Fanfics com a tag Poesia

Poesia das Recópias escrita por Obheron

Fanfic / Fanfiction Poesia das Recópias
Terminada
Capítulos 1
Palavras 182
Atualizada
Idioma Português
Categorias Histórias Originais
Gêneros Lírica, Poesias
Vejo autores monotemáticos
transformando seus problemas,
que provavelmente urgem terapia,
em recópias mal feitas de Eu.
Que soe vão ou arrogante, mas dessa reglória
não hei de rebeber ou redesejar.
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Ela, sempre foi ela escrita por BrunaBeear

Fanfic / Fanfiction Ela, sempre foi ela
Terminada
Capítulos 1
Palavras 372
Atualizada
Idioma Português
Categorias Histórias Originais
Gêneros Poesias, Shoujo (Romântico)
Romance entre dois amigos, que depois de 8 meses se veem
E vira a única oportunidade
Uma curta metragem mais cheio de sentimentos
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BabyBlues. escrita por xxxDAISHOxxx

Fanfic / Fanfiction BabyBlues.
Terminada
Capítulos 1
Palavras 352
Atualizada
Idioma Português
Categorias Histórias Originais
Gêneros Drabble, Drama (Tragédia), Droubble, Famí­lia, Ficção Adolescente, Poesias
Em decorrência a tudo isso, de dentro para fora, eu ardo com o mais pungente arrependimento pelo que fiz. Porque as chamas que comecei estão me queimando viva agora.


[Oneshot // Homenagem às mães]
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O Mundo Perfeito escrita por Gabriel46

Fanfic / Fanfiction O Mundo Perfeito
Em andamento
Capítulos 5
Palavras 4.383
Atualizada
Idioma Português
Categorias A Culpa É Das Estrelas
Gêneros Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Lírica, Literatura Feminina, Poesias, Romance e Novela, Suspense
Tenho um segredo... Mas é algo que todos sabem... Querem ouvir?
- Todos morrem! Por isso, estou com a mesa posta esperando a indesejada. - Dizia minha tia Marina antes de morrer de câncer...
Pode parecer estranho mas é verdade, né? Algum dia, eu, você e todo mundo vai morrer... Pode não ser de câncer... Há milhões de possibilidades. Eu não escreverei a culpa das estrelas, mas essa história é verídica.
Fazem cinco anos que conheci tia Marina amiga de minha avó e ela, assim como minha vó era professora antigamente... Ela se tornou minha tia e professora particular, porém me tocou no coração quando fiquei sabendo que três anos depois ela veio a contrair câncer. Isto se tornou meu pesadelo e o meu refugiu é a leitura... Não se preocupem ou tenham pena dela não! Por que ela é forte! Ela não chegou a morrer ainda e tem 80 anos... Ela só está com a mesa posta esperando a indesejada (da morte)...
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O Papai me odeia escrita por Mosuman88

Fanfic / Fanfiction O Papai me odeia
Terminada
Capítulos 1
Palavras 83
Atualizada
Idioma Português
Categorias Histórias Originais
Gêneros Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lírica, Poesias
Poema escrito por uma das personagens da minha história, o eu lirico explora a angustia que ela carrega desde seu nascimento.
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Is it love? ( Viktor Bartholy ) escrita por Vee-siq

Fanfic / Fanfiction Is it love? ( Viktor Bartholy )
Em andamento
Capítulos 32
Palavras 40.550
Atualizada
Idioma Português
Categorias Is It Love?
Gêneros Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Saga, Sobrenatural, Terror e Horror
Epígrafe:

“O inferno está vazio e todos os demônios estão aqui.” Da famosa peça (A Tempestade), quando Shakespeare disse isso ele certamente não sabia o que eu sei sobre demônios. Afinal, sei que vivo rodeada de seres sobrenaturais com integridade, honra e verdade. Milenares... porém letais.

Deveria ser dito que Shakespeare, não era completamente sem noção. Mas ele tinha muitos conselhos sobre lhe dar com a mágoa. Minha preferida: “Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente.” Nunca pensei que essa dor inoportuna me atormentaria novamente, e sinceramente.... Gostaria de não pensar sobre isso.

Exceto que ultimamente, a morte esteja lá... batendo em minha porta outra vez.

As vezes quando estou sozinha, assemelho minha vida a um tabuleiro de xadrez. Derrotas e perdas, vitórias e xeque-mate. Ser cautelosa e ao mesmo tempo esperta, ser paciente e vigilante nas jogadas.

Observava o maravilhoso tabuleiro de madeira, sobre um suporte na biblioteca da mansão Bartholy. As peças brilhantes de marfim.

O rei carrancudo. A rainha majestosa. O cavaleiro nobre. O bispo piedoso. E o jogo, a forma como cada peça contribuía com seu poder individual como um todo. Era simples. Complexo. Era elegante. Era uma dança; uma guerra. Era infinito e eterno.

Em uma tentativa vã de distraí-lo, inicio a jogada.

-Sua vez. -O aviso, sem olha-lo... sentindo a lâmina gelada da adaga relar em minha pele. Escondida. Apenas espero o momento certo... A hora exata, para enterrar o item enfeitiçado no coração sem vida a minha frente. Preciso de um minuto, trinta segundos seriam uma vida. Um minuto seria uma eternidade. "Paciência."-Pensei.

A frieza do marfim. A forma de como as bases cobertas de feltro deslizavam sobre a madeira envernizada, como o ribombar sussurrado de um trovão. O rosto de Viktor inclinou-se sobre o tabuleiro, alto e robusto, olhos escuros e lábios avermelhados... que em um hora ou outra, mordia o inferior pensativo. O cheiro do perfume marcante, dedos ágeis e sorrateiros como assas de bem-te-vis.

"É chamado de esporte dos reis, Rosalie. Você gostaria de aprender a jogar?" Uma curta lembrança me passou quando ele me ensinara as regras e truques do jogo, quando era pequena.

"Cada lance importa. A capacidade esta em compreender e prever as possibilidades de vencer o oponente. Sempre esteja preparada, sempre esteja dez passos a frente de seu inimigo."

Não importa. Só uma coisa importa agora.
O risco.

"Não amoleça agora! Pense no que importa, ele lhe tirou tudo... agora, faça-o pagar. Aqui e agora!" -Meu subconsciente me avisa, persistindo-me a continuar.

Não se passou em minha cabeça aquela tarde, as consequências de meu ato perfeitamente planejado. Mal sabia o que me aguardava alguns minutos depois, daquela má partida de xadrez.

Aconteceu tudo tão rápido, que quando descobri suas verdadeiras intenções, sempre era ele, que esteva a vários passos a minha frente.
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