1. Spirit Fanfics >
  2. Cor Sanguinária: Azul (Imagine Jimin - BTS) >
  3. Sangue Azul

História Cor Sanguinária: Azul (Imagine Jimin - BTS) - Capítulo 2


Escrita por:


Capítulo 2 - Sangue Azul


Meus instintos me incentivaram a abusar dos lábios do rei tão tímido que não negou meu beijo. Meu coração estava acelerado, órgão este que até então pensava não funcionar, porque não precisava do mesmo para sobreviver. Seus lábios eram macios e sedosos, era notório que o Park cuidava tão bem quanto sua pele e cabelo. Não estava resistindo mais, invado sua cavidade bucal para poder buscar mais intensidade de nosso ósculo. 

O rei Jimin soltava lufadas perto de meu rosto entre outros arfares em resposta do nosso delicioso beijo. Seguro seus braços o aproximando mais de meu corpo após sentir mãos segurarem minha cintura, mas pareciam incertas se realmente poderiam fazer tal ato. Mordo, lambo e chupo seus lábios me satisfazendo mesmo com tão pouco de si. Gemia junto a ele conforme nosso beijo ficava mais intenso e necessitado, contudo, me surpreendo quando o jovem para tudo.

── Acho que não deveríamos fazer isso de novo.

── Por que não?

── Sou comprometido a casamento.

── Não gosta dela de verdade, não é? ── Me afasto um pouco de seu corpo procurando ver seus olhos que buscavam o chão. Jimin parecia respirar fundo várias vezes antes de ter coragem de me olhar. Sorrio galanteadora para si. ── E ainda não está casado, deveria aproveitar as oportunidades que surgem, vossa graça. ── Faço graça, gargalhando em seguida. ── Eu sou única, não existe outra igual ou parecida comigo neste reino. ── E realmente, não existia um demônio como eu.

── Imagino que sim, mas por favor, não faça de novo.

Logo abriu a porta de meu quarto e saiu como se sua vida dependesse disso. Sei que ele gostou do beijo e que desejava isso tanto quanto eu. O perturbaria mais vezes, o rei não perdia por esperar.


Duas semanas haviam se passado e nada dos suspeitos que destruíram com vidas de meu povo como se tivessem tal atrevimento. Isso não só me irritava, minhas irmãs já queriam arrancar minha cabeça pela demora para encontrar os tais indivíduos. Alguns suspeitos sobre o crime haviam sido presos com algumas provas e denuncias dos súditos. Ninguém sabia que eu me encontrava no palácio, para que não houvesse escândalo, apenas a família real, os carcereiros e os guardas. 

Park me evitava muitas das vezes que tentava me aproximar de si, no entanto, ao invés de me embravecer, apenas me incentivava a incitá-lo com frases com segundas intenções mesmo que na frente de sua noivinha. Aliás, já brigamos muito por causa do reizinho. No entanto, é claro que ela sempre perdia argumentos comigo e uma vez quase ousou em me bater, porém fui mais rápida e segurei seu braço, deixando-o roxo por conta da minha força.

Quando deu o meio da noite visitei minhas irmãs e meu clã que comemoravam com uma festa. Não fiquei surpresa quando me ameaçaram caso se não conseguisse o que queriam. Nem se quer me ofereceram a caça que conseguiram e compartilhavam para comer, porém fingi não ligar. Assim que voltei a casa do rei, me surpreendo com a sua presença no salão.

── Olha quem eu encontrei. ── Se assustou com minha voz. Parecia assinar uma carta em seu trono e foi inevitável ver suas bochechas corarem comigo. ── A minha presa favorita!

── Peço para que não se dirija a mim desta maneira.

── Você gosta.

── Não, não gosto! ── Disse depois de selar a carta com cera. ── Foi visitar seu clã?

── Não te interessa, ovelhinha! ── Subo as escadas em sua direção até ficar em sua frente. Seus olhos pareciam brilhar ao notar minha presença próxima da sua.

── Sou o rei, não sou?

── Não manda em mim, ovelhinha...

── Agora sou ovelhinha? ── Riu de meu apelido e aprecio seu sorriso bonito. ── Está bem, faça o que achar melhor.

── Acharam mais provas dos suspeitos?

── Sim, ao que tudo indica, alguns deles foram responsáveis, mas como não... ── Ficou sem graça quando toquei seus fios macios e abaixou o olhar. Tão bonito! ── Não disseram se tiveram mais envolvidos, q-queria saber o-o que você quer fazer.

── Torturem.

── O-O que?

── Torturem até falarem, com certeza aquela quantidade não teria feito toda aquela tragédia, seriam mortos se não tivesse mais gente e acredite, teve mais gente! ── Vou chegando meu rosto perto do seu e ele não pareceu querer se esquivar de mim igual as outras vezes. Sorrio satisfeita com sua atitude e lambo sem nenhuma vergonha seu lábio inferior de maneira mais sensual que consegui, o assistindo fechar os olhos com o ato. ── Até amanhã, ovelhinha!

Os dias foram passando e as provocações foram aumentando ainda mais, desta vez, sem ser negada ou rejeitada pelo rei e isso enchia meu peito de ansiedade e excitação em tê-lo para mim. Éramos muito discretos, ninguém suspeitava que eu atraía a atenção do rei para mim e vice-versa.

Assisti todas as torturas e enfim os presos confessaram o nome de todos que os ajudaram a fazer aquele crime. Houve um julgamento e era óbvio que não aceitava menos que a decapitação ou a forca para todos eles. Jimin tentou me persuadir para mudar de ideia, contudo, era aquilo ou teria que fazer o pior com o rei. Ele sabia disso e sabia também que caso negasse, não conseguiria derrotar os vampiros. Sei que não teria coragem de fazer nada comigo, até porque aprendeu a me querer assim como o quero. Eu não seria diferente.

Depois do dia da morte de todos os presos, as pressas fui dar as boas novas ao meu clã que fizeram mais uma festa em comemoração a vingança. Todos me parabenizaram, todos queriam apertar minha mão ou me dar um abraço, dizendo o quão forte era, igual aos meus pais. No fundo, aquilo era falsidade, mas pelo menos consegui o respeito que tanto queria no meu próprio povo.

Minha comemoração seria com uma pessoa e ela não irá escapar de mim!



── Você é como uma pobre e inocente ovelha, majestade. ── Sorrio fazendo com minhas presas, sedentas por ele, fiquem mais amostras. ── E isso me atrai. 

── Já me cansei de fugir de você. ── Suspirou com satisfação e seus olhos semicerram, analisando todo o meu rosto. Com um certo receio, Park inicia um carinho em minha bochecha direita com os dedos. ── Eu te quero!

── Não vai poder voltar atrás, Park.

── Não irei, é uma promessa.

── Talvez se arrependa. ── Seu sorriso cresce e o mesmo nega com a cabeça. ── Posso acabar... me descontrolando e você... não irá aguentar... ── Me surpreendo com seus lábios sendo prensados nos meus com urgência e desejo.

── Se descontrole comigo. ── Sussurrou ainda encostando sua boca agora molhada com a saliva e inchada pelo esforço na minha, sem desviar seu olhar cheio de luxúria do meu. ── Não se segure, não agora. ── Seu pedido quase me fez revirar os olhos em deleite. Seguro seus fios capilares da nuca entre meus dedos e o puxo em direção a mim novamente, a última coisa que consegue fazer é gemer em resposta ao ato.

Com a mão livre, ouso tocar em seu pescoço que estava arrepiado e nele consegui sentir a sua veia sobressaltada e só na ideia de ter minhas presas ali, fico mais excitada ainda. Nossos beijos ficam ainda mais molhados e quentes. Sem a necessidade da pressa, passo minha língua em seu lábio inferior e me afasto em poucos centímetros apenas para ver sua reação. Seus olhos se abrem depois de perceber que não me aproximei mais de si, suas mãos apertam minha cintura mais que o espartilho que visto, arrepiando todo meu dorso. Passo minhas unhas propositalmente de leve em sua veia sobressaltada e mesmo com meu vestido, sinto-o pulsar em minha coxa e rio vitoriosa.

Volto a beija-lo e mais estalos de beijos puderam ser ouvidos por nós mesmos. Chupar sua língua virou meu mais novo vício. Parecendo insatisfeito, o rei adentra com uma de suas mãos em meus fios e os aperta entre os dedos, tal ação me fez soltar um suspiro excitado. Tinha a impressão que sua boca fazia massagem na minha, mas antes que pudesse me satisfazer ainda mais com apenas aquilo, Jimin se afasta aos poucos e noto que era por falta de ar em seus pulmões.

Sem deixa-lo pensar muito ou até mesmo descansar, seguro o pequeno decote de sua camisa de tecido fino e branca e a rasgo até a altura de seu umbigo. Foi impossível não umedecer ainda mais por causa de seu corpo bem trabalhado e sei que suas coxas serão o meu próximo maior pecado. Vejo que suas bochechas ganharam um tom rosado pela vergonha e dou um selinho em si, mesmo o vendo ofegante. O jogo em sua cama e subo em cima de si, sentando-me sobre sua barriga e Park revira os olhos quando sente o molhado de tesão em meu tecido. Rio de sua reação e selo seus deliciosos lábios mais uma vez. Seu pescoço ganha minha atenção desta vez.

Lambo o lugar onde sua formosa veia estava me seduzindo e penetrá-la. O arfar de satisfação de Park enche meus ouvidos e ouso deixar uma mordidinha de leve no local. Vejo que, o rei pensou que chuparia seu sangue naquele lugar, meu sorriso maldoso cresce, principalmente depois de ver seu rosto se contorcer em receio. Para tentar agradá-lo mais uma vez, chupo sua derme arrepiada e sensível, e como resposta, o moreno puxa o ar entre os dentes, enquanto fazia um carinho em meus fios. 

── Ainda não provei de todo seu corpo, mas já posso afirmar: ── Me aproximo de sua mandíbula só para sussurra apenas para si, e quem sabe assim, ficar para sempre cravado em sua memória. ── você é uma delícia.

── H-Humm... ── Arranho seu peitoral com minhas unhas, sentindo-o arquear a coluna. ── E-Eu... onw, também quero t-te tocar!

Não o respondo, preferi passar minha língua cheia de saliva pela sua clavícula até um de seus mamilos. Sua respiração descompassada e o calor que sua pele emana, me deixava com pouca sanidade. Brinco um pouco com um de seus mamilos e Park tremelica com tesão. Observo seus dentes maltratando os lábios inferiores numa tentativa de reprimir seu gemido de pura excitação. Passo minhas unhas na pele de perto da barra de sua calça e uma veia charmosa veio de encontro a mim. Se até de baixo do umbigo existia uma veia, com certeza, seu pau já deve se encontrar cheio delas. Terei que me segura para não morder seu falo. 

Minha língua faz um novo trajeto até o outro mamilo que estava tão sensível e arrepiado quanto o outro, porém, não abandono minha mão barra de sua calça, fazendo alguns carinhos e arranhões por ali. Queria marca-lo não só em sua pele, mas também em sua memória. Seu gemido melodioso e cheio de vontades preenche não só o quarto, mas como também, minha cabeça, que estava pronto de explodir com todas aquelas sensações. Saber que estou dando tanto prazer assim para o rei fazia minha boceta se contrair de ansiedade.

E assim se processeguiu, cada arfar e gemido necessitado do homem abaixo de mim, minha boceta se contraía, inchava e mais molhada ficava. Depois de brincar com seus mamilos rosados e deliciosos, com lentidão e intensidade, beijava e chupava cada pedacinho de seu abdômen deixando meu hálito arrepiar o local. Seus dedos continuam com o carinho em meu coro cabeludo ainda com certo receio, porém não o impeço de continuar. Sua barriga tremelica mais uma vez, porém agora com ansiedade. Seus olhos reviraram quando meu músculo aveludado e molhado dança sobre a veia perto da barra de sua calça. Minha ansiedade e tesão crescem e sem mais demoras, arranco sua calça e tecidos que o cobrem de minha visão demoníaca e cheio de desejos do rei.

O olho de cima e... oh céus! Park Jimin era uma obra de arte, uma pintura divina, o maior pecado que jaz na terra, o símbolo da perfeição e do tesão. 

Suas bochechas eram tão rosadas quanto seus mamilos e seu pau. Duro, cheio de veias como havia imaginado, mas com certeza, ver era mil vezes melhor. Suas coxas estavam livres dos panos, mas ainda estava com a camisa que rasguei e preferi deixa-lo assim mesmo. Sua pele leitosa marcada por meus arranhados e chupões o deixava ainda mais gostoso e vê-lo latejar pelo simples fato de ser analisado e admirado por mim já me fez perder as estribeiras.

── Espero conseguir me segurar para não morder seu pênis, meu senhor.

── Humm... ── Resmunga, mas não parecia incomodado com o que eu disse.

Espero que esteja tão louco de tesão quanto eu.

Maneio minha mão em seu falo ereto, sentindo o calor que emanava, a umidade que possuía e a dureza que estava. Um gemido levemente alto foi solto nos lábios que Park, sua cabeça se arqueou, mostrando-me seu pescoço molhado com o suor, logo, sua mão direita puxa os lençóis perto de sua cabeça. Então inicio a masturbação com lentidão, para poder aproveitar a textura da sua carne excitada. Sua uretra não parava de abrir e fechar, expelindo seu pré-gozo, e os gemidos manhosos invadem o quarto numa necessidade avalassadora. Sua glande brilhava com a luz do sol que entrava na janela e parecia me chamar para deixa-la ainda mais molhada. Sinto-me tão úmida ou ponto de pingar na cama do rei. Tenho certeza que se ele for esperto, não iria querer limpar aqueles lençóis.

Suas bolas, arriadas por conta do calor que sua derme acumulava, pareciam meu sonho de consumo. Totalmente delicioso. 

── P-Pode parar de m-me olhar desse jeito e m-me chupar?

── Te deixo sem jeito?

── S-Sim.

── Quer que eu te chupe, é?

── P-Por favor!

── Onde? ── Acelero meus movimentos em seu falo e o som molhado de minha palma em contato a sua genitália fez seus olhos se revirarem, no entanto, não excuto sua resposta. ── E pede com jeitinho para mim.

── Por favor, chupe m-meu pau, p-por favor, S/N!

── Quer ficar todo babadinho, humm? ── Me ajeito melhor entre suas pernas, assoprando sua glande e se contrai em resposta. ── Olha só, tão submisso a mim.

Meus seios pareciam apertados demais sobre o tecido de meu vestido, no entanto, sei que meus mamilos eram bem visíveis e as vezes capturavam o olhar de Jimin sobre eles. Iria deixa-lo na vontade de tocá-los por enquanto. Agora a única atenção que quero é seu olhar sobre o meu trabalho em seu pau. Uma gota de seu líquido de prazer ia escorrendo por sua extensão, mas rapidamente o lambo. Park puxa o ar entre os dentes segurando o lençol entre os dedos, mais uma vez. Respirou fundo antes de eu rodear minha língua em sua longitude, e com a mão livre, massageava suas bolas lisas e macias. Mais gemidos manhosos enchiam meus ouvidos e pareciam mais necessitados ainda. 

Sentir as veias de sua carne daquela região pulsarem com o contato de minha língua fez Park soar ainda mais, seus dedos em meus cabelos de apertam e quase rosno com o contato. Sem esperar mais, abocanho seu íntimo, olhando diretamente para o homem, mais uma vez um revirar de olhos foi gravado por mim, sua boca se abriu, porém nenhum som saiu. Satisfeita com sua reação, chupo sua cabecinha sensível, não esquecendo de seus testículos que se contraíam pelo toque inesperado. 

── Isso é-é tão... gostoso! ── Sua respiração pesada se faz mais presente e sua voz melodiosa excitou minha boceta mais uma vez. ── Por f-favor, n-não pare! ── Reviro os olhos em deleite de suas palavras cheias de tesão e satisfação sexual. Abandonando um pouco seu pau, conectados apenas com a saliva na ponta de meu lábio inferior com a sua glande, vendo que o deixei mais molhado do que já estava, vou em direção as suas bolas, enchendo minha boca com elas. ── A-Anw, que delícia! ── Não se importou em falar em alto e bom som com o sexo oral que fazia em si.

Suas pernas se afastam, porém com a minha mão livre, invés de masturbar seu pau, vou em direção ao meu clítoris inchado, gemo quando toco em pontos que sei que são sensíveis. Depois de dar bastante atenção aos testículos, chupo suas coxas, arranhando-os com meus dentes afiados, notando a derme ficar arrepiada. Seu falo ganha minha boca mais uma vez, faço vibrações com a boca enquanto a sucção se torna mais intensa. Sua carne parecia latejar com mais pressa, então paro com a ação, já sabendo que o rei estava prestes a gozar. 

── Por que parou?

── Você não quer me tocar? ── Minha pergunta pareceu surtir efeito em si, que sorriu em resposta e sentou na cama.

Me puxou para cima de seu colo e mais uma vez nos beijamos. Com seus dedos habilidosos, o rei desamarrou o laço de meu espartilho e rapidamente arrancou todo o meu vestido de meu corpo. Seus olhos brilham com a visão de meus seios eriçados. Sorrio com isso e acaricio seu rosto com meus dedos. A pulsação de seu coração foi capaz de ser sentida por mim através de sua veia do pescoço e rio ao constatar que estava vacilando em alguns batimentos. O humano sorri também, me puxando para mais um beijo com ternura. Minha derme se arrepia com o ato e não êxito em aproximar meu corpo no seu. Suas mãos dançam aleatoriamente em minhas costas, me fazendo suspirar. Rodeio seu pescoço com meus braços, esfregando minha intimidade na sua. Chupo sua boca, com a intensão de pregnar seu gosto em meu paladar.

Seus arfares com minhas ações, meus gemidos com seus toques, eram uma troca sincera. Quando sua língua se enroscou na minha, seu pau latejou de maneira brusca debaixo de meu botãozinho carente, então ofego arranhando seus ombros por cima da camisa rasgada. Meus peitos logo ganham atenção de suas mãos. Com certa incerteza e timidez, Jimin massageia-os com suas mãos quentes e delicadas, roçando os dedões nos bicos e os apertando de leve em seguida. Sua língua busca meu lábio superior quando me afasto um pouco de si para arfar em reação aos seus toques. Com mais confiança, o mesmo aperta com mais força meus músculos sensíveis. Agora sua boca busca por meu pescoço e ao contrário de mim em si, planta selares carinhosos em minha derme. 

Achava que era impossível ficar mais excitada do que já estava, porém, Park me surpreende a cada toque em mim. Sua boca chupa minha mandíbula, dou mais espaço para que ele possa ter mais liberdade. Assim o faz e com uma das mãos livres, segura meu pescoço e a outra aperta a minha bunda. Propositalmente esfrego meus seios em seu peitoral duro e soado, ato esse que não foi negado. O rei desce seus beijos para a polpa superior de um deles. Mordo meus lábios puxando seus fios da cabeça, ouvindo um gemido de sua parte assim que abocanha esse seio. 

Sua boca estava cheia com meu músculo, mas suas chupadas não doíam, muito pelo ao contrário. O barulhinho de sua boca em contato ao meu peito deixava tudo mais gostoso. Respiro fundo quando seus dentes prendem meu mamilo duro. Sem nenhuma delicadeza, o que me surpreende vindo dele, me jogou na cama e chupou o outro seio. Suas costas ganham novos desenhos de minhas unhas em si. Abro minhas pernas para poder acolhe-lo melhor em meu meio. Minha boceta quente encosta em seu peitoral e não resisto e roça-la em si. Ele soltou uma risada notando minha necessidade de contato naquele lugar.

Mal sabia ele que minha maior vontade estava quase me matando por dentro. 

Minhas mãos tremiam de ansiedade só pela ideia de ter o rei com a cabeça no meio de minhas pernas enquanto aperto meus seios numa tentativa de acabar com o tesão que me incendeia por completo. Plantou vários selares em toda a minha vagina e fez questão de demorar e se desconectar de meu clitóris quando o tocou com seus lábios molhados de saliva e macios de tão hidratados. Sua língua marcou presença por cada cantinho de minha intimidade, e como se quisesse marcar território, chupou com gosto onde eu demonstrava mais vulnerabilidade com meus gemidos. Não deixava seus cabelos em paz, aliás, seus gemidos me diziam que gostava daquele tipo de maltrato. 

── Quem diria, o-o r-rei... A-Anw! ── Sou interrompida com a sua língua fazendo uma espécie de zig-zag em meu botãozinho que visivelmente vibrava por mais daquilo. ── A-Aí, faz de novo, b-bem aí! ── E assim o fez, ao mesmo tempo que olhava minhas reações. Quase rasgando seus lençóis, gemendo gostoso o seu nome em satisfação. ── Quem d-dira que o r-rei estaria fazendo s-sexo o-oral n-numa vampira... onw!

── E estou adorando cada segundo, gostosa! ── Enfiou a língua em minha entrada depois de apertar uma de minhas nádegas. Fecho os olhos com força, sentindo minhas células ferverem em resposta, mesmo sendo uma vampira, sentia o fogo do tesão arder cada vez mais.

Não querendo esperar mais, jogo Park Jimin sobre sua cama mais uma vez, ouvindo sua risada gostosa me arrepiar os braços. Me posiciono em cima de si, rebolando em cima de seu pau, para frente e para trás, o sentindo vibrar com toque de minha boceta em si. Nossos gemidos manhosos invadem o quarto mais uma vez e as paredes viraram nossas testemunhas. Meu pré-gozo deixa seu mastro ainda mais molhado, melando sua barriga também e em resposta, Jimin puxa o ar entre os dentes depois de apertar meu quadril na intensão de me incentivar com o ato. Ajeito meus fios para atrás de meus ombros, pois colavam em minha derme e me incomodava. 

Não querendo esperar mais, encaixo minha boceta em seu pau e tudo ao meu redor pareceu girar. Tinha certeza que, assim que abrisse meus olhos, eles brilhariam de mais desejo ainda. Conectados pelo sexo. Pelo tesão.

Cavalguei do jeito que queria, forte e com pouca velocidade. O som dos nossos sexos se chocando deixava tudo ainda mais delicioso, todavia, não conseguia tirar os olhos de seu pescoço molhado. Tão sexy! Park Jimin era meu mais novo vício e isso não poderia negar jamais. Seus gemidos se misturavam com os meus, gemidos esses de querer mais e mais daquele contato intenso, forte e que ia acelerando aos poucos.

Seu pau parecia inchar dentro de mim e isso por si só me enlouquecia, o que restava de consciência em mim se esvaiu.  

── Quero beber seu s-sague azul... ── Só raciocinei o que eu mesma disse quando Park me olha com certa urgência. Então só ali notei que nem piscava e que minha atenção era apenas em o quão bonito e gostoso Jimin ficava quando estava tão perto de gozar.

── Você q-quer? ── Perguntou com o olhar sugestivo, me deixando confusa em minha mente. ── Vem! ── Me mostrou o lado direito do pescoço e arregalo os olhos não acreditando no que ouvi e vi. Contraindo ao seu redor, o ouvindo gemer alto comigo. ── Faça isso antes q-que eu goze...

Não querendo que o rei mudasse de ideia, abocanho seu pescoço maravilhoso, chupando sua derme salgada e molhada por conta do suor o ouvindo arfar e segurar outro gemido alto, pois isso o deixou mais inchado e duro. Não parei de quicar em cima de si, meus gemidos eram abafados em seu pescoço. Seus dedos mais uma vez invadem meus fios, acariciando o coro me fazendo suspirar em deleite. Passo minha língua por cima da veia que tanto eu ansiava para violentar. Acelero meu ritmo, já imaginando que isso afetaria o humano. E assim foi feito.

Segurou meu quadril com mais força e tentou controlar sua vontade de gozar antes que eu invadisse sua pele. A ansiedade de seu olhar mostrava o quanto ele esperava aquele momento e Jimin sabia que o quão mais rápido eu ia, mais perto estava a morder seu pescoço e aquilo pareceu incomodá-lo um pouco. Sorrio maldosa, assim que sinto que estou perto, gemendo em seu ouvido sobre o quão delicioso aquela foda estava sendo gostosa para mim, não espero mais e mordo seu pescoço, bem em cima da veia. Escuto seu grunhido misturado a uma vontade de gritar pela dor, porém, seu pau duro que escorregava cada vez com mais facilidade e pressa dentro de mim denunciava que ainda estava excitado.

Bebo o seu sangue enquanto sentida meu gozo escorrer pela minha entrada, molhando até a base de seu pau. Minha maior vontade foi feita e me encontro satisfeita. Mas, visto que os gemidos manhosos por sua parte ainda não acabaram, continuo, mesmo que com certa dificuldade, os meus movimentos em cima de si. Arfo sensível, pois havia acabado de gozar. Meu hálito quente se mistura com a ardência e a dor da ferida em que causei no humano que grunhi mais uma vez. E não demorou muito para que a nossa foda terminasse com jatos de prazer quentes e viscosos dentro de mim na parte dele. Gemeu alto em satisfação e com o fim do tesão.

Minha boca se desgruda de seu pescoço e sento sem me desconectar de si ainda. Assisto seu rosto se contorcer em sensibilidade, porém não sabia dizer se era por causa do machucado que fiz ou pelo fato de ter “quicado” em si. Seu sangue, tão vibrante em vermelho quanto meus olhos devem estar, escorrendo por seu pescoço, indo em encontro aos lençóis e sua camisa rasgada ganharam minha atenção por um momento. A primeira maravilha do universo estava na minha frente, deitado abaixo de mim.

── Achou que fosse azul de verdade? ── Rio de sua pergunta, batendo em seu peito ouvindo sua reclamação depois.

── Se sente bem? ── Assentiu com a cabeça com um sorriso satisfatório, fechando os olhos em seguida. ── Vai dormir? ── Confirmou mais uma vez com a cabeça. ── Posso dormir com você?

── Achei que vampiros não dormiam.

── Sinta-se especial com isso. ── O rei riu de mim e quando nos desconectamos pelos sexos, o abraço, sendo correspondida e daquele jeito mesmo ficamos até sonharmos.



Notas Finais


como foi o capítulo para vocês? espero que tenham gostado! desculpe a demora, mas eu tive problemas com a internet e ainda tive que escrever pelo celular >>O QUE EU ODEIO<< mas dei meu jeitinho e conseguir passar os arquivos para o computador e escrever no word (eu escrevia no google documentos)... dias de luta, dias de glória, né?

quero saber, o que vocês acharam da segunda fic da coletânea?

quero fazer uma #publi de mim mesma porque ninguém me contratou para fazer de outra pessoa ainda kkkkk então vamos lá!

⚠eu sou muito mais ativa no wattpad (link na minha bio) e lá também posto fanfics antes de postar aqui e interajo muito mais com os leitores. então se tiverem uma conta lá, por favor, me sigam!

bom, é isso. obrigado por lerem! amo vocês!💖

de: @kappotou


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...