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História Danger lives by my side - Capítulo 26


Escrita por: DuhDarky

Notas do Autor


Genteeeeeeeeee
Eu estou viciada em um música nova e me deu várias ideias para fazer a fic, vou deixar o link para quem tem interesse.

https://youtu.be/TaBRg4VFnOA

Capítulo 26 - Passado e Presente


Fanfic / Fanfiction Danger lives by my side - Capítulo 26 - Passado e Presente

Ao fechar a porta e largar a mala, Lora se deitou na cama e encarou o teto.

Lora havia pegado um pequeno quarto de hotel, o quarto era simples, apenas com uma cama de casal, um armário e uma TV simples.

A loira fechou os olhos, e várias lembranças do seu passado vieram a tona.

" — Eu já disse que eu não sei oque aconteceu — Gritou com seu namorado. — Por que você não acredita em mim? 

— Você acha que é fácil? ACHA? — Ele estava nervoso — Eu chego aqui e te vejo com outro, e, ainda na cama?! Como você acha que é para mim te ver com outro homem?!?!

— Mas... Clay...

— Nada de Clay  — Fez uma pausa, continuou — Eu quero terminar. Depois do que eu vi... Não da mais.

— Clay, eu já disse que não sei como eu fui parar lá, eu não tenho ideia como eu estava com o William.

— Chega, Lora... Eu vou embora — Clay saio deixando Lora aos prantos.

Lora abriu os olhos e enchugou as lágrimas e se sentou, começou a traçar com o dedo pelo bordado da colcha.

E mais uma lembrança veio a sua mente.

" Lora chorava e tentava a todo custo limpar as lágrimas que insistiam em cair.

Abraçou os joelhos e observando a grama eu sua frente, remexeu os sapatos que ficaram um pouco mais com terra.

Um mão em seu ombro a fez se assustar e olhou para cima. Olhou aqueles olhos azuis claros e os cabelos castanhos compridos do adolescente.

— William — O mesmo se sentou ao seu lado — O quê você está fazendo aqui?

— Eu vi você chorando, então decidi vir aqui para saber o que aconteceu.

— Hum. 

O silêncio ficou ali por segundos torturantes, até ser quebrado por Lora.

— Eu terminei com o Clay. — Olhou para a grama em sua frente.

— Putz... foi culpa minha, desculpa... sério, me desculpa. — Ele se desculpava sem parar.

— Tudo bem, você não teve culpa.

— Claro que eu tive, eu poderia ter evitado tudo aquilo, mas eu deixei rolar.

— Fui eu que me joguei para cima de você.

Silêncio. "

Um bater de porta foi ouvido. Lora se levantou e foi abrir a mesma e deu de cara com aquele homem alto.

— William — Lora ficou desanimada — Eu falei para você não me procurar. Eu avisei que eu eu voltaria amanhã.

— Eu tive que vir atrás de você — Ele entrou no quarto e fechou a porta — Eu não consegui pregar os olhos, porquê eu só estava pensando em você, lá em casa só me lembro de você.

— William... por favor, vai embora — Lora estava segurando o choro — Eu preciso ficar sozinha, amanhã nós conversamos.

— Eu não consigo te esquecer — Os olhares se encontraram — Por favor... volta.

— William... Amanhã eu volto — Ela deu as costas — Por favor, vá embora.

— Você não me dá outra opção — William colocou a mão no bolso e retirou um pano pequeno e um frasco de vidro também pequeno. — Então vai ser da maneira difícil.

Lora olhou aquilo confusa, o quê seu marido fazia com aquilo no bolso? 

William ficou bem perto de Lora. Uma mão em seu pescoço e foi precionada contra a parede.

— Você não escolheu a opção mais fácil — Colocou o pano sobre o nariz e a boca da loira. O cheiro do álcool penetrou as narinas de Lora, e logo foi perdendo a consciência.

Antes que Lora pudesse cair no chão, William segurou o corpo molhe da loira.

— Agente vai para casa agora — Susurrou no ouvido da loira.



O adolescente abriu os olhos e percebeu que estava em sua casa antiga e em seu quarto.

Levantou da cama e caminhou até a porta, botou a mão na maçaneta e tentou girar, mas a porta não se abriu.

Os olhos de Michael olharam o quarto, e reparou que havia um menininho agachado em um canto chorando. 

Quando o garotinho levantou a cabeça e viu que era ele mais novo.

O menor tremia com os gritos que ecoavam pela casa. Michael não sabia oque fazer, apenas ficava parado e olhando tudo.

Um som foi escutado e alguém do lado de fora batia desesperadamente.

— MIKE! — Mais algumas foram ouvidas — MICHAEL É A MAMÃE! ABRA A PORTA!

O pequeno Michael correu até a porta e destrancou nervosamente a porta e Lora entrou.

O garotinho começou a chorar com o rosto enterrado no peito da sua mãe, enquanto ela o abraçava fortemente.

— Tá tudo bem, a mamãe está aqui — O choro era a única coisa que se podia ouvir.

Michael se lembrou desse dia, o dia que sua mãe havia o protegido das garras de seu pai.

E um borrão cobriu tudo. Ele estava em um lugar escuro e sem nada, uma luz começou a se aproximar do garoto e derepente está na rua.

Ele olhou em volta e não havia nada, mas de longe um sorriso de seu pai era visível.

Olhou e do nada um carro apareceu vindo em alta velocidade. Michael se encolheu, e um clarão aconteceu e do nada parou no hospital.

Olhou e viu que estava em um quarto de hospital, olhou para a cama e viu que era o pequeno Michael, desacordado e machucado.

Michael ficou confuso, mas entendeu o que estava acontecendo.

Depois da pancada que recebera na cabeça pelo seu pai. Várias memórias da sua infância começará a voltar a tona.

Tentou a todo custo achar um saída delaquelas memórias que não queria mais velas, Michael tentou esquecer todas elas. Mais não conseguia fugir do seu passado.

Tentou se livrar de tudo, mas as memórias ficavam cada vez mais fortes.

— CHAGA! — Colocou as mãos na cabeça na tentativa de afastar tudo de ruim que acontecerá com ele.

— Michael — Alguém o chamou. — Nunca deixe de ser esse menino forte que você é.

Michael olhou em volta e parou em outra memória, que ele nem mesmo se lembrava.

— Mas... Eu não consigo, mamãe — O pequeno Michael olhou para sua mãe.

— Você vai, e saiba que eu te amo. Não importa o que ou quê aconteça, nunca deixe de ser esse garoto especial que você é.

Isso deixou o Michael adolescente em choque. Desde de quando ele tinha aquela memória?

Tudo se tornou claro e tudo sumiu.



Michael se levantou desesperado, o suor escoria de sua testa, o adolescente passou a mão na mesma limpando o suor.

Olhou em volta e viu que estava no porão, o pior lugar de suas vidas.

— Que bom que você acordou — Olhou em volta e viu seu pai em um canto observando. — Como você está?

— Desde quando você se importa comigo? — Michael desafiou William.

— Nossa... Eu estava sendo educado com você, mas.... — Ele se aproximou de Michael — Você não colabora também, né?

— AONDE ESTÃO MEUS IRMÃOS?! — Gritou as palavras.

— Nossa quanto escândalo — Colocou uma de suas mãos em um de seus ouvidos — Eles estão lá em cima.

— E o quê você fez com eles? — Um sorriso brotou nos lábios de William.

— Calma, eles estão bem — William se agachou ficando na altura de Michael — Diferente de você... 

Michael olhou para sua perna e viu um corrente que ligava até a parede. 

— Gostou? Eu sei que você estava com saudades — William bagunço os cabelos de Michael — Ah! — Ele colocou a mão no bolso e retirou uma pulseira — Eu acho que você reconhece isso. — Jogou o objeto no chão.

Os olhos de Michael se arregalaram ao ver o objeto, era a pulsei que ele havia dado para sua mãe em seu aniversário.

— O q- que v- você fez?

— Nada.

Ele deu as costas e subiu as escadas, abriu a porta do porão e foi embora.

Deixando Michael chorando no andar de baixo. "Oque será que ele fez com minha mãe?"



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