História Chain Breakers (Quebradores de Correntes) - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Assassinato, Mistério, Prisão, Quebradores De Correntes
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Palavras 939
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Policial, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - A Dor


Fanfic / Fanfiction Chain Breakers (Quebradores de Correntes) - Capítulo 5 - A Dor

A porta se abriu, e para minha surpresa, não foi Anne que abriu a porta, mas foi um senhor de idade.

- Desculpe-me incomodar, mas minha amiga Anne morava aqui, sabe algo dela?

- Não conheço nenhuma Anne, apenas a antiga dona desta casa, a senhora Baron.

- Sim, essa é a mãe de Anne, sabe sobre algo?

- Pelo que sei, a senhora Baron não tivera mais filhos, sua única filha faleceu a alguns meses.

No instante que ouvi estas palavras, meu mundo desabou, fiquei fora de controle, mas não podia chorar, não ali, muito menos na frente daquele senhor.

- Você está bem? Qual seu nome?

Não entendi o porquê da pergunta, claro que não estava bem, acabara de descobrir que minha melhor amiga morreu, mas mesmo assim respondi ao senhor sua segunda pergunta - Me chamo Kateryna.

- Kateryna, - disse o senhor de forma pensativa - é um nome bastante bonito, agora me diga, você não mora por aqui, certo?

- Não, moro em outra cidade - disse com tristeza na voz.

- Se não tiver onde ficar, pode passar um tempo aqui, em minha casa.

Hesitei um pouco, mas depois pensei, não tenho onde ficar, e esse senhor está me oferecendo ajuda. Estava um silêncio desconfortável, mas foi cortado logo com minha resposta - Sim, eu gostaria, obrigado.

- Pode entrar, sinta-se em casa, vou preparar o quarto de hóspedes.

Tudo na casa era familiar, exceto os móveis. Olhar para aquela casa dava-me uma angústia enorme. - Anne morrerá e eu sequer soube de sua morte - Ao lembrar disso o desespero voltou, comecei a tremer descontroladamente e derramar muitas lágrimas, sentei no sofá na esperança de melhorar um pouco, e felizmente funcionou.

O senhor apareceu novamente e disse as seguintes palavras:

- Já arrumei o quarto onde ficará, quer que eu mostre?

Assenti com a cabeça.

- Então vamos - Disse simpático.

Segui o senhor até um quarto, onde era o antigo quarto da senhora Baron.

- Espero que sinta-se bem aqui - Disse o senhor com uma voz amigável.

- Muito obrigado - Sorri tentando esconder a tristeza que habitava em mim.

Logo que disse estas palavras, o senhor saiu do quarto, me deixando só. Deitei na cama com apenas o desejo de morrer, sem perceber comecei a derramar muitas lágrimas passei até a soluçar. Eu não conseguia sentir nada, apenas um enorme vazio em meu peito, mas depois de bastante tempo, adormeci de tão cansada.

Acordei com a luz do sol em meu rosto, estava satisfeita da noite de sono, sentei na cama e esperei até estar totalmente acordada.

Depois de tomar banho e escovar os dentes, desço para a cozinha e vejo o senhor.

- Está com fome? Fiz o café da manhã - disse com um sorriso no rosto.

- Estou, obrigada.

Sento na mesa com o mais velho e começo a comer, ao mesmo tempo que o senhor me fazia perguntas.

- Você conhecia a antiga dona desta casa? - Pergunta curioso.

- Sim, a filha dela era minha melhor amiga - digo com tristeza e saudade.

- Eu sinto muito por sua perda, sei como é perder alguém importante. - disse seriamente - Acho que esqueci de contar meu nome, me chamo Bernardo.

Assenti com a cabeça de tentei sorrir.

Já estava tarde da noite, passei o si no quarto apenas pensando e lembrando de quando minha família morrera. Estava muito silencioso, Bernardo já estava dormindo. Enquanto isso, resolvi olhar um pouco a casa, vejo um quarto com várias trancas e me pergunto o porquê daquele cômodo estar tão fechado. Tento abrir os cadeados mesmo sabendo que não conseguiria, então desisti e sentei ao lado da porta, mas acabei adormecendo ali mesmo.

Acordo no meio da noite com o barulho de passos, tento ver quem era, mas a casa está muito escura. Apenas faço silêncio, mas de repente sinto alguém puxando me pelo braço, tento soltar e correr, mas fracasso.  Estava muito escuro mas consegui ver o rosto familiar, era Bernardo, tentei gritar, mas o senhor me jogou para dentro de um quarto, ele entrou e trancou a porta.

- Agora finalmente podemos nos divertir - disse com um sorriso no rosto.

- Na... Não.. por favor - falo com lágrimas nos olhos.

O mais velho não me deu ouvidos e foi para cima de mim, tentei fugir, mas foi em vão. Bernardo começa a tirar minha roupa, tento impedir o máximo que posso, mas ele era mais forte. Com minhas tentativas de me libertar, Bernardo deu-me um tapa no rosto.

- Fique quieta garota idiota, - falou com fúria - vamos ver se você serve para alguma coisa.

Já tinha desistido de tentar me libertar das mãos dele, não tinha mais força para lutar contra aquilo e deixei acontecer.

Bernardo continua a tirar minha roupa, até eu estar completamente nua.

- Você é tão linda - sorri maliciosamente.

Cuspo no rosto do mais velho.

- Você não deveria ter feito isso Kateryna - me olha com fúria nos olhos.

- Me solte, seu velho imundo - falo e ao mesmo tempo tento soltar me.

- Você não aprende mesmo não é? - diz com tom de deboche.

Bernardo começa a tirar a própria roupa, ficando sem nenhuma peça. Me desespero e mais lágrimas descem pelo meu rosto.

- Você fica tão linda chorando.

Não tenho mais forças para sequer falar, apenas entrego me.

O mais velho faz de tudo comigo. Quero lutar, quero matar aquele desgraçado, mas não consigo mais lutar.

Depois de fazer oque quisera comigo, Bernardo vai embora, me deixando sozinha e trancando a porta para que eu não fuja.



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