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História Aqueles três- Divergente - Capítulo 2


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Notas do Autor


Eee <3

Capítulo 2 - Um passo a Frente


Fanfic / Fanfiction Aqueles três- Divergente - Capítulo 2 - Um passo a Frente

L. Joseph


- Só porque você supõe que somos divergentes? - ergo a sombrancelha.

- E apenas para ter certeza.

- É desnecessário, mas se depois disso você nós deixar em paz, então... -dou de ombros. 

- Vá em frente, faça o teste que precisar. - Lúcio disse sorrindo de lado.

- Venham comigo!

Ela se levantou e saiu da sala. Seguimos ela até a sala de teste de soros, ficava no quarto andar depois de alguns escritórios e vários corredores até chegar na sua sala específica para o processo dos testes. As paredes eram totalmente de vidro e o chão branco, a nossa frente estava três cadeiras lá no meio, como se fossem odontológicas, e no canto estava alguns computadores. Uma mesa de rodas encostada nas cadeiras, com seringas para cada um.... Só o que me faltava tortura?

- Deitem nas cadeiras, vai demorar só alguns minutos e estarão liberados - Disse meu pai me olhando com alívio, por eu já ir direto me deita, sem reclamar.

Olhei pro lado e vi meus irmãos me imitarem, apesar da troca de olhares apreensivos, não dá para confiar nela, mas não temos escolha.

Depois de aplicarem o soro, última coisa que eu vi era um cara ruivo de jaqueta azul vibrante injetando a seringa em mim, meus olhos pesarem e eu apaguei.


No Dia Seguinte...



Ouvi um som de algo deslizar, virei meu rosto de imediato quando senti uma luz forte direto nos meus olhos. Mesmo de olhos fechados a luz chega.

- Mas que merda é essa? - Gritei. Quem essa pessoa pensa...

- Olha a boca menina! Eu sou seu pai está na hora de acordar. - abri os olhos e vi meu pai chegando perto de mim, me presenteando com seu melhor sorriso, retribuí com um belo sorriso também.

- Tá animadinha? Não é comum você sorrir em dia de aula - Ele riu, falando com ironia.

Devo admitir que não é qualquer um que consegue receber seu lado gentil, a grande maioria dos Eruditos não são carinhosos mas... meu pai é uma excessão. Pulei no colo dele e dei um abraço de forte.

- Mas hora, o que é isso? - ele deu uma gargalhada me segurando no colo, e começou a me girar. Achei que iria cair, eu gritei de susto. Ele me segurou mais forte em seus braços.

Meu pai é muitas vezes do contra de algumas ideia da Erudição, seu foco sempre foi ajudar nossa sociedade. Criando curas pra algumas doenças, pomadas que cicatrizam rápido ou coisas além, se eu pertencesse a aqui com certeza amaria trabalhar com ele, mas ele sabe que eu e meus irmãos gostamos de ser totalmente donos de si hahaha. Nossos olhos chega brilham quando observando os Audasiosos pulando do trem em movimento.

- Tudo bem para ir á escola? - diz ele me colocando no chão.

Apesar de não ser muito fã de estudar, tem duas matérias que gosto, educação física e história das facções.

- Bom, eu diria que sim, mas sabe como é quase impossível eu gosta de matemática hahaha. - Ele sorriu

- Tem tempo pra gosta ainda. Vá se arruma, vou acorda seus irmãos. - ele deu um beijo na minha testa e saiu.

Fui toma banho e fazer outras necessidades. O que será que irei vesti hoje... Hmmm,
meu closet só tem peças azul, as vezes enjoa. Mas não tem o que fazer, nasci onde todos andam com cara de inteligência e nariz empinado, certa minoria. Peguei uma blusa azul clara, dobrando um pouco as mangas até o cotovelo, uma calça azul com bolsos (ah como eu amo bolsos), a calça não é tão colada mas também não é larga como o da Abnegação.

A roupa que uso confunde as pessoas, ficam se perguntado se sou menina ou menino, eu tento ter a melhor aparência de um menino para ninguém me encher o saco e ou ficar fazendo coisa pior. Coloco uma jaqueta azul escuro, também dobrando até o cotovelo, bem bad boy e até que sou bonita, coloco meu relógio de prata, um colar de dois triângulos e estou pronta.

Quando me vejo no espelho estou linda e claro nada feminina mas bonita acima de tudo, combina com meu nome Lun Joseph Skawlag a garota que todos acham que e um garoto hahaha.

Deixo meu cabelo solto pra pentear,  depois o prendo no alto deixando uns fios solto. Eu normalmente o prendo como um coque, como minha jaqueta tem um capuz eu deixo a ponta do cabelo como se fosse franja. Mais hoje to pouco me fodendo pra o que podem dizer.

Meus pais achavam que iria vir três garotos, como sempre apressados acabaram decidindo os nomes antecipadamente Então quando eu nasci. Eles tiveram que improvisar aí foi Lun apelido de uma avó paterna e Joseph já escolhido. Eu não me importo eu sempre me vesti assim, brinquei com meu irmãos, eles nunca me deixaram de fora da brincadeira nem mesmo dos castigo. Ter aqueles dois de irmão não e fácil principalmente quando os dois se parecem muito e se não presta atenção direito com certeza vai confundi-los, eu até que me acostumei com suas diferenças um tem uma pinta na sobrancelha esquerda e outro na orelha direta. Meu Deus, demorei demais aqui.

Desço as escada quando chego na cozinha eles já estão lá sentados de frente para a bancada comendo cereal, e meu pai atrás da bancada bebendo seu café encostado na pia.

- Bom dia meninos, acordaram bem? - Gargalhou, até chegar neles dando um abraço de lado e um beijo nas bochechas de cada um.

- Bom dia dorminhoca. Acordei só com dor de cabeça - Diz Lúcio, olhou pra mim quando me sentei ao seu lado, fez uma careta.

- Fom Dia... - Travis falou de boca cheia de cereal e o leite quase saindo, eu ri.

- Tomou remedio? - peguei meu cereal que estava na mesa e comecei a comer.

- Tomei...- ele disse olhando nosso pai, dando uma indireta sobre ontem. Ele observava a gente com os olhos semi-cerrados.

- Pelos menos ela não irá mais perturba vocês novamente. - ele disse respondendo a careta do Lúcio, até agora não entendo porque ela caça divergente, como eles poderiam fazer mal a sociedade? Ou até mesmo destruir? Só porque não são controlados? Não dá o direito de assassina-lós.

- Será que ela não ficou louca não? - Travis falou terminado de comer o cereal e arrotou.

- Travis! - Meu pai falou alto o reprendendo, o indivíduo só deu de ombros.

- Louca ou não, se eu entra no centro do complexo eu me jogo na frente do trem. - Eu digo quando coloco mais uma colher na minha boca, quando levanto o olhar eles estão me observando.

- O que foi?

- Não diga isso. Nunca mais ouvi? - eles disseram junto

- Vocês teve a quem puxar. - Fui rir me inclinando pra trás quase caí, se não fosse Lúcio que me segurou pelo braço e me puxou.

- Cuidado! - Diz ele com aquele olha me repreendendo.

- Já tá na hora. - Disse Travis, saindo da cadeira que estava ficando de costa pra mim.

- Suba maninha.

- Oba! Carona.

Ele se indireitou quando subi saindo comigo na costa e foi andando, Lúcio vem logo atrás com nosso pai do lado.

A escola não fica tão longe, só alguns minutos ainda mais que nosso pai tem carro.
Quando chegamos na entrada onde o carro estava estacionado, desço da costa do Travis e entro no carro e fico do lado na janela. Amo muito observar os prédios e as pessoas puxei isso do meu pai e da minha mãe...

O céu me lembra dela sempre viajando na imaginação, sorrindo pro sol agradecendo pela manhã aconchegante, tarde quente e ele quando se põem é uma visão maravilhosa, essas cores juntas em segundos é supreendente, era o que ela dizia.

Infelizmente ela acabou morrendo esfaqueada por um sem facção que entrou escondido no nosso prédio, ela estava na cozinha fazendo o jantar, quando ele entrou silenciosamente pela porta que estava trancada, arrombou e, o barulho assustou minha mãe que gritou, o sem facção se assustou e viu ela dar passos pra trás. Nervoso pegou a faca que estava na mesa e apontou para minha doce mãe.

Andando apressado em sua direção ele acertou direto no seu coração, ela deu um grito de dor e foi escorregando na bancada até o chão e o homem fugiu correndo pra varanda, Lúcio ouviu o grito e saiu correndo até onde nossa mãe estava parou direto perto dela e pegou nós braços, eu e Travis fomos depois, chegamos lá assustados.

Lúcio estava chorando olhando pra nossa mãe, ela estava sorrindo dando carinho em seu rosto, chegamos perto e abraçamos.... Nesse dia papai estava trabalhando ainda. Não tínhamos conhecimento de tirar uma bala ou para um sangramento ou costurar. Não pudemos fazer nada além de grita por ajuda. Não é fácil ver sua mãe morrer em seus braços e não poder fazer nada.

Uma pessoa boa que ajudava o máximo o próximo... morrer por alguém que nem conhecemos, ela não merecia...

Quando ficava frio ela ajudava os da Abnegação a distribuir os cobertores pro sem facção, até comida e outras coisas, não era obrigada mas amava ajudar o próximo. Ela disse que se não tivesse conhecido meu pai teria ido pra Abnegação.

Acordo dos meus pensamentos quando vejo o edifício da escola a minha frente, eu nem vi o tempo passar, lembra dessas recordações dela aquece meu coração.

Saio do carro e deixo a porta aberta pra Travis sair, assim que ele saiu eu fecho a porta e retorno minha pose de bad boy, garoto mal ou garota má? dou uma risadinha baixa.


Notas Finais


Eee comentem.


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