errada, ele sempre vai estar ao seu lado. Em qualquer situação, nunca irá te abandonar.

Ele estará selado e marcado como seu para sempre.

Mas não se engane. O que elas não te avisam é que o amor de um guardião transcende o ideal e o certo. Nada mais importa para ele senão você. Nem família, amigos, colegas... nada mais importa. Apenas você pode tirá-lo da escuridão profunda em que ele vive, da dor e de seu sofrimento. Só você pode levá-lo a luz que se esconde dele a todo momento.
Quem te tocar terá os ossos quebrados. Gritos serão ouvidos. Nessa obsessão cega, desenfreada e quase doentia, ele não pensará na dor do outro.

Não o culpe por querer te proteger do mal desse mundo.

Não o culpe por cuidar de você ou matar em seu nome.

Não o culpe por apenas querer sua atenção e temer ser abandonado.

Porque ele estará fazendo isso por amor.

Sakura Senju esperou sua vida toda por aquele momento. Herdeira de um dos clãs mais poderosos da vila e filha da lendária Tsunade, dela sempre foi esperado nada menos que perfeição, e assim como suas amigas, ela está ansiosa e temorosa pelo o que os deuses lhe reservaram.

Nada pode dar errado.

[REMAKE-2019]
Também postado no Wattpad (@Yui_99) e Nya (Yui99) 01/05/2021
  • 3.951
  • 3.198

Provocações ( SasuNaru)

escrita por Kellynha_naruto
Fanfic / Fanfiction Provocações ( SasuNaru)
Em andamento
Capítulos 24
Palavras 72.803
Atualizada
Idioma Português
Categorias Naruto
Gêneros Comédia, Drama / Tragédia, Famí­lia, Ficção Adolescente, Gay / Yaoi, Lésbica / Yuri, LGBTQIAPN+, Literatura Erótica, Romântico / Shoujo
Naruto amava aquelas provocações feitas pelo novo amigo de seu irmão.

Apesar de ser gay, ainda não era assumido, e sabia o grande perigo que o rondava.

Menma é irmão gêmeo de Naruto, e mesmo tendo a mesma idade do loirinho, era extremamente ciumento e mandão com o loiro.

Será que Naruto consegue ficar somente nas provocações e nos flertes com o Uchiha?

Será que conseguirar manter em segredo todo esse desejo que sente por Sasuke?


{Imagens pegas na internet. Nenhuma delas me pertecem}

{Naruto=bottom} {Sasuke=seme}
  • 3.351
  • 804

Tem um Anbu me seguindo!

escrita por Aniagreen
Fanfic / Fanfiction Tem um Anbu me seguindo!
Concluído
Capítulos 5
Palavras 23.184
Atualizada
Idioma Português
Categorias Naruto
Gêneros Comédia, Drama / Tragédia, Famí­lia, Gay / Yaoi, LGBTQIAPN+, Literatura Erótica, Literatura Feminina, Romântico / Shoujo
A primeira vez que Iruka percebeu que estava sendo observado, ele achou que era algo da sua cabeça.
Mas a segunda vez ele passou a considerar que não.
  • 2.601
  • 304

Hold Me

escrita por Jello
Fanfic / Fanfiction Hold Me
Concluído
Capítulos 1
Palavras 2.667
Atualizada
Idioma Português
Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Gêneros Gay / Yaoi, Romântico / Shoujo
"-Não escutou o que disse, Eren? – Falou agarrando o colarinho da minha camisa, me dando um puxão que fez nossos lábios quase se chocarem, isso me fez corar. – Mandei você me abraçar, então me obedeça moleque."
  • 2.303
  • 91

Como era estar apaixonado por Ele

escrita por LLIA_
Fanfic / Fanfiction Como era estar apaixonado por Ele
Concluído
Capítulos 11
Palavras 16.820
Atualizada
Idioma Português
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Gêneros Drama / Tragédia, Famí­lia, Gay / Yaoi, Literatura Erótica, Policial, Romântico / Shoujo
O adolescente Jungkook, de 16 anos, tem sua vida virada de cabeça pra baixo quando seus pais tem a decisão de se separarem.
Tendo que se mudar com a mãe para uma cidade em que todos tem corpos desiguais, se vê encurralado quando Jimin, um garoto que parece ser dos anos 90, tem todas as respostas para todas as coisas do mundo como se sua vida dependesse disso.

[CAPA FEITA POR @VIEUXTALES, @ITSANEWTON] [TAMBÉM POSTADA NO WATTPAD]
  • 2.205
  • 289

Delicate Hybrid - JiKook

escrita por _PARK_J_I_M_I_N e euphxria
Fanfic / Fanfiction Delicate Hybrid - JiKook
Concluído
Capítulos 25
Palavras 164.692
Atualizada
Idioma Português
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7
Gêneros Ação, Aventura, Comédia, Drama / Tragédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica / Sci-Fi, Gay / Yaoi, LGBTQIAPN+, Literatura Erótica, Luta, Magia / Misticismo, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romântico / Shoujo, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Os "híbridos" são seres que alguns acreditam terem vivido à muito tempo na terra, outros acham ser somente ficção, alguns dizem até que eles ainda podem existir nos dias de hoje, porém estão camuflados. Jimin, descendente do último híbrido de séculos atrás, na verdade, o último descendente do último híbrido sobrevivente após o famoso e amedontrador "dilúvio", nasceu no século XXI (21), tendo a mãe mais carinhosa e amorosa existente, sem um pai, pois o mesmo abandonou a mãe quando Jimin ainda estava dentro da barriga da mesma, Jimin viveu feliz até os três anos, quando sua casa fora invadida e sua mãe morta em sua frente, somente Jimin escapou, fugindo para a floresta e vivendo lá por vários anos, até Jeon, seu guardião e único a qual poderia protegê-lo, aparecer.

[...]

Jeon JungKook, um garoto bonito e inteligente, rico e de boa família, de boa personalidade e popular. Jeon, faltando uma semana para entrar de férias, recebeu uma notícia do diretor da escola sobre uma viagem após as provas, essa que seria para Halla Montain, na Ilha de Jeju. Jeon decidiu, com seus cinco amigos – Kim NamJoon, Kim SeokJin, Min YoonGi, Jung HoSeok e Kim TaeHyung –, que iriam à essa viagem, o que não esperavam era que, após concordarem com mais uma das ideias malucas de YoonGi, sairiam da trilha da montanha e, após andarem bastante, encontrariam uma caverna, essa que estava bem camuflada com uma "árvore" ao redor. Jeon, como cobaia de YoonGi, teve que cumprir um desafio de entrar na caverna, e o mesmo entrou, e o que encontrou lá não foi algo digamos "normal".

Um garoto com orelhas e rabinho de gato, sujo e fedido, e bastante machucado tanto fisicamente quanto emocionalmente. Deveria ele sentir medo?

Park Jimin, um híbrido de gato ômega, apareceu em sua vida e não sairia tão cedo. Jeon seria seu novo e único guardião.

{em revisão}



JiKook | VHope | YoonSeok | TaeGi | TaeYoonSeok | NamJin | Capa Editada.
  • 1.982
  • 474

I need you Jungkook (Híbrido X Incesto)

escrita por _Enber_
Fanfic / Fanfiction I need you Jungkook (Híbrido X Incesto)
Concluído
Capítulos 172
Palavras 371.975
Atualizada
Idioma Português
Categorias Bangtan Boys (BTS), G-Dragon, Got7
Gêneros Ação, Aventura, Comédia, Drabs, Drabble, Droubble (Minicontos), Drama / Tragédia, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica / Sci-Fi, Gay / Yaoi, Literatura Erótica, Luta, Mistério, Policial, Romântico / Shoujo, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
O jovem Jeon Jungkook, morava desde que nasceu em um orfanato, sua vida foi mudada a partir do dia em que um cientista o escolheu pra ser sua mais nova experiência. Jeon Jungkook acaba conhecendo Kim Seok Jin, um homem muito bondoso onde vai ser de muita ajuda para ele. Com o passar do tempo Jeon, acaba tendo muitas aventuras durante sua vida, mas tudo vai ser mudado a partir de uma noite onde ele e seus amigos resolvem assaltar um banco, pois ele queria respostas sobre a experiência que o cientista fez com ele, ele queria a cura, mas pra isso ele precisava de dinheiro. Jungkook vai acabar tendo responsabilidades que obrigou ele a se tornar um homem de verdade, mesmo com sua pouca idade. Cheio de aventura, cotidiano de uma família nada normal, ficção cientifica, amizades verdadeiras; romântico, pois o amor quando é destinado a certa pessoa nada o impede ser para sempre.

Longfic
  • 1.926
  • 2.427

I'll Not Kill You - Jimin (BTS)

escrita por IvyMckenziePark
Fanfic / Fanfiction I'll Not Kill You - Jimin (BTS)
Em andamento
Capítulos 16
Palavras 42.756
Atualizada
Idioma Português
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Gêneros Ação, Aventura, Comédia, Drama / Tragédia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Gay / Yaoi, Lésbica / Yuri, LGBTQIAPN+, Literatura Erótica, Magia / Misticismo, Mistério, Policial, Romântico / Shoujo, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
— Não... Por favor... A gente pode resolver isso de outra forma! — com cada pausa em sua súplica, eu podia pressintir... O escárnio da morte, aquele odor fúnebre... As minhas malditas expectativas me pregavam uma peça, e eu tinha a certeza que aquele era seu último suspiro. Mas tive essa certeza três vezes em apenas uma frase.

Que acabassem de uma vez com aquela histeria em meu peito, deveria ser eu a suspirar uma última e longa vez, tudo para acalmar aquele falso silêncio que me estremecia. Eu era mais um fantoche daquele maldito show de horrores, acima daquelas amarras, era a agitação para acomodar o traseiro em uma poltrona e assistir a mais um espetáculo. Já aqui embaixo... Aqui embaixo ressoavam o couro, o retumbado do meu coração e a queda pungente da água... Aquela água salgada que pingava de seus olhos, aquelas lumes que a mim refletiam-se como um poço de súplica e misericórdia. Era uma criança... Era inegável... Ali, com os olhos marejados, as bochechas infladas e a pele fumegante como batata, eu não tinha dúvidas, era a inocência de uma criança, ele conseguiu me convencer.

Puta que pariu! Eu fodi com tudo! Tudo! Tudo! Ele não deveria estar ali!

E a orquestra seguiu seu curso. Os instrumentos, eu posso categorizar... Um coração pulsante como nenhum outro, desesperado. A cantiga dele me engasgava, os meus dotes artísticos estavam afiados aquele dia. Em seguida, eu posso especificar que o couro era legítimo, o músico sabia manusear o instrumento despojada e naturalmente, mas a cada nota atingida por este, a cada vez que seus braços roçavam no tronco, o primeiro instrumento fazia questão de sobressair-se, roubando o centro. E por último, um instrumento um tanto extravagante, água. Apenas o caminho que ela trilhava, nada de lamúrias, gemidos, urros... Apenas a descida daquelas lágrimas... Eram tímidas e sutis, mas elas faziam toda a diferença para que o espetáculo estivesse completo.

Era a trilha sonora preparada para o estopim do caos. Ao primeiro passo ressoar, meu coração cedeu, e os meus ouvidos de uma boa apreciadora afundaram numa profundidade interior, era tudo tão longínquo, que eu pude jurar estar sob efeito de uma verdinha das boas. E quando, atrasada, eu arregalei meus olhos, o segundo passo ressoou. Ele arrancou de mim o nó na garganta, e ritmou minha respiração. Agora eu estava descompassada, e seria punida por isso! Tudo se sucedia, a partir dali, numa calmaria, numa lentidão... Eu cheguei a calcular que sim, poderia me liberar daquelas amarras e correr para onde tudo acontecia. Mas então, o terceiro passo me nocauteou, num fio de desespero, eu engasguei com aquele ar seco e pútrido da conformação. O último som que ele ouviria, eu acreditei que seria aquele meu engasgo tosco.


E o quarto passo veio... Já não disse? Eu estava nocauteada, entregue e entorpecida. Na profunda escuridão a que me forcei a me refugiar, eu não podia me esconder dos sons, nem que minhas veias estourassem de tanto forçar as pálpebras, eu não poderia escapar daquela melodia. Foi quando, sim, o único e último som dele em vida reivindicou seu triunfo, era cortante, repugnante e como era pesado... Com o olho direito, eu espiei... Ao se livrar de um protetor chulo e fosco, aquela espada incendiava por todo aquele térreo, claro, usando o brilho da lua de muleta, mas seu resplendor era incontestável...



Aquela iluminação regrada, ainda que fascinante e sedutora, fez questão de demarcar as curvas que um dia alguém havia talhado com minúcia naquela lâmina. Eram lindos os entalhes, percorrida por um bom gosto e riqueza em símbolos e finalizações, ela parecia tola e fútil. Deslumbrantes eram os detalhes que apenas serviriam para perfurar a carne de um inocente e jorrar o sangue que muitos matariam para despejar em um cálice e cumprir com seus rituais vazios. Agora, seríamos chafurdados como miseráveis imundos por um líquido raro, e de quem era a culpa?


Eu estava inerte quando ele bradou, e seu urro tentou escapar sozinho de sua garganta, uma última brisa de liberdade a ele foi negada. O último som que cuspiu foi seguido pelo respingar abafado de sangue, antes que aquele som revoltante terminasse de ecoar por aquelas paredes asquerosas, sua boca já estava batizada pelo líquido vermelho que expulsou. E a espada se afastou de sua carne como um parceiro romântico se joga para o lado na cama, já sem propósito e encharcada.



— Está feito! — foi aquele o meu chamado para a terra. Foi quando eu fui arremessada para aquela realidade novamente... Eu não tinha uma visão aérea, não estava analisando friamente, nem acompanhava o episódio lá de cima, eu era parte daquilo. E o meu coração titumbeava sozinho, enquanto outro, já não mais... Agora teríamos de sustentar aquele desfecho, eu e o que restou de mim. Restaram meu coração e o couro negro que me encarava, com as costas, ele sorria de mim, suas costas cobertas por um sobretudo me encaravam, porque ele era covarde demais para isso!

— Era o que estava previsto para acontecer. Os lá de cima premeditaram — quando o seu indicador subiu em riste, a minha revolta também se elevou. Eu podia vislumbrar seus olhos rolando para o alto conforme o dedo subia. Era podre e previsível, como o resto. E, para o terror de todos os meus nervos, e qualquer fragmento de minha vitalidade, a assassina voltou a gargalhar de mim, com aquele mesmo escárnio anterior à tragédia, aquele estrondo rasgava o ar como o brado de uma ave silvestre, me rasgava como um predador... Aquela maldita espada assassina ainda zombava da morte, mesmo ao colidir miseravelmente com o concreto também miserável daquele maldito lugar deplorável, era um objeto, mas era tão zombeteiro, que dava-me a impressão de se deliciar com a imagem daquele sangue injustiçado espirrando em meu rosto. E tudo o que restava ali me era repulsivo... Eu, aquele misterioso bestial, até a minha família, o que restou de um assassinato brutal. — Não se abale... A junção de vocês significava a derrota da humanidade. — suas cordas vocais emitiam vitória... Desde suas palavras até a última célula em seu corpo, ele se deleitava com a minha derrota, risadas disfarçadas davam jeito de passar atreladas a cada palavra daquelas. — Se contente com o que tem agora. Você tem elas! — seus ombros enrijeciam por mais que ele tentasse alongar as articulações. Eu o vi mover aqueles ombros como se estivesse grato por mais um dia árduo de treino. Treino. — VITÓRIA! — ele celebrava. Ainda assim, era um "vitória" que mascarava uma ordem. Estava mais para "Vamos, festeje comigo. Nós dois ganhamos. NÓS GANHAMOS!"

Eu desliguei mais uma vez. Poderia não ser parte dos que estão além do céu, não estar assistindo aquilo de um assento confortável e distante, poderia não estar segura, mas eu fui apenas uma telespectadora. Tenho certeza de que em algum daqueles minutos, ele chegou a se perguntar se eu ainda respirava, se não era a mim que ele tinha dado um fim. Quem poderia prever? Um simples acaso, uma mudança de cursos, se tornando não um acaso, mas uma tragédia. Furacões desgovernados devastando a vida um do outro. Nunca foi um acaso! Foi manipulação. Eu estava ali, dando lugar aos cursos naturais das coisas por opção? Por um acaso? Não existia destino, não existia acaso. Seria aquele o fim? Seu sangue escorrendo até meus pés? Então era essa a solução mágica? Eu me libertaria daquelas amarras, e daria um fim naquele maldito destino! Vou mostrar que também posso mudar o curso das coisas. Vocês aí de cima irão assistir o que eu programei e dirigi!



— Hum? Quê? — flutuando acima da colcha gostosa que forrava meu colchão, eu ainda parecia entorpecida. Não só meus murmúrios eram apagados, eu era uma mula. Testei o tato... Ocupando aquela cama, além de mim, apenas meu notebook e o celular. O material gelado dos dois me despertou e eu pude lembrar um pouco da minha rotina. Quando escorreguei os pés para alcançar o assoalho, foi a vez de ter outro choque térmico. Com meus dedos fumegantes, eu não hesitei em saltar no chão de uma vez. O primeiro som foi similar a um esguicho. E o posterior era mais pungente, mas eram ambos irmãos. Quando meus olhos enquadraram o chão, a paleta de cores era tomada por um vermelho vibrante, um tom de vinho escasso. Banhando meus dedos estava um líquido fresco e gélido, os graus negativos eram os mesmos que subiram a minha espinha, um arrepio gelado que fez aquela poça vermelha parecer fichinha. Fora aquela a primeira vez em que tudo não passara do pior dos pesadelos?

• Hwayugi Inspiration
• Capa provisória
  • 1.768
  • 329

Hope

escrita por _Yuki_
Fanfic / Fanfiction Hope
Em andamento
Capítulos 27
Palavras 36.594
Atualizada
Idioma Português
Categorias Naruto
Gêneros Ação, Aventura, Comédia, Drama / Tragédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica / Sci-Fi, Lésbica / Yuri, Literatura Erótica, Luta, Magia / Misticismo, Policial, Romântico / Shoujo, Saga, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Uma tribo devastada por preconceito e violência acaba por ser desintegrada. São apenas seis os sobreviventes, estes desiludidos, desacreditados e sedentos por vingança de quem proporcionou o extermínio.

Quando, em um dia tão nublado quanto os olhos dos Uchihas, Indra decide recuperar a honra de seus companheiros e sobreviventes, o sobrenome de sua família se espalha, tendo como sinônimo o poder e o temor.

A única esperança para afastar a neblina de seus corações tinha nome e cabelo cor de rosa: Sakura, uma pequena menina encontrada no meio da floresta e, que com o apoio de todos, seria criada ali, no centro do Clã mais temido de todas as nações.
  • 1.695
  • 793