História Bella Ciao - Capítulo 70


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Categorias La Casa de Papel
Personagens Denver, Helsinque, Mônica Gaztambide, Nairobi, Personagens Originais, Professor, Raquel Murillo, Rio, Tókyo
Tags Ação, La Casa De Papel, Policial, Romance
Visualizações 114
Palavras 1.440
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Policial, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


ai gente demorei, pq fiz a cagadinha de não salvar um roteiro dos próximos capitulos q demorei horaaas fazendo :/

mas ai vai haha

Capítulo 70 - Um sopro de esperança


 

 

23 de agosto de 2018

Eles tinham algumas horas até a primeira parada do avião em Helsinque, para deixar o amigo cujo apelido era o mesmo. Ele havia comprado uma ilha inabitada no Golfo da Finlândia que era pequena e próxima o suficiente do continente para que ele pudesse ir até lá quando necessário.

Aproveitando essas horas Mônica finalmente resolveu utilizar o computador e checar seus e-mails, afinal estava muito distante de seus familiares e amigos para se preocupar com um possível rastreamento. Enquanto Rio e Tóquio cochilavam e Denver parecia entretido com um filme antigo de Van Damme ela tomou coragem para espiar sua antiga vida.

Havia dezenas de e-mails de seus irmãos e seus pais, para sua surpresa. Uma lágrima suave escorreu de seus olhos e a culpa rapidamente preencheu seu ser ao ver que estavam dispostos a perdoa-la pelo que fez, se isso fizesse com que retomasse o contato com eles. Estavam gratos por ela ter terminado com “aquele cafajeste casado” e sabiam de sua gravidez. Mônica acariciou a barriga e logo começou a soluçar enquanto lia tantos e-mails não lidos durante todos aqueles seis meses. Denver rapidamente virou-se, e correu para o sofá junto dela, com um olhar preocupado.

- O que foi? – quis saber, arregalando os olhos? – Quem morreu?

- Ninguém. – ela tentou rir com o comentário.

- Porque o choro então? Está arrependida? – perguntou com ar inseguro.

- Não. – tocou o rosto dele delicadamente. – Meus pais... Meus irmãos... – balbuciou com a voz cortada.

- O que tem eles? Você está me assustando. – Denver aconchegou-a em seus braços.

- Eles tentaram entrar em contato comigo esse tempo todo. Pensei que me odiariam pelo que fiz, mas eles só queriam saber se eu estava bem... – finalmente disse.

- Mas isso é uma ótima notícia! – exclamou. – Responda-os agora. – incentivou.

- Eu não posso. Não, depois de seis meses! – culpou-se.

- Se eles realmente querem notícias suas, não se importarão com isso. – ele garantiu.

- Eles sabem do bebê. – continuou.

- Mais um motivo para entrar em contato com eles. Ao menos uma avó e um avô esse bebê vai ter. – balançou a cabeça com tristeza, lembrando de seu pai morto e sua mãe desaparecida. Mônica beijou suavemente seus lábios.

- Está bem, eu vou responder, mas não vou dizer pra onde vamos. Não sei se posso confiar neles. Eles estavam com muita raiva por eu estar com...

- Não fale esse nome! – interrompeu ele rapidamente.

- Bem, você sabe com quem. – ela finalmente riu. – Mas ok você venceu. Vou responder. – cedeu ela.

- Isso mesmo! – animou-se Denver batendo a mão com força no sofá e acordando Tóquio que reclamou irritada:

- Que gritaria é essa?

- Os pais de Mônica entraram em contato, querem notícias dela e do neto. Aparentemente aceitaram a vida que ela escolheu, como os pais de Rio.

- Que bom. Fico feliz por vocês. Mas ficarei ainda mais feliz, se vocês puderem comemorar em silêncio. – resmungou por fim, voltando a fechar os olhos.

Na verdade, não era isso que a chateava. O que chateava era saber que dificilmente ela teria a mesma sorte. Sua família já não ligava para ela há muito tempo e se viessem atrás dela agora ela jamais saberia se era por sua causa ou porque estava rica. Não, ela não poderia confiar em ninguém além daquelas pessoas que estavam ali dentro daquele avião agora. E ela não entendia como Helsinque e o Professor não acordaram com aquele escândalo de Denver, talvez porque ambos estivessem de fones de ouvido.

Abriu os olhos e espiou Rio: também parecia dormir profundamente, logo não lhe restava mais nada o que fazer. Já Denver, tinha coisas mais interessantes em mente.

- Não acha que deveríamos comemorar as boas notícias? – sussurrou no ouvido de Mônica para evitar mais reclamações.

- Estamos acompanhados, caso você não tenha notado. – respondeu surpresa e ele girou a cabeça, indicando o olhar para o banheiro no fundo do avião.

- Acho que não daria certo com essa barriga. Banheiros de avião costumam ser apertados. – lembrou.

- Não precisamos de muito espaço, podemos ocupar o lugar de um. – murmurou com um tom sedutor.

- Mas e se eles acordarem? Vão saber que estamos transando no banheiro! Com que cara vamos sair de lá?

- Com a mesma cara que saímos do banheiro daquele bunker por seis meses depois de transar no chuveiro. – Riu daquele seu jeito costumeiro. – Levantou e começou a se dirigir para o banheiro sem deixar de encara-la. Mônica deu um suspiro e correu para junto dele beijando-o enquanto os dois entravam no banheiro e fechavam a porta tentando fazer a menor quantidade possível de barulho.

Porém quando olharam em volta, ambos exclamaram um “uau” chocado.

- Esse banheiro é quase maior que o do meu apartamento! – comentou Mônica surpresa pois o banheiro não só era muito maior que o banheiro comum de um avião comercial, como ainda dispunha de chuveiro.

- Esse banheiro com certeza é maior que o banheiro da minha casa. – replicou Denver, abrindo as gavetas do balcão de madeira polida.

- Hei, você parece mais interessado na mobília que em mim. – provocou ela com um sorriso, alisando a superfície fria de mármore sobre o balcão.

- Nunca. – respondeu, sentando-a rapidamente ali. Conferiu se o banheiro estava trancado por um minuto e voltou-se a ela alisando suas pernas vagarosamente do pé às coxas e continuou mais fundo por baixo do vestido fino que ela usava. Com um sorriso puxou a calcinha dela para baixo e o contato de sua pele com a pedra fria a fez arrepiar-se por um segundo, mas logo seu corpo se aqueceu quando a boca dele atacou a sua de forma afoita e a língua dele entrelaçou-a a sua. Ao mesmo tempo com a mão sob o vestido, ele a acariciava satisfeito ao ver que ela já estava muito úmida antes mesmo de toca-la.

- Eu sou excitante assim ou a gravidez é a culpada disso? – perguntou ele em tom de brincadeira.

- Um pouco dos dois. – provocou, descendo o balcão e abaixando a jeans dele, levando o corpo todo para baixo até ficar de quatro. Antes que ele pensasse qualquer coisa ela já tinha caído de boca nele, chupando-o com vontade fazendo com que sua ereção não demorasse a surgir. Ela podia sentir a velocidade do sangue correndo em suas veias que se tornavam cheias e aparentes e deixavam a pele dele quente. Denver apoiou uma mão no balcão para impedir suas pernas de tremerem quando ela começou a usar as mãos e os lábios ao mesmo tempo e como se soubesse que ele estava prestes a gozar, se levantou subitamente, virando-se de costas para ele.

- Vem, quero você dentro de mim agora. – Puxou-o pela nuca para um beijo enquanto ele a obedecia e deslizava com facilidade. Acariciou o ventre redondo enquanto gemiam juntos a cada forte estocada que ele dava, quando de repente ele se afastou.

- Porque parou? – inquiriu ela em tom surpreso.

- Ele está se mexendo. Será que ele sabe o que estamos fazendo? – perguntou sentindo-se culpado e ela riu.

- Ele sabe que a mãe dele está se divertindo. Volte aqui já. – Ela mesma o agarrou e o colocou dentro dela novamente e ele não ousou contrariar uma grávida excitada. O suor escorria da testa dela, então ele ergueu o vestido, retirando-o e deixando-a completamente nua em frente ao espelho. A visão o excitava assim como as mãos dele agarrando-lhe os seios enlouqueciam Mônica. Ela fechou os olhos apertando as mãos sobre as dele enquanto permitia que o orgasmo chegasse de forma imprevisível e rápida. Denver sentiu que a lubrificação escorrendo não era dele e mordeu o lóbulo da orelha dela com satisfação aumentando a intensidade dos movimentos até que ele mesmo chegasse ao orgasmo. Só então se deram conta de que talvez haviam feito barulho demais e rezaram para que o barulho do motor do jato fosse o suficiente para abafar qualquer outro tipo de ruído ali dentro.

- Seria muito brega se eu dissesse que parece que cada vez fica melhor? – perguntou ele quando recuperaram um pouco do fôlego. Mônica sorriu e beijou demoradamente os lábios dele.

- Talvez seja, mas eu não sou a melhor pessoa para definir isso. Eu amo você. Tem algo mais brega para dizer depois do sexo? – respondeu romanticamente.

- Eu amo você também. – afirmou alegremente. – Ou deveria dizer.... Vocês. – completou inclinando-se para beijar o ventre dela.

Não ela não era a melhor pessoa para definir se aquilo era brega ou não, pois aquela breguice era tudo que ela sempre quis em um relacionamento e nunca havia encontrado. 



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