História Coração no limite - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Bad Boy, Comedia, Destino, Drama, Luta, Moto, Musical, Perfect, Revelaçoes, Romance, Superação
Visualizações 126
Palavras 1.204
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Even


Fanfic / Fanfiction Coração no limite - Capítulo 1 - Even

-chegamos!-Mary diz eufórica por conta de estar bêbada. 

Eu olho para ela por um segundo ainda preocupada.Pois ela estar dirigindo bêbada e quase me matou de susto essa noite.Ela insiste em querer dirigir mesmo bêbada.Sinceramente eu vim pedindo a Deus que me proteja, pois não sei quem é a mais sem juízo.Eu por vim em um carro com uma pessoa bêbada ou a Mary bêbada na direção.Mas lembro que essa garota é impossível de domar ou acatar ordens.Mary é totalmente sem juízo. 

-tem certeza que não quer dormir aqui?-pergunto tirando o cinto de segurança.

 Ela joga a cabeça para baixo e suspira.

 -eu já te falei pela décima vez que não. 

-estou preocupada com você-aperto os lábios. 

Olho nos olhos verdes de Mary com o lápis de olho já todo borrado e sua expressão cansada.

 -Eu estou bem.Amanhã estarei melhor ainda-Sorri animada.

Como ela consegue ficar animada depois de uma noite cansativa como essa...

 -Bom, me manda mensagem quando chegar em casa-cerros os olhos.

 Mary faz sim com a cabeça. 

-agora preciso dar uma de ninja-aponto para a minha casa.

 -vou torcer para o seu pai não te matar- cruza os dedos. 

Se ele me ver chegando essa hora com certeza vai me matar.

-obrigada pela positividade-cantarolo abrindo a porta e saindo do carro. 

Mary liga o carro.

 -amanhã esteja disposta, pois preciso escolher o meu vestido para o evento do meu pai e você precisa me ajudar a está sensacional, pois maravilhosa eu já sou. 

Sorrio balançando a cabeça.

 -É apenas um jantar, Mary. 

-é O jantar.Alguém muito especial vai jantar casa, pois meu pai está todo empolgado-Diz animada. 

Fecho a porta do carro. 

-conversamos amanhã na faculdade-mando um beijo no ar-fica bem e descansa.Boa noite.

Me afasto do carro e então vou em direção da minha casa.Antes de abrir a porta tiro meu salto para não fazer barulho.Caminho pelo escuro torcendo para não tropeçar em algo.Assim que entro fecho a porta e de fininho vou em direção da porta de correr da cozinha. Antes que eu pense em chegar perto da porta a luz da sala se acende e eu dou um grito saltando pra trás. 

-puta que pariu!-Digo quando me viro e vejo meu pai sentado na sua poltrona com os braços cruzados me olhando.

Os seus cabelos com alguns fios grisalhos estão bagunçados e ele está de pijama xadrez.Ele não parece nada feliz ou satisfeito em me ver.Ele está bravo.poucas vezes eu vejo meu pai bravo, mas essa é das vezes que ele fica bravo comigo.

 -nossa pai, você por aqui-forço um sorriso. 

Eu não pedir para ir em uma "festa" essa noite.Na verdade fui em uma luta ilegal em um prédio abandonado do outro lado da cidade.Mary me arrastou e fez chantagem emocional para conseguir me convencer.Jamais vou falar para o meu pai que era uma luta.

Ele continua me olhando. Tento disfarçar quando jogo o meu salto e minha bolsa atrás do sofá pra ele não ver.

 -eu vim buscar um copo de água.Acordei com um cede. 

Me sinto ridícula. Quem em santa consciência acorda com cede vestida em um vestido cheio de brilho e de festa. 

-Você tem algo para me contar?

Olho para os lados e então respiro fundo balançando a cabeça. 

-Bom, eu tenho algo para te contar-meu pai se levanta e cruza os braços.

 Fico em silêncio. 

-Você está de castigo-ele vai em direção das escadas. 

-o que?merda...Pai...puta que pariu. 

Ele para de andar e se vira para mim.

 -olha a boca.Sem palavras de nível baixo aqui em casa.

 -desculpa pai, mas na terça-feira eu tenho o jantar na casa da Mary e...

Ele continua subindo degrau por degrau.

-foi apenas uma festa pai e não que eu quis se ir.Na verdade eu queria, mas...

 -C-A-S-T-I-G-O.

 Ele sobe as escadas sem dizer mais nada me deixando sozinha na sala.

  Bom, parece que a ideia de sair para uma "festa" escondida não deu muito certo. Eu não posso perder o jantar na casa da Mary.Ela precisa de mim.Praticamente me obrigou aceitar o convite.

 Pego as minhas coisas e subo para o meu quarto.Assim que entro fecho a porta e jogo as minhas coisas no chão.Pego meu celular na minha escrivaninha e desbloqueio a tela.Vejo três ligações perdidas no meu pai.Jogo o celular na cama e tiro o vestido de festa. Antes de me deitar tomo um rápido banho e tiro toda a maquiagem pesada que usei essa noite. Volto para o quarto e pego o meu celular.

 Mary <3 

Cheguei bem! Estou ansiosa para  comprar roupas para o jantar!!!!! Aaaaaa não vejo a hora. Beijos  

Coloco o celular na cômoda e afundo a cabeça nos meus confortáveis travesseiros.Assim me entro debaixo das cobertas encaro o teto até pegar no sono.

 ******************************

 Desço as escadas cantando summertime sadness/Lana del Rey/ por enquanto que balanço o corpo conforme a música vai avançando.Ao chegar no último degrau jogo as mãos para cima e balanço o quadril de uma forma leve.Então corro para o sofá e me jogo.Fazendo uma cena dramática quando caio no chão e rolo de um lado para o outro.A minha representação dramática de Lana del Rey é normal, pois sempre faço cenas quando escuto suas músicas.Paro de cantar e rolar no chão assim que noto alguém parado na porta da cozinha.Meus olhos sobem para o homem de boné. Meu pai está com a testa franzida e com os olhos fixos em mim. 

-ah-Tiro os fones de ouvido e abro um pequeno sorrio-Bom dia pai. 

Ele ainda me olha e então balança a cabeça negativamente.

 -A cada dia que passa fico mais preocupado com você. 

Aperto os lábios para não rir e então me levanto do chão.

-É Lana del Rey, pai.Você devia ouvir.Ela é a rainha das minhas bad-guardo o meu fone na minha mochila que logo depois jogo no sofá. 

Meu pai se vira pra mim com a sobrancelha arqueada.

 -rainha do que? 

Balanço a cabeça e sorrio. 

-Bad, pai.

 Meu pai dar as costas e vai para cozinha.Assim que passo pela porta e vou em direção ao armário bege de portas com algumas partes em vidro. 

-Você não bate bem da cabeça, Even. 

Pego uma tigela no armário e então me sento a mesa.

 -Mas você me ama-pisco e mando beijo no ar. 

Coloco leite e cereal na minha tigela. Meu pai se senta a mesa e se servi com café e torradas. 

-não pensa que me esqueci de ontem mocinha-me olha.

 Encho a minha boca de cereal e finjo não ter escutado. 

-Você sabe que precisamos conversar sobre ontem... 

Não precisamos!

Preciso sair daqui o mais rápido...

Eu não sei mentir para o meu pai

Me levanto e pego o meu celular. 

-vish pai, vai ter que ser outra hora.Agora estou atrasadisima-como meu resto de cereal.

Ele olha no relógio de pulso.

 -São 07:00.Você entra as 07:50.

Droga!

Coloco a tigela na pia correndo.

 -só que hoje tenho um trabalho para entregar. 

-Even...

 -te amo pai.

Saio pela porta da cozinha e corro para pegar a minha mochila.

 -Even

Vejo ele da cozinha e faço um coração.

 -já disse que você é o homem da minha vida?

 -Você ainda está de castigo e vai trabalhar comigo até tarde, Lembra. 

O meu sorriso desaparece.

-Pois é, você acabou de me lembrar.O-bri-ga-da .

Mary vai me matar.

Agora como vou comprar roupa com ela?



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