História De boneco e de humano, todo Taehyung tem um pouco - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan, Boneco, Bts, Comedia, Humano, Kim Taehyung, Taehyung
Visualizações 97
Palavras 2.060
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi (^^)

Bom, como já havia falado, vou começar uma nova história.

E bom, estou com um pouco de medo e um pouco ansiosa, pois é a primeira fic fluffy que escrevo. 😐

Mas espero de verdade que gostem. É uma história mais leve, com alguns pontos de comédia. (Não sei fazer os outros rir mas estamos aí)

Lá vai algumas observações:

*Tive a idéia para essa história, após ler o mangá yaio hibrid child.
** O crescimento corporal do Taehyung se dá ao carinho e afeto que ele recebe.
*** Tudo será explicado ao decorrer dos capítulos. (A história terá no máximo 12)


Boa leitura ♌

Capítulo 1 - I - Dodói?


Fanfic / Fanfiction De boneco e de humano, todo Taehyung tem um pouco - Capítulo 1 - I - Dodói?

_ Calma, meu bem. Logo essa dor vai passar, hm? - alisei os pelos do animal deitado na maca.


_ Quem vê pensa, tsc.


_ Porque que ao invés de ficar me enchendo o saco, você não aplica logo a anestesia nela? Não vê que ela está com dor?


_ Tá, tá. - respondeu o moreno enquanto aplicava a anestesia. _ Vai ficar tudo bem, pode dormir logo tudo estará melhor.


_ “Quem vê pensa, blá blá blá” - retruquei o homem tentando imitar sua voz rouca. _ Vou pegar os equipamentos que faltam…



Sempre fui apaixonada por animais. Na verdade, sempre fui mais amiga dos animais do que dos seres humanos. Não que eu seja anti social, quer dizer talvez um pouco, mais nada muito sério. Mas digo isso pois, quando fui escolher minha profissão, eu já tinha certeza do que queria ser: veterinária. E bom, aqui estamos nós.


Assim que me formei consegui um trabalho no Medcão, um pet shop no centro da cidade. Lá atendemos todos os tipos de animais domésticos, e até alguns silvestres, mas somente em raras exceções, como um dia em que nosso paciente foi uma cobra píton, mas isso não vem ao caso. Ser veterinária é um pouco mais complexo do que se pensa. Topamos qualquer emergência, em qualquer horário e lugar.


Os pacientes às vezes estão em dias complicados e ficam um pouco nervosos, mais nada que um petisco não resolva. A momentos que, infelizmente, não há escapatória, e temos que dar adeus e é nesses momentos que o lado psicóloga tende a ajudar os que choram. Mas também há momentos incríveis, e os agradecimentos dos pacientes, mesmo que sem palavras, é o melhor pagamento.


_ Zoé! Anda, logo a anestesia vai passar!


_ Já vou, calma! - gritei.



Preparei os equipamentos necessários e voltei para sala de cirurgia, não era nada grave, se tratava apenas de uma torção, mas precisava colocar um osso no lugar antes da cadelinha acordar. Entrando novamente na sala de cirurgia, vejo meu “colega” de trabalho extremamente ansioso me esperando, não resisto a rir da sua feição emburrada.


_ Qual é a graça? - o garoto pálido de cabelos escuros disse.


_ Me erra, Min Yoongi. Vamos logo com isso, tenho que ligar para a ONG vim pegar essa coisa linda.


_ Parece que todo animal perdido te encontra, e por incrível que pareça todos parecem saber que você vai ajudar.  


_ Lógico, nunca vou deixar um animal abandonado se tenho condições de cuidar deles e colocá-los para a adoção.


_ Vai ficar sem salário desse jeito, já que é cobrado todo o tratamento.


_ Está tudo bem, o chefe sempre me dá um desconto. - pisquei o olho para Yoongi que virou o rosto.


_ Também sou dono desse lugar. Não esqueça, que posso te dar um desconto, como também posso te demitir.


_ Você é sócio! Dono é o seu amigo, meu chefinho, Jin. Então fica quietinho e trabalha, hm? - dei as costas para o moreno, que continuou me xingando e voltei para loja.



A loja era grande, e tinha clientes fiéis, então sempre havia pessoas na mesma. Então enquanto Yoongi cuidava da cadelinha, eu ficava na loja. Sempre tinha algo para fazer ou arrumar, então o tempo passava rápido, e logo já era hora de preparar as coisas para ir embora. O pessoal responsável da ONG de adoção já tinham ido até o pet shop para pegar a cadelinha, que agradeceu os cuidados com uma lambida na mão. Melhor agradecimento.


_ Jin não veio hoje novamente. - Yoongi retrucou enquanto arrumava umas coisas antes de fechar o local.


_ Você sabe que o Medcão é só mais um dos inúmeros empreendimentos dele. O Jin deve estar ocupado.


_ É, eu sei. Ser rico deve ter suas desvantagens… - Yoongi olhou para mim, esperando que eu pegasse sua ironia.


_ Como você é engraçado! - falei enquanto gargalhava da piada interna. _ Por isso gosto de você…


_ Gosta mesmo, é?



Yoongi se aproximou aproveitando minha distração e me encurralou na parede mais próxima. O fato é que nós já nos beijamos, bom, um pouco mais do que meros beijos, mas é que não acho certo mantermos esse tipo de relacionamento, não por não querer, mais por ter outro alguém em meus pensamentos.


_ É melhor não, Yoongi…


_ É ele, não é? Você nunca vai esquecer esse cara, Zoé? - ele perguntou irritado.


_ Não vou entrar nesse assunto novamente, vou embora antes de você.


_ Zoé, espera… - Yoongi disse tentando pegar meu braço.


_ Não Yoongi. - me soltei da sua mão. _ Nos falamos amanhã.



Já era tarde, e já estava anoitecendo. Mais era muito comum ir embora nesse horário, já que nunca se sabe até quando teria que ficar no pet shop. Coloquei os fones de ouvido e fui caminhando pelo centro da cidade. Poderia até pegar um ônibus ou um táxi, mas preferia andar, principalmente quando precisava pensar.


Yoongi estava certo de ser duro daquela forma, eu era uma idiota de ainda pensar naquele homem. Mas infelizmente, amores antigos tem raízes profundas demais. Então apenas continuava pensando nele, e imaginando quando ele iria voltar a me procurar.


Meu apartamento não ficava muito longe do meu trabalho, apesar de ficar em um bairro um pouco afastado era um ótimo local, principalmente pelo preço que pagava. Enquanto andava no começo do bairro, ia comprimentando algumas pessoas conhecidas que passavam na rua. Gosto de ficar sozinha, mais isso não significa que sou mal educada.


A lua cheia estava no céu, passava das sete da noite e eu já estava com fome quando avistei o mercadinho aberto. Acelerei meus passos e adentrei a lojinha em busca de algo bom e barato. Após comprar macarrão instantâneo e um suco de caixinha, tirei os fones para pagar o caixa e fui logo continuar meu caminho.


Após virar a esquina, cortei caminho por um beco que dava direto na rua da minha casa, como de costume. O beco estava cheio de lixo e entulhos, o que era de praxe para o local escuro. Enquanto escolhia uma música, pausei a que estava tocando e por um momento escutei um barulho.


_ Hum… - olhei para os lados vendo que estava sozinha.



Continuei andando, e procurando uma boa música para ouvir, quando ouvi um barulho novamente. Não era um barulho estranho, era apenas como se alguém estivesse tentando rasgar um dos sacos plásticos espalhados pelo beco. Então, deixei para escolher a música depois e liguei a lanterna do celular para iluminar os sacos. Comecei a olhar, e não via nada de incomum que podia se encontrar num lixo.


_ Ai que susto! - gritei quando um gatinho surgiu do nada. _ O meu bem, está com fome? Quer vir comigo?


O gato arisco miou alto e cravou suas unhas em minha mão e fugiu apressado, bagunçado alguns sacos de lixo. Ri soprado das marcas em minha mão, e peguei o celular caído no chão. Quando iluminei o entulho novamente, vi um brilho diferente no fundo dos sacos pretos. Chutei alguns sacos, e encontrei algo inusitado. Um boneco, que mais parecia um manequim humano de tão parecido com um bebê que era. Era igual uma criança, mais era óbvio que era um boneco pois estava de olhos fechados e não chorava.


_ Que lindo você. Será que você não tem um dono? - perguntei alto enquanto pegava o boneco e colocava no meu colo como um bebê. _ Vamos para casa, vou te dar um banho.



Sempre acolho os animais, então não seria problema cuidar de um boneco. Assim que atravessei o beco, chegar na minha casa foi questão de minutos. O pequeno prédio que morava era simples mas muito acolhedor. Todos os moradores se conheciam, e tinha todo tipo de pessoas, como um grande cortiço. Meu apartamento ficava no terceiro andar, e era um graça. Não havia muitos móveis já que morava sozinha, mais era tudo que eu precisava.


_ Boa noite, morango. Boa noite, limão. - morango, meu cachorro veio correndo me ver, já limão miou de longe e nem deu moral. _ Esse é o novo amigo de vocês, ainda não sei o nome dele, mais logo vou pensar em um…  


Deixei o boneco na pequena mesa no centro do apartamento, que tinha apenas duas cadeiras, e fui dar um jeito em minha mão. Peguei uma caixinha de primeiros socorros e voltei para 'sala’. Desinfetado o local, passei uma pomada para cicatrização e passei uma faixa.


_ Beleza! Vamos ver como vai ser para nós dois tomar banho sem molhar a mão, hum? - peguei o boneco novamente o levando para o banheiro. _ Aproveite que hoje vou encher a banheira.



Enquanto a pequena banheiro enchia, aproveitei para comer o macarrão e arrumar minha cama. E também dar comida para morango e limão. E então novamente estava no banheiro, sem roupas pronta para tomar um banho.


_ Vem comigo. - peguei o boneco e tirei as roupas que ele vestia, a calça jeans clara e a camisa branca que parecia maior que ele mesmo. _ Você tem pelas roupas, bebê. Quer dizer, você é muito bonito, parece até ser real.



Todas as dobras e as pintas no corpo do boneco eram extremamente bem feitas. Até veias tinha. Seu corpinho era flexível, então foi fácil lavar todas as dobrinhas. Ele era fofo, gordinho, com algumas pintinhas no rosto e no corpo, a boquinha pequena e o nariz fino e as orelhas um pouco abertas.


_ Você é extremamente fofo, bebê. - disse beijando a testa dele. _ É incrível como um boneco pode ser tão real, até sua pele é tão macia quanto a minha.



O mais impressionante era seus fios loiros. Que contrastava tanto com a pele levemente dourada do boneco. De fato ele era único. Após nosso banho, me enrolei na toalha e sequei o bebê - nome/apelido carinhoso que coloquei a princípio - e o vesti, e depois fiz o mesmo em mim.


_ Bom, durma bem bebê. Até amanhã. - toquei o boneco que estava ao meu lado na cama de solteiro e fechei os olhos.


Antes de dormir me peguei pensando que de fato estava solitária, e estava conversando com um boneco, mas mesmo sem nenhum latido ou miado, me senti confortável em cuidar dele. Talvez não fosse tão ruim assim ter um boneco em casa.


.

.

.


Uma claridade foi até os meus olhos e isso significava que o dia já tinha amanhecido. Era necessário levantar para começar a me arrumar para ir trabalhar. Mas algo me fez franzir o cenho. Senti um toque suave em minha mão machucada, por cima da faixa e logo em seguida lábios tocaram o mesmo local com um beijo singelo. Mesmo relutante e um pouco - muito - nervosa abri os olhos e encontrei algo surpreendente.


_ Dodói?



O boneco estava de olhos abertos, sentado na cama, e não parecia um bebê e sim uma criança de um pouco mais de um ano de idade, na verdade parecia um anjo


 E o pior ele falava e mexia como uma criança de verdade!


_ Ahhhhhhhhhh! Quem ou o que é você!? Você não é um boneco? - gritei saindo da cama correndo e ficando em pé mantendo a distância.



O boneco, ou seja lá o que for, me olhou correr, se assustou e encheu os olhos azuis de lágrimas, o que me partiu o coração. Com as mãozinhas pequenas o boneco secou as lágrimas e olhou novamente para mim.


_ Taetae… - o boneco disse e não resisti ficar longe daqueles olhos enormes me olhando.


_ Hum… olha, desculpa mas eu me assustei, ok? - me sentei novamente na cama vendo o boneco me encarar.


É tudo um sonho Zoé… disse para mim mesma.


_ Meu nome é Zoé. Você sabe o que você é? Ou de onde vem? Cadê seu dono? - o boneco não respondeu, apenas começou a chorar novamente e correu para o meu colo, até estar pendurado em meu pescoço. _ Tá tudo bem, bebê. Ok! Isso não é um sonho…



Levantei com o boneco no colo e peguei meu celular, disquei o número para a única pessoa que poderia me ajudar naquele momento. E assim que a pessoa atendeu eu disse…


_ Preciso de dinheiro emprestado, estou ficando louca e preciso ser internada urgentemente. Me ajuda?







Notas Finais


É isso 😨

Se possível, me digam o que achou.
Mas de verdade espero que tenham gostado ❤


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