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História Arms Of A Stranger - Ten (NCT) - Capítulo 9


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Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 9 - Capítulo VIII


Fanfic / Fanfiction Arms Of A Stranger - Ten (NCT) - Capítulo 9 - Capítulo VIII

When I was on my knees in the darkness

(Quando eu estava de joelhos na escuridão)

Yeah, you'd be there to break my fall

(Sim, você estaria lá para pausar a minha queda)

But now, I'm lyin' here so helpless

(Mas agora, estou deitado aqui tão desamparado)

But somehow, I just still want more

(Mas de alguma forma, eu apenas quero mais)

 

Estava esperando Chittaphon chegar, iríamos sair hoje. Mark iria ficar com Johnny hoje então não precisaria me preocupar com ele.

Escuto a minha campainha tocar e vou até a porta para atender. Abro a porta revelando Chittaphon com um lindo sorriso ao me ver.

— Olá Ten. - Digo sorrindo para o mesmo.

— Olá S/n, está pronta para o nosso encontro? - O mesmo pergunta.

— Estou sim. - Digo animada. 

— Então vamos. - Fala Chittaphon.

Pego meus pertences, fecho a casa e entro no carro do mesmo. 

— O que tanto vamos fazer hoje? - Pergunto encarando Ten.

— Eu planejei muitas coisas para fazermos, vamos começar fazendo um passeio de bicicletas. - Diz respondendo a minha pergunta.

— Mal posso esperar para chegarmos. - Falo animada com o passeio de hoje.

— Sabia que iria gostar. - Ten fala todo orgulhoso. — Tem muito mais coisas que vamos fazer hoje. Preparei atividades para o dia todo.- Chittaphon avisa parecendo animado.

Depois de alguns minutos chegamos ao parque, Ten estaciona o carro e saímos.

— Vem, vou te levar até as bicicletas. - Diz o mesmo pegando na minha mão me guiando até o local.

Chegamos onde estavam as bicicletas, pego uma para mim e Chittaphon faz o mesmo. Começamos a pedalar, andando pelo parque. 

Realmente estava gostando muito daquele passeio, tudo estava muito lindo. A paisagem era linda, podia ver todo extenso parque com flores para todos os lados.

— Está gostando do passeio S/n? - Ten me pergunta.

— Estou amando, você acertou em cheio, adoro visitar lugares ao ar livre. - Falo ao mesmo.

— Eu sei que sou bom em tudo. -  Diz se gabando como sempre.

Apenas sorrio. Após o término do passeio voltamos para onde Ten tinha estacionado o carro. 

— O que vamos fazer agora? - Pergunto ao mesmo.

— Espere um pouco. - Diz Chittaphon entrando no carro e saindo com uma cesta. — Vamos fazer um piquenique. - Fala sorrindo mostrando a cesta que trazia consigo. — Vem, vamos achar um lugar para colocarmos essas coisas. - Diz o mesmo segurando a minha mão e me guiando pelo parque.

Achamos um lugar e começamos a arrumar as coisas que Ten tinha trazido. 

— Eu não acredito que você fez tudo isso sozinho. - Falo surpresa.

— Na verdade o Jaehyun me deu uma pequena ajuda com as coisas. - Chittaphon fala.

— Uma pequena ajuda? - Pergunto a ele.

— Não, foi uma grande ajuda. Ele fez tudo isso aqui sozinho. - Admite o mesmo. — Mas a comida dele é muito boa. 

— Realmente. - Concordo com a sua afirmação.

— Tenho uma surpresa para você. - Diz Ten dando um lindo sorriso.

— E o que é essa surpresa? - Pergunto curiosa para ele.

— Toma! - Me entrega uma caixa não tão grande não tão pequena. — Só abra a caixa quando chegar em casa. - Me avisa.

— Está bem, então só vou abrir mais tarde. - Confirmo o que ele tinha dito. 

Ficamos conversando um pouco até que ele se vira e pega uma das flores que estavam por lá e se vira pra mim. 

— Toma.- Diz estendendo a flor até mim.— Para você.

Sorrio e pego a flor de sua mão e cheirando a mesma.

— Muito obrigada.- Digo.— Ela é linda.

Depois disso ficamos ainda mais um tempo apenas curtindo a companhia um do outro.

 

[...]

 

Agora eu e Ten estávamos no carro do mesmo. Ele estava me levando para a minha casa, estava muito ansiosa para chegar em casa e ver o que tinha dentro daquela caixa.

— S/n? - Chittaphon me chama, atraindo a minha atenção a ele.

— Sim. 

— Se amanhã você mandar alguma mensagem ou me ligar e eu não atender ou retornar é porque eu vou ficar o dia inteiro fora. Vai ter um evento que me convidaram. - Chittaphon me avisa enquanto dirige.

— Ah sim, sem problemas. - Respondo a ele. 

— Na próxima vez que viermos ao parque podemos trazer o Mark com a gente tenho certeza que ele irá adorar passar um dia lá. - Chittaphon comenta sorrindo.

— Podemos mesmo, ele ama ir em parques. - Falo para ele. 

— Sabe o que eu estava pensando? - O mesmo me pergunta.

— O que? - Respondo ele com outra pergunta.

— Podíamos ir tomar um sorvete, está um dia quente hoje mesmo. - Diz para mim.

Eu queria muito chegar em casa e ver o que tinha dentro da caixa, mas não podia negar que estava muito calor e que um sorvete não era nada mal, e claro que eu não iria negar ficar um pouco mais de tempo com o Ten.

— O que você acha? - Pergunta o mesmo.

— Acho que pode ser, hoje realmente está muito calor hoje. - Digo a ele.

— Então vamos a sorveteria. - Fala Chittaphon animado, mudando a rota da minha casa para a sorveteria.

Depois de uns minutos dentro do carro, chegamos na sorveteria. Descemos do mesmo e entramos no local indo direto a uma mesa.

— Qual sabor você vai querer? - Ten me pergunta.

— Acho que vou querer de flocos. - Respondo ele.

— Vou lá pedir então. - Diz e se levanta.

Ten vai até o balcão e faz o nosso pedido.

Esperamos os nossos pedidos que não demoram muito para ser entregue. Depois de conversarmos e termos acabado com os nossos sorvetes fomos embora.

 

[...]

 

Finalmente em casa, pego a caixa que Chittaphon tinha me dado pela manhã. Ao abrir a mesma vejo que tinha um livro, vejo que era o livro que o mesmo estava escrevendo. 

Retiro o livro da caixa e abro o mesmo, um bilhete cai de dentro dele. Pego o bilhete que tinha uns números escrito nele.

“Página 67, linha 13 e palavra 3

Página 100, linha 5 e palavra 7

Página 231, linha 1 e palavra 10”

Percebo que era uma anagrama. Começo procurar pelos livros as seguintes palavras. Pego um papel para anotar o que iria formar.  

Depois de procurar todas as palavras vejo que tinha formado a seguinte frase “Quer namorar comigo?”

Não estava acreditando naquilo que eu estava lendo, procuro novamente as palavras para ver se eu tinha errado alguma, mas no fim percebo que todas estavam certas. 

Mesmo quando eu vi que estavam certas as palavras, eu não conseguia acreditar que aquilo estava realmente acontecendo.

 



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