História Cidade de Gelo. - Capítulo 16


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Romance
Visualizações 11
Palavras 925
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, LGBT, Lírica, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente, esse episódio se passa pela visão de Hoseok. Espero que gostem desse formato, pretendo trazer mais vezes. Boa Ilusão.

Capítulo 16 - Capítulo 16: Um coração nem tão de pedra.


Fanfic / Fanfiction Cidade de Gelo. - Capítulo 16 - Capítulo 16: Um coração nem tão de pedra.

- Hoseok on!

Eu estava observando a chuva do lado de fora, vendo como as luzes dos raios eram bonitas durante uma tempestade. Em verdade eu tinha vindo até o jornal para esfriar a cabeça. Eu estava muito irritado com S/n e Namjoon.

Um grande estrondo soou, seguido pela porta da sala sendo arrombada. Sinceramente, era necessária tanta violência?

Virei-me para ver de quem se tratava, e então vi S/n.

O que ela faria por aqui a essas horas?

Ela estava completamente encharcada e muito pálida.

- Você é louco? –Ela começou a se aproximar de mim.

- O que... o que você está fazendo aqui? –Gaguejei pela surpresa de vê-la ali.

- Eu e Taehyung viemos te procurar, sua família inteira está preocupada. –Ela falou e fez uma careta.

A garota parou de andar e pôs a mão sobre a barriga.

- S/n? Tudo bem? –Coloquei o copo com whisky em cima da mesa e andei até a mesma.

Ela estava ofegante. E então, antes que eu pudesse fazer qualquer coisa para impedir, S/n revirou os olhos e caiu. Eu a segurei antes que ela caísse no chão.

-S/N! –Chamei, mas a mesma não respondeu. –Hey, fala comigo... –Segurei seu rosto, de modo que ela ficasse em uma posição mais confortável.

Ela parecia tentar me dizer alguma coisa, e balbuciava palavras que não fui capaz de compreender.

Aproximei meu rosto do de S/n. Seus cabelos molhados grudavam em meu braço e o chão se encharcava de água.

 Chequei seus sinais vitais e vi que ela estava com a pulsação muito baixa. Droga, o que eu faço?

 Resolvi tentar descobrir o motivo de seu desmaio, e comecei a checar seus braços e pernas para ver se eu encontrava algum ferimento... nada!

 Foi então que olhei para o seu moletom cinza. Notei que na área do abdômen o cinza estava mais escuro do que nas outras partes. Poderia ser só por causa da chuva, mas resolvi checar.

 Levantei sua blusa e seu moletom e foi então que vi. Um pouco abaixo das costelas, havia um corte com mais ou menos um palmo de comprimento.

 Droga, o que eu poderia fazer aqui?

 Um estrondoso raio soou do lado de fora, indicando que sair para ir até um hospital não era uma ideia muito boa.

 Saí da sala e desci as escadas, vendo aquele aglomerado de pessoas. Eles faziam muito barulho, era quase impossível de fazer com que alguém me escutasse ali.

- EI! –Gritei, sem obter resultados. –EI!! –Novamente não obtive resultados.

 Subi em uma das mesas de escritório e tentei mais uma vez.

- SILÊNCIO!!! –Acho que provavelmente pessoas abrigadas nos comércios ao lado ouviram minha voz em alto e bom som.

 Assim como o esperado, o ambiente ficou em silêncio, exceto pelo barulho das chuvas e dos raios.

- Alguém aqui é médico? –Apesar de estarem todos em silêncio, as pessoas continuavam muito dispersas. –Por favor, é uma emergência. Alguém aqui é médico? –Olhei para a pequena multidão, para ver se alguém se manifestava. Ninguém.

 Desci da mesa e segui em direção a escada.

- EU! –Ouvi alguma pessoa gritar. –EU SOU MÉDICO!

 Me virei tão rápido que tive uma leve tontura. Olhei para a multidão e vi um homem um pouco menor que eu sair do meio do aglomerado de pessoas.

- Me siga. –Andei em direção as escadas e subi dois degraus de cada vez.

 Entrei na sala e me ajoelhei ao lado de S/n, erguendo sua blusa até um pouco abaixo dos seios para que o cara pudesse examinar o ferimento.

 Ele juntou-se comigo, ficando também de joelhos ao lado de S/n. O homem examinou o ferimento e olhou para mim.

- Isso aqui é muito grave! –Ele disse alarmado. –Ela provavelmente está com esse ferimento a um bom tempinho.

 Não pude acreditar no que o mesmo disse. Quando S/n acordasse eu e ela teríamos uma longa conversa sobre ocultar problemas.

- Tá, e o que a gente faz? –Eu já estava começando a ficar preocupado.

 O homem olhou para os lados, parecendo pensar. Será que ele não via que não tínhamos tempo para isso?

- Muito bem, me traga algumas toalhas úmidas, água quente e álcool. –Ele pôs a mão sobre o ferimento de S/n.

 Levantei e desci as escadas. Cortei caminho por entre a multidão e adentrei a sala de limpeza. Peguei algumas toalhas e um litro de álcool, e então corri para fora de lá. Fui até a máquina de café, e joguei-a no chão, fazendo com que a atenção se virasse contra mim.

 Dentro da cafeteira geralmente existem compartimentos onde a água quente fica armazenada, e bem como pensei, lá estava o compartimento. Peguei a pequena jarra de vidro e quase deixei-a cair no chão. A água estava muito quente. Novamente peguei a jarra de vidro, com mais cuidado dessa vez, e subi as escadas até a sala correndo, tomando cuidado para não derramar.

 O homem que se dizia médico, sem pensar duas vezes molhou algumas toalhas na água quente, e limpou o ferimento de S/n. Eu apenas observava tudo com muita atenção.

 Em seguida, ele pegou o álcool e jogou diretamente no ferimento. S/n gemeu e se contorceu involuntariamente por conta da dor. Segurei sua cabeça em meu colo, enquanto ele finalizava a limpeza.

 Por fim, ele apenas pegou as toalhas secas e as pôs em cima do ferimento.

- Toma, faça pressão. –Fiz o que ele pediu e então o mesmo se levantou. –Já volto. –E dito isso correu.

 O que será que ele faria?

 

Continua...


Notas Finais


Espero que tenham gostado, um Big bjo e até mais! s2 :3


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