História Amor Correspondido. - Capítulo 48


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.511
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi galeraaa!! Como vocês estão?
Quero avisar que estamos chegando ao final da fic...
Fiquem ligados nos últimos capítulos e comentem se querem que eu faça uma segunda temporada.

《《IMPORTANTE》》

Capítulo 48 - Tão linda...


Fanfic / Fanfiction Amor Correspondido. - Capítulo 48 - Tão linda...

Anteriormente em "Amor Correspondido"...

Tomei o remédio e o Felipe me ajudou a colocar o pijama, depois ele deitou comigo e me abraçou em uma conchinha, entrelaçou nossos dedos e deixou um beijinho no topo da minha cabeça, fazendo meu coração ficar bobo, como sempre. Então fechei os olhos pensando na noite louca que tivemos e deixei que o sono me levasse.

(...) 

UMA SEMANA DEPOIS.

Os dias estavam passando tão rápido como um trem a todo vapor, já havíamos encontrado todos os nossos amigos e matado a saudade da família, além de alguns passeios em casal. Era mais um dia de folga, acordei em silêncio e fui até o banheiro tomar um banho, estava ensaboando os cabelos quando o Felipe entrou correndo no banheiro me deixando assustada.

- Amor!! Corre, a sua irmã vai nascer! - Ele gritou e eu fiquei um tempo processando.

- Aí meu Deus! - E disse e desliguei o chuveiro me secando apressadamente.

- Seu pai está arrumando o carro, você precisa ajudar a pegar as malas da bebê e eu vou ajudar a sua madrasta a descer as escadas.

- Tudo bem, só vou colocar um vestido e estou indo. - Eu disse enquanto entrava no closet.

Botei um vestido fino e uma sapatilha, peguei minha bolsa e fui até o quarto dos meus pais. O quarto estava bem arrumado, havia ao lado da cama um berço para abrigar a pequena Antônia, e na cômoda uma bandeja com as coisas mais importantes. Olhei para os lados e vi em cima da penteadeira duas malas pequenas, uma preta e outra branquinha, peguei as malas, um cobertor e desci as escadas as pressas.

Ao chegar lá fora percebi que a irmã da minha madrasta havia vindo de carro para levá-los até a maternidade, fiquei um pouco chateada por não poder ir junto, mas meu pai me prometeu que nos buscaria para irmos visitá-las na maternidade, fui até o carro e botei as malas no porta malas, dei um abraço em todos e entrei para dentro com o Felipe.

Entramos e fui para a cozinha, preparei uma pipoca e o Felipe preparou um suco, deitamos no sofá e ligamos a TV. Eu estava feliz por minha irmãazinha nascer, mas triste por não poder ve-la logo que nascesse, sai de meus pensamentos e voltei a prestar atenção no filme, comendo minha pipoca.

- Princesa...

- O que foi bebê? - Perguntei me virando para ele.

- Eu estava pensando, a gente nunca conversou sobre filhos.

- Tem razão, eu achei que você não gostasse muito de falar sobre isso. - Eu disse me sentando em seu colo, com uma perna de cada lado. - Você prefere menino ou menina?

- Não sei, acho que os dois. Na verdade queria gêmeos.

- TÁ LOUCO? - Eu gritei rindo.

- Não, sempre quis ter gêmeos.

- Tá bom, mas e os nomes, tem algum em mente?

- Acho que pra menino Arthur, para menina Sofia.

- Eu gosto de Arthur, mas pra menina eu prefiro Elisa.

- Então fechou, Arthur e Elisa.

- Ok, agora será que dá pra gente assistir o filme?

- Na verdade a gente podia deixar esse filme pra outra hora... Estamos sozinhos... - Ele disse passando os dedos de leve pela minha coxa por baixo do vestido.

- Seu tarado! - Eu disse e lhe dei um selinho. 

Ele foi aprofundando o beijo aos poucos, enquanto apertava minhas coxas e minha bunda, eu agarrava seus cabelos e passava a unha em seu abdômen por baixo da blusa, fazendo ele gemer. Eu já sentia minha intimidade úmida, quando ele me jogou no sofá com certa brutalidade e arrancou meu vestido, em seguida desceu os beijos até perto da minha intimidade, levantou a cabeça e deu um sorriso safado,  voltando a atenção a minha intimidade em seguida.

Ele colocou a calcinha para o lado e começou com movimentos circulares, logo ele rasgou a minha calcinha e jogou longe, continuando os movimentos, me fazendo contorcer e gemer seu nome. Quando gozei ele tirou a calça de moletom que usava e deitou ao meu lado no sofá, me levantei e amarrei o cabelo, me dirigindo a seu membro em seguida. Dei algumas lambidas e chupadas, em seguida montei em seu colo e apoiei as mãos em seu ombro, estocando devagar e intercalando com algumas reboladas. Alguns minutos haviam se passado e ao perceber que eu estava cansada ele me deitou no sofá e continuou com as estocadas.

- Me fode com força! - Gritei agarrando seu ombro, prestes a gozar.

- Porra, você é tão gostosa! - Ele disse, em seguida gozamos juntos, despencando sobre o sofá.

Peguei a sua camiseta e vesti, ele botou a calça e nos ajeitamos no sofá, deitei em seu peito e comecei a fazer os desenhos imaginários de sempre, enquanto ele mexia no meu cabelo. Ligamos o filme, mas em poucos minutos eu me entreguei ao sono, pensando se minha irmã provavelmente já havia chegado ao mundo. 

SONHO.

"Eu estava em um quarto, onde havia coisas de bebê para todos os lados, que pareciam ter acabado de chegar. Então o Felipe entrou pela porta e veio na minha direção, se abaixou e pude perceber que eu estava com uma grande barriga, com quem ele conversava.

- Filha, os moveis do seu quarto chegaram... Está vendo? O papai e a mamãe estão muito ansiosos para ver você brincando aqui.

- O papai tem razão filha, não vejo a hora de pegá-la em meus braços. - Eu dizia passando a mão na minha barriga.

- Agora o papai e a mamãe vão arrumar tudo, enquanto você tira um cochilo, pode ser filha? - Ele disse, e pude sentir minha barriga mexer, uma sensação surreal.

- Claro que sim papai, eu sou uma menina muito comportada! - Eu disse imitado uma voz de criança.

Mais tarde eu estava arrumando as roupinhas no guarda roupa que o Felipe havia acabado de montar, quando senti uma pontada, uma dor que veio seguida por um líquido que escorria por toda a minha perna. O Felipe correu para perto de mim assustado.

-  Ela vai nascer! - Eu disse após perceber que ele estava parado como uma estátua.

- É...É... Vou pegar as coisas e levar pro carro, me espera aqui amor. - Ele disse e saiu correndo.

Peguei uma toalha e sequei minhas pernas, em seguida troquei de roupa e coloquei um vestido leve. Me sentei na cama e comecei a passar a mão pela barriga, tentando me acalmar.

- Filha, vai dar tudo certo, vamos ficar bem. Você vai ajudar a mamãe, não vai? - Eu disse e pude senti-la mexer novamente.

Então o Felipe entrou no quarto e me segurou pela cintura, me ajudando a caminhar até o carro, onde já estavam nossas malas. O dia estava quente, deveria ser mais ou menos umas 16h da tarde, ele entrou no banco do motorista, me deu um selinho, fez uma carinho na minha barriga e arrancou o carro. 

(...)

Nossa pequena Elisa já estava grande, e estava completando cinco aninhos, dia 5 de janeiro. Ela era tão linda, tinha os cabelos negros como o do pai, e olhos castanhos como os meus, seu sorriso me lembrava quando pequena, assim como seu rosto e jeito. Nós três caminhávamos por uma rua, felizes em um dia ensolarado, pude me ver, com uma aparência mais madura e adulta, assim como o Felipe. "

Fui acordada com alguém me chacoalhando, abri os olhos e vi o Felipe, olhei para fora e vi que já estava escuro, então voltei a atenção para ele e dei-lhe um sorriso angelical que o fez se aproximar e me dar um selinho.

- Amor, seu pai ligou e disse que está vindo nos buscar pra visitar a sua irmã. 

- Temos que levantar agora! Arrumar essa bagunça e tomar um banho. - Eu disse levantando e começando a recolher as bagunças.

Arrumamos toda a sala e subimos para tomar banho, durante o banho eu contei do sonho para o Felipe, ele se emocionou, mas fingiu que havia entrado sabão no olho. Saímos do banho e colocamos uma roupa, quando descemos meu pai já estava na sala nos esperando, ele se aproximou e me deu um abraço, pude perceber sua cara de cansado.

- Papai, pode descansar se quiser, podemos ir de táxi.

- Não precisa filha, quero ir junto com vocês. - Ele disse pegando um copo de água.

- Bom, então vamos?

- Vamos. - Disseram juntos e fomos para o carro.

Quanto mais perto chegávamos do hospital, mais ansiosa eu ficava. Meu pai estacionou do outro lado da rua, descemos e caminhamos até a entrada, quando estávamos no elevador, lágrimas começaram a correr por minhas bochechas, fazendo meu pai e o Felipe me olharem.

- O que foi filha? - Meu pai perguntou se aproximando para me abraçar.

- Só estou feliz e ansiosa. - Eu disse secando as lágrimas.

Ao sair do elevador entramos em uma sala, onde havia uma mulher amamentando, caminhamos mais um pouco e eu pude ver, minha madrasta com um pacotinho no colo. As lágrimas voltaram a correr e junto vieram soluços, eu estava tão emocionada, era algo muito forte. Meu pai trouxe ela até meu colo e eu olhei para o seu rostinho por um tempo, ela era tão linda... 



Notas Finais


Então esse foi o capítulo de hoje gente, espero que tenham gostado e não se esqueçam de comentar se querem a segunda temporada.
Até mais, beijos😘


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