História A Cobaia-414 - Capítulo 10


Escrita por: e Strawberry_Lust

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, EXO, G-Dragon, Got7, Kim Soo-hyun, TWICE
Personagens G-Dragon, Jackson, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Kris Wu, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Sehun, T.O.P, Tzuyu, Xiumin, Youngjae
Tags Bangtan Boys, Bangtan Boys (bts), Bts, Ficção Cientifica, Guerra, Romance, Sobrevivencia, Tragedia, Tzuyu (twice), Vinger Trast, Violencia
Visualizações 75
Palavras 2.306
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Lírica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ooooiiii, aqui é a Strawberry e eu queria muito pedir desculpas para vocês. Faz mais de um mês que eu não posto mas eu estava com alguns problemas pessoais e toda vez que eu sentava para escrever, eu não conseguia colocar as palavras para fora. :/
Eu sinto muito e espero que vocês possam me entender e que não fiquem bravxs. Bom, bjs galeris. Boa leitura.

Coronel: G-Dragon/ Jin
Ten. Coronel: T.O.P
Major: Xiumin
Capitão: Suga
Primeiro Tenente: Rap Monster
Segundo Tenente: J-hope
Sub. Tenente: Sehun
Primeiro Sargento: Jimin
Segundo Sargento: YoungJae
Terceiro Sargento: Kim Soo Hyun
Cabo: Jackson
Soldado: Jungkook, V

Palavras com (exemplo*) estarão com o significado nas notas finais.

Não revisado.

Capítulo 10 - Capítulo 8: As pequenas estrelas. - parte 2


—P.O.V – 414.—

P.O.V – Tzuyu.

— Tzuyu.

— O que?

— Eu acho que o meu nome é Tzuyu. – Jungkook se afastou um pouco e me encarou, sério.

— Isso é bom, não é? Quero dizer, você está lembrando, suas memórias estão voltando. E isso é... Bom.

— É, mas eu não sei se quero lembrar. Acredito que exista um motivo para eu ter perdido a memória, entende? Como se fosse ruim demais para ser lembrado, como se eu quisesse esquecer. – ele não parecia saber o que me dizer, então apenas me abraçou.

— Eu... Eu sinto muito.

— O que quer dizer com isso?

— Entendi o seu pesadelo. E me sinto honrado em saber que você confia o suficiente em mim para permitir que eu te beije. – preferi não responder.

As luzes da cúpula voltaram ao normal e parecia dia novamente.

— Acho melhor voltarmos, a Sana deve estar nos procurando e nós precisamos retornar a base. – balancei a cabeça positivamente e ele me soltou aos poucos, segurando minha mão e seguindo em frente.

Quando chegamos lá em baixo o clima estava estranho. Não havia mais música, as pessoas não dançavam mais. Elas conversavam entre si e algumas até gritavam. A atenção foi voltada para nós e todos se calaram.

— É ela. – uma mulher afirmou.

— Tem certeza? Ela parece mais alta. – o homem ao lado dela retrucou.

— Não. Eu tenho certeza. É ela. Ela é a garota da foto. É ela que veio de fora.

— Do que vocês estão falando? – Jungkook perguntou, me colocando atrás dele.

— Nun postou uma foto dela!

— É ela que está adoecendo as pessoas!

— Vamos matá-la!

— Nós precisamos ir embora. – ele sussurrou para mim.

— Mas e a Sana?

— Ela provavelmente já deve ter ido.

Eles avançaram em nossa direção e Jungkook deu alguns passos para trás, tirando uma arma de dentro do casaco.

— O que você está fazendo? – indaguei.

— Não se aproximem. Eu tenho permissão para utilizar da dor se não obedecerem.

A multidão parou de avançar, começando a discutir uns com os outros. Era quase impossível entender o que estavam falando.

Ouvi disparos e fechei os olhos com força. Quando tornei a abri-los, havia se aberto uma passagem entre as pessoas. Era Yoongi. Ele atirou para cima.

— Larga a arma Jungkook. – Yoongi ordenou, mirando na cabeça dele. — Larga a arma.

Jungkook respirou fundo e colocou a arma no chão. Yoongi olhou para mim e passou a mirar em minha direção, colocando o dedo no gatilho.

[...]

Sala de exames.

Narrador.

Ji-yong se deitou para fazer a ressonância magnética*.

— Evite se mover, isso atrapalha o processo. – Rintarou falou pelo microfone, do outro lado da cabine. — Você também vai ouvir um barulho bem alto, mas não se preocupe. É apenas a máquina funcionando.

— Está bem. — o Coronel fechou os olhos e o Médico Okabe deu início ao processo.

Corredor.

— Acham que devemos contar? – perguntou o Primeiro Ten.

— Ah, claro. Vamos cumprimentá-lo e dizer: “Coronel, gostaríamos de informar que a sua irmã não está na base. E por incrível que pareça, nenhuma das câmeras registrou ela saindo.” – ironizou o Segundo Ten., aflito.

— Mas se deixarmos que ele descubra sozinho, vai acabar nos matando. – Kim Namjoon leva a mão a cabeça, retirando a boina preta. — Parem para imaginar, se não a encontrarmos e ele tocar no assunto, o que vamos dizer? “O senhor não pode vê-la agora, ainda estamos a procurando.”?!

Seok-jin descruzou os braços e se desencostou da parede.

— Não digam nada a ele. Isso o faria ficar nervoso e atrapalharia os exames. Não se preocupem, eu vou resolver. – ele afirma e segue pelo corredor, abandonando os outros militares.

[...]

Campo de treinamento.

— Nós treinamos vocês para serem resistentes! Eu não quero ver ninguém parado! O primeiro a cair vai limpar os banheiros durante uma semana! – grita o Cabo.

— Sim senhor, senhor. – os soldados respondem enquanto marcham na chuva artificial do domo.

— Isso é uma piada? – Jackson começa a rir. — A minha namorada consegue gritar mais alto que vocês. Eu vou tentar de novo. Nós treinamos vocês para serem o que?!

— Resistentes, senhor.

— O que eu não quero ver?

— Ninguém parado, senhor.

— Ótimo, ótimo. Estão começando a melhorar. – ele balança a cabeça e dá meia volta, andando agora para o lado oposto, no intuito de observar a todos.— No chão! Eu quero quinhentas flexões!

— Sim, senhor.

— Andem logo, é para hoje, mocinhas. Vamos começar! Quem não conseguir acompanhar, pede pra sair! Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito. Quem não conseguir acompanhar.

— Volta pra casa, senhor.

Jackson para no meio do caminho, levantando a cabeça. Ele umedece os lábios e ri da situação, olhando para o mais novo Cabo.

— Eles me surpreenderam desta vez. Você disse pra eles que eu faria algo assim? – ele sorri, simpático.

— É, talvez. Talvez eu tenha dito. – o garoto devolve o sorriso, ajeitando a postura.

Jackson se aproxima e dá uma joelhada no estômago dele, o fazendo cair na lama.

— De dois em dois meses, eu recebo novos soldados para treinar. E desta vez, você acabou com a minha diversão. Se fosse para eles me responderem certo da primeira vez, eu falava o que eles precisavam me responder! – ele se agachou, colocando a mão na cabeça do garoto. — Se ponha no seu lugar. – afundou a cabeça dele na lama. — Mostra pra eles como se faz, eu quero quinhentas flexões.

— Você não pode fazer isso. Eu também sou um Cabo agora.

— Você pode ter sido promovido, mas eu continuo sendo mais importante. — ele abre um sorriso e se levanta.

— Cento e seis, cento e sete, cento e oito, cento e nove.

— Por causa da brincadeira do nosso amiguinho aqui, vocês vão começar de novo! — os soldados fazem barulhos de raiva e frustração. — Um, dois, três, quatro, cinco.

[...]

O Cabo Jackson caminha pelo corredor, tendo como destino o seu quarto. Assim que ele abre a porta, se depara com Seok-jin encostado em sua cômoda, enquanto joga uma bola de borracha na parede e a pega em seguida.

— Oi, Jackson.

— O que você está fazendo aqui? – ele fecha a porta.

— Treinando os novatos? – Jin observa as botas sujas de lama. Joga a bola mais uma vez e a pega antes que atinja o chão.

— Sim. O você quer? – tenta mais uma vez.

— Você pode estar enganando o Coronel porque ele é ocupado e não presta atenção nisso, mas... Eu sei o que está acontecendo. Sei que você conhece a irmã dele.

Jackson fica paralisado por um tempo, refletindo em que ponto a conversa chegaria.

— Está bem. Eu conheço ela. E o que tem isso?

— Além de a existência dela ser um segredo? – ele leva a bola para mais perto do rosto, procurando os detalhes. — Ela não está na base. E como é amigo dela eu pensei que talvez você soubesse onde ela foi.

— Não tem câmeras por todo esse lugar? Procure nas gravações, tenho certeza que vai encontrar algo.

Jin ajeita sua estatura e anda em sua direção.

— Ela não aparece nas filmagens. Mas você já sabia disso. Estava tentando ganhar tempo. – ele bate a mão contra o peito dele, devolvendo a bola. — Eu quero a Sana aqui antes de anoitecer. Se acontecer algo e ela se machucar, eu já sei quem culpar. – se retira do quarto e bate a porta.

— Droga! – Jackson joga a bola pelo quarto e ela derruba algumas coisas. — Se eles soubessem de tudo Sana, eu já estaria morto.

[...]

Sala de exames.

— Como ele está?

— Cresceu dois milímetros.

— E o que você acha? – o Coronel suspira.

— De agora em diante só vai piorar. As dores de cabeça, os enjoos, a perda de equilíbrio, as alterações de personalidade e comportamento. Ji-yong, se você quiser operar, o momento é agora. Quando ele estiver com mais de dois centímetros, as coisas vão ficar um pouco complicadas.

— E tem riscos?

— Toda cirurgia tem riscos. Você pode não acordar mais, perder a memória, ter dificuldade para falar, andar.

— Então eu não posso fazer. – ele se levanta e começa a calçar as botas.

— Pense bem! É um tumor. Não há nenhuma chance de você sobreviver sem essa cirurgia. Se vai morrer de todo jeito, porque não se arisca tentando salvar sua vida? – ele impede que o Coronel saia da sala.

— Você consegue fazer? – pergunta angustiado.

— Tenho certeza.

— Eu não posso demonstrar fraqueza agora. Ninguém pode saber disso. Você entende?

— Claro, senhor.

— Ótimo. A propósito, como estão os exames da garota?

— Bom, eles ficaram prontos. Mas ninguém olhou, com tudo que acabou acontecendo naquele dia.

— Tudo bem. Você já olhou?

— Eu não sabia se tinha permissão.

— Vá pega-los. – ele ordena e Rintarou se apressa.

— Aqui estão eles. – Okabe gesticula e começa a abrir o envelope. Seus olhos correm pelo papel e sua expressão muda.

— O que houve?

— Por mais inacreditável que possa parecer, ela tem o vírus.

— Como assim ela tem vírus? Nenhum de nós ficou infectado! – grita.

— Eu sei, isso é incrível. Ela tem o vírus mas é como se ele estivesse adormecido. Está no organismo dela, mas ele não está agindo.

— Isso quer dizer que ela é a cura? – o Coronel se enche de esperança.

— Não. Mas parece que alguém descobriu.

[...]

Em algum lugar da base.

Um soldado estava amarrado em uma cadeira no centro do cômodo, com um o pano escuro na cabeça. Alguém atrás dele puxa o pano e o soldado tenta virar o rosto para ver quem é. A pessoa atrás dele o força a olhar para frente.

— Então você é o líder da resistência. – o homem escondido pelas sombras dá um passo a frente.

— E você faz parte do conselho*. – Tae observa cada detalhe da sala, tentando descobrir onde ele estava. — O que vai fazer? Me matar?

O homem ri e puxa uma cadeira, para se sentar de frente para ele.

— Não. Nós temos coisas em comum. Inimigos em comum. E o inimigo do meu inimigo é o meu amigo.

— Jeito interessante de demonstrar isso. – Taehyung se refere as cordas em volta de seu corpo.

— Oh, me desculpe. Mas se eu te contar o meu plano e você recusar, ai sim terei que te matar. Infelizmente eu não poderei te soltar, não agora. – apesar de ter praticamente feito uma ameaça de morte, a voz do homem estava completamente calma.

— Por que acha que eu ajudaria vocês? Vocês bateram no meu amigo! – ele se exalta*.

O homem respira fundo e perde o ar de complacente*.

— Tem sorte de não termos matado ele! – grita.

— Claro, um assassinato dentro da cúpula chamaria muita atenção. — satiriza* Tae.

— Quer saber, vamos logo ao que interessa antes que eu mate você. – ele ergue uma sobrancelha e continua. — Boatos por aí dizem que você quer tirar o Coronel do poder.

— Você não deveria acreditar em boatos.

— Não, não. Isso é uma coisa boa. Porque eu também quero tira-lo do poder.

Taehyung fica abismado com o que acabou de ouvir. Por que um membro do conselho tiraria o Coronel do poder?

— E o você quer de mim?

— Sua ajuda. Seu apoio. Chame do que quiser. Uma mão lava a outra. Vamos concordar que nenhum de nós está em posição de negar isso. O que você me diz?

Apesar desses não serem exatamente os planos de Tae, se ele não concordasse, não sairia daquela sala vivo.

— Feito.

[...]

P.O.V – Tzuyu.

Prendo a respiração, esperando que Yoongi atire em mim. Ele puxa o gatilho e posso jurar que vi a bala passar ao lado do meu rosto, atingindo algo atrás de mim. Puxo o ar para dentro de meus pulmões, sentindo um pouco de alívio.

— Não tem porque eu matar ela. Se ela estivesse infectada, todos nós já teríamos morrido. Ela teria morrido. – ele guarda a sua arma e pega a de Jungkook no chão. — Não ousem a se aproximarem dela novamente ou a ameaçá-la de morte. Jungkook, volta pra base. Seu lugar não é aqui. E você, vem comigo. – olhei para Jungkook antes de ir em direção a Yoongi sem ter muito o que fazer. Ele pegou no meu braço e começou a me puxar para longe da multidão.

Yoongi não disse nada para mim, o que foi bem diferente do que eu esperava. Pensei que ele fosse gritar, ficar bravo e me dar uma grande lição de moral.

— Você não está bravo?

— Estou. Estou muito bravo. – disse ríspido.

— Me desculpe. – ele parou de andar e se virou para mim.

— Me desculpe? Tá falando sério? Aquele babaca do Nun* postou uma foto sua na rede. Se você corria perigo antes, agora só está pior. Você não pensa nas consequências?!

— Como eu ia saber que ele iria postar uma foto minha justo hoje?! – gritei de volta.

— Se você tivesse ficado na minha casa, nada disso teria acontecido! Além do mais, o que você estava fazendo com ele?

— Com “ele”? Está falando do Jungkook?! Ele é meu amigo!

Yoongi soltou o ar pelo nariz e voltou a andar.

— Amigo. – repetiu.

Soltei meu braço de sua mão e apressei meus passos, passando na sua frente.

— A onde você vai?

— Tomar banho! Por que?! Quer vir comigo? Acha que eu vou fugir pela janela?

— Pra falar a verdade, tomar banho com você é uma ótima ideia. – ele sorriu e eu revirei os olhos, entrando na casa.


Notas Finais


Novamente, eu peço desculpas pela demora. :/

Ressonância magnética: A ressonância magnética é uma técnica de imagem médica usada em radiologia para formar imagens da anatomia e dos processos fisiológicos do corpo, tanto na saúde como na doença.

Conselho: Hierarquia do exército.

Exaltar: Pôr em ponto elevado; erguer, levantar./Falar mais alto.

Complacente: Que demonstra gentileza, amabilidade ou benevolência.

Satirizar: Escarnecer expondo ao ridículo; causticar, ridicularizar./Criticar.

Nun: Olho em coreano.


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