História 08:21h - Capítulo 1


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Categorias ASTRO
Tags Astro, Cha Eunwoo, Fanfic, Oneshot
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LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olá pessoas!

essa é a primeira oneshot que eu escrevi, não sei por que, mas sempre imaginei ela com o eunwoo do astro (talvez pq eu ache ele mto bonito jahsj)

enfim, sem mais delongas, boa leitura~

Capítulo 1 - CAPÍTULO ÚNICO


Fanfic / Fanfiction 08:21h - Capítulo 1 - CAPÍTULO ÚNICO


 Ela acordou muito antes de seu despertador soar, pois estava muito ansiosa para seu primeiro dia de trabalho.

Ele, como sempre, decidiu que dormir uns 5 minutinhos a mais não causaria grandes problemas.

Ela pôs Françoise Hardy para tocar enquanto retirava suas roupas perfeitamente bem passadas do cabide e se dirigia ao banheiro - suas amigas sempre tiravam sarro de sua cara pelo seu excêntrico gosto musical, mas ela não ligava pois decidiu piamente que aquilo fazia muito bem para sua aura espiritual.

Ele, por sua vez, acordou ao som estridente de buzinas e descargas de caminhão e então, num sobressalto, percebeu que os "5 minutinhos" haviam se transformado em catastróficos 30 minutos e que estava perigosamente atrasado - essa tinha sido a única vez que o trânsito caótico de sua cidade tinha lhe servido de alguma coisa além de estresse gratuito.

Ela, após fazer sua higiene matinal, resolveu colocar em prática o que aprendeu nas aulas virtuais de auto maquiagem no mês passado - ela tinha se empenhado tanto que havia até economizado para comprar os devidos pinceis e produtos necessários para fazer tudo sozinha.

Ele apenas tomou uma ducha rápida, escovou os dentes e pôs seu uniforme de trabalho na mochila e saiu do apartamento rumo à estação de metrô mais próxima, às pressas, pois morava longe do trabalho e não queria se atrasar mais ainda.

Ela, satisfeita com a maquiagem "neutra porém detalhada" que tinha feito, resolveu então dar um jeito em seu cabelo enrolando um pouquinho as pontas pois achava que os mesmo estava muito sem-graça do jeito natural.

Ele, já a caminho de seu destino, aproveitando o momento de calmaria decidiu praticar seu espanhol lendo um livro que comprara semana passada.

Ele já estava aprendendo a língua havia quase um ano, sem nenhum motivo específico, só por que a achava interessante e de pronúncia agradável.

Ela, finalmente com tudo pronto, pegou seu casaco mais quentinho e saiu de seu apartamento com suas pastas e documentos pessoais na mão.

A ideia inicial era ir de metrô, mas no final das contas ela resolveu que iria pagar um táxi, afinal hoje era seu primeiro dia! E um dia especial merecia um começo especial.

Ele, chegando em sua estação saiu como um foguete pelas ruas até chegar no trabalho, que por sorte era bem do outro lado da rua. Passou pela porta de forma cautelosa e foi diretamente para o banheiro colocar seu uniforme de atendente de cafeteria - ele era garçom de umas das mais conhecidas cafeterias do centro da cidade. Sempre havia uma quantidade considerável de pessoas frequentando o lugar - e hoje, depois de levar uma bronca do chefe, lá estava ele, levando Americanos e Lattes para diversas mesas, como de costume.

Ela desceu do táxi bem na esquina da rua, olhou para a construção onde agora trabalharia com os olhos brilhando e cheios de expectativa.

Mas como ainda tinha tempo, resolveu ir a uma pequena cafeteria que havia bem ali no outro lado da rua.

Ele estava lustrando as mesas quando viu de relance alguém entrar, quando virou o rosto para enxergar melhor viu que era uma linda moça. Logo de cara percebeu que ela era um tanto difícil de se descrever - se vestia de modo bastante profissional mas seus olhos carregavam um tom quase que infantil, como uma criança que acabara de ganhar um brinquedo novo.

Seu andar era tenaz e imponente, mas ela carregava desajeitadamente muitas pastas e cadernos que ficavam escorregando de suas mãos o tempo todo.

Sua expressão era neutra mas quando ela chegou ao caixa e fez seu pedido sua voz soou doce e suave, como se estivesse cantando ao som de um ritmo lento.

Ao mesmo tempo que parecia ser delicada ela também parecia ser igualmente determinada - como uma rosa que possui espinhos demasiadamente afiados.

Ele estava completamente extasiado pela sua presença.

Ela, logo após pedir seu café foi sentar-se à mesa mais próxima pois já estava se sentindo esgotada de tanto carregar toda aquela papelada.

Depois de alguns segundos, notou que um rapaz a encarava de uma forma bastante engraçada.

Ele estava logo à sua frente, segurando um lenço na mão enluvada olhando diretamente em sua direção.

Ela deu um sorriso tímido, e ele mais do que depressa pigarreou um tanto alto demais e continuou o que estava fazendo de cabeça baixa.

Mas ela não pode deixar de notar o quanto ele era bonito - mesmo sendo muito alto ele tinha a proporção de corpo perfeita, como se nem precisasse ir academia pois suas medidas naturais já eram suficientemente sublimes.

Em seus braços haviam algumas tatuagens dispersas aqui e ali, algumas eram desenhos geométricos e outras eram escritas em outras línguas que ela não entendia, o que só a deixou mais curiosa.

Além disso, ela também notou que ele possuía traços orientais, seu rosto era ligeiramente delicado e angelical, como se ele estivesse saído diretamente de um animê. No bolso da frente de seu avental, havia um pequeno livro de capa amarela, com um garotinho empinando pipa na frente...talvez um romance?

Será que ele gostava de ler ou talvez fosse só para um trabalho de faculdade? O que será que significam aquelas tatuagens?...alguns momentos depois ela percebeu que também não conseguia tirar os olhos dele e que vez ou outra os dois trocavam sorrisos envergonhados.

Foi uma longa espera até seu pedido chegar mas ela sentiu como se estivessem passado apenas alguns minutos, por isso, quando olhou em seu relógio teve que sair apressadamente porta afora pois seu horário começava à menos de 10 minutos - ela saiu dali sentindo um misto de ansiedade e curiosidade, afinal, estava almejando saber mais sobre o rapaz da cafeteria.

No meio de tantas incertezas, pelo menos de uma coisa ela sabia: iria voltar ali algum dia.

Ele a observou sair desajeitadamente do local e desaparecer dentre a multidão de carros e pessoas na avenida com um certo aperto no coração - o que era estranho, pois até um tempo atrás ele tinha certeza que essa coisa de "amor à primeira vista" só acontecia nesses romances piegas que passam na tv aberta nos finais de semana.

Ele continuou seus afazeres com um certo desânimo, até que notou que perto da mesa aonde a moça estava sentada, havia uma caderneta azul jogada no chão com algumas folhas se soltando. Ao se aproximar e pegar o mesmo, notou que ali haviam algumas anotações acerca de arqueologia e também alguns desenhos e gráficos perfeitamente detalhados e simétricos - talvez ela trabalhasse no museu a frente? Pensou.

Ele ficou olhando as anotações por um bom tempo, maravilhado - pois além de estar encantado com o esforço e dedicação da moça, ele tinha a certeza que eles iriam se reencontrar mais cedo do que imaginara.

Ele sabia, que de uma forma ou outra, naquele dia ás 8:21 da manhã, que o destino dos dois havia mudado para sempre. 


Notas Finais


Esse foi o primeiro romancezinho soft que eu escrevi na vida, então espero que tenham gostado! ♡


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