História Conquistadoras - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Sakura Haruno
Visualizações 15
Palavras 3.885
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Misticismo
Avisos: Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Primeira Conquista


 

Capítulo 1 - Primeira conquista.

Conquistadoras

Capítulo 1/3

We'll leave red lipstick even more red I spent my red lipstick, I'm hot.
  My cuteness makes you want to bite me, as a work of art.
HyunA-Red



 

O relógio despertou exatamente às 07 horas da manhã como todos os últimos seis dias da semana. O sol brilhava atrás da cortina de seda em verde musgo do quarto de Sakura Haruno.

A moça, de aparentemente vinte e dois anos de idade, se espreguiçou na cama de casal debaixo do fino lençol de fibra sintética em um xadrez branco e preto. Levantou-se lentamente da cama procurando sua pantufa confortável de porco que havia ganhado do namorado mês passado, demorando alguns segundos até coloca-las nos pés, e amarrou o roupão logo em seguida sob os seios, indo até o lavabo de seu apartamento.

Ligou o chuveiro até a temperatura chegar ao ponto ideal para ela, 27,4°. Retirou o roupão deixando que caísse ao chão de azulejos levemente polidos. Entrou com o pé esquerdo e logo em seguida o direito, molhou os cabelos róseos, compridos, massageando o couro cabeludo logo após passar o shampoo neutro em toda a extensão. Ensaboou o corpo o mais demorado possível, lavando o rosto apenas com a água morna. Desligou o chuveiro logo após quinze longos minutos. Enrolou-se no mesmo roupão em que viera de seu quarto, o cabelo ainda encharcado pingava sobre o tecido negro do roupão, o molhando, enquanto Sakura se olhava no espelho, admirando-se. Deveria se arrumar para mais uma entrevista de emprego. Abriu a gaveta da pia retirando dali rímel, curvex, lápis de olho e o mais imprescindível, seu batom rubro.

Passou o lápis negro dentro da linha d'água dos olhos, primeiro o direito e logo depois o esquerdo, curvou os cílios para cima e para baixo deixando-os alinhados usando seu curvex, segurou entre as pequenas mãos o rímel, passando generosas camadas sobre os cílios finos os alongando e os tornando grossos.

“Tudo isso seria mesmo necessário? Arrumar-se-ia impecavelmente para apenas mais uma entrevista de emprego?”, pensava a rosada, enquanto passava o batom em seus pequenos lábios perfeitamente desenhados.

Terminou a maquiagem, retirando o excesso de batom com um lenço qualquer que estava perto de si, agora só faltava arrumar os cabelos e a roupa que usaria. Caminhou até o quarto a passos lentos, até a cama ainda desarrumada, secou a pele com o roupão que trajava logo depois pegando seu hidratante corporal o passando sobre o corpo, começou pelas pernas e coxas subindo até a barriga branca e lisa, subiu um pouco mais passando as mãos sobre os seios medianos, os apertou com desejo - seu namorado havia viajado há uma semana, sentia tanta saudade de seus beijos, abraços, carícias, e do sexo voraz que faziam todas às noites ali naquela cama, ou em qualquer lugar - apertou os bicos rosados com a ponta dos dedos ao se lembrar do quanto Yuki era bom nisso, se ele queria excitá-la apertava-lhe os bicos dos seios com força para logo em seguida abocanhá-los. Yuki, sempre foi um típico “Don Juan” com Sakura, cavalheiro quando precisava ser, bom de cama e um ótimo companheiro, todavia, Sakura, nunca se contentou apenas com isso. Ele era bom, porém não o bastante. Espantou esses pensamentos antes que se excitasse demais ao ponto de ter que pegar seu masturbador - presente de Yuki, em seu primeiro mês de namoro, alegando que ela poderia usá-lo sempre que estivesse sozinha, assim como agora –, e o utilizasse em seu próprio corpo para se satisfazer-se.

Retirou à mão dos seios, subindo para o pescoço e braços. Algo dentro de si gritava para que se arrumasse mais, principalmente naquele dia.

Terminando de se hidratar, caminhou a passos lentos até o guarda- roupa marfim com portas de correr.

“O que vestir?”, passou a mão sobre um vestido florido. “Será que cairia bem para a ocasião...? Não, precisava de algo mais ousado e também comportado”. Continuou a procurar em seu guarda-roupa por mais cinco minutos, jogando todas as peças de roupa sobre o chão, até encontrar algo que realmente lhe cairia bem. Uma simples saia social preta, junto a uma camisa de botões branca, nada melhor para uma entrevista de emprego, não?

E os sapatos, qual usar...? Possuía mais de trinta pares. Talvez um Vizzano ou Dolce e Gabbana, seus pares favoritos. Optou pelo Vizzano, além de ser um sapato simples, era o que melhor se ajustava as suas vestimentas. Sentou-se na cama colocando-o nos pés.

Olhou para seu relógio sobre a cômoda, já estava atrasada. Passou pelos corredores da casa, caminhado até a sala, pegando logo em seguida sua bolsa que estava sobre o divã. Saiu sem ao menos trancar a porta, afinal, quem entraria em seu apartamento?

Apertou a campainha do elevador esperando pacientemente que chegasse até seu andar. O mais estranho: nunca havia conhecido um prédio que possuísse o 13° andar, sempre pulava do 12° até o 14°, ou até mesmo 12A, entretanto, o dela possuía e era exatamente o que ela morava. Supersticiosa? Jamais! Se fosse não residiria num andar tão “simbólico” como este.

 Adentrou ao elevador, apertando para o térreo. De andar a andar ele descia lentamente. Estranhou ninguém pegar o elevador àquela hora da manhã. O que teria acontecido aos moradores?

Depois de longos minutos o elevador chegou ao seu destino, às portas deslizaram em sincronia dando a ela a visão do saguão deserto. Onde estaria o porteiro?

Tudo tão estanho...

Caminhou a passos lentos até a portaria, apenas seus passos eram ouvidos sobre o espaçoso corredor iluminado por luzes de led vindo das lâmpadas no teto. Talvez todos estivessem dormindo, pensou. Assustou-se ao ouvir o som da buzina do táxi a sua espera, havia se esquecido completamente que tivera pedido um taxi para o dia de hoje. Entrou no veículo amarelo, quatro portas, com uma placa no teto indicando seu uso, sorrindo para o motorista levemente calvo.

— Avenida com a Vinte, 369, Stavanger. - entregou ao motorista o pequeno papel. Sorriu de canto, cruzando as pernas. Ele a olhou com o canto dos olhos, malicioso.

— Tudo bem, senhora.

— Correção, senhorita.

O senhor de meia idade sorriu brevemente um pouco sem graça, percebendo os olhares da moça sobre os seus. Deu partida, manobrando o veículo, voltando sua atenção à rua e ao caminho que deveria tomar. Passaram a maioria do trajeto em silêncio. A atenção do homem volta e meia se ocupava com o GPS. Entre uma parada e outra nas sinalizações, o homem olhava para as pernas da moça através do espelho retrovisor, sorrindo descaradamente, o que não fugiu dos olhos atentos de Sakura.

— Pronto, senhorita, chegamos ao seu destino.

— Obrigada, senhor. Quanto lhe devo? - a Haruno sorriu levemente para ele, pegando sua carteira entre as mãos.

— São exatamente cinquenta dólares.

Ela passou a mão na carteira, não achando nem um mísero vintém. Sorriu para o moço e concluiu: - Desculpe-me, não trouxe meu dinheiro, mas se quiser me pegue daqui à meia hora e te pagarei de qualquer forma.

A rosada sorriu gentil, abrindo três botões de sua camisa social, dando-lhe uma visão privilegiada de seus seios e sua lingerie de rendas. O homem, com os cabelos que lhe restavam levemente grisalhos, sorriu sacana para ela. - E como terei a certeza que voltará?

Sua mão esquerda rapidamente foi de encontro às pernas da rosada.

— Desabotoe a calça, por favor. - ela pediu com a voz mais mansa que pôde. O velho sorriu ainda mais, abrindo os botões da calça de imediato e arriando o zíper, dando a Sakura a visão de seu membro sob a cueca. Sakura, inclinou o corpo para o lado, retirando a cueca e deixando o membro livre. Passou os dedos sobre a glande, descendo até o saco escrotal, apertando-o de leve. Em resposta o homem gemeu baixo, tombando a cabeça para trás no estofado sintético do carro. Suas pequenas mãos subiam e desciam rapidamente sobre o órgão sexual do taxista, que apenas lhe retribuía com ruídos abafados.

— Coloque na boca... – pediu ele, passando as mãos sobre os cabelos rosados ,despenteando-os. Sakura, em resposta, sorriu, apertando ainda mais o membro do taxista em suas mãos. Mais firme, mais forte, mais rápido.

— Isso fica para outra hora, estou atrasada. – ela soltou antes que ele gozasse em sua mão.

Ergueu a cabeça, fechando dois botões de sua camisa branca, pegou sua bolsa o mais rápido possível e saiu do táxi. Antes que virasse a esquina escutou o taxista protestar. - Sua vadia gostosa, volte para cá e termine seu serviço!

Ela se virou, prendendo movente o cabelo em um coque no centro da cabeça. - Volte daqui à meia hora, ok? – gritou para ele.

Passou a caminhar até a concessionária onde faria a entrevista. A passos lentos, ela caminhou até o saguão da famosa concessionária dos Uchihas. Os carros enfileirados, um ao lado do outro, mostravam a sua importância. Veículos de marca como Audi, Ferrari, Lamborghini, Lexus entre outros, mostravam o quanto a empresa era prestigiada.

— Posso ajudá-la? – a recepcionista veio ao seu encontro. Os cabelos loiros estavam presos em um rabo de cavalo firme, os olhos azuis brilhavam atrás dos óculos de grau, em seu crachá as letras em negrito indicavam seu nome, "Ino Yamanaka, recepcionista preferencial”.

— Vim fazer uma entrevista. – disse-lhe, sorrindo para a mulher, estendendo sua mão para a loira que rapidamente a segurou. Uma sensação estranha percorreu seu corpo... Ino, não lhe era estranha.

— Pois bem, Sakura, pode subir, ele a espera.

Acompanhando a rosada até o elevador, a loira de belos olhos sorria como se a conhecesse a vida toda. Sakura adentrou ao elevador vagarosamente, apertando o botão para o último andar. Os espelhos do elevador refletiam sua imagem tanto na direita como na esquerda. Percebeu seu batom levemente borrado...

— Droga. - praguejou, em seguida sorriu para si mesma, pegando o batom na bolsa. Retirou a tampa e deslizou-o sobre os lábios, pintando-os novamente em carmim. Abaixou minimamente seu olhar para os seios vendo-os saltados entre a camisa e o sutiã totalmente exposto. Olhou descaradamente para a câmera de vigilância, arrumando os seios ali dentro do elevador. Sorriu divertida tirando-os e os colocando para fora da roupa antes de chegar ao andar desejado.

Assim que a porta do elevador se abriu, viu-se de frente para um comprido corredor, com alguns quadros elegantes pendurados na parede. O chão marfil mármore marrom, e paredes beges, faziam a combinação perfeita do ambiente bem projetado.

Sakura saiu do elevador e andou a passos lentos e elegantes até a última porta, onde sabia ser a porta do “chefe”, pois uma placa na parede informava. Seus saltos chocando-se ao chão chamaram a atenção de algumas pessoas que passavam no corredor, e, Sakura, ignorou cada uma delas, andando com o nariz empinado.

A porta do escritório era de madeira clara. Sakura ergueu o braço e bateu três vezes ali, esperando ser autorizada a entrar, o que não tardou em acontecer.

A voz máscula que autorizou sua entrada lhe chamou atenção, fazendo-a arrepiar-se com aquele tom grave e autoritário. Girou a maçaneta, abrindo a porta e pôs o corpo para dentro, analisando bem a enorme sala. Os móveis eram de uma tonalidade escura, e as paredes claras, mas o que não passou despercebido pelos olhos da rosada foi o homem atrás da mesa.

Um jovem empresário, de cabelos negros e pele clara lhe encarava, e sem hesitar, sorriu para ele. Andou até de frente para o homem, e analisou-o novamente, reparando bem nos olhos intensos e penetrantes. Assim como o cabelo, os olhos também eram negrume.

— Sou Sakura Haruno. – apresentou-se, olhando fixamente para os olhos do homem, que retribuiu o gesto.

— Sente-se, senhorita Haruno. Me chamo Sasuke Uchiha. – disse ele num tom formal. Sakura obedeceu à ordem, sentando-se com elegância. As pernas cruzadas e o tronco ereto lhe davam o ar da graça. – Vejo pelo seu curriculum que tem uma boa influência.

— Sim, já trabalhei em uma empresa de ramo grande como essa.

— Interessante... – disse ele, mais para si mesmo. – Quais são seus interesses em trabalhar como parte de nossa equipe? – o tom formal nunca deixava os lábios do moreno, e Sakura mordeu o lábio inferior antes de respondê-lo.

— Quero ajudar a equipe com minhas habilidades, e quero também aprender com as habilidades deles, sabe, igualdade. – falou firme.

— Hm. Qual é sua pretensão salarial?

A pergunta lhe pegou desprevenida, e pensou em falar o que gostaria de ganhar, todavia decidiu chutar um valor um pouco mais baixo que seus planos.

— Na faixa dos três mil.

— Digno. – murmurou Sasuke.

Ele a fitou, analisando bem a postura da mulher, e seus olhos desceram para as pernas torneadas que estavam cruzadas. Com um suspiro, Sasuke desviou os olhos do local, e tornou a falar. – Poderia fazer um teste conosco?

— Claro. Qualquer dia, qualquer hora. – ao terminar, Sakura deu uma leve piscadela para o homem, que pigarrou sem jeito pelo tom sensual que a moça usou.

— Então, podemos começar amanhã, se não estiver ocupada.

— Sem problemas. – respondeu ela. – Nossa, como está calor aqui dentro. – dito isso, ajeitou o busto bem na frente do homem, empinando-se e mostrando um pouco mais do que devia.

O moreno olhou fascinado para o que via, sem desviar os olhos um minuto sequer. Dezenas de coisas promíscuas passaram por sua mente poluída, e a entrevistada não estava facilitando as coisas em se exibir assim.

— Ér... Acho que isso é tudo, nos vemos amanhã às nove.

— Poderíamos nos ver antes. – disse ela, ignorando qualquer respeito para com seu possível futuro patrão.

O homem era gostoso, sem sombra de duvidas, e estava bem ali, interessado, pois lhe olhava com desejo. O que tinha de mal em se insinuar para ele? Adoraria pegá-lo aqui mesmo, em cima dessa mesa, e alisar aquele cabelo sedoso...

— Já pode ir. – foi tirada de seus pensamentos com a voz do moreno. O olhou com um sorriso malicioso e levantou-se como quem iria sair.

Ajeitou a roupa, e caminhou até próxima da mesa, sendo acompanhada pelos olhos profundos do homem, que lhe encarava com o cenho franzido. Parou na lateral da mesa, apoiando o traseiro ali, na madeira, e olhou para Sasuke, que lhe encarava confuso.

— O que acha de uma brincadeira perigosa? – perguntou sensualmente.

— Acho melhor você se retirar, senhorita Haruno.

— Acha mesmo? – quase o interrompeu. Esperou alguns segundos por alguma resposta, mas não obteve. – Viu só, acho que você realmente não sabe o que quer. – foi desabotoando a blusa, sem se importar com a porta aberta ou com a cara de incrédulo do homem.

Retirou a vestimenta do corpo, ficando apenas de sutiã, e virou-se para que fosse apreciada por ele.

— Você pode vir até aqui, ou, se quiser, eu vou até você. – falou, acariciando os seios por cima do pano.

Sasuke, sem se segurar, levantou sem jeito, aproximando-se do corpo curvilíneo de Sakura. A rosada pegou nas mãos do homem, colocando-as por cima dos seios, fazendo-o apertá-los.

— Apenas com esse toque estou molhada. – sussurrou num tom extremamente sensual.

— Eu não deveria estar fazendo isso...

Sh. – calou-o com a ponta do dedo indicador. – Não pense no que você não pode contornar. Vamos, toque-me onde quiser. – tombou a cabeça para trás, deixando a pescoço à mostra.

Sasuke direcionou o tronco para próximo dela, inspirando a fragrância daquela região tão delicada que era seu pescoço. Queria jogá-la na mesa e fodê-la como nunca fizera antes em seu local de trabalho. Passou a ponta da língua ali, e sentiu Sakura estremecer.

— Vamos, toque-me. – ela o incentivava.    

Não precisou de mais ordens para apertar os seios medianos, com precisão, fazendo-a gemer com um sorriso de canto.

— Isso, continue...

Ela estava brincando consigo, só pode!

Levantou o tronco esbelto de Sakura, colocando-a em cima da mesa, e ficou entre suas pernas, que lhe envolveram a cintura num enlace. Seus lábios se uniram num beijo desejoso por ambos, onde as línguas se entrelaçavam num compasso perfeito.

Sakura, não queria saber de esperar, e foi tirando a blusa dele, que a ajudou erguendo os braços, e tratou de alisar o abdômen definido do homem, usando a unha para instigá-lo ainda mais. Continuaram beijando-se, enquanto as mãos de ambos exploravam o corpo entregue.  Sasuke retirou o fecho do sutiã, deixando os seios à mostra. Os delicados bicos rosados eram um aperitivo e tanto. Seguiu um rastro, do pescoço até os seios, abocanhando-os em seguida. Passou a língua pela rodela rosada, e Sakura novamente gemeu ao sentir o bico ser puxado pelos dentes do rapaz.

Ele ficou alguns segundos ali, fazendo movimentos circulares envolto ao bico, até Sakura lhe puxar os cabelos e trazer seu rosto para beijá-lo. Novamente travaram uma batalha com as línguas unidas, entrelaçando-as uniformemente.

A moça, sentindo o membro do rapaz roçando em sua intimidade, tratou de tentar se soltar do aperto, distanciando as bocas, e inverteu as posições, descendo da mesa e fazendo Sasuke se apoiar ali.

Agora seria ela quem ditaria as regras e mostraria para ele o que era o verdadeiro sexo e suas preliminares.

Usou o dedo indicador para traçar uma linha desde o peito até o botão da calça social dele. Desabotoou aquela peça de roupa, abaixando o pano para visualizar o volume sob a cueca box branca.

Sexy, incrivelmente sexy era esse homem com essa box clara.

Mordeu o canto do lábio inferior, apalpando com a mão direita sobre o pano o membro rijo. Sorriu de canto ao perceber Sasuke perdido em luxuria.

Desceu a cueca, deixando livre o órgão genital. Aproximou-se, sorrateiramente, passando a língua no comprimento, até a glande, deixando sua saliva umedecê-lo. Com a mão direita, fez movimentos de vai e vem, rigorosamente, fazendo Sasuke soltar algumas palavras desconexas.

Continuou com os movimentos por algum tempo, até sentir a mão de Sasuke sobre a sua, impedindo-a de continuar. Olhou-o com um biquinho nos lábios, e ergueu o próprio tronco, beijando-o novamente, enquanto sentiu as mãos másculas tocarem seus seios.

Novamente, Sasuke inverteu as posições, prensando-a entre a mesa e o corpo definido. Sentiu a ereção pulsante tocar-lhe a barriga sobre a blusa. Suspirou.

— Vamos ao que interessa, não aguento mais. – falou num tom possesso, com os dentes trincados.

Precisava senti-lo dentro de si, invadindo-a com vontade. Assim como sua mente imaginava a cena, Sasuke pareceu ouvir suas preces, a ajudando a se livrar daquelas roupas cafonas que usava e tomando-a num só impulso.

 Sentir aquele pedaço másculo dentro de si a fez diluir-se em luxuria, agarrando as costas largas dele, enquanto era invadida com estocadas fortes.

— arrrh. – gemia ao mesmo tempo em que mordia o ombro esquerdo do moreno, abafando a maioria dos sons venosos que gostaria de proferir.

O moreno urrava de prazer a cada estocada. Mais forte e fundo, sempre com a habilidade de anos de sexo. Agarrava a fina cintura, impulsionando-a para si na mesma sincronia que seu corpo impulsionava para frente, chocando as intimidades e deixando um som único no ar.

— Que delicia. – murmurava vez ou outra, perdido no prazer da carne.

Permaneceram assim por mais algum tempo, ambos com as respirações aceleradas e o corpo coberto de suor. A sala, ar condicionada, não mais parecia conter o frescor de antes.

Sakura chegou ao ápice, mordendo o ombro ainda mais forte, e cravando as unhas nas costas do homem.

Sasuke estocou mais fundo, uma, três vezes, até atingir seu máximo, sentindo sua libertação.

Após o clímax, permaneceram em silêncio absoluto. O som das respirações era a única coisa audível na sala. Sasuke saiu de dentro da Sakura, sentindo seu líquido espesso escorrer por seu membro. As pernas de Sakura estavam bambas, e ela teve de se apoiar na mesa ainda mais, pois o corpo que lhe sustentava se afastou.

Ajeitando as calças, Sasuke a olhou. – Acho melhor se retirar, senhorita Haruno.

Não tinha mais nada para resolverem. Acabaram de transar e admitia, foi uma das melhores transas de sua vida, porém, não tinham mais nada para conversar e isso era algo irremissível.

— Tudo bem... Antes eu queria apenas lhe mostrar uma coisa. – Sakura falou hesitante.

Olhou-o nos olhos, esperando pela resposta do homem.

— Fale.

— Feche os olhos. Primeiro, sente-se ali – empurrou o corpo masculino até a cadeira dele. – Agora, feche os olhos, prometo que não vai se arrepender.

Por um momento, Sasuke pensou em discordar, entretanto achou melhor acatá-la, pois achava que a jovem sairia correndo de vergonha após o ato que praticaram. Fechou os olhos, sentindo sua mão ser pega.

— O que você-

— Sh. – pediu Sakura, e só então, após abrir os olhos, percebeu estar com as mãos algemadas na cadeira.

— Que porra é essa? – falou, olhando para a mulher, que lhe sorria como se tudo estivesse absolutamente normal. – Me desamarra, agora!

— Mandei calar a boca. – sem esperar, retirou da bolsa, onde havia retirado também as algemas, um lenço preto.

Usou o lenço para amarrar a boca do homem, o que não foi nada fácil, pois ele insistia em balançar o corpo e chacoalhar a cabeça. Teve que correr até a porta e trancá-la para garantir que ninguém ousaria entrar ali. Tinha que admitir: foi uma boa hora trazer as algemas, havia pressentido que algo bom aconteceria, e sempre que isso acontecia trazia suas algemas consigo.

Sasuke, se remexia, tentando gritar e tendo os sons abafados pelo tecido. Era até mesmo engraçado vê-lo assim, e Sakura soltou um risinho antes de tirar de sua bolsa o alicate, este que sempre, incondicionalmente, levava consigo para todos os cantos.

Ao visualizar aquela ferramenta, o moreno se desesperou ainda mais. Achava que seria roubado, o que não o assustou tanto, até olhar para a mão feminina que se aproximava de si, com aquele utensílio medonho. “O que diabos essa mulher faria consigo?”, pensou em total desespero.

— Não se desespere, querido. Sinta-se privilegiado por ser escolhido como oferenda. – falou mansa ao se aproximar de Sasuke, abaixando o corpo e ficando próxima as pernas dele, que tentavam chutá-la a todo custo.

Teve que amarrar as pernas também, usando o pano da mesa, pois não tinha mais nada para servi-lhe de corda. Com muito esforço conseguiu, e sem esperar por mais, desabotoou a calça dele, e arriou o zíper.

— Você será a minha oferenda... – disse, ao aproximar a ferramenta.

Sasuke gritava, tentando ser ouvido por alguém de fora. Parecia inútil seu esforço, pois os sons eram mínimos e, provavelmente, ninguém o escutaria. O desespero tomou conta de si assim que sentiu a ponta fria  da ferramenta lhe tocar, e fechou os olhos, sentindo as lágrimas pedindo para saírem.

“Não, por favor, não.”, tentava dizer, implorar, mas não era ouvido.

Sakura ignorava qualquer suplica, e sem delongas, pressionou as suas abas do alicate, sentindo o líquido em suas mãos. O órgão genital masculino caiu sobre as calças de Sasuke, que urrava de dor. A boca de Sakura sibilava palavras desconexas, um ritual, para ser mais exato. 

O sangue, escarlate, jorrava. Sem compaixão, Sakura colocou o pedaço do homem dentro do pote, que também carregava em sua bolsa, e o guardou rapidamente. Ergueu as mangas de sua blusa para não ser percebida por ninguém, pois estavam pingadas de sangue.

Pegou sua bolsa, pôs no ombro e saiu desfilando da sala. Olhou para trás uma única vez, apenas para gesticular com a mão, despedindo-se de seu “amante” e “oferenda”. Fechou a porta atrás de si, e marchou até a saída do prédio.

Agora, seus deveres aqui na terra estavam completos!


Notas Finais


Obrigada


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