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História Bad Reputation - Capítulo 5


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Notas do Autor


Oii! Não se esqueçam do meu mimo nos comentários se estiverem gostando <3 boa leitura
(Sim, repostei)

Capítulo 5 - Confident


Fanfic / Fanfiction Bad Reputation - Capítulo 5 - Confident

• Maddie Mallory •


– O que você veio fazer aqui? – pergunta ele, com a voz baixa, rouca e lânguida.

A voz dele é um anzol me prendendo. Me dominando.

Ouço a batida da música escapar dos fones de ouvido e Shawn não move as mãos nem um centímetro sequer. 


Eu, ao contrário, movo as minhas. Deslizo-as para o pescoço dele, enfio os dedos em seus cabelos e puxo sua cabeça para baixo.

Tudo bem, elas não fizeram isso. Mas queriam fazer. 


Estão loucas para se libertar, e talvez ele veja isso nos meus olhos, porque deixa escapar um som que mal chega a ser um som. É apenas uma respiração profunda que faz coisas incendiárias entre minhas pernas.

– Me diga – insiste ele.


Dizer o quê? Não faço ideia do que Shawn está falando. A única coisa que sei é que, se ele não me beijar logo, vou morrer. Ele é tão gostoso, e eu consigo sentir toda a energia da briga fluindo pelo corpo dele. A adrenalina e outras substâncias químicas ainda correm por suas veias. Neste momento, Shawn não é ele mesmo.


Não sei muito bem de onde vem essa ideia; só sei que ela existe. 

Shawn não é Shawn, e eu não sou Madison. Não com essa proximidade. Ele está tão perto agora, me intimidando, respirando contra o meu rosto... Parece mal conseguir se controlar. Parece um cara que poderia sair na porrada com qualquer pessoa que se atrevesse a passar por perto, mas que preferiria gastar essa energia fodendo com alguém pelo resto do dia, até cansar.

Esse alguém poderia ser eu.

Não acredito que acabei de pensar isso.

– Me diga – repete Shawn.

– Dizer o quê?

– O que você veio fazer aqui.

Desvio o olhar, porque quero que Shawn me beije e não deveria querer. Não o conheço. Não sei bem se gosto dele. Ele me assusta. 

Shawn reluta contra o que quer fazer comigo e eu me pergunto o que vai acontecer se ele parar de resistir.


Eu nunca tive sequer uma conversa com ele.

Empurro seu peito de leve, tentando quebrar o encanto.

– Shawn. Precisamos conversar.

– Nós estamos conversando.

– Saia – digo.


Ele levanta a cabeça. O seu cachinho  escuro está caindo no rosto e seus olhos parecem um pedaço do céu.

Ele se afasta.

– O que foi?

– Preciso conversar com você.

– Não estou a fim de conversar agora, Maddie.

– Que pena – digo. – Porque foi por isso que eu vim procurar você. Para conversarmos como seres civilizados.

Shawn apenas me encara.

– Não posso não pensar que talvez você tenha feito aquilo por mim – acrescento.

– Eu não sei do que está falando  – retruca ele lentament.

– Você não sabe ou não quer falar sobre? 

– Não sei. 

– Shhhh – exige uma voz masculina furiosa.

Quarto andar. Merda.

Quando abro a boca de novo, meus pensamentos estão completamente desordenados e eu mal consigo olhar para Shawn. Ele cruzou os braços.  – Mas diga mesmo assim.

Fale, Maddie, ordena meu cérebro. 

Palavras. Frases. Vamos lá.

– Eu queria, hã... Sobre mais cedo. Sabe, fiquei sabendo pela Maggie que...

– Shhhhh.

A mesma voz irritada de novo. Perco a habilidade de falar, fico confusa e prestes a dar o fora dali correndo.

– Tem outros três andares, parceiro – diz Shawn, muito calmamente. – Escolha um deles ou cale a porra da boca.

– Este é o andar silencioso – reclama o cara.

– Me mostre onde está escrito isso.

– Todo mundo sabe.

Shawn balança a cabeça. – Eu não sou todo mundo.

O lugar fica em silêncio por um instante e então ouço uma cadeira sendo empurrada. Depois o zíper de uma mochila. Em seguida, passos anunciam a aproximação. De repente um aluno lança um olhar furioso para Shawn, mas segue em frente e escuto a porta se abrindo.

Um instante depois, pouco antes de a porta se fechar com uma batida, as palavras “vagabunda idiota” saem por ela.

A feiura dessas palavras penetram fundo na minha dor.

Ele não é a primeira pessoa a me chamar de vagabunda, mas é a primeira a falar para que eu ouça. E, sinceramente? Não ajuda o fato de ter dito isso logo depois que eu deixei Shawn me empurrar contra a estante.

Não ajuda o fato de ter cogitado beijar o Shawn também. Eu me sinto uma vagabunda. Tenho a sensação de que vou desmoronar, de que não vou conseguir ficar de pé por mais cinco minutos.


Olho para Shawn. Eu me sinto desprezada e impotente, e é tão frustrante que ele me veja assim, que me olhe com tanta atenção e realmente veja o que eu não deixo ninguém ver, nunca: o fato de eu estar prestes a desmoronar. O tempo todo.

Os olhos dele se tornam suaves, gentis e cheios de pena, e isso piora ainda mais as coisas.

Vadia burra e digna de pena.

– Está tudo bem – digo. – Não é a primeira vez que ouço isso.

– Não está tudo bem.

Aceno com a cabeça, porque não tenho uma resposta. Sei que não está tudo bem, mas minha vida é assim agora.

– Madison, não está tudo bem.

Shawn põe as mãos nos meus ombros. 

Eu estico os braços para afastá-lo e dou um passo para o lado para me desvencilhar dele.

– Eu sei, tá legal? Não precisa gritar comigo. Eu sei. Ele vai contar para todo mundo, e aí o campus inteiro vai ficar fofocando sobre alguma mentira ou dedução daquele cara. Eu saquei. Foi mal, ok?

Acho que o olhar dele poderia perfurar meu corpo, tamanha sua ferocidade.

– Foi mal o quê?

Mais fácil dizer o que não foi mal. Me arrendo de ter deixado Cameron se aproximar de mim. De ter me beijado, tirado minha virgindade e tudo o que aconteceu depois. Todos esses anos jogados fora.

E me sinto tão mal pela forma de que poderia ser diferente entre eu e Shawn. Ele parece ser um garoto tão bom e jamais me olharia diferente pela reputação que levo. 

– Tudo – sussurro.

Mais uma vez ele tenta se aproximar e me tocar, mas eu recuo.

– Meu Deus, eu não consigo nem... Qual é o seu problema, hein? – Seu tom ainda é calmo. 

– Nada que você possa resolver.

– Então por que você veio aqui?

Respiro fundo. Isso eu consigo fazer. – Eu preciso saber que não vai acontecer de novo. Que você não vai sair por aí  batendo nas pessoas por minha causa.

Ele franze a testa.

– Quem disse que foi por sua causa?

A pergunta me pega desprevenida.

– Eu fiquei sabendo... fiquei sabendo que vocês dois estavam discutindo a respeito de mim. Sofia Carson contou para a Maggie.

– Eu não conheço nenhuma Sofia.

– Acho que ela conhece você.

O rosto dele fica ainda mais sombrio. – Não é da conta dela. Ou da sua. É assunto meu e do Dallas.

– Acho que nós já passamos muito do ponto em que você poderia usar o argumento “não é da sua conta”.

Isso o deixa ainda mais agitado. Ele se afasta pisando forte e vai até o final do corredor. Então volta e agarra o carrinho com as duas mãos. Parece querer atirá-lo em mim.

– Ele me deixou puto. É tudo o que você precisa saber.

– É, mas...

Com a cabeça abaixada, ele chuta o carrinho. Não com força, mas faz bastante barulho.

– Você precisa me contar o que aconteceu – Peço, com o máximo de calma que consigo. – Depois deixo você em paz.

Ele levanta a cabeça.

– Você acha que é isso que eu quero? Que você me deixe em paz?

Como não sei o que ele quer, fico em silêncio.

– Ele me deixou puto porque é um cretino presunçoso e arrogante – diz Shawn. – E eu estava de saco cheio de ouvi-lo falar, está bem?

– Então não teve nada a ver comigo.

Ele passa a mão pelos cabelos de novo. E se vira.

– Shawn? – chamo.

– Eu não diria isso.

Fico esperando.

Então me ocorre que eu sou boa em esperar e que talvez essa seja uma vantagem minha em relação a Shawn. Ele é mais experiente, mais confiante, mas tem o pavio curto. Já eu posso ficar aqui parada até ele me contar o que aconteceu.

Continuo esperando.

Ele se vira de novo.

– Eu não fiz aquilo por sua causa, está bem? Eu só não aguentava mais. Ele merecia levar uma surra e ninguém tinha feito isso ainda. Mas se você tem alguma espécie de fantasia comigo no papel de herói, pode esquecer.

– O que você quer dizer com isso?

– Você sabe. Se você estiver adorando a ideia de eu ter batido no seu ex porque sinto alguma coisa por você.

– Você está falando sério?

– Por que eu não estaria falando sério?

Por alguns segundos, não consigo responder. Ele me fez cruzar tão rápido a fronteira entre envergonhada e constrangida para furiosa e orgulhosa que meu cérebro tem dificuldade em acompanhar.

– Que coisa mais... pretensiosa – consigo dizer, finalmente. – Muito, muito pretensiosa. Depois do que você acabou... Por que você diria uma coisa dessas?

Ele se aproxima. Está com uma expressao e eu não consigo decifrá-lo. Não sei o que está pensando, nem como se sente. Só sei que está sentindo algo.

– Por que você tocou em mim? – pergunta ele.

– Eu estava tentando chamar a sua atenção.

– As pessoas dão tapinhas ou chamam pelo nome quando querem chamar a atenção de alguém. Aquilo não foi um tapinha.

– Foi...

Eu não tenho nada a dizer. Toquei nele e nós dois sabemos disso. A única coisa que posso fazer agora é mentir.

– Foi sem querer. – Digo logo seguido. 

Odeio quando ele faz isso, quando se aproxima de mim com esses olhos, esse rosto, e me encara assim. a coisa de que eu menos gosto agora: ser encarada por Shawn Mendes. 

– Olha, garota – diz ele. 

– Não me chame de garota.

– Acho que você gosta.

– Acho você metido demais! 

Quase deixo escapar um gemido depois de dizer isso. Maldita boca impulsiva.

Mas eu não podia ficar calada, porque querida é degradante demais, absolutamente inadequado. Além de ser inesperado. E de eu ter meio que gostado.

Shawn solta uma risada pelo nariz.

– E você é uma baixinha estressada demais! 

– É útil. Em algumas ocasiões não preciso me esquivar ou me abaixar  tanto

– Eu gostaria de ver isso.

– É, mas não vai.

– Não?

– Não. E nós não vamos ser amigos. Não vamos ser nada. Era isso que eu queria dizer para você.

Ele não gosta do que ouve. Tudo na expressão dele dá a entender isso.

– Não era o que você parecia querer me dizer há um minuto.

– Não me interessa o que parecia.

Se ele continuar se inclinando para perto de mim, vou beliscá-lo.


Ele se aproxima, Mas quando minhas mãos chegam perto do braço dele para empurra-lo, sou sugada pelo desejo e acabo meio que acariciando a manga dele.

O bíceps dele é tão duro quanto parece. Afasto a mão antes que eu faça mais alguma coisa estúpida.

– Fiquei com a impressão de que você queria que eu a beijasse – diz Shawn.

Cruzo os braços e examino os livros na prateleira atrás dele.

– Não importa o que eu queria – retruco. – Não posso me dar a esse luxo. Se as pessoas acharem que estamos juntos, ou que a briga entre você e Shawn teve a ver comigo, vão continuar falando e essa confusão não vai ter fim. Não é isso que eu quero. Eu quero que tudo desapareça.

– Você quer que tudo desapareça.

A dúvida na voz dele alimenta minha raiva novamente. Odeio o fato de algumas pessoas pensarem que eu mesma publiquei aquelas fotos, só para chamar atenção. Odeio que ele possa pensar isso.

– Quero. – Como a palavra sai um pouco mais alta do que eu pretendia, repito: – Quero.

– Taylor Caniff chamou você de vagabunda há três minutos e você não disse nada. Foi como dizer que está tudo bem.

– O que quer que eu faça? Que vá atrás dele e lhe dê um soco na boca?

– Talvez. Que grite com ele, pelo menos.

– O que eu conseguiria com isso?

– Tudo o que você faz precisa ser para conseguir alguma coisa?

Esta, pelo menos, é uma pergunta a que eu consigo responder com facilidade.

– Precisa.

– Então o que está tentando conseguir agora?

– Estou tentando tirar as minhas fotos da internet e manter a discrição para que as pessoas se esqueçam de que aquilo algum dia aconteceu.

Ele ri.

Minha mão levanta tão rápido que eu nem sequer me dou conta de que estou prestes a lhe dar um tapa, até ele segurar meu pulso.

– Querida...

– Não me chame de querida. – Estou muito irritada, lutando para me desvencilhar do punho dele. Ele me segurou com tanta facilidade... Eu nunca tentei bater em alguém antes. Estou ofegante e com as emoções à flor da pele, praticamente à beira das lágrimas. – Me solta!

– Você vai me bater?

– Talvez.

– Então não.

Puxo o braço com força e tento dar um soco no peito dele. Ele segura meu outro pulso.

– Não adianta lutar – diz Shawn. – É tão inútil quanto a ideia de que você pode apagar alguma coisa da internet ou fazer as pessoas esquecerem que a viram nua. Totalmente inútil.

Depois que assimilo as palavras dele, paro de me debater e ele me solta.

Lanço-lhe o olhar mais frio e furioso que consigo produzir.

– Obrigada pela conversa motivacional, mas você é a última pessoa nesta escola  a quem eu pediria conselhos.

Alguma coisa em seu semblante se fecha. – Ah, é? Por quê?

Porque é o tipo de cara que bate em pessoas que irritam você.

Porque você significa encrenca.

Não posso dizer a ele nada disso. Não posso falar como se fosse um anjo. Eu estou nua na internet.

– Porque eu era namorada do Cameron. E você...

Quando paro de falar, ele levanta a sobrancelha com a cicatriz.

– E eu...?

– Não é o Cameron.

Desta vez, a risada dele é amarga.

– Não. Eu não sou o Cameron arrombado Dallas.

Quero pedir desculpas, mas não sei bem como, nem o que dizer.

Shawn não fica esperando que eu descubra. Pega o carrinho, confere a lombada do próximo livro e começa a se afastar de mim pelo corredor.

– Eu sinto muito – falo. – Eu não quis dizer aquilo.

– Não se preocupe, princesa – retruca ele, sem se virar. – Não vou contar a ninguém.

– Certo. – Passo os braços ao redor da barriga. – Obrigada.

Ele não responde. Acho que está tudo terminado e me sinto aliviada. 

Mais ou menos.

Também estou trêmula e fraca. Talvez eu vomite. Não me alimento bem há semanas. 

Shawn faz uma pausa antes de passar para a fileira seguinte. Ele se inclina por cima do carrinho e fica com os braços esticados acima dos livros. Olha fixamente para eles por um minuto tão longo que mais parece um ano.

Então levanta a cabeça e olha direto para mim.

– Não foi um bom dia para a gente ter esta conversa.

– Não – concordo. – Provavelmente não.

Ele expira com força. – Eu não deveria ter batido nele. Foi uma idiotice e eu ainda estou naquele clima de briga. Desculpe por... – Ele gesticula  a mão na minha direção. – Desculpe por tudo isso.

Como não sei o que dizer, assinto.

– O seu nariz está bem agora?

– Está.

– Perguntei algumas vezes de você para a Maggie. Mas agora me diga você,  seu nariz ainda dói? 

– Não, já tem tempo.

Ele abre e fecha a mão inchada algumas vezes, olhando para ela. É a esquerda.

O andar inteiro está em silêncio. Eu me pergunto se há alguém por perto, alguma garota sentada em silêncio do outro lado, ouvindo tudo.

Talvez ela esteja como eu. Assustada e paralisada, sem conseguir se mover.

– Sabe, você não fez nada de errado – diz Shawn. 

– É. É o que a Maggie fala.

Mas ela só faz isso porque é o que deve dizer. Eu sei o que ela realmente pensa: a mesma coisa que eu – que todo mundo.

Eu fiz algo errado. Confiei em quem não devia. Cometi um erro idiota. Deixei uma brecha para que Cameron se aproveitasse de mim, e a responsabilidade é minha. 

Shawn balança a cabeça, como se pudesse ouvir todos esses pensamentos, mas não concordasse com eles.

– Você tirou umas fotos sexy com seu namorado. Um monte de garotas faz isso. Se minha namorada me desse fotos assim, eu jamais as colocaria na porra da internet, não importa quão puto eu estivesse.

– Você viu as fotos?

– Todo mundo viu.

Fecho os olhos para diminuir a pressão que sinto na cabeça.

Chorar não está nos meus planos.

– Ele diz que não foi ele – sussurro.

– Porque é um babaca. Babacas mentem.

– Podemos não falar sobre isso?

Shawn abaixa a cabeça de novo e volta a olhar para os livros.

– Eu só queria dizer que não acho que você vai conseguir fazer tudo desaparecer. Não da forma que está agindo.

Não tenho resposta. Dói demais ouvi-lo falar isso -o meu maior medo- e pela segunda vez neste dia tenho a sensação de que é ele que está me ferindo, mesmo que nas duas ocasiões eu mesma tenha feito isso.

– Maddie.

O jeito como Shawn diz meu nome me obriga a olhar para cima.

– Quer saber de uma coisa?  pergunta ele.

– O quê?

Ele começa a empurrar o carrinho de novo. Vira a cabeça para mim, dá um pequeno sorriso e diz: – Você vai encontrar um homem de verdade que a trate bem como a dama que você é. 

Então ele vira no fim do corredor, as rodas do carrinho rangendo.

Não me veem respostas em mente. Me sinto uma boba de estar ali parada, com os braços ao redor do corpo, olhando para baixo e sorrindo.


Não vou imaginar se ele tem razão, se tudo o que fiz para tentar salvar meu futuro foi inútil e se eu deveria estar agindo de outra forma. Lutando por mim mesma, de alguma maneira.

Não consigo lidar com isso agora. Consigo apenas respirar fundo e tentar lembrar qual é meu próximo compromisso. Aonde eu devo ir. O que preciso fazer para conseguir chegar ao fim do dia.

Esta é a minha luta. A única coisa que sei que tenho que fazer para conseguir minha antiga vida de volta. Enterrar as fotos, reconstruir minha reputação.

Esta é a minha luta, e não vou desistir.




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