História Bailando un Reggaeton Lento - Capítulo 1


Escrita por: e jeonaja

Postado
Categorias Black Pink
Personagens Jennie, Jisoo, Rosé
Tags Blackpink, Blink Project, Chaennie, Cnco, Jennie, Jensoo, Jisoo, Música Latina, Reggaeton, Rose
Visualizações 128
Palavras 3.194
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: FemmeSlash, Festa, Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Essa é a minha terceira fic para esse projeto e, também, minha primeira Jensoo. Então peguem leve comigo kskskdk

Ao longo da fic, são mencionadas várias músicas que me inspiraram e que também tocam no cenário da história. Por isso, eu fiz uma playlist no Spotify com todas elas. Se quiserem ler ouvindo, só vão 😂❤

É isso, espero que gostem e boa leitura 💕

Capítulo 1 - Capítulo Único - A "DJ" e a "emo gótica das trevas"


O sol do lado de fora estava bem fraquinho, visto que a temperatura não costumava aumentar tanto assim no Outono, na cidade de Busan. Apesar de ser uma região litorânea, era bastante gelada quando queria. Mas Kim Jisoo não precisava do Sol para aquecer seu coração; os olhos verdes de Erick Brian já faziam isso muito bem.

— Ai, eu não acredito que esse filho da mãe postou foto a essa hora da manhã…  ok, ‘tá certo que lá em Miami já é quase noite… mas mesmo assim! Ele acha que eu sou de titânio, é?!

Jisoo exclama em alta voz, andando de um lado para o outro no quarto, com o celular em mãos e o instagram aberto. São apenas 07:00 horas e Erick já postava uma de suas fotos matadoras, com o cabelo jogado acima dos olhos e a evidente barba por fazer. Como pode um garoto de tão pouca idade fazer tanto estrago? Aquilo era demais para o coraçãozinho daquela pobre fã.

Erick Brian Colón é um dos integrantes do boygroup favorito de Jisoo — o CNCO, e também era conhecido por ser a tentação de muitas fãs ao redor do mundo, e com ela não seria diferente. Desde que colocou seus olhos naqueles cinco garotos, sua vida mudou totalmente; ela só não sabia se isso era bom ou ruim.

Parou de andar, jogando-se na cama de uma vez. O lençol floral rosa se remexeu, mas nada que algumas arrumadinhas depois não resolvessem. Pondo o travesseiro entre os braços, suspirou longamente, enquanto os olhos focaram no pôster na parede, do garoto de cachos e bandana vermelha com uma cara seria, mas deveras atraente. Sempre que alguém entrava ali, se assustava com a enorme foto. Sua melhor amiga até mesmo alegava que os olhos dele a seguiam. Jisoo apenas ria, dando de ombros, é óbvio que não se desfaria do pôster.

— E você, Joel? Vai tentar me matar hoje também? — Os lábios formaram um biquinho engraçado, mas com visível frustração ao se lembrar do tanto de tempo que o garoto não atualizava as redes sociais. — Acho que chega de tiros por hoje.

Suspirando, ela fechou os olhos, ainda abraçando o travesseiro. Ser fã de grupo latino não é fácil, principalmente porque enquanto ela está acordada, eles, provavelmente, estão dormindo. E também, porque depender de Google tradutor até mesmo para ler legendas de fotos no Instagram é uma tristeza total. Pelo menos o tradutor de lá é mais confiável que o Bing.

Tentou fechar os olhos novamente e relaxar, mas sua calma não durou muito, pois pouco tempo depois a porta foi aberta num rampante. Tão inesperado, que ela quase caiu no chão.

— Você precisa me ajudar! — A voz desesperada é de Chaeyoung, ou apenas Rosé, melhor amiga de Jisoo e também uma das pessoas mais espalhafatosas que ela conhece.

— Oi pra você também, Rosé — Jisoo ironizou, se recompondo ao sentar-se na cama, sendo seguida pela amiga. — Eu também estou bem, obrigada por perguntar. Quer ajuda em quê, querida?

Rosé revisou os olhos, mas respondeu rapidamente:

— Eu estou apaixonada!

Normalmente, quando sua amiga diz que está apaixonada, você surta, comemora, quer saber quem é o sortudo, ou sortuda… mas naquele caso, Jisoo não pôde evitar revirar os olhos. O que acontece é que o coração de Rosé é igual ao de mãe, sempre tem lugar pra mais um. Ela muda de crush igual muda de roupa e isso já estava irritando Jisoo.

— Ah… quem é a vítima?

— A novata da aula de biologia, Jennie Kim — Rosé respondeu, fingindo não ouvir a provocação.

Jisoo fez uma careta por não recordar-se de quem se tratava. Ela costumava nunca saber quem era quem durante as aulas, pois ou estava concentrada demais na matéria, ou avoada demais em pensamentos sem importância. Quando finalmente lembrou quem era, ainda sim manteve a careta.

— A emo gótica das trevas que senta no fundo e sempre é a primeira a chegar e última a sair da sala?

— Ela mesma, mas ela não é emo gótica…

— Olha, desculpa, mas ela só usa preto e vive com aqueles fones, totalmente sem expressão. O que você quer que eu pense?

Da primeira vez que a viu, Jisoo chegou a achar que a garota iria a um velório depois da escola. No entanto, após uma semana com as mesmas roupas, percebeu que era apenas estilo mesmo. Um bem estranho, mas cada um com seu gosto, não é?

— Saiba que ela adora música latina e o estilo favorito é o reggaeton, igual a você.

— E você caiu? Provavelmente só deve escutar Despacito e olhe lá… — Jisoo não daria o braço a torcer acerca de suas opiniões sobre a aluna nova e também não queria continuar naquele assunto, mesmo que ouvir aquilo tenha despertado-lhe certo interesse.— Mas o que eu ainda não entendi é em que você quer minha ajuda. Por acaso quer dicas de cantadas? Olha que eu tenho umas novas muito boas, hein…

— Não, com certeza não, mas obrigada — Rosé recusou, levantando da cama para olhar a amiga de frente. — O que eu quero mesmo é que você seja a Dj na minha festa de sábado.

— Mas que festa?

— Ih, acho que esqueci de te falar. Sábado eu vou dar uma festa, com temática de música latina. Convidei várias pessoas da escola e, principalmente, a Jennie, claro. — ela gesticula com as mãos enquanto fala animadamente sobre o evento. — E como eu não entendo nada dessas coisas em espanhol aí, queria a sua ajuda. Porque se depender de mim, é aí mesmo que só vai tocar Despacito. E em mandarim.

— É, essa versão é muito boa mesmo… Amém, JJ Lin!

— Jisoo! — Rosé chamou manhosa, pedindo que a amiga não fugisse do assunto.

— Ok, ok, eu ajudo. — Levantou da cama num pulo, com o dedo indicador apontado para o alto. — Prepare-se para ouvir os meus latinos Hasta El Amanecer

De longe era possível ouvir a voz aguda de Leslie Grace cantando sua parte em Lo Siento, do Super Junior. Quem quisesse ir até a festa, mas não soubesse o local, era só seguir o som extremamente alto que acharia sem erro. Talvez tivessem problemas com os vizinhos, mas não estavam preocupadas com aquilo no momento.

Rosé andava de um lado para o outro em sua casa, indo do andar de cima — para expulsar alguns intrometidos que queriam se enfiar nos quartos e fazer coisas indevidas — para o andar de baixo, cumprimentando todas as caras conhecidas que via. Certo que metade das pessoas ali ela nunca tinha visto na vida, mas o que é uma festa se não tiver penetras, não é mesmo?

Mas apesar de ter encontrando meio mundo, a pessoa que tanto queria não via nem a sombra.

No dia seguinte ao que pediu a ajuda de Jisoo, Rosé tomou coragem e convidou Jennie para a festa. Foi até meio engraçado quando sentou na mesa do refeitório que Jennie sempre ficava sozinha, alienada do mundo com seus fones de ouvido e livro de suspense. A Kim levantou os olhos das páginas amareladas para a garota ruiva, notando o quão nervosa ela aparentava estar. Apesar de sempre gostar de alguém e sempre investir, Chaeyoung conseguir manter a famigerada insegurança.

Queria te convidar para minha festa, sexta à noitesaiu tão atrapalhado que de imediato ela teve vontade de se matar. Mas manteve a calma exterior, mesmo que por dentro estivesse quase entrando em colapso. Jennie não teve tempo de dizer nada, pois Rosé jogou o convite em cima da mesa e saiu rapidamente dali. Jisoo, que observava a cena de longe, apenas balançou a cabeça em negação enquanto via a amiga se aproximar. Agora Rosé se arrependia de ter feito aquilo, pois talvez fique esperando a noite toda e a garota nem apareça.

Da cabine de som — um cômodo com portas de vidro esfumado, em que só quem estava dentro conseguia ver o outro lado, no andar de cima, que foi reservado para ser uma espécie de “sala do dj”, para que ninguém soubesse que não era a anfitriã a escolher as músicas —, Jisoo organizava a playlist que tocaria. Nela, tinham hits de tudo quanto é lugar: México, Porto Rico, Equador, Cuba… com sucessos indo de CNCO, a Alejandro Sans, com direito até mesmo à Camila Cabello e hits do K-pop como Egotistic, do Mamamoo, e Mona Lisa, do MBLAQ. Sem dúvidas, músicas com influência Latina eram o ponto forte de Kim Jisoo.

Durante o resto da semana, ela e Rosé oorganizaram todos os preparativos da festa, para que tudo desse certo e Jennie acreditasse de fato que Chaeyoung entendia daquele gênero musical e se encantasse. É, na cabeça dela isso daria completamente certo.

Em sua própria homenagem, já que estava se sentindo a melhor Dj da face da terra, ela colocou Hey DJ, do CNCO, para tocar, mas sem o Yandel, porque ele rouba todas as linhas da músicas. Menino Erick já quase não canta normalmente, ainda roubam as partes dele, aí fica difícil.

Hey Dj, pongale la música que te gusta, una para que se mueva y se luzca, y baile conmigo, sólo conmigo, hey…

Jisoo estava ocupada demais se sentindo a estrela de numa performance naquela sala, usando o controle da aparelhagem de som como microfone, e Rosé ocupada demais procurando por Jennie perto da piscina, no meio de dezenas de bêbados, que nem perceberam quando a garota finalmente apareceu, com um vestido vermelho justo, saltos e uma maquiagem que deixaria qualquer um louco apenas de olhar para ela.

Jennie Kim nunca foi muito de festas, principalmente essas tão animadas. Também não curtia tanto assim ficar super produzida. Mas era isso ou ter que aturar o pai bêbado enchendo o saco em casa e brigando com a mãe constantemente. E se iria sair de casa, nada mais justo do que se arrumar pelo menos um pouquinho, não é?

Enquanto ia entrando mais pela casa, atraía olhares vorazes para si. Até porque, quem diria que a ”emo gótica das trevas”, que não fala com ninguém e só usa preto, poderia ficar tão gata e chamar tanta atenção? Ninguém, com certeza. Ela, no entanto, conseguiu surpreender a todos.

Jennie não sabia ao certo para onde estava indo, já que não conhecia ninguém e todo canto estava entupido de gente. Mas, ao se dar conta se qual música tocava, apenas seguiu até uma parte mais clara, embalada pelo som doce da voz de Christopher Vélez.

— E así nos vamo’ enamorando, y tu cuerpo me va seduciendo… que el dj la repita otra vez, pa’ bailar contigo otra vez…

Cantarolou, até encontrar o que procurava. Bebida. Talvez beber nesse momento seja a melhor solução para esquecer das coisas. Então ela bebeu, não necessariamente bebidas alcoólicas, mas bebeu, tanto que estava quase explodindo. Precisava urgentemente do banheiro, mas aonde ele estaria no meio de tanta gente? Foi pensando nisso que ela se enfiou no meio da multidão, zanzando por entre os corpos suados, até encontrar uma escada que leva até o andar de cima. Provavelmente, se tiver um banheiro por ali ela nunca encontrará, então subiu as escadas, já que lá parecia estar mais vazio.

De fato estava, porém toda porta que Jennie tentava abrir estava trancada. Talvez fossem quartos da anfitriã, ela pensou. Sua última tentativa foi um cômodo com vidro esfumado, do qual ela não conseguia ver nada além. Tentou abrir a porta sem muita esperança, talvez por isso acabou se assustando um pouco por de fato conseguir abri-la. Jisoo, que estava concentrada em escolher a próxima música — já que I Like It, da Cardi B, já estava no fim —, pulou de susto pelo barulho brusco.

— Meu Deus, quem é você? — Foi a primeira coisa que veio a sua cabeça dizer. Até porque, Jisoo não parecia reconhecer a garota de imediato.

— Err, d-desculpa, eu entrei por enga- — Jennie ia se desculpando, enquanto voltava a fechar a porta. No entanto, Jisoo foi mais rápida ao finalmente reconhecer quem era a tal “invasora”.

— Jennie! — puxou o braço da garota, fazendo-a voltar para dentro da sala. — Tem uma pessoa que está te procurando faz tempo!

A convidada estava prestes a perguntar quem era, quando seus olhos foram de encontro à lista de reprodução do celular de Jisoo, conecto ao equipamentos, e o próximo nome a fez arregalar os olhos.

— AI MEU DEUS, VAI TOCAR SÓLO YO!

Jennie piscou os olhos repetidas vezes, para ver se não estava vendo coisas. E de fato não estava. A próxima faixa a ser reproduzida seria Sólo Yo, do CNCO, seu grupo favorito do mundo todo.

— Sim… — Jisoo respondeu, levemente assustada com a reação alheia. — Conhece?

— Mas é claro! Uma das melhores músicas dos meus filhos!

Jisoo não sabia se a música estava alta demais, já que a porta estava aberta e o som entrava com mais facilidade, e por isso acabou ouvindo errado, ou se ela realmente tinha dito que os meninos do CNCO são seus filhos. Meio desnorteada, afinal nunca tinha conhecido alguém que também gostasse tanto assim do grupo, ela foi até a porta a fim de fechá-la para sua audição não ser atrapalhada.

— Espera, espera, está me dizendo que você gosta desse grupo?

— Mas é claro. Acompanho esses meninos desde o La Banda, torci do início ao fim pelo Richard.

A boca de Jisoo deveria estar aberta em um perfeito “O”. Ela conhece mesmo os meninos, pensou animada enquanto voltava para perto da aparelhagem de som e trocava a próxima música. Deixando-se levar pela emoção, Jisoo esqueceu-se completamente de que iria atrás de Chaeyoung para lhe avisar sobre a chegada da convidada especial. Queria apenas conversar com Jennie sobre reggaeton mais um pouco.

— Nossa, eu não fazia ideia de que existiam outros fãs do grupo na escola.

— Pois é! Eles são tão talentosos, mas acho que a barreira do idioma atrapalha um pouco.

— Felizmente, fluente em reggaeton.

As duas riram, com Jennie concordando.

— Qual o seu cover favorito deles? Sou apaixonada por El Perdón, de Nicky Jam. — Jisoo pegou o celular para trocar a música, enquanto fazia a pergunta.

— Hm… é difícil escolher só um, mas acho que Sigueme y Te Sigo, do Daddy Yankee.

E foi exatamente essa música que começou a tocar logo após, para a animação lá em baixo. Elas não acreditavam que eles conhecessem a música, mas estavam bêbados e a batida era contagiante, então estava tudo certo.

E assim o tempo foi passando… Jisoo mudava a ordem das músicas esporadicamente, com as sugestões que Jennie dava. Elas dançaram juntas ao som de I Knew It, do Sonamoo; cantaram ao som de Mamacita, do Super Junior; até arriscaram mandar um rap ao som de Pitbull e Jennie era surpreendentemente boa nisso, até mesmo em outro idioma.

— Eu realmente não imaginava que você era assim… — Jisoo não pretendia dizer aquilo em voz alta, mas antes que se desse conta acabou soltando. Jennie a encarou, arqueando as sobrancelhas em pura curiosidade.

— Assim como?

Agora que começou, iria terminar.

— Tão divertida. Desculpe, mas seu jeito na escola não contribui muito não. A outra gargalha. Jennie não estava bêbada, mas também não totalmente sóbria. Era uma mistura em que conseguia ter noção perfeita de tudo ao redor, porém mais relaxada que o normal.

— É que eu não vejo motivos para ser alegre o tempo todo… Qual é a graça em fazer todos rirem se você se sente vazia por dentro?

A pergunta pegou a “dj” de surpresa. Os olhos de Jennie brilhavam, mas Jisoo sabia que aquele brilho escondia mais coisa do que ela poderia contar.

— Às vezes, devemos deixar que nossos melhores sorrisos escapem, para que eles se encarreguem de mudar o mundo por nós.

Elas ficaram encarando uma a outra por algum tempo. O clima estava diferente, podiam sentir, mas não era algo ruim. Os olhos de Jennie desceram para os lábios avermelhados de Jisoo, perfeitamente desenhados pelo lápis e rosas graças ao gloss de morango. Foi inevitável. A música mudou, e foi ao som de Me Voy Enamorando, de Chino y Nacho, que Jennie Kim beijou Kim Jisoo. Katy Perry estava certa, o gosto do gloss fez toda a diferença entre as línguas que se chocavam lentamente.

Jisoo sentia-se maravilhada. A garota era linda, dócil, divertida e ainda possuía um gosto musical fantástico. Era tudo que alguém precisava para chamar sua atenção de vez. Mas, como que num choque de realidade, Jisoo afastou a outra garota, finalmente lembrando que aquela é a crush de sua melhor amiga.

— Eu… não posso…

Virou o olhar para o salão e, como se fosse o destino, lá estava Rosé, para num canto mais escuro. Não era difícil reconhecer aquela cabeleira ruiva que só ela tinha por ali. Devia estar procurando por Jennie até agora.

— Eu fiz algo de errado?

— Não… é só que… aish, eu sou uma idiota que te beijou mesmo sabendo que minha melhor amiga gosta de você.

Jennie continuou encarando-a por um momento, tentando assimilar o que foi dito.

— Bem, eu não gosto da sua amiga, mas sinto que estou começando a gostar de você. Isso é muito ruim?

— Demais! Ela vai me engolir viva — Jisoo dizia com a voz manhosa, fazendo Jennie querer rir com tamanha fofura, mas nada disse. Em vez disso, puxou-a pelo braço até o lado de fora.

— Então é melhor que eu diga.

— O quê?!

Antes que Jiso notasse, já estavam no andar de baixo, caminhando até Rosé. Não que Jennie soubesse certamente quem era a amiga de Jisoo, mas não foi difícil ligar os pontos. A ruiva parou de conversar com uma das convidadas assim que as viu, surpresa por encontrá-las juntas. Mas sua expressão logo mudou para uma animada, segurando na mão da garota com quem conversava e indo até as duas.

— Conhecem a Lisa? — apontou para a loira que apenas deu um sorriso tímido.Chaeyoung pegou Jisoo pelo braço, para conversarem à sós. — Ela é tão fofa e divertida… acho que estou apaixonada!

Jisoo não escondeu a cara de indignação.

— O quê? Mas e a Jennie?

— Ah, Jennie é passado. Estou em outra agora.

— Mas…

— Se quiser, fique com ela pra você e conversem sobre CNCO a noite toda. Agora, se me der licença, vou dançar com minha futura namorada.

Rosé se afastou, deixando uma Jisoo embasbacada para trás. Esta se aproximou de Jennie que a encarava curiosa.

— Ela gosta da Lisa agora, não é?

Jisoo apenas balançou a cabeça positivamente, ainda chocada. E mais uma vez Chaeyoung mudou de crush como quem muda de roupa.

— Sabe o que isso significa? — Jennie perguntou sorridente, a outra a encarou esperando pela resposta. — Que agora eu posso te beijar sem empecilhos.

E foi o que ela fez, beijando Jisoo com toda a vontade. A música da vez? A tão famigerada Reggaeton Lento, do grupo que as uniu de agora por um bom tempo.


Notas Finais


Obrigada a quem leu até aqui. Desculpem qualquer coisa e dêem muito amor ao BLACKPINK, tal como o BLINK PROJECT. Se quiserem dar amor ao CNCO também não me incomodo rs

A playlist da fic: https://open.spotify.com/user/iambanan4/playlist/5ZNZRSMx9a6eJmper4Qbfe?si=fSWGiQf_T6yahyBAiBl_Yw

Até uma próxima, anjos. Bye Bye 💜

Betagem e capa: @jeonaja


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...