História Cinta Manis - Capítulo 3


Escrita por:

Postado
Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Malec
Visualizações 285
Palavras 1.023
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Cinta Manis - Capítulo 3 - Capítulo 2

 

Capítulo 2

keputusan manis

 

A Pandemonium era um sonho antigo, algo que não tem nada haver com o legado dos Lightwood.

Robert e Maryse tinha uma firma de advocacia e são pessoas sérias, totalmente, diferente dos dois dos seus três filhos, Alexander e Isabelle nunca foram do tipo que conseguiam ficar presos em algum lugar por muito tempo, eram pessoas livres e gostavam de ser assim.

Tanto que ambos nunca conseguiram ver-se em um tribunal.

Nos seus trinta e um anos, Alec já havia viajado com a sua moto por todas as Américas, morado um pouco em cada lugar, conhecido pessoas, juntando dinheiro e vivendo a sua vida.

Quando voltou aos EUA resolveu montar um bar com a sua irmã Isabelle, hoje casada com um músico chamado Simon Lewis, e seu melhor amigo Jace Herondale, com quem dividiu algumas aventuras e quem considerava um irmão.

Jace estava se relacionamento com uma artista de rua, uma grafiteira chamada Clarissa que tem vinte e um anos.

-Sério que vai ficar encarando os becos toda a noite? –Pergunta Izzy, acendendo um cigarro.

Isabelle estava com os seus longos cabelos negros cheios de mexas azuis presos em um coque frouxo, enquanto os seus olhos negros estavam perfeitamente delineados com o seu delineador e os seus lábios com o seu batom vermelho, rindo da atitude repetitiva do irmão.

Alec estava vasculhando os becos do bar desde que Magnus aparecerá, há quatro dias, ele queria um motivo substancial para falar com o asiático, em vez de pedir um pouco de açúcar.

-Até encontrar esse maldito gato. –Afirma, pegando o cigarro e tragando-o.

-Não fale assim... Eu sei que você é totalmente derretido por qualquer tipo de animal e se não gostasse tanto de carne viraria um natureba para não matar as pobres vacas. –Brinca, piscando em direção a Alec, que solta a fumaça do cigarro.

-Vai rindo. –Manda, apontando em direção a Izzy.

-Bom, Romeu... A sua Julieta vai sair daqui a pouco para o trabalho dele, poderia sugerir uma carona. –Comenta, piscando em direção a Alec, que passa a língua nos lábios, pegando o seu casaco de couro e seguindo para fora da Pandemonuim, observando Magnus trancando o loft, ele estava distraído, cantarolando uma música qualquer.

Alec aproxima-se e assim que Magnus se vira dá um passo para trás, levando a mão ao coração.

-Desculpe. –Pede, colocando uma careta no rosto, observando Magnus soltar um longo suspiro.

-Tudo bem... Precisa de algo? –Pergunta, endireitando a sua mochila, uma mochila colorida e cheia de brilho.

-Queria saber se precisa de uma carona, ou algo assim. –Responde, mordendo o lábio, notando que Magnus encara a sua boca, fazendo-o se aproximar do asiático.

-Carona? Você nem sabe para onde eu vou. –Revela, coçando a garganta.

-Não, mas eu vou para qualquer lugar muito perto de lá. –Revela, apontando em direção a Magnus, girando a sua chave. –E garanto o meu cano de descarga não é cortado e tenho filtro para reduzir os danos ao meio ambiente. –Diz, levantando as mãos, observando-o engolir em seco.

-Nunca subi numa moto na vida, muito menos num monstro daquele. –Revela, engolindo em seco e Alec ri.

-Sempre há uma primeira vez e... Se você se sentir bem seguro, pode apertar bastante a minha cintura. –Revela, olhando-o nos olhos, observando as bochechas de Magnus se tornarem rubras.

-Você está me deixando sem jeito, Alexander. –Revela, apontando em direção a Alec e naquele segundo tudo o que Alec queria era que Magnus continuasse a chama-lo daquela forma.

O nome Alexander nunca foi tão bom de ouvir e ele ficava imaginando... Tendo ideias das formas como ele poderia ouvi-lo.

-Então, o que me diz? –Pergunta e Magnus encara a sua bicicleta.

-Não, eu prefiro ir de bicicleta... Preciso ter como voltar para casa. –Revela, mordendo o lábio.

-Não se preocupe... Talvez eu vá na mesma hora que tenha que voltar para casa para o mesmo lugar que você esteja. –Comenta, fazendo-o rir.

-Você não vai desistir. –Revela e ele nega com a cabeça.

-Vem. –Chama, apontando com a cabeça em direção a sua moto.

Os dois aproximam-se da moto, Alec a monta passando o capacete reserva para Magnus e colocando o dele, sentindo-o colar os seus corpos, apertar a sua cintura assim que Alec liga a moto.

-Isso é mesmo seguro? –Pergunta, nervoso.

-Claro que é. –Responde, arrancando com a moto, não sem antes ver Izzy soltar uma gargalhada, enquanto fecha a porta da Pandemonuim. –Diz-me para onde. –Pede, voltando-se em direção a Magnus.

Ao chegarem ao restaurante, os dois saltam da moto e adentram o restaurante, enquanto Alec ouve a cozinha estar movimentada.

O restaurante tinha um clima agradável, parecia ser uma extensão de Magnus e isso o fez se identificar com ele, já que a Pandemonuim também era sua extensão.

-Bonito restaurante. –Comenta, atraindo o olhar de Magnus.

-Obrigado, mas tenho certeza que não deve se interessar por nada disso, seu amigo me deixou isso claro ao me chamar de hippie. –Revela, tirando a sua mochila e colocando em cima de uma as mesas.

-Sou do tipo curioso, não acredito muito em leitura de cartas, cristais e essas coisas... Também sou um comedor de carne inveterado, mas iria gostar de ouvi-lo. –Revela, mordendo o lábio e o analisando com atenção.

-Você está tentando me zoar? –Pergunta, aproximando-se de Alec, que ri e nega com a cabeça.

-Não, só estou tentando te chamar para sair mesmo, mas já aviso eu não gosto de tofu. –Revela, analisando-o, observando-o rir.

-Não como tofu... Por que todo mundo acha que pessoas que curtem comidas naturais só comem tofu? Temos um cardápio variado! –Afirma, taxativo.

-Ok, senhor defensor de comidas naturais... Não está mais aqui o pobre mortal que o chamou de comedor de tofu. –Brinca, fazendo uma breve reverência, arrancando uma risada de Magnus. –Então, o que me diz? Sábado, cinema e jantar? –Chama, aproximando-se de Magnus. –Ou eu vou ter que raptar o seu gato, fazê-lo cativo do quarto dos fundos que eu durmo até que aceite sair comigo? –Pergunta, arrancando uma risada de Magnus.

E ali Alec soube que ele tinha uma chance... Que ele faria valer apena.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...