História Céu aberto - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Tags Ação, Drama, Fantasia, Romance
Visualizações 7
Palavras 867
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu criei um instagram para esta história, onde eu tenciono postar atualizações da história e desenhos dos meus personagens. Então se quiserem dar uma vista de olhos Sigam: Spirit_ceu_aberto 😝

Capítulo 5 - Eu quero voar


Fanfic / Fanfiction Céu aberto - Capítulo 5 - Eu quero voar

Alisson POV: 

Fui para casa, eu precisava de açucar, o açucar relaxa-me... É algo que eu tenho de ter todos os dias. Normalmente tenho de escondê-los do Justin,  se não ele rouba-mos! Ele é diabético mas ele adora doces e às vezes não resiste.  Sentei-me no sofá a comer marshmallows e acabo por me perder nos entrefolhos dos meus pensamentos. Aconteceu tanta coisa em tão pouco tempo...  Eu ainda estou com alguma dificuldade em aceitar que aqueles seres... Demos... Existem.  Sempre pensei que histórias sobre vampiros com asas eram apenas lendas vindas do medo das pessoas e da media,  mas agora que penso bem no assunto eles realmente lembram vampiros,  não se alimentam de sangue humano mas alimentam-se de medo... O Corvo... Quer dizer Caio...  Não parece ser tão perigoso e cruel como aquela rapariga fez parecer, ele parece ser calmo e amigável...  O que é que eu estou a dizer?  Ele matou o Daniel!  Claro que ele é perigoso! Mas quando eu conversei com ele o meu medo praticamente desapareceu... Ele é interessante e intrigante .Eles parecem adorar o "cheiro" do medo e eu não daria esse prazer a nenhum deles,  o prazer de ficar aterrorizada na sua presença... Isso daria-lhes alimento. Se eu voltar a ver algum deles novamente,  eu vou dar o meu melhor para me controlar! 

Já não me dói tanto o ferimento da facada que o Daniel me deu. Levantei-me  e fui para a frente do espelho do meu quarto levantei a minha camisola e desenrolei delicadamente a ligadura.  Oh meu Deus... Nem foi apenas uma facada,  foram duas...  Devo ter perdido a consciência antes da segunda...  A dor foi tão intensa,  o ardor da lâmina a perfurar a minha carne,  os meus músculos a rasgar... Foi a pior dor que já senti... Doeu me tanto que perdi os sentidos. Agora que olhei para o meu rosto,  os meus olhos estão cansados,  realmente fiz bem em faltar às aulas hoje,  eu não estava capaz.  O meu  telemóvel! Eu tinha me esquecido do meu telemóvel,  eu retirei o cartão do meu telemóvel quando o encontrei todo partido e encharcado mó chão,  preciso de comprar um novo sem falta,  e o meu trabalho de design gráfico tenho de o continuar...  Suspiro e sento-me na cama... 

-Dane-se. - digo em voz alta falando comigo mesma.  Eu preciso de relaxar,  de me esquecer das coisas,  só por um pouco... Levanto-me e visto um casaco de cabedal castanho,  pego na minha mala e saio do prédio. Monto na minha Scooter e prego a fundo. Quero deixar os meus pensamentos se distanciarem de mim...  Sentir me livre e sem preocupações,  como se estivesse a voar...  É  isso... Eu quero voar...  Voar para bem longe de todo o meu stress e de todo o meu passado... O Justin tem sido o melhor amigo de sempre,  falar com ele faz me sempre sentir melhor comigo mesma,  ele esteve sempre lá para mim desde que nós éramos apenas crianças no orfanato.  Ele também passou por MUITO, quando ele foi adotado pela primeira vez com 14 anos,  eu fiquei triste por ficar sem ele no orfanato,  mas ele estava feliz por finalmente ir ter uma família...  Ele estava tão entusiasmado,  tão feliz...  Mas a "família" Adotiva dele rejeitou-o por ele ser gay,  excluio-o,  devolveu-o...  Foi muito difícil para ele...  Ele estava destroçado...  Felizmente na segunda vez que ele foi adotado ele finalmente teve uma família que o aceita e ama,  só que o pai adotivo dele está doente com leucemia...  Quanto a mim...  Fui adotada 3 vezes e rejeitada sempre,  certas memórias dessas adoções preferia esquecer...  Felizmente desde que ganhei uma bolsa na minha Universidade fiz bons amigos que me ajudaram a ser feliz assim como o Justin. 

Saí da scooter.  Estou no lugar mais pacífico que conheço.  Uma barragem onde eu o Justin e a Tiessa costumávamos acampar.  Sentei me num pedregulho grande que na margem da barragem onde fiquei a observar a água e os pássaros.  Fiquei inclusive fascinada com um corvo no ramo de um pinheiro,  fiquei a observá-lo durante bastante tempo.  O sol já se estava a pôr mas eu não queria abandonar o sossego,  mesmo estando na floresta,  onde se encontra a mansão,  não estou preocupada,  Sinto-me bem é revigorante ter um pouco de paz...  Além disso a mansão está longe daqui,  não devo ter nada com que me preocupar... 

Suzan POV:

Acabei de me alimentar,  foi tão prazeroso.  Estou completamente satisfeita,  apesar de ter me dado trabalho livrar me do corpo. Vou usar as minhas asas para chegar à mansão, limpar os restos da minha refeição deixou-me cansada,  vou voar baixo para não dar nas vistas.  Abro as minhas magníficas  e velozes asas e levanto vôo.  Hm estranho está alguém na barragem dos corpos...  É bem raro...  À alguns anos uns esquesitoides vinham aqui acampar.  O meu pai nunca me deixava alimentar me deles,  dava-me nervos.... NÃO PODE SER...  Eu sabia que o Corvo não a tinha morto! Aquele mentiroso!  Porque é que ele têm de ser tão teimoso!!  Ele vai ouvi-las!!  Voei o mais rápido possível para a mansão. Eu até a matava mas a minha vontade de o confrontar sobre o assunto é maior... 


Notas Finais


Muito bem, é tudo o que tenho por hoje! Vou continuar amanhã ^-^


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