História Antes Cedo Que Descontínuo - Capítulo 18


Escrita por:

Postado
Categorias It: A Coisa, Stranger Things
Personagens Benjamin "Ben" Hanscom, Beverly "Bev" Marsh, Dustin Henderson, Edward "Eddie" Kaspbrak, Eleven (Onze), Lucas Sinclair, Maxine "Max" Mayfield / "Madmax", Michael "Mike" Hanlon, Mike Wheeler, Personagens Originais, Richard "Richie" Tozier, Stanley "Stan" Uris, Will Byers, William "Bill" Denbrough
Tags Billverly, Lumax, Mileven, Reddie
Visualizações 75
Palavras 2.714
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Porque eu sumi? Simples.
Eu estava convicta de que queria postar este capítulo (isso mesmo, já estava pronto a tempos; me perdoe) junto com o próximo, no entanto não consegui me dedicar no capítulo 19 até agora. Então... Desculpem!
Cá está o 18!
❤❤❤❤❤❤❤❤

Capítulo 18 - Will Byers Toma Chá de Sumiço


Fanfic / Fanfiction Antes Cedo Que Descontínuo - Capítulo 18 - Will Byers Toma Chá de Sumiço

               { William Denbrough's POV }

Dez adolescentes. Desesperados. Dentro de um único cômodo. O que você acha que é suposto acontecer?

Todos estão falando - aka gritando - ao mesmo tempo. Só se distingue algumas frases.

- Eu sabia! Não deveríamos deixá-lo por aí sozinho! - Gritou Lucas.

- Posso falar? Não, tu me dá licença, porra? Assim! Dessa vez é impossível ele voltar sem estar louco, gente, impossível! - Exalta-se Dustin.

- Pobrezinho! Ah, Deus, pobrezinho! - Geme Beverly.

- Cacete, Richie, o que o cu tem a ver com as calças?! - Questiona Eddie.

- Tu vai pegar esse pessimismo e vai enfiar nessa tua raba, Dustin! - Grita Mike.

Entrementes, Eleven começa a levitar calmamente o vaso de cima da mesa de centro. Por fim, o deixa cair e espatifar-se em diversos caquinhos. Mediante ao som, Todos se calam, olhando para ela.

- Já acabaram? - Ela questiona serena, quase entediada. Vários murmúrios de afirmação percorrem o cômodo. - Ótimo. Podemos agir como pessoas racionais agora, ou estão gostando de bancar babuínos bobocas balbuciando em bando?

- El tem r-r-razão. - Digo.

- Vamos começar por compreender a situação. - Diz Eddie lançando um olhar à Eleven.

- Vejam, - Começou El - Will havia saído às seis da manhã, pra caminhar. Não voltou até agora!

- Não atende o supercomm. - Prosseguiu Mike - Ninguém o viu. E aí… As luzes daqui piscaram. Traçaram um caminho até a cozinha, e se foi.

- Eu sei. Sinto; ele está Lá. - Eleven assegura.

- Quanto tempo será que temos? - Ben pergunta, baixinho.

- Ele havia sobrevivido uma semana no Upside Down. - Lembrou Max.

- Mas a Mini Coisa não estava lá! - Berra Richie.

- Eu também acho que deveríamos agir rápido. - Mike pronuncia.

- E o plano? - Questiona Lucas.

- Exato. Não temos planos! - Desespera-se Ben.

- S-Será… Será mesmo que ele está vivo? - Sussurra Max, chorosa. Temos a decência de não apontar a grande Mad Max desabando. - Ele po-pode estar morto. E nem saberíamos quem foi.

- Se foi A Coisa. Tal como Georgie, Betty Ripsom, Patrick Hockstetter, Jennfer Hayes... - Diz Ben.

- Ou algo do Upside Down. Assim como Benny Hammond, Bob Newby, Bárbara Holland... - Continua Dustin.

- Não saberíamos, assim como não sabemos qual caralha matou Greg McCorkle. - Diz Richie.

- Mas Will não está morto. - Mike e El pronunciam em uníssono. Eles trocam olhares compreensivos.

- Enquanto há ch-chances do me-meu amigo estar v-vivo, - Declaro. - vou lutar p-p-para salvá-lo.

- Como?! - Questiona Bev. - Não lembramos de nada. Ben não achou nada nas pesquisas na biblioteca. E Mikey não chegou.

- Espero que ele esteja bem! - Geme Eddie.

- Mais que inferno! Vocês não estão entendendo? É urgente! - Exalta-se Michael. - Vamos hoje mesmo.

- E não estamos d-de-desprovidos de armas. - Pronuncio. - Te-Temos a espada de Eli. - Eleven assente.

- A Tartaruga está acima da Coisa? - Dustin pergunta.

- Suponho. - Dou de ombros. - Mas estando no me-mesmo nível já n-nos é útil.

Subitamente, ouvimos um grunhido irritadiço. Todas as cabeças seguem o som; se viram para a porta. Há uma sombra grande ali. Eleven dá um passo a frente, mão erguida e olhar intenso; pronta para atacar. A maçaneta é apalpada, seja quem for, está com dificuldade. A maçaneta gira lentamente; para no fim a delicadeza ser deixada de lado e a porta ser escancarada.

Nos vemos diante um homem cabisbaixo, encharcado pela chuva. Uma mochila pendendo na destra. Assim que levanta a face, o ar volta a preencher meu pulmão e todos suspiramos aliviados.

- Cacete, Hanlon! - Gritei, rindo. Mikey ri, cansado. O rosto dele apresenta extensos e profundos arranhões.

- Se é que me permite: Credo! - Dustin pronuncia.

- O que te aconteceu? - Geme Lucas.

- Ah, o Mikey tava com saudade de Derry comendo o cu dele! - Diz Richie, risonho. Michael o mostra o dedo do meio teatralmente. Em seguida, anda até Eddie.

Edward visivelmente estremeceu. E é compreensível; Eddie sentado, Mikey em pé. E Hanlon já é alto. Parece que uma montanha se materializou diante Eddie. A carranca e os arranhões de Mikey não ajudam.

- Remédio pra dor, Eddie. Por favor. - Eddie demora um segundo para absorver a informação, e começa a mexer na pochete. Tira de lá uns três comprimidos diferentes. Eleven traz água para o Mikey com a telecinese, e ele engole todos rapidamente.

- Você lembrou, não lembrou? - Pergunta Max.

- Sim. - Ele diz, seco. Certamente não gostou do que lembrou.

Eleven, subitamente se levanta. Ela vai até Mikey e põe as mãos nas têmporas dele.

- Mentalize as lembranças. - Diz ela. Michael assente, e segue El no ato de fechar os olhos.

No momento que se segue estamos todo em silêncio, o único som é o que a chuva produz, e os grunhidos de Mikey. Quando El tira as mãos do Hanlon e abre os olhos, ambos respiram fundo como se estivessem privados de ar.

Eleven se aproxima de mim, e posiciona dois dedos sobre minhas têmporas. Ela fecha os olhos, e eu a segui.

A sensação não foi nada agradável. A minha cabeça doeu demais, quase que como se prestes a se partir. As lembranças de Mikey são transferidas à mim; e ter consciência dos fatos desencadeia nas minhas próprias voltarem a fazer-se presentes.

Ela se desgruda de mim. Só consigui pronunciar, sem fôlego:

- Chüd! - El apenas respira fundo e segue para Beverly. Fez isso com, todos.

- Droga, El, me preocupa você se esforçando assim. - Lamentou Mike, abraçando-na. Revirei os olhos, sorrindo mediante tal mel. Em meio ao ato, avisto o cabo da espada de Eli sob o sofá. Me agacho e pego ela.

- Chüd. É isso que teremos que fazer. - Digo.

- Pois eu não entendi bulhufas das lembranças de Michael. - Expõe Dustin.

- É uma guerra psíquica. - Explico, distraído. - Tem que se segurar na língua dela, isso não no nosso plano. Não pode fraquejar. Não pode largar. Não pode temer. - Instalou-se ali um silêncio. O que enfrentaremos… É grande. - Sabem, vocês não precisam ir.

- Não começa, Bill. - Ben me censura.

- Mas é sério!

- Will é meu irmão, óbvio que irei! - Eleven declara.

- É, mas Will é meu…! - De súbito, percebo que não tenho argumento. - Ele é… Meu amigo.

( "É que… Eu s-sei que dói." )

- É nosso também. - Diz Lucas.

( "Sei co-como é se sentir a-assim, Will." )

- V-V-Você não e-entende!! - Alterei-me. Na verdade, eu também não. Will é um amigo especial. Não sei explicar porquê.

( "Heh. Obrigada, William. Denbrough." )

- Bill. Nós amamos muito o Will. - Afirma Wheeler, serenamente. - E nós já estamos habituados com o sobrenatural.

( "De nada, William. Byers." )

- Foda-se as chances de morte. - Declamou Richie. - Eu sempre estive disposto a morrer por amigos!

- Nós vamos, Big Bill. Afinal, só palhaços também não dá, não quero perder a chance de ir à uma realidade paralela! - Hanlon diz, zombeteiro.

Todos os Losers se põem de pé. Com sorrisos determinados brincando nos lábios. De súbito, Eddie solta um ruído indecifrável:

- Nossa! Porque tudo que pode resultar em morte nos atrai?

- Porque somos heróis? - Diz Dustin.

- Somos é masoquistas! - Conclui Maxine e o riso se propaga.

Rimos com vontade, gargalhadas deselegantes e histéricas. Berros; ruídos suínos; risadas estilo bruxa. Rimos tanto, que muitos posicionam as mãos sobre as barrigas. A minha própria dói loucamente. Crescemos? Sim. Mas continuamos sendo os mesmos pirralhos desembestados que riem na companhia um do outro mesmo mediante ao perigo.

Entretanto, ouvimos o som de um motor de carro se aproximando. Isso realmente acabou com o clima, e todos pararam de rir.

- Puta que pariu, o Hopper! - Grita Richie.

- Ele nu-nunca vai deixar a g-gente ir sozinhos! - Asseverei eu.

- Mas, e se ele estiver trazendo Will? - Pondera Bev.

- Não está. - Assegurou El já rumo a porta da cozinha. - Eu senti! Ele está no Upside Down.

Trocamos olhares arregalados, e começamos a correr. Saímos da casa dos Byers, e seguimos para a floresta. A chuva está castigando; está pesada, as grossas gotículas caem sobre mim encharcando-me, e tornando-me gélido. Eu empunho a espada com força, a lâmina virada para o chão. Eu estava totalmente ciente que, se alguém se aproximar da minha traseira, terá terríveis consequências.

 Corremos rapidamente, desviando das árvores, pulando sobre raízes, tropeçando porém levantando. Fizemos curvas tão aleatórias que só iremos conseguir voltar para os Byers com ajuda de luz solar. Mas uma coisa é certa: Hopper tão pouco irá nos localizar.

- Já deu, Bill! - Gritou-me Wheeler. Parei, abruptamente.

Todos estamos ofegantes, com os batimentos nas alturas. De repente Lucas solta um berro agudo; que se vai tão rápido quanto veio.

- Quem é aquele???!! - Questiona ele, apontando para entre duas grandes árvores, onde uma décima segunda sombra se fez presente. Mike aponta sua lanterna para a silhueta masculina esguia; revela-se ser Stanley, ainda com as vestimentas do hospital.

- STAN??? - O grupo grita em uníssono.

- O que você tá fazendo aqui?! - Beverly pergunta, indignada.

- Lucas ligou para o hospital, me avisou. Eu vim ajudar; mesmo que ele tenha me dito pra não fazer isso. - Ele declarou, calmo.

- E a sua saúde, cara?! - Max se exalta ainda mais. Stanley está inexpressivo, somente tem os olhos semicerrados, para impedir da chuva adentrar. Ele dá de ombros.

- Amigos são prioridade! - Assegura. - Ainda está dentro da minha capacidade.

- Mas nã-não te liberaram! - Exclamei, confuso.

- Eu fugi. - Ele disse e abriu um sorriso travesso. Ri fraco, negando com a cabeça.

- Loucos, meus senhores! Somos loucos! - Pronunciou Toodles, o Mordomo.

- Enquanto vocês brincam de amiguinhos inconsequentes - De súbito pronunciou Hanlon. - ,eu e El achamos um dos portais!

- Ah! Ó-Ótimo! Realmente m-m-muito bem feito! - Eu o segui, ele estava agachado próximo à uma árvore robusta, com um buraco no tronco. O buraco cintila num azul, exala partículas azuladas, e há uma substância gosmenta nele. Vejo Eddie equipando-se e com máscara e luvas cirúrgicas. Ele compartilha também à Stan, e Lucas aceita um par de luvas.

Revirei os olhos, sorrindo, e atravessei o portal.

- Wow!! - Ouço Richie exclamar atrás de mim.

- Tal como Will d-disse. Frio... Úmido… Escuro… E ch-ch-cheira mal.

Os outros Losers se juntaram à mim, todos abismados com a visão fantasmagórica do Upside Down. As partículas… A atmosfera azul… A aparência abandonada… O ar de perigo.

- Parece a Casa da Neighbolt. - Comenta Ben. - Parece estar assombrado.

- Ah, pois está! - Eu, Mikey e Mike afirmamos, num único som. Eddie apanha a bombinha num frenesi, afasta a máscara e inala o remédio.

- Posso? - Sussurra Eleven, e ela também usa da bombinha dele. O olhar que domina as orbes castanhas de El ao levantar novamente a face, é determinado. Incorrigível.

- M-Melhor irmos. - Digo, sem quaisquer rodeios.

- Onde? Onde acha que a Coisinha está, Big Bill? Você sabe? - Pergunta Richie, afobado.

- E não é óbvio? - Rebate Stanley.

- Esgotos? De novo?

- Onde foi que tanto Jennfer quanto McCorkle estavam próximos? - Ele pronuncia com visível prazer, orgulhoso pelo próprio raciocínio.

- As cavernas após o lixão. - Murmura Richie compreensivo, secundado por meu "cavernas". – É, tem o mesmo aspecto de labirinto.

- Okay. - Digo simplesmente, e me ponho a caminhar.

Ninguém corre, a fim de manter silêncio. Mas caminhamos apressados. Há barulhos perturbadores por toda parte. Coisas se arrastando, produzindo sons aquosos. Coisas grunindo. Coisas gritando ao longe. E as nossas próprias respirações descompassadas. Quase podia ouvir os batimentos cardíacos dos Losers. O silêncio desagradável foi interrompido por algo que me fez saudar o silêncio extinto: Um grito tal como de águia, uma enorme sombra passou por cima das nossas cabeças, e pareceu cair no chão, um altíssimo baque fez todos saltarem, assustados.

- Meu Deus, vamos conversar. - Richie implorou.

- Com Deus, todos estamos, Richie. - Zombeteiro, pronunciou Stanley. - Tenha certeza disso.

- Mesmo depois de tu e seu pai matarem o filho dEle?!! - Richie rebateu alto demais, sorrindo.

- Ssshhh!! - Vários de nós o censuramos.

- Onde está Mind Flayer? - Questionou Lucas, subitamente.

- Há! - Desdenhei. - A Mini Coisa de-deve ter dado u-um jeitinho nele.

De repente, Mike tropeça com tudo. Quase vai ao chão; entretanto Eleven o segurou com a telecinese. Ao encarar no que ele tropeçou, vejo ao que parece um ovo, grande de uns 35 centímetros, com cores que variam de verde, amarelo e roxo. O ovo parece inchar e relaxar, num ritmo rápido demais. Meu cérebro trabalha rápido, mas o de El também, e ela grita:

- Vai explodir!!!

Assim, nós corremos como gazelas fugindo de predadores. Após estarmos já um tanto distantes, o ovo se desfaz explodindo uma gosma esverdeada e mal cheirosa. Todos estamos ofegantes e trêmulos. Apenas nos entreolhamos, e, silenciosos, voltamos a caminhada apressada.

- Ah, ! - Reclama Richie, em alto e bom som. Visivelmente incomodado com o silêncio. - Eu não posso falar alto, mas meu xerox afeminado pode tropeçar numa bomba que, sinceramente, como você não viu aquilo? É enorme! Sinceramente, Wheeler, aquilo tem o tamanho do meu pau!

- Richie. - Comecei.

- No cu, Denbrough! Ah, não. Eu estou puto da vida.

- Você tem tanta inveja de mim, né? - Mike disse, sorrindo malandro.

- Tu escuta aqui, Wheeler! - Ele começou, mas ouvimos um rosnar.

Todos viramos a cabeça lenta e deliberadamente, e nos vemos de cara com dois demo-dogs. Eleven se põe na nossa frente, e os ergue no ar, os faz colidir um com o outro de forma violenta, e os joga longe. Ainda pareciam respirar. Ela dá mais um passo a frente - talvez terminar o serviço - contudo mais uns seis aparecem.

- … Inferno. - Ela amaldiçoa e se vira pra nós inexpressiva. - Sigam os instintos. - Na mesma hora todos começamos a correr.

Saímos em disparada, e os "cachorrinhos" vindo atrás. Já podíamos avistar o lixão quando, do nada, Eddie solta um urro agoniado. Ao me virar vejo Richie lançar pra longe um demo-dog usando um pedaço de madeira gosmento. El termina o serviço afastando todos de uma vez. Enquanto eles se recompõem Mikey pega o Eddie no colo, só vejo um lampejo rubro em sua perna, logo já recomeçamos a correr - com a companhia dos "cachorrinhos", claro.

Cheguei a pensar que os despistaríamos dentre as montanhas de lixo, contudo um se põe bem na minha frente, do nada. Inevitavelmente berro; empunho a espada de Eli e corto a cabeçorra dentada fora. Lucas incentiva-nos aos berros a continuar a correr. Já podíamos ver a caverna. Havia ainda uns nove em nosso encalço quando tivemos que saltar sobre um enorme verme serpentino que se arrastava no chão. Mais um ovo explosivo entrou em nosso campo de visão, desta vez Mike propositalmente o chuta, e assim que começa a pulsar ameaçadoramente ele chuta na direção dos demo-dogs. Ouvimos guinchos agoniados da parte dos quadrúpedes.

Assim que chegamos na caverna, havia um demo-dog perigosamente próximo de nós. Adentramos todos nela, e Eleven faz as pedras caírem – Tapando a entrada e de quebra partindo o pescoço de dois demo-dogs.

Todos estávamos com a respiração extremamente ofegante. Bev apoiou as mãos nos joelhos, tal como fiz eu. Mike, Ben e Mikey desabaram sentando no chão. Dustin silibando "dane-se" se deitou no chão. Eleven apenas recostou-se à parede, e Lucas imitou seu gesto. Max, mediante à sangrenta visão dos "cachorrinhos" decepados, vomitou significantemente. Eddie estava gemendo, desesperadamente tentando guiar o trêmulo Richie a fazer um curativo em sua perna. Eddie já estava gritando, perdendo a cabeça, quando Stan decide fazer o curativo.

- Puta que pariu… Puta que pariu…! - Dustin cantarola rouco, com o ritmo de "Singing in the Rain".

  - Bem… - Diz Mikey. - Estamos dentro.


Notas Finais


Então...
O bixo pegou :D
Estamos na reta final, meus amigos!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...