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História Black Magic: Formação de um Câmbiom - Capítulo 3


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Notas do Autor


Entre vida e morte há renovação, entre luz e trevas habita a natureza.

Capítulo 3 - Luna Blanca



Em uma cortina de fumaça, surgia um brilho sinistro, que aquecia e deixava abafado o ambiente, a primeira coisa visível era olhos grande e negros circulados por uma energia azul marinho; asas abrem semelhantes as de um dragão com penas azuis, um sorriso brilhante cheio de dentes negros, era em aparentemente igual ao Crisol, mas com o dobro do tamanho, aquela armadura que ele usava era de um matéria estranho, desconhecido para Esmaféu, eram como esferas negras aleatórias, cobrindo as pernas e braços, mas dando mobilidade.

Esmaféu comprimenta seu primo, ele dizia:

-É uma honra grande Asterotes.

Asterotes diz:

-Em outra situação o resultado seria apenas beber muito.

Esmaféu diz:

-Va com toda força!

Asterotes:

-É pra você não se segurar também!

O juiz diz:

-Agora em três, dois em um!

Os adversários soltam as mão quando o sino negro da morte, toca atiçando os poderes dos demônios. Asterotes fala:

-Luna Blanca!

Então uma esfera de luz surge, na ponta dos dedos afiados ela começa a crescer se divide e milhares de esferas menores que vão de encontro com Esmaféu, o jovem Esmaféu desviou e rebateu dezenas de orbes, mas uma pegou em sua asa direita de raspão deixado uma queimadura de segundo grau.

Esmaféu faz micro expressão de medo, e corajosamente tenta atacar transformando a bengala na sinistra Espada do Exílio, capaz de cortar os feitiços de luz, Asterotes defendia a espada com as mãos cheias de magia, golpes da esquerda e direita, com a ponta da espada, Esmaféu ficava surpreso com os reflexos do seu oponente.

Enquanto o filho de Asalion atacava, a cauda de Asterotes perfura o peito de Esmaféu sem furar os órgãos internos, Asterotes sente sua cauda queimar, aquilo ficava progressivamente mais doloroso, então ele tira sua cauda que estava derretida na ponta.

Esmaféu sorri e fala:

-Por essa você não contava!

Asterotes fala:

-Você mudou os órgãos de lugar!

Com fé o jovem habilidoso, supera seus limites atacando com a Espada do Exílio, que parecia se feita de osso, mas tinha propriedades metálicas, como guarda mão ela tinha a mesma caveira que ficava no topo da bengala (em sua forma passiva anterior), média um metro e meio, Esmaféu ataca na horizontal, Asterotes se esquiva indo para trás, mas logicamente aquilo era uma armadilha.

Asterotes e perfurado por dezenas de estacas brancas, capazes de furar a armadura misteriosa, Asterotes fica preso, quando tudo estava indo bem. Asterotes pergunta:

-O que é isso?

Esmaféu diz:

-Olhe mais de perto!

Asterotes olha, e nota que as estacas eram feitas de pequenos rostos de humanos e animais eletrificados. Asterotes:

-São almas não é?

Esmaféu:

-Elas vieram a mim sem que eu tirasse uma vida, tudo obra dos malditos cartonistas!

Esmaféu dá um sorriso só pelo canto esquerdo da boca, e se prepara para finalizar, quando a armadura de Asterotes brilha e expulsa as estácas que ao invés de furar Esmaféu, foram todas absorvidas, Asterotes apela para disparar aquela energia da armadura,  Esmaféu pensa:

-Eu já vi essa luz antes, aquele ciclope fazia isso, mas como Asterotes adquiriu aquela coisa?

Esmaféu tinha energia de sobra, e usando almas de ursos e tubarões, ele refletia os disparos, então Asterotes regenera os ferimentos, e no calor da batalha raios rasgam metade da asa esquerda de Esmaféu que revidou queimando a perna de Asterotes, Esmaféu gastou duzentas almas de pardal, e amarrou Asterotes que liberta-se explodindo em seguida, Esmaféu parte para o combate corpo a corpo onde Asterotes estava em disvantagem.

No calor da batalha quando milhares de estacas iriam ferir Asterotes, a Espada do Exílio estava perto de furar a cabeça de Asterotes, Esmaféu se viu literalmente paralisado estava incapacitado, vulnerável, não consiguia nem ao menos piscar.

Asterotes fala:

-Você evoluiu tanto, que quase morri se não fosse a telepatia, agora diga quais são suas últimas palavras.

Esmaféu fala:

-Por favor pode me matar, mas não tente roubar minhas habilidades que lutei tanto para ter!

Asterotes fala:

-Tem razão idiota, isso valerá o esforço!

Então Asterotes toca com a garra na cabeça de Esmaféu, e fala:

-Vou drenar todas as suas habilidades, e vou pegar a Espada do Exílio pra mim!

Mas ao entrar em contato com a mente de Esmaféu, ele viu dor, e em seguida, sentiu o momento da morte de cada uma das vinte mil almas confinadas na Espada, cada uma delas era uma dor incomensurável, em seguida Esmaféu usou a tortura nível um, era uma forma de extrair energia das almas confinadas, através da dor, Asterotes sentiu tanta dor que teve uma convulsão, enquanto Esmaféu também teve uma convulsão, porém já estava preparado, e conseguiu levantar. Enquanto ele caminhava tornava-se humano  lentamente chocando os ansiões.

Esmaféu pega a espada sem perceber que virou humano, e tenta furar Asterotes desmaiado com sua Espada.

Mas na hora de finalizar, Crisol intervém, e dá um soco em Esmaféu que desmaiou de tanto apanhar e sangrar, os três reis ficam em formação no centro da arena, todos no público indignados, com a presença de um humano desmaiado, Asalion grita:

-Eu sou pai deste humano, e quem quiser me enfrentar podem vir! O conselho demoníaco abriu mão dos nossos princípios, com está luta insana!

Crisol fala:

-Meu filho também não é puro, ele é meio elfo! Podem vir, com todo o exército, somos uma família, e não vamos permitir morte entre os do próprio Sangue!

Losferato fala:

-Eu também tenho família! Se lutarem contra os meus, não será uma ou duas mortes e sim um massacre, se concordarem em nós atacar estarão se virando contra o próprio povo!

Asalion fala:

-Nos demônios somos civilizados, inteligente poderosos, mais atléticos, mais fortes, mais mágicos, vamos juntos provar para o mundo que nossas aparencia não dizem nada sobre o que há nos nossos  corações. Vamos mostrar ao mundo que somo mais que um corpo poderoso, somos boas pessoas!

Os demônios nas arquibancadas levantam para aplaudir, com orgulho de seus reis, uma nova era foi iniciada, com híbridos podendo trabalhar assumidamente sem se esconderem. Mas o preconceito impera, os demônios nunca mais tratariam Esmaféu da mesma forma. Ainda mais depois do que estava perto de ocorrer.

Enquanto o discurso dos reis acontecia algo mistérioso ocorre, Esmaféu começa a liberar uma fumaça sinistra e negra, uma luz roxa escura é emitida.

Esmaféu se via caindo dos céu, e quando cai no chão em seu sonho, acorda na arena, gritando e tossindo, mas recuperando de todos os ferimentos, o que provocou inveja entre os demônios puros.

Asalion, corre e abraça seu filho:

-Como isso ocorreu, você ia parar numa câmara de regeneração, mas você virou humano para estacar o sangramento, e ainda sim está de pé sem um aranhão! Te amo meu filho poderoso, agora sei que é durão para encarar essa missão, não  temo sua morte mais! Te amo!

Esmaféu fala: 

- Te amo pai, é uma honra servir os poderosos reis demônios.

Gandeu fica perplexo, pois nunca aquilo avia ocorrido em uma luta contra demônios, ele pensa:

-Esse garoto se recuperar de um feitiço como o Luna Blanca, ele deve ser o câmbiom com maior potencial já nascido até está era, o primeiro da linhagem.

No final tudo termina com Esmaféu fazendo exames médicos, recebendo radiografias. Essas radiografias mostraram pequenas anomalias, onde os ossos foram quebrados, os médicos induziram Esmaféu para a forma demônio, para analisar a asa cortada, mas os ferimentos aparentemente não estavam mais lá, somente aquelas anomalias microscópicas no tecido que regenerou. Todos na família Franklin estavam preocupados, pois nada é do nada, num antes um híbrido sobreviveria a tamanhas emorragias.

Esmaféu estava sentindo-se bem mais forte do que antes, tão bem que era o único capaz de executar a missão, a macabra perigosa e suicida de ir para uma prisão feita especialmente para seres mágico.




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