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História Burning Love (Daryl Dixon) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oiii gente, eu sei que ia tenho 2 fics ainda em andamento, mas essa Fic aqui é um presente para a Lya user @Lyly1503.


♡♡ Espero de todo meu coração que você goste ♡♡


Essa Fic eu já tinha uma ideia desenhada, mas agora finalmente vou colocar em prática, será uma Fic um pouco grande!

♡♡ A personagem principal é baseada na atriz maravilhosa Margot Robbie ( Arlequina) ♡♡


♡♡♡ Espero que goste Lya 🥰🥰


Capa da fic maravilhosa feita por Lahri Silva !!

Capítulo 1 - Antes do apocalipse!


Fanfic / Fanfiction Burning Love (Daryl Dixon) - Capítulo 1 - Antes do apocalipse!



Pov Alya


Meu nome é Alya tenho 21 anos, moro no Brooks GA! Não tenho um trabalho fixo trabalho apenas com uns bicos por ai, faço te tudo para sobreviver nunca fui alguém de obedecer leis e regras, não ligo muito para isso vivo do jeito que eu quero e posso.

Moro em um quarto nos fundos de um terreno, é o que eu podia pagar, alguns perguntam como uma garota como eu cheguei a esse ponto e eu respondo mãe submissa, pai alcoólatra que nos abandonou, prisão, dívidas e por aí vai quando eu tinha 15 anos já tínhamos perdido nossa casa, então minha mãe arrumou um carinha nojento que abusava de nos duas até que um dia acordei e decidi que ia tomar rumo em minha vida, mas no fim também não deu muito certo.


Flashback On

- Eva, onde esta o jantar? Eu ja nao falei que eu quero a comida assim que eu coloco o pé dentro dessa casa? - Minha mãe vivia igual uma cadela para ele.

- Já estou levando - Sempre com a cabeça baixa.

- Você e essa sua filha são duas vadias querem ter um teto, mas não querem trabalhar por ele - Esse cara me dava nojo.

Desço as escadas e vou em direção a cozinha pego uma maçã, coloco a mochila na costas e vou saltidando em direção a portão sinto um puxão no braço.

- Onde pensa que vai Vagabunda? - Eu salguei a Santa ceia para merecer isso.

- Não é da sua conta o babaca! - Reviro os olhos e tento sair até que.

- Olha aqui, não me responda! - Scoot me ergue pelo pescoço.

- Solte ela Scoot, elas está ficando sem ar - estava perdendo os sentidos meus pés balançavam no ar - Scoot, solta ela! - Minha mãe bate no braço dele.

A merda estava feita Scoot me larga com força, me fazendo cair sentada no chão e vai para cima da minha mãe vejo que da dois socos nela e a derruba e começa a chutar ela no chão, corro para cozinha e pego uma faca grande de cortar carne e me aproximo tudo acontece muito rápido Scoot joga minha mãe fazendo ela cair e bater fortemente a cabeça e em seguida vem para cima de mim, levo um soco no rosto e a faca voa longe vai ser meu fim agora, Scoot me segura com as pernas e se debrusa em mim.

- Por sua culpa Eva está daquele jeito, agora voce vai aprender a respeitar os mais velhos - Ele começa a desabotar a calça e tirar o cinto.

De novo não, consigo soltar um pouco a perna e chutar suas partes baixas rastejo rapidamento até a faca, Scoot me puxa pelas pernas com força e me puxa para ele assim consiegui enfiar a faca bem fundo no peito dele.

- Sua vagabun.... - Morre sem terminar a frase.

Corro até minha mãe que está desacordada, tem muito sangue pelo chão dela a visão é um caos, fico desesperada com a situação não sei o que fazer se eu choro, grito ou saio correndo é um misto de emoções que não pode ser descrita por ninguém, pego o celular e ligo para uma ambulância e logo depois para a polícia.

Depois de 30 minutos a rua era puro caos policias e paramédicos por todo canto, foi constatado que minha mãe tinha morrido na hora que bateu a cabeça e que o acéfalo do Scoot morreu logo após a facada, sou levada para a delegacia tudo estava em câmera lenta vizinhos por todo lado as luzes da sirine da policia e da ambulancia me cegam momentaneamente.

- Vão se fuder!!! Figiam não ouvir ele bater na gente e agora querem ver isso!!! - mostro o dedo do meio para todo mundo - Era isso que queriam! Minha mãe está morta e o merda do marido dela também!

Quando terminei de proferir essas palavras senti como se tivesse levado um soco na boca do estômago, agora é real, minha mãe se foi e junto com ela o resto da esperança que uma garota de 15 anos poderia ter.


Flashback Off

Não me orgulho do meu passado, mas foi com ele que eu aprendi a ser o que sou hoje, nada me abalada depois do que eu passei sem minha mãe e sem nenhum puto de um familiar por perto quando eu mais precisei, se passaram 6 anos e desses 6 anos 5 foram dentro de cadeia para menores infratores o inferno que eu passei lá não desejo nem para o meu pior inimigo, quem não tem dinheiro para advogado se ferra no sistema e aqui estou eu, uma ferrada.

Ninguém em uma cidade como a que eu moro da emprego para alguém que foi indiciada por homicídio, após 1 ano eu aprendi isso e agora tenho mais 2 semanas de bicos para fazer e vou cair na estrada, começar do zero e deixar tudo que aconteceu para trás ao menos tentar, porque as marcas de uma infancia conturbada e de 5 anos de prsão não se apagam do dia para noite a unica coisa boa dos 5 anos na prisão é que se aprende a bater muito bem.

O cara que me alugou o quarto tem uma moto estragada e não quer mais, fiz a proposta de ficar com a moto, arrumar e em troca ajudaria ele com algumas coisas em sua mercenária.

Já se passou 1 semana de trabalho duro juntei uma quantidade boa de dinheiro, mas algo me preocupa a 2 dias começaram a aparecer uma espécie de homem canibal por aí, atacam pessoas e comem sua carne e quem é mordido por um deles vira um também pelo jeito é uma epidemia.

- Oh John! Amanhã que horas começa o expediente? - A moto já estava arrumada, mas trato e trato.

- Alya amanhã não vou abrir, e não sei quando vou também, estou de partida para a casa de alguns parentes, com essa epidemia resolvi ir embora - Aquilo me pega de surpresa.

- E como eu fico Jonh? - A vida estava muito boa para ser verdade.

- Fica com as chaves, pegue o que precisar e se eu fosse você iria embora logo, antes que isso se alastre - John tem razão.

- Tudo bem John, obrigada por tudo! Boa sorte - O abraço.

- Você também, vai com Deus!

Vejo John sumir no horizonte e meu coração se aperta, ter que seguir um rumo totalmente diferente e com mais esse empecilho vai ser difícil, fecho todo o lugar coloco até umas tábuas nas portas e janelas pego o máximo de coisa que consigo e levo para os fundos e me deito para descansar e pensar no que fazer.

Acordo cedo assustada com alguns barulhos altos vindo da rua, levanto devagar para ver o que é e me assunto com um canibal tentando entrar onde eu estou fico sem saber o que fazer, arrumo minhas coisas em 2 mochilas coloco uma jaqueta de couro grossa, calça jeans e bota o mais prático possível, pulo a janela e vou até a garagem pego minha moto e vou em direção às estradas o vento bate no meu rosto as ruas já mostram sinais de caos, no meio da estrada principal está tudo engarrafado impossível passar, decido então cortar caminho pelo meio da floresta.

Ando por alguns km no meio do mato vejo alguns canibais vagando evito de passar por perto, ainda não tive que "lutar" com um desses e nem quero tentar a sorte a viagem por ali até parece tranquila paro embaixo de uma árvore para me esticar um pouco, olho em volta e algo me chama atenção uma menininha loira passa correndo assustada acho que tem uns 10 anos está com um boneca nas mãos, levanto e começo a correr em sua direção vejo de longe um Canibal se precipitar para cima dela fazendo com que se assute e caia no chão, o acerto com meu taco de beisebol várias vezes e nada de morrer.

- Na cabeça! Tem que acertar na cabeça - Grita a criança desesperada e faço o que ela disse e mato aquela coisa o que faz espirrar gosma por tudo.

- Como veio parar por aqui criatura? - Não tenho muita paciência com criança.

- Estava com um grupo na estrada, tivemos que nos esconder debaixo dos carros e daí eu me assustei e um Zombie veio atrás de mim, Rick tentou ajudar, mas acabei de perdendo - Essa criança fala demais e muito rapido.

- Que tipo de idiota deixa uma criança sozinha, vamos achar seus pais ou o sei lá quem do Rick - Pego ela pela mão e vamos até minha moto - Vamos de moto.

- Nossa é igual do Daryl, ele iria gostar - reviro os olhos - A propósito meu nome é Sofia!

- Prazer Sofia, eu sou Alya.


♡♡ Enquanto isso na estrada♡♡


Rick volta da Mata com Daryl e diz para Carol que não encontrou sua filha, mas que não vão parar de procurar, Carol chora e teme não encontrar mais a filha as coisas estão fora de controle e Rick não sabe o que fazer, se culpa pela perda da menina, mas no fundo sabe que não é sua culpa.

- Eu vou sair para procurar por ela, assim que amanhecer - Daryl apenas comunica.


Pov Alya

A menina não sabia nem da onde tinha vindo, como pode ser tão desligada a esse ponto rodamos um pouco até encontrar uma cabana no meio do mato, entro antes dela e não há nada lá dentro fecho tudo como de costume com tábuas e os poucos móveis que tem lá dentro.

- Coma, deve estar com fome - abro uma lata de feijão com o canivete e entrego para Sofia.

- Obrigada, você acha que vou encontrar minha mãe? - Esta com a voz chorosa.

- Sabe criança muita coisa pode ter acontecido, mas vamos procurar - Sorrio sem humor.

Deixo que ela durma e fico acordada de guarda, escuto alguns barulhos e vou olhar o que é são pelos menos 1 dúzia de canibais passando, Sofia acorda assustada corro até ela e tampo sua boca faço sinal de silencio e a puxo para perto.

- Vamos sair pelos fundos, não grite e não solte minha mão - Sussuro para ela que só concorda.

Corremos para fora e subimos na moto que ficou pronta para fuga alguns canibais nos percebe e vem atrás, mas são muito lento Sofia me abraça para não cair da moto sei que está aliviada vou pelo meio da Mata mesmo, após umas 1 hora avisto uma fazenda e pelo jeito tem gente por lá dirijo até sua entrada e vou indo de vagar, até que um velho com uma espingarda vem até nos.

- O que querem aqui, não temos nada - Diz grosseiramente

- Estamos na estrada e precisamos de um lugar apenas para passar a noite - O velho é irredutível.

- Meu Deus Hershel ela está com a filha! - Isso me ofendeu nem sou tão velha assim.

Entramos na casa do velho e da moça Patrícia que é muito simpática parecia que o Apocalipse não tinha passado por ali, tinha água quente no banheiro e comida boa graças a deus, depois de comer ajudo Sofia com as coisas de menina como ela diz e logo depois vou para cama, amanhã é um longo dia.


Notas Finais




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