História Blood Classroom - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescente, Apocalipse, Escolar, Ficção, Loucuras, Lutas, Sobrenatural, Zumbis
Visualizações 30
Palavras 1.103
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Romance e Novela, Shounen, Sobrenatural, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - Um Chinês Caminhoneiro e O Que Sobrou da Escola


Depois de um tempo fazendo nada no quartinho secreto eu começei a mecher no celular com o que sobrou da minha Net paga, e a primeira coisa que eu fiz foi olhar como que estavam as redes sociais, tinha muitos poucos posts recentes, e a maioria era sobre o surto, ou pessoas preocupadas ou vídeos com multilação. Depois de ver o estado das redes sociais eu vi que a mídia também estava louca e poucos canais japoneses estavam funcionando. E nele contava sobre do exército e tudo sobre o surto, e várias notícias virtuais sobre o assunto. Até que minha Net acabou e fiquei sem fazer nada novamente. Fiquei até preocupado em relação a Riho, mas aí eu ouvi JONH Cena e fiquei aliviado dela ter chegado. Ela veio com algumas armas e um cara que eu nunca vi na minha vida, estava cabisbaixo e parecia confuso. Depois de uma pequena conversa entre o desconhecido, Rihoo e a May. A Rihoo me deu o rádio e pela sua cara era óbvio que ela queria que eu descobrisse o que era aquilo.

Um rádio estranho sinceramente, eu peguei ele, que era muito pesado e coloquei na mesa. Ele tinha um pequeno cabo parecido com telefone fixo antigo que era obviamente para falar e tinha alguns canais diferentes e estranhos.

Bob: Que merda é essa?

Al: Pera aí eu tô lembrando…

May: É um PC da Segunda Guerra?

Rihoo: Vai dar para chamar ajuda né?!

Al: Me lembrei! É um rádio de caminhoneiros!

Rihoo: Agora me diga… Que merda é essa?

Al: É um rádio específico para caminhoneiros que tem uma frequência diferente do rádio normal que é o Rádio FM. Esse rádio tem frequência PX e só pode se comunicar com outros caminhoneiros. Porém esse rádio é proibido em vários países e é muito difícil encontrar alguém que possui esse tipo de rádio.

May: Puta merda, tu tem doutorado em Radiologia né.

Al: Meu pai tinha um desses e conversava com um estrangeiro que falava uma língua muito complicada. Ele disse que era lá da América latina.

Bob: Nossa mas isso é muito demais, vamos ver se encontramos alguém.

Rihoo: É meio difícil caminhão no Japão e com esse rádio aí é mais difícil ainda.

Al: Tem alguém na linha? Câmbio? Alguém no tapete preto… BIP…

May: Tapete preto?

Al: Gíria de caminhoneiro.

???: Zhōngyú yǒurénle! BIP...

Al: Hã? Quem está na linha? BIP...

???: Wǒ de míngzì shì Sabuquine. BIP…

Al: Que merda ele está falando?

???: Vocês são japoneses?

Al: Finalmente algo que possamos entender. Você é de onde? BIP…

???: Sou chinês. Sou Sabuquine, mas pode me chamar de Sabu. BIP…

May: Como é que é aí na China? BIP…

Al: Me dá isso aqui!

May: Nossa nem pode zoar…

Rihoo: Putis grila…

Bob: Esse treco é potente… pergunta para ele se o vírus atingiu a China?

Al: O vírus atingiu a China? BIP…

Sabu: Sim, mas foi a semanas atrás… BIP…

Al: Como assim? O jornal disse que pequenos surtos começaram no exterior. BIP…

Sabu: Você não sabe o que a mídia encobre… Deve ter sido para não criar pânico. BIP…

Al: Que merda… Conhece alguém de outro país que também está enfrentando o vírus? BIP…

Sabu: Não sei, você são os únicos que eu consegui conversar. Tenho que ir… BIP…

Um chiado se instala no rádio PX. E a conversa de rádio encerrou. A Rihoo começa a falar:

Rihoo: Pronto, agora conhecemos uma pessoa que mora em outro país. Um coisa bem útil não acha?!

Al: Pelo menos sabemos que tem alguém vivo por aí Rihoo. Pensa pelo lado positivo! Ele pode conseguir contactar o exército e pedir para vir nos buscar!

Rihoo: Essa é a coisa mais improvável que pode acontecer.

May: Mas pelo menos, é legal ver o sotaque Chinês.

Al: Tá bom Rihoo…

Eu me aproximei do novo habitante de nosso quartinho que tinha se sentado em uma das cadeiras. Eu tentei começar uma conversa:

Al: Oi.

???: E ae... - Ele parecia estar em estado de choque.

Al: Então… Qual é o seu nome.

???: Eu sou o Kuro. - Ele estava com um tom desinteressado e calmo.

Al: Ah tá… Se você quiser comer ou algo assim nos fala antes para dividir o que está na lata. - Eu falei quando eu coloquei minha mão ensanguentada em seu ombro.

Kuro: Sai!

Eu tiro minha mão repentinamente pelo susto. E entendo que o sangue era o problema.

Al: Me desculpa…

Kuro: De boas, mas não faz isso de novo.

Eu fui tentar contactar outra pessoa pelo rádio PX depois do desentendimento que tive com o Kuro. Foi ai que eu ouvi uma batida na porta, todos se assustaram, não era possível ser de um zumbi, era sincronizado como alguém que bate na porta de outra. Todo mundo entendeu que não poderia ser um deles, além de que se fosse um zumbi seria várias batidas e não um rápida e cessante. A Rihoo disse baixinho:

Rihoo: Falem nada… Ele pode ir embora.

???: Sabemos que estão aí!

Nós fizemos nenhum barulho. Até que ouvimos batidas fortes na porta. E depois de alguns segundos a porta foi arrombada. Dois adolescentes que pareciam estar no terceiro ano estavam ali e apontaram dois arcos para a gente e disseram.

O Bob que estava com a CrossBow mirou nos dois.

???: Abaixe a arma. - Eu ia pegar o taco de baseball. Mas um cara me viu. - E fique parado aí espetinho.

Bob continuou mirando nos dois.

???: Não vai abaixar a CrossBow? Então tá…

Ele atirou de raspão no joelho de Bob e ele caiu no chão. Eu ia socorre-lo, pois estava saindo pouco sangue. O Kuro se distanciou do Bob e evitou olhar para ele por causa do sangue. Os adolescentes começaram a nós cercar e tivemos que acompanhá-lo. Os dois pegaram o Bob e o levaram ainda tentando abafar a dor de um corte grande em seu joelho. Tinha mais 4 deles lá fora, eles nos levaram para o 3 andar, até que vimos alguns zumbis. Chegamos nas escadas e pela mesma chegamos no 3° andar da escola e tinha uma estante, que estava bloqueando nossa passagem. Um deles empurrou a estante e passamos tranquilamente, lá dentro tinham umas 12 ou 14 pessoas. Poucas conhecidas, e todas estavam bem tristes. Ninguém ousou soltar um pio. Até que fomos escoltados para uma sala enorme, dentro dela estava algumas pessoas do Ensino Médio parecendo guardas e um professor em cima de um monte de carteiras que fizeram uma espécie de trono. E em sua mão tinha uma arma de fogo, um pistola para ser exato.

???: Professor! Pegamos o pequeno grupo do segundo andar! Que pena que a menininha aqui não olhou para trás antes de entrar em seu esconderijo.

Rihoo: Que merda!

Kuro: Menininha rsrs…

Rihoo: Cala a boca.

???: Quietos, delinquentes! Eu sou o Professor e bem vindos ao que sobrou da escola!



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