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História A Dupla - Capítulo 77


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Notas do Autor


Olá meus amores ^^

Sim, eu sei que sumi, e faço questão que vocês me esfolem e me xinguem a vontade, porque eu DeFINItivaMENTE mereço isso ;(

Ai gente, eu tenho várias explicações do porque parei, mas nenhuma justifica tantos meses com a fic em aberto. Eu realmente sinto muito, mas sei que pedir desculpas é algo muito simples, então acho que a única maneira de compensar minhas paçoquinhas queridas é escrevendo mesmo ^^.

E por isso hoje, eu vou voltar com um cap longo, pra vocês matarem as saudades <3 <3

Eu realmente espero que vocês ainda estejam com vontade de ler. Como fazia muitos meses que eu não escrevia nada, tive que reler a fic, do começo ao fim, assistir episódios do Naruto em que o Itachi apareça, e escutar muita música romântica dos anos 80/90 e K pop para poder voltar a escrever.

Ser autora de “A Dupla”, exige muito sentimentalismo, mas de um jeito meio “casual” e “mascarado”, pois nós sabemos que nossa paçoquinha Uchiha Itachi é um cara meio reservado, então cenas bregas, de filme clichê de romance definitivamente não funcionam com ele. Estou trabalhando muito duro para escrever com o máximo de qualidade possível, espero que fique bom ^^

Eu gostaria de falar, que o que me deu forças para voltar, foram vocês...quando eu vi aqueles comentários que eu não respondi do último capítulo, senti aquele apertinho no coração, sabe? Daí eu voltei correndo pra vocês kkkkk

Eu acho que não posso prometer que nunca mais vou sumir, mas vocês podem ter certeza de uma coisa: Eu nunca vou abandonar a fic por completo. Não importa quanto tempo passe, eu sempre vou voltar para escrever. Porque eu realmente gosto muito dela…

E de vocês ^^

Ps: tem link de musiquinha nas notas finais ^^

Capítulo 77 - Coração Partido


Yari’s pov 

 

Droga! Eles não acabam! Antes eram cinco oponentes, agora eles estão em nove. Dei um poderoso soco na cara de um shinobi, o jogando contra Kurotsuchi.

 

Coloquei minhas mãos sobre os joelhos, arfando. Eu sou inteligente o bastante para saber os meus limites. Eles também estão bem machucados e com pouco chakra, mas, mesmo assim, eu não posso derrotar nove guerreiros.

 

— Vocês precisam trazer um exército para me derrotar sozinha? Como vocês são patéticos.— Falei, forçando um sorriso de deboche.

 

Kurotsuchi se levantou do chão, limpando o sangue da boca.

 

— O Tsuchikage não vai mais tolerar renegados causando o caos e sujando o nome de nossa vila! — Ela me olhou com raiva. — Mesmo que seja vergonhoso mandar uma pequena tropa para capturar um único nukenin, nós não vamos permitir que ninguém desonre nossa vila!

 

Coloquei minhas mãos na cintura.

 

— Se o Tsuchikage está tão preocupado comigo, por quê ele não vem pessoalmente? Eu já matei quatro de vocês! Quatro vidas que poderiam continuar existindo se ele tivesse vindo pessoalmente me matar!

 

— NÃO FALE ASSIM DO VOVÔ!—  Kurotsuchi gritou, vindo me atacar. — Ele é um cara ocupado, não tem tempo pra perder com você!

 

— E vocês tem que morrer porque ele não tem tempo?! Seus ideais são meio perversos, você não acha?

 

Eu devia perder esse costume de provocar os inimigos enquanto lutamos. Kuro me deu dois socos violentos no rosto. Mas isso não foi o pior. O pior, foi quando senti algo metálico e gelado atingir meu coração.

 

Um frio enorme percorreu meu corpo de imediato, acompanhado de um curto e intenso período de dor, e, por último…

 

 tudo escureceu.

 

Meu corpo doía muito. Eu estava lutando ao máximo para não perder a consciência. Eu tinha medo de não acordar mais, caso a perdesse. Eu usava toda a minha minúscula reserva de chakra  para tratar o ferimento do coração, mas não seria suficiente. Aliás, nem todo o chakra do mundo seria.

 

Eu sei que estou acabada.

 

— Pare de chorar Kurotsuchi! — Ouvi uma mulher falar.

 

Em seguida, algo pousou suavemente a minha frente. Senti uma enorme quantidade de chakra preencher um espaço ao meu redor, como se fosse um escudo. Eu gostaria de poder enxergar o que era aquilo. Eu nunca tinha sentido nenhum chakra tão poderoso como aquele...espera...aquele chakra era do...

 

— Impossível!—  Pude ouvir Itachi sussurrar, ajoelhando-se ao meu lado. Houve um longo instante de silêncio.

 

Itachi? Ele não pode estar aqui! O que ele veio fazer? Terminar de me matar? 

 

Ele afagou de leve o meu cabelo, suas mãos estavam ligeiramente trêmulas. Pude sentir uma gota cair em cima do meu rosto, acompanhada de várias outras.

 

Ele tocou a região do meu coração, onde eu havia levado a facada. Mais lágrimas começaram a cair em cima do meu rosto e pescoço.

 

— Como eu pude deixar isso acontecer!— Ele sussurrava em um tom incrédulo e desesperado. — Yari...— Ele chamou baixinho, limpando delicadamente suas lágrimas do meu rosto

 

Como assim? Ele estava preocupado comigo? Não! Ele nunca se importou comigo.

Uma vez eu li que algumas pessoas tem alucinações antes de morrer. Isso é uma alucinação de morte, só pode. 

 

Alguém gritou algo incompreensível ao longe. Merda! Estou morrendo! Não, não…

 

………………

 

Sabe quando você sonha que está caindo? Então, eu estava passando por isso, só que caia delicadamente, como se fosse uma pena. Não sei por quanto tempo fiquei assim, mas em algum momento, minhas costas bateram em algo sólido. Quando me levantei, percebi que estava em...bem, em lugar nenhum.

 

Era todo branco. Não tinha forma, nem vento, nem nuvens, era completamente diferente de qualquer lugar que já visitei.

 

Ouvi vozes conhecidas de crianças cantando uma velha cantiga de brincar, daquelas que você dá as mãos para seus coleguinhas e fica girando em círculos (Como ciranda cirandinha). Era estranho, porque aquelas vozes vinham de todo lugar e ao mesmo tempo de lugar nenhum.

 

Comecei a caminhar, em qualquer direção. A medida que ia dando meus passos, percebi que meu corpo ia ficando cada vez mais fraco.

 

Até que avistei três crianças de mão dadas, cantando e se girando em círculos. Quase desmaiei de choque, quando vi  que aquelas crianças, eram Arata, Akemi e...eu mesma.

 

É um tanto assustador ver você mesmo, com cinco anos de idade: é como ver um clone, ou um fantasma. Inicialmente, tive o impulso de sair correndo, mas as três crianças notaram minha presença e sorriram pra mim, de um modo amigável.

 

Minha “clone” veio até mim, e me pegou pela mão, levando-me até meus amigos. Akemi pegou minha mão direita, e meu clone pegou minha mão esquerda.

 

Começamos a brincar de roda-roda, porém, desta vez, ninguém estava cantando nenhuma música. Foi estranho, porque, assim que entrei na roda, comecei a me sentir mais forte.

 

— Onde estou? Eu morri?— Perguntei

 

— Dentro da sua cabeça. — Arata me falou, com seu sorriso banquela de criança.—  E você está quase morta.

 

— Eu ainda não morri?— Eu levei uma facada no coração e tô viva? Eu não acredito.

 

— A única coisa que está te mantendo viva, somos  nós. — Akemi me disse. — Nós estamos te doando nossa energia espiritual.

 

— O que? Como assim?

 

Os três riram

 

— Ei, parem de rir e me respondam!

 

Arata me mostrou a língua

 

— Baka! Nós somos amigos de verdade! Nossa ligação é muito mais forte do que você imagina!

 

Akemi me olhou com carinho

 

— Depois que nós morremos, uma parte de nós ficou em você. Porque nós te amamos de verdade, assim como você nos ama. Nós sempre estivemos com você.

 

Senti o meu peito se contrair. Eles estavam comigo o tempo todo, mas eu nunca havia notado…

 

— Baka!—  Minha melhor amiga gritou, com um ar divertido. — É claro que você não ia conseguir notar, ou saber disso. Nós estamos presos dentro da sua alma.

 

— Da minha alma? — Perguntei. — É tão profundo assim?

 

Olhei para meu eu de cinco anos. Ela assentiu.

 

— Nós sabemos tudo sobre você! — Arata disse.

 

— Ah, e o Itachi te ama!—  Akemi falou, como se estivesse se esquecendo do mais importante. — Assim como você ama ele.

 

Sorri de nervoso

 

— O Itachi? — Falei, incrédula—  ele me despreza! Não tem como ele me amar.

 

Arata revirou os olhos

 

— Mulheres sempre acham que sabem de tudo, mas nunca sabem de nada.— Ele suspirou entediado — Yari, você já parou pra pensar que vocês costumavam ser amigos antes dele visitar Konoha?

 

— Claro que já Arata! — Falei com impaciência

 

— Ele está tentando te proteger de algo que é maior que vocês dois. — Akemi falou. — Por isso ele não pode ficar com você.

 

— ME proteger? — Perguntei em entender — De quê? De quem?

 

Meu melhor amigo fez uma cara de tristeza

 

— De tudo.

 

Eles começaram a girar um pouco mais rápido

 

— Da Akatsuki, de Konoha, do seu irmão mais novo, Sasuke. Além disso, Itachi quer te proteger dele mesmo.

 

Ficar tanto tempo naquela roda estava me dando vertigens. Meus amigos perceberam isso, e reduziram a  velocidade da ciranda.

 

— Por quê? — Questionei — Por que ele tem que me proteger de toda essa gente! Isso não faz sentido! Itachi já tentou me matar várias vezes...

 

Akemi me  olhou com um ar compreensivo

 

— Yari. — Ela chamou — Você conhece a força de Itachi, não conhece? Se ele quisesse te matar, já teria te matado.

 

— Você tem muitas dúvidas, mas terá que descobrir isso sozinha. — Arata falou. — Nosso tempo está acabando. Logo nós desintegraremos e você poderá voltar a vida.

 

— O que? Vocês vão embora? — Senti um aperto no peito e uma enorme vontade de chorar. Eles são os meus melhores amigos! Eu fiquei tanto tempo longe deles! Eu não quero ficar longe deles, não agora que estamos juntos.

 

— Oe, você já é uma mulher adulta, não chore tanto. — Arata disse, sorrindo para mim

 

Respirei fundo várias vezes, tentando conter as lágrimas

 

— Arata...Akemi...— Fiz uma pausa, soluçando, o choro já tomava conta de mim. — Eu sinto tanta falta de vocês….eu sinto tanto pelas mortes de vocês. — Olhei para Akemi. — Akemi, quando você adoeceu eu tentei te salvar, mas eles não deixaram...eu podia ter te dado a vacina, mas eles pegaram ela de mim...eu sinto tanto...— 

 

Akemi afagou minha mão com seu polegar

 

— Eu sei minha querida. Você fez tudo o que podia, não se culpe por isso, não foi culpa sua, você  não me matou.

 

— M-mas, eu podia ter te salvado…

 

— Não, você não podia. — Ela falou. — Eles jamais permitiriam que você me salvasse.

 

Senti meu corpo se desintegrando de leve. Achei que devia pedir desculpas a Arata também

 

— Arata...eu sei que você morreu tentando salvar uma mulher grávida….se eu não estivesse presa naquele centro de treinamento….

 

— Não ouse se sentir culpada pela minha morte! — Ele finge brigar comigo. — Você nem sabia onde eu estava, não podia ter me salvado. — Comecei a chorar ainda mais. — Yari me escuta! — Arata chamou com impaciência, me fazendo prestar atenção nele. — Akemi e eu...era nosso destino morrer, mas o seu não é! O seu é viver por muitos anos! Olha, nós temos orgulho de você, do que você se tornou.

 

— Mas eu sou uma assassina…— estava incrédula. Como eles podiam ter orgulho de alguém como eu?

 

— Sim, mas você mata para proteger outras pessoas. Esse é o trabalho de um shinobi — Akemi sorriu enquanto falava. — Nós conhecemos o seu passado e entendemos suas escolhas. Nunca vamos te julgar por elas.— Arata assobiou de leve, chamando minha atenção. Eles estavam quase se desintegrando — Agora, volte para o seu mundo,e seja feliz nele está bem?  — ele sorriu e me jogou um beijo enquanto falava.

 

Olhei para meu clone, e ela sorriu adoravelmente para mim

 

—E nunca se esqueça — Akemi falou — Onde quer que você esteja, saiba que nós amamos você.

 

……………………………..

Embora eu tenha voltado ao mundo “real”, ainda me sentia muito fraca. Nem sequer consegui abrir os olhos...

 

— Me perdoe, Yari.—  Foi a primeira coisa que ouvi, e isso fez com que eu me recordasse de algo

 

— Eu te odeio, Uchiha Itachi! — Gritei. — Está feliz agora? — Senti um aperto no meu peito e uma leve dificuldade ao respirar. As borboletas em meu estômago, deram lugar a uma sensação de vazio, como se um órgão vital tivesse sido arrancado de mim.

 

— Eu sei que não sou perfeita, mas não me arrependo do que fiz. — Podia sentir meus olhos ficarem marejados de lágrimas, mas eu fechei minhas mãos em punhos decidida a não chorar na frente dele. — Se eu tiver que dar minha vida para salvar uma pessoa, eu darei! Só porque não consigo salvar a mim mesma, não significa que eu não consiga salvar os outros! Eu não estou nem aí pra minha vida, eu não me importo com ela! — Fechei os olhos, tentando conter as gotas que insistiam em se formar — Eu só quero proteger os outros, e não me envergonho disso! Não importa o que você diga pra mim — Abri meus olhos, fitando meu parceiro com raiva. — Você pode me chamar do que quiser mas eu vou permanecer firme aos meus ideais! Mesmo que você me chame de fraca, mesmo que eu morra!

 

Ele não disse nada. Ficou me olhando com seu rosto inexpressivo. Isso me deixou com ainda mais raiva e, eu não pude evitar que lágrimas tomassem conta de mim...droga! 

 

Minhas mãos ainda estavam fechadas em punhos. Corri em sua direção com a intenção de socá-lo, mas ele defendeu segurando meu pulso.

 

Olhei para ele com raiva. Novamente, nós estávamos próximos e eu conseguia sentir sua energia, sua respiração, seus olhos sobre mim, seu toque. Era tudo tão doloroso.

 

ksãã, kkkssssããã, kkksssããã!!!

 

— Por que você está fazendo isso? — Perguntei, entre soluços — Pousei a mão livre em meu peito, na região do coração. Respirava pesadamente — Isso dói. — Falei, sentindo as lágrimas se intensificarem assim como os soluços — Dói tanto — Sussurrei, sentindo a dor aumentar. Era como se eu estivesse sendo rasgada por dentro.

 

Ele largou meu pulso e eu me encolhi ligeiramente, chorando com ainda mais forças. Itachi começou a limpar minhas lágrimas com seu polegar.  

 

Imediatamente parei de chorar, ao sentir seu dedo frio em contato com minha pele. Eu estava confusa. Olhei para seu rosto, e percebi que seu olhar não estava mais frio, mas  sim, preocupado.

 

Nani? O que estava acontecendo com ele.

 

— I-Itachi? — Chamei seu nome, ainda com a voz chorosa. Ele...ele estava realmente tocando em meu rosto?

 

Itachi colocou seus dedos médio e indicador no meu lábio inferior, acariciando-o suavemente, e em seguida puxou meu corpo para mais perto de si, me envolvendo em um abraço.

 

Por algum motivo, aquilo fez com que eu recomeçasse a chorar. Aquele gesto me preencheu por completo, como se todas as feridas que existissem dentro de mim estivessem sendo curadas. A dor no peito que me atormentava a meses finalmente cessou.

 

— Eu sinto sua falta — Sussurrei enquanto fechava os olhos, ao mesmo tempo que me aninhava em seu peito, retribuindo o abraço. Eu havia sentido falta disso...muita falta. 

 

Itachi lentamente começou a afagar meu cabelo. Parecia levemente hesitante no começo, mas depois, seu gesto tornou-se natural, em um ritmo calmo, mas contínuo.

 

Ficamos assim por um tempo. Eu, abraçada à ele enquanto sentia o toque suave de seus dedos em meus fios. Estava confusa, contudo, eu não iria estragar esse momento com perguntas. Decidi que as perguntas ficariam para depois. Pela primeira vez em meses, eu finalmente estava em paz.

 

 Itachi se afastou, me encarando com seus olhos escuros. 

 

— Itachi! — Chamei, com a voz ainda mais chorosa por ele ter se afastado de mim. 

 

Não sei descrever muito bem o que aconteceu em seguida, porque meus olhos estavam marejados de lágrimas. Tudo o que sei, é a mistura de saudade, carinho e surpresa que senti quando ele me puxou novamente para si com urgência e selou nossos lábios.

 

Seu beijo era calmo, mas nem por isso menos intenso. Pude sentir todo o carinho que ele sentia por mim, conforme nossos lábios se tocavam e sua língua explorava gentilmente minha boca. Seus lábios transmitiam um sentimento profundo, que remetia a pureza da flor de lírio.

 

A pureza de um amor sincero.

 

Eu não sabia o quanto havia desejado aquilo. Me sentia inteiramente preenchida por seu beijo, como se tivesse vivido unicamente para esse dia...como se Itachi fosse uma parte essencial de mim que nunca poderia ir embora.

 

Retribuía seu gesto na mesma intensidade, enquanto sentia seus lábios pressionando delicadamente os meus . Era como se  esse beijo fosse algo que eu desejasse há muito tempo. Eu o abraçava com força, evitando qualquer espaço entre nós, e ele  correspondia me abraçando de uma forma um pouco mais delicada, porém firme.

 

 Até que nos separamos por falta de ar.

 

Nossos lábios mal haviam se afastado, quando encontrei seus olhos e me deparei com o Mangekyou Sharingan.

 

— I-Itachi-san...— Eu não podia acreditar que ele estava me colocando em um genjutsu.

 

— Yurushitekudasai, Yari — Me falou com a voz profundamente calma.

 

[N/t: “Yurushitekudasai” = me perdoe por favor]

 

Isso é estranho. Eu pensei que naquele dia, Itachi tivesse discutido comigo e me espancado…

 

Claro! Como eu não percebi antes? Era um genjutsu! Itachi me beijou, e depois deve ter implantado uma falsa memória em minha mente, para me fazer esquecer esse beijo.

 

Eu já devia ter imaginado que a minha outra lembrança era falsa! Eu nunca permitiria ser espancada por Itachi daquela forma.

 

Espera….Uchiha Itachi me beijou???????? ÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ


 

O Uchiha colocou dois dedos em meu pescoço, sentindo o meu sangue pulsar. 

 

— Você está viva! — O alívio e a felicidade em sua voz eram palpáveis. Apesar disso, não respondi nada. Eu não tinha forças para falar ou abrir os olhos, ou me mover. A única coisa que eu conseguia fazer, era escutar.

 

Senti que meu corpo estava lotado de chakra. Mesmo assim Itachi continuava me doando ainda mais chakra. instintivamente, fiquei preocupada: ele já me doou muito mais do que podia. Se continuar assim, ele vai morrer!

 

Comecei a usar o chakra extra para me curar. Itachi me pegou, enlaçando minhas pernas em sua cintura, e colocando meus braços em cima dos seus ombros. Minha cabeça ficou apoiada em suas costas. Ele segurou minhas mãos, me doando ainda mais chakra e me segurando com mais proteção, evitando que eu caísse ao longo da viagem. 

 

Fazia muito tempo que ele não me tratava assim. Acho que Arata e Akemi estavam certos, quando falaram que o Sharingan só queria me proteger...afinal, se quisesse me matar, por que teria chorado em cima do meu cadáver? Por que .me beijou? Por que estava me doando tanto chakra?

 

Depois de um tempo viajando em suas costas, finalmente consegui abrir os olhos. Percebi que ele corria e pulava os galhos das árvores muito rápido.

 

— I-Itachi-san? — Chamei, com a voz mais rouca e fraca do mundo.

 

Ele olhou para mim por cima dos ombros. Percebi que suas pálpebras estavam levemente inchadas, provavelmente por causa do choro. Não havia frieza em seu olhar, apenas...alívio.

 

Eu estava tão fraca...apertei suas mãos de levinho.

 

— Baka!— Falei. — Pare de me doar tanto chakra. — Afundei minha cabeça em suas costas,fechando os olhos — Se não você vai morrer, e eu não quero que você morra. — Não consegui conter um fraco sorriso enquanto falava.

 

E adormeci completamente.

 


Notas Finais


E por último, não se esqueçam que vocês são os meus bebês, então eu chamei a Yari pra dar um recadinho

Yari: Olá a todos ^^. Bom, como todos sabem eu sou uma médica, então a autora me pediu para dar orientações sobre o coronavírus. Bom, o Covid-19 é perigoso para idosos e pessoas com doenças mais graves (como câncer e diabetes) porque essas pessoas já tem um sistema de imunidade mais fragilizado, e como o corona é “uma gripe mais forte”, se uma pessoa que já tem problemas de saúde contrair a doença, há grandes chances dela morrer.

Por isso, eu vou deixar um link aqui em baixo com as recomendações da ANVISA (eu ia pegar informações do site do ministério da saúde, mas a página não tava funcionando :( ), para que todos vocês se protejam. Provavelmente todas (ou quase todas) vocês tem um idoso ou alguém com problemas de saúde na família, então o melhor que podemos fazer por eles é protegê-los com todas as nossas forças ^^.

Por último, quero que vocês também cuidem de si mesmas, então comam alimentos saudáveis e ricos em proteínas como carne, ovos, lentilha e grão de bico, folhas escuras, lavem as mãos com frequência e fiquem em casa assistindo Naruto, Netflix lendo fanfic…por favor, cuidem da saúde de vocês e fiquem fortes <3 <3 ^^

http://portal.anvisa.gov.br/coronavirus/faq

Autora: Isso ai meus paçocas...ai, se eu pudesse, eu chamava todos vocês em uma pizzaria, vocês são tão fofinhos^^...é sério, eu realmente gosto de vocês...eu so muito sentimental kkk tô quase chorando aqui (emoção de voltar com a fic).

Ah e por último, eu não sei se tem comentários nos outros capítulos também...daqui a pouco eu vou fazer almoço, então por favor não fiquem tristes se eu não puder responder todas vocês agora.

Agora é sério, o último recado: Eu vou postar o outro capítulo depois de amanhã. Aguardem ansiosamente por isso ^^

Link de musiquinha melosa anos 80, caso vocês queiram escutar enquanto leem (é bem famosa, toca em vários filmes românticos, acho que todas vocês conhecem ^^)

https://www.youtube.com/watch?v=lcOxhH8N3Bo

Ah, eu não sei se ficou claro, mas conforme a luta foi se desenvolvendo, mais Shinobis da Aldeia da Pedra chegaram, até que Yari estava lutando com nove ao mesmo tempo.

O que vocês acharam do comportamento do Itachi? Por favor, sejam bem críticos, eu acho que deixei ele muito sentimental, estou com medo disso não ter soado Itachi Uchiha

e por último...

Amo vocês ^^ <3


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