História Can Paris bring you love? - Capítulo 3


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Categorias Julian Draxler
Personagens Julian Draxler
Tags Draxler, Julian, Julian Draxler, Psg
Visualizações 81
Palavras 1.344
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Surprise dinner


Ele abriu a porta enquanto estava tentando tirar a gravata borboleta que parecia um quebra cabeça, estava tão entretido que nem viu o olhar que Maria lhe lançou e a pequena ‘secada’ de cima abaixo.

- UAU! – ela disse e abriu um sorriso sem graça pelo que passou na mente dele ao vê-lo vestido daquela maneira, ela queria abrir os botões da camisa branca que ele usava lentamente, botão por botão, e depois colocar a boca no peito dele.

- Maria? – ele interrompeu os pensamentos maliciosos dela e se apoiou na porta que era quase do tamanho dele.

- Combinamos de que eu viria fazer o jantar. – ela segurava duas sacolas de papelão. – Eu só não sabia que tinha de vir a rigor. – ela segurou uma risada.

- Ah, claro. – ele estava meio cabisbaixo. – Isso é... – ele apontou para si. - ...eu estou ridículo, parecendo um palhaço, e acabei de levar um chute. – ele entrou no apartamento enquanto ela continuava do lado de fora. – Entra Maria. – ele disse sem olhar para trás e se sentou no braço do sofá.

- Com licença. – ela entrou, fechou a porta atrás de si e colocou as sacolas no aparador. – Levou um chute? – ela se aproximou dele.

- Minha namorada não vem, na verdade ela meio que acabou de ‘dar um tempo’. – ele voltou a lutar com a gravata borboleta. – Eu esqueci de te avisar, é que depois que ela me avisou eu fiquei meio atordoado.

- Não tem problema. – ela foi mais para frente e se coloco entre as pernas dele. – Deixa eu te ajudar com isso, ainda que esteja muito bonito com essa roupa. – ela colocou os dedos finos no pescoço dele e começou a tirar a gravata cuidadosamente.

- Acha que eu fiquei bonito? – ele estava com as mãos paradas em cima das coxas, mas na verdade ele queria tocá-la, porque ela cheirava bem, estava sendo bem gentil e estava muito próxima dele, e ele queria que ela estivesse mais perto.

- Eu particularmente gosto de homens de terno e gravata. – ela retirou a gravata dele e ficou com ela na mão.

- Então não é um elogio ‘único’, é um elogio mais geral?

- Um elogio particular sim. – ela sorriu e se afastou dele, ele quase soltou um gemido por não tê-la mais ali. – Mas também geral. – ela balançou a gravata no ar e jogou para ele.

- Obrigado. – ele disse sem jeito e sem saber se aquilo era bom ou não. – Acho que não precisamos mais do jantar, está dispensada, desculpe por te fazer vir.

- E você vai comer o que? – ela cruzou os braços e ele deu uma boa olhada nela que estava mais bonita do que o normal, usava uma calça jeans de cintura alta, uma camisa branca por dentro da calça e uma trança lateral que destacava a boca dela que, pela primeira vez desde que a conheceu, estava com batom.

- Qualquer coisa, na verdade eu não vou nem comer. – ele arregaçou as mangas.

- Nada disso. Eu trouxe as coisas e vou fazer você comer. Vá se trocar que eu vou separar as coisas e hoje você vai me ajudar.

- Maria, você não precisa. Eu posso pedir alguma coisa.

- Querido, se tem algo que me deixa frágil é um homem de coração partido. – ela deu risada. – Por isso eu não namoro, porque se terminar eu vou partir o coração do cara, ai vou ficar com dó, voltar e vai ser um looping eterno. Então faça um favor a nós dois, vá se arrumar que eu vou preparando as coisas.

Draxler, sem dizer mais nada, a obedeceu e foi trocar de roupa. Quando voltou para a cozinha, encontrou Maria concentrada no preparo, embora não fosse a área dela, ele sabia que ela era muito boa e daria muito certo fazendo aquilo.

- O que teremos hoje? – ele se aproximou dela que virou para ele e arregaçou as mangas dele.

- Hambúrguer, e nem venha retrucar, você precisa comer besteira, está triste e só duas coisas curam tristeza, comida e sexo, mas a segunda, comigo, você não vai ter.

- Por que não? – ele brincou com ela.

- Porque eu não gosto de você. – ela deu dois tapinhas na bochecha dele e o virou para uma travessa. – Misture isso ai. – ela foi para o lado preparar outra coisa.

- E você gosta de quem então Maria? Do Timothy?

- Ele é fofo, eu confesso, mas meus pensamentos estão em outra pessoa.

- Que pessoa? Trapp? Porque todo mundo acha ele o mais bonito, não ia...

-...não é o Trapp ou qualquer pessoa do PSG Draxler.

- Não? – ele continuou mexendo com as mãos dentro da tigela.

- É uma outra pessoa, mas você não conhece e não vale a pena lembrar. – ela falou de forma triste e ele decidiu não estender o assunto.

- Quando eu posso parar de mexer aqui Maria? – ele mudou de assunto.

- Já está bom. – ela deu uma olhada rápida para a tigela e depois para ele. – Ótimo. Você é um bom ajudante. Agora vá lavar a mão e colocar a mesa enquanto eu termino isso aqui.

- Vou lavar a mão, mas vamos comer no sofá! – ele ordenou e, automaticamente, deu um beijinho na bochecha dela. – Obrigado Maria.

- Não por isso. – ela ficou sem jeito, mas gostou do gesto dele.

--

- Isso está muito gostoso. – ele disse apoiando o prato na barriga. – Não sabia que chefs faziam hambúrgueres tão bons.

- Na minha casa a gente quase não comia as comidas do restaurante, era queijo, macarrão instantâneo ou hambúrguer.  Meu tio sempre voltou muito cansado para fazer comida de novo, e eu nunca achei ruim. – ela comentou e colocou o prato em cima da mesinha de centro. – E acho que devo te parabenizar também, afinal, você ajudou.

- Eu só mexi a carne, nada demais. – ele seguiu o exemplo dela e, ao voltar, deitou com a cabeça nas pernas dela. – Estou chateado então, por favor, não reclama. – ele forçou um sorriso e ela notou que ele estava mesmo triste.

- Tudo bem. – ela fez um leve carinho com os dedos na bochecha dele. – Um segredo, a mistura da carne é que deixa o hambúrguer bom, então você merece todo o crédito.

- Vou aceitar então. – ele encarou os olhos azuis dela. – Você vai na festa da filha do Layvin? Eu estava pensando que você podia ir comigo.

- Eu vou sim. Mas eu fiquei de ir com o Timothy.

- Hum... – ele não pareceu muito contente. - ...achei que não gostasse dele desse jeito.

- A pessoa com quem eu queria ir é... – ela suspirou. - ...complicado. Então eu devo estar aberta a outras opções.

- Está pensando em ficar com ele? – ele esticou a mão direita e tocou uma mecha do cabelo dela que estava solta da trança.

- Não sei... – ela deu de ombros. - ...talvez sim. Eu disse que ele é legal e sempre foi extremamente gentil comigo, talvez eu possa dar uma oportunidade.

- Não acho isso legal.

- Por que não Draxler?

- Porque se vocês ficarem e depois se separarem, de que lado eu vou ficar?

- Primeiro, a gente não é tão amigo, então não se importe em ficar do lado dele. – ela brincou. – E segundo, você pode muito bem continuar amigo dos dois, até aonde eu sei, eu não jogo no PSG.

- É, talvez tenha razão. – ele disse sem ânimo.

- Eu preciso ir agora Draxler. – ela tirou a cabeça dele do colo e se levantou.

- Precisa mesmo? – ele fez um biquinho e isso arrancou um sorriso dela.

- Preciso. – ela pegou a bolsa que estava em um canto. – Me liga se precisa de alguma coisa.

- Obrigado Maria. – ele foi até ela e deu um beijo demorado na bochecha dela.

- Não por isso Julian. – ela acariciou o rosto dele.

- Me deixa abrir a porta... – ele o fez e esperou ela sair e entrar no elevador, em seguida fechou a porta e acabou dormindo no sofá mesmo.



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