História Descendentes (em hiatus) - Capítulo 7


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Categorias Teen Top
Personagens Cap, Changjo, Chunji, L.Joe, Niel, Ricky
Tags Anmy, Cap, Changjo, Chunji, Hetero, Heterossexualidade, Jade, Kiara, Ljoe, Mistério, Niel, Ricky, Teen Top, Vampiros
Visualizações 13
Palavras 2.091
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Ecchi, Fantasia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


1500 Anos depois, cá estou eu! Hahaha
Perdoem o hiatus de mais de 1 ano, eu não pensei que demoraria tanto ;^;
Mas prometo recompensa-los com uma ótima história <3 N desistam de mim <3

Bora matar a saudade? Go, go, go!

Capítulo 7 - Pacto Macabro


Fanfic / Fanfiction Descendentes (em hiatus) - Capítulo 7 - Pacto Macabro

No capitulo anterior...

 

— Para a casa... — Concluiu Kiara.

— Tenho medo de voltar lá... Não quero ter que entrar lá dentro novamente — Respondeu Anmy abraçando seu travesseiro.

— Você já foi lá dentro? — Questionou confusa.

— No sonho... — Explicou.

— Ah sim... — Resmungou Kiara.

Kiara e Anmy passaram o dia todo investigando e pesquisando, mas quando chegou à noite elas deram uma pausa, porque estavam ficando amedrontadas com certos resultados, ficaram conversando por algum tempo e depois foram tomar banho e se deitaram. Naquela noite nada as assombrou e nada as atrapalhou a ter uma boa noite de sono. O mesmo foi para Jade que dormiu como uma pedra...
 

 

Porém é claro que, o que quer que as assombrasse não pararia até que seu objetivo estivesse concluído, um objetivo do qual elas ainda não tinham total conhecimento e sentiam medo de descobrir. Algo ruim poderia estar prestes a acontecer, sua vida normal de paz poderia retornar, mas como se esquecer de tudo isso que estava acontecendo? Como poderiam deletar de suas memórias momentos assustadores que viviam? Mesmo sem saber as respostas para as suas próprias perguntas, elas ainda teriam que resolver o misterioso ocorrido que envolvia uma rosa vermelha...

Tentar encontrar a ligação que essa rosa vermelha poderia ter era a coisa mais difícil naquele momento! Muitos significados e nenhuma ligação era como encontrar várias portas de entrada, mas nenhuma saída... Ou como os antigos diziam, “como procurar uma agulha no palheiro”...

Assim que acordaram, tanto Anmy como Kiara, concluíram que esse porão deveria fazer parte de algum cômodo da casa velha e quando finalmente terminaram de tomar o café da manha, foram em busca de respostas. Não demorou muito para que ambas chegassem... Kiara a mais corajosa tentou abrir a porta de entrada, mas ela estava trancada com um cadeado, pelo lado de fora, provavelmente para evitar a entrada de vândalos ou moradores de rua...

Então decidiram contornar a casa, procurando por algum caminho que pudessem lhe colocar lá dentro.

— Kiara, olhe!

Olhando na direção em que Anmy apontará, encontrou uma janela com vidros quebrados o que poderia ser uma boa forma de adentrar. Kiara se aproximou e colocou um de seus braços para dentro, tomando muito cuidado para não se cortar com os vidros estilhaçados e tentando conter seu horror com todas as teias de aranha que a cercava. Em questões de segundos ela conseguiu encontrar o fecho e destrancar a janela, mas a mesma estava emperrada pelo tempo. Anmy se aproximou e ajudou a levantar, a janela que depois de muito esforço cedeu passagem.

Kiara entrou primeiro e logo depois ajudou à amiga. Olharam em volta e perceberam ser só mais um cômodo vazio, que de dia não era tão aterrorizante como se lembravam. A porta já estava aberta e então prosseguiram até chegarem à porta de entrada da casa, olhando em volta Kiara começou a refletir. Ela podia até estar com um pouco de medo, até, porque não se brincava com esse tipo de coisa e todos os dias se perguntava o que ela ou uma das meninas fizeram de errado para atrair espíritos em suas vidas. Mas de um fato ela não negava, tudo isso era extremamente emocionante e seu instinto investigativo e curioso aumentava cada vez mais com toda essa história. Totalmente diferente de Anmy que só estava ali, porque se sentia na obrigação de acabar, de uma vez por todas, com seus tormentos.

— Anmy se você morasse aqui, aonde colocaria um porão? — Perguntou Kiara de forma inocente e divertida.

— Você está brincando, certo? — Questionou séria.

— Na verdade não, precisamos encontrar um porão, mas só temos uma rosa como pista...

— Talvez eles tiraram essa rosa de um jardim e estamos dentro dessa casa, procurando algo que nem existe como duas idiotas!

— É isso, você é um gênio! Deve haver algo no jardim central, como não pensei nisso?
 — Comentou Kiara traçando rapidamente o caminho em direção às portas que levavam ao jardim, sendo seguida por Anmy logo atrás.

Ela abriu uma das portas entalhadas, sendo seguida por um horripilante rinchar. Seus olhos e o de Anmy por alguns segundos pararam para admirar o jardim, ele não era um dos mais bonitos que seus olhos já presenciaram, na verdade estava todo maltratado pelo tempo, com algumas plantas selvagens tentando dominar cada espaço. Porém um bom observador, logo notaria a esplêndida arquitetura do jardim, como tudo foi incrivelmente planejado e se as árvores e o gramado estivessem sobe cuidados, tornaria aquele lugar magnífico.

Caminhando cuidadosamente sobre um chão de pedras, banhado por folhas secas do outono e musgo, elas olhavam cada detalhe atentamente e receosamente. A casa por mais bela e horripilante que poderia ser, carregava consigo um ar pesado, o suficiente para amedrontar qualquer ser vivo em sua sã consciência...

Os olhos de Anmy iam das janelas que cercavam o jardim até as pequenas sombras fantasmagóricas formadas pelas árvores mais velhas. A sensação de perigo não a abandonava nem por um segundo, se mantendo atenta para identificar qualquer coisa fora do normal.

Ao passar pelos arbustos, o jardim ganhava dois caminhos sendo dividido por um longo lago em seu centro. E no final, as escadas em cada lateral acabavam se unindo, tornando se apenas uma única escada e um único caminho novamente. Em hipótese alguma as meninas se separaram no trajeto, uma do lado da outra, até perceberem que no final do jardim e de suas escadas levavam a uma porta também entalhada, abaixo do primeiro andar da casa que as cercavam.

— Você vai mesmo entrar? — Questionou Anmy um tanto insegura.

— Foi para isso que viemos...

— Mas é se estiver trancada? — Questionou novamente.

— Não saberemos se não tentarmos entrar.

— Mas... Mas... Pode haver algo ai! E... Essa não é a melhor porta existente nessa casa...

— Anmy! — Kiara fez uma pausa para poder se virar em sua direção. — Se essa porta estiver trancada, não haverá como alguém ou alguma coisa sobreviver por dias sem conseguir se alimentar. E se não estiver trancada poderá ser apenas mais um outro cômodo fútil e vazio, já que é o que mais tem nesta casa...

Anmy abriu a boca para falar mais alguma coisa, mas o olhar protestante de Kiara, fez com que continuasse em silêncio, mesmo um pouco contrariada... As duas prosseguiram se aproximando cada vez mais da porta e sentindo seus corações baterem tão fortes e desesperados que tinham medo que o próprio pudesse lhes entregar...

A mão levemente trêmula de Kiara tocou a maçaneta da porta, que continha um aspecto sujo e gasto. Abriram à porta, mantendo uma boa distância para na primeira oportunidade saírem correndo, mas a luz do sol apenas iluminou uma pequena sala cercada por vários livros de todos os tamanhos e grossura.

Seus pés temerosos adentraram a sala, provocando pequenos ruídos causados pelo peço de seus corpos sobre o acabamento de madeira empoeirado. As marca de seus calçados ficava visivelmente sobre o chão quase branco de pó. Alguns livros da estante que cercava o lugar e ia do chão ao teto, se encontravam jogados pelos cantos ou abertos sobre uma escrivania, se assim podíamos chamar aquela pequena mesa.

Anmy se aproximou do livro aberto sobre a mesa, e cuidadosamente começou a folheá-lo, não conseguindo compreender o que estava escrito. Enquanto isso Kiara rodeava os livros na parede, passando seus olhos curiosos que procuravam por algo que pudesse chamar a sua atenção, mas apenas parecia ser um tipo de biblioteca ou algum espaço pessoal e privado de alguém que morava por ali.

— Isso não me parece com um porão... — Resmungou Kiara.

— Não mesmo...

— Será que deixamos alguma porta passar despercebida?

— Não sei os seus olhos, mas os meus não me trairiam assim... — Comentou Anmy soltando uma risadinha.

— Boba! Eu estava me referindo a uma passagem secreta ou coisa do tipo! — Disse se aproximando de Anmy que ainda folheava o livro.

— Eu sei, mas o que te faz pensar que existam passagens secretas nesta casa?

— Acho que a idade dela já responde a sua pergunta. — Kiara bufou sabendo que a amiga estava lhe testando. — Eu não entendo... Parecia bem óbvio que fosse aqui!

— Foi uma total perda de tempo — Anmy respondeu.

Após as palavras de Anmy, a porta da biblioteca se fechou em um estrondo as deixando no escuro. Em completo desespero e pavor, Anmy correu para a porta tentando abri-la e visto que não conseguiria começou a esmurrá-la e a gritar.  Kiara se aproximou e segurou os seus braços tentando conter o desespero de Anmy assim como o seu, mas seus olhos avistaram um brilho dourado que vinha de perto dos livros, formando o formato de uma porta. 

Poderia ser uma passagem secreta que só poderia ser visualizada apenas no escuro? As meninas ficaram encarando a luz um pouco paralisadas e fora de órbita, tentando processar o que seus olhos viam. Então a luz do cômodo misteriosamente acendeu e o brilho desapareceu, Kiara começou a andar na direção que a luz aparecerá, até que Anmy segurou em seu braço para impedir.

— O que você pensa que vai fazer?

— Tentar encontrar uma porta no meio daqueles livros?

— Mas Kiara...

— Anmy! Eu não acredito em coincidências, precisamos averiguar o que querem que encontremos. Ou não vão nos deixar em paz...

— Está bem! — Bufou — Mas não me deixa sozinha.

Elas começaram a retirar todos os livros da estante e os colocando empilhados sobre o chão, quando os retiraram não encontraram nada além de muito pó, traças e algumas teias de aranhas. Anmy bateu contra a madeira da estante e viu que ela emitia um som diferente das outras estantes ao lado, indicando que realmente havia algo ali atrás...

— Olhe essas tábuas são diferentes! Acho que são desmontáveis e não pregadas como as outras. — Respondeu Anmy observando atentamente os detalhes.

— Então, vamos retirá-las!

Depois de alguns minutos desmontando as prateleiras que antes ficavam os livros e colocando as tábuas próximas aos livros que estavam no chão, as meninas puderam perceber, que as tábuas impediam que a parede da estante pudesse girar, formando uma passagem. E através dela, se encontrava uma escadaria escura, degraus e paredes todos construídos com blocos de pedras, um modelo um tanto medieval utilizado em castelos no século XI. Isso poderia significar que aquela casa era bem mais velha do que imaginavam, já que o interior não coincide com o restante do lugar.

Elas ligaram as lanternas de seus celulares e começaram a descer as escadas que depois da passagem tornaram a serem um tanto estreitas e com péssima ventilação. Nos primeiros degraus encontraram uma tocha antiga, usada para iluminar o caminho enquanto desciam, mas a tecnologia a tornava inútil para o atual século XXI.

Quando finalmente chegaram ao final da escada se deparam com uma sala subterrânea, que não havia porta e era construída com o mesmo material que a escada. A atenção de Kiara e Anmy, logo se voltaram para o centro da sala, que continha uma espécie de caixão em seu centro, cheio de correntes o amarrando e com um enorme e peculiar cadeado, nunca visto antes.

Elas se aproximaram, como se fossem atraídas para ele, quando se aproximaram o suficiente do caixão, uma força puxou suas mãos até o cadeado, uma força como a de um ímã ao ferro. Essa força prendiam suas mãos que não saiam de forma alguma, como se tivessem sido coladas ali, o desespero para se livrarem aumentou enquanto se debatiam. Uma dor como a de uma picada, nas palmas de suas mãos surgiu, como se algo a perfurassem e começava a puxar o sangue que peculiarmente percorriam os formatos do cadeado.

Quando o sangue finalmente parou de ser sugado de suas mãos, a força que as prendiam as libertou. Elas seguravam suas mãos assustadas enquanto encaravam o pequeno furo nas palmas de suas mãos.

— O que diabos foi isso? — Questionou Kiara assustada.

— Eu não conseguia me soltar! Sinto como se tivesse feito algum pacto macabro contra a minha vontade! — Respondeu Anmy trêmula.

Elas estavam prestes a sair correndo, quando uma voz emergiu atrás de suas costas.

— Então realmente eram vocês...

Ambas se viraram assustada para encarar a voz e se deparam com um homem. Ele as encarava como se fossem algum tipo de animal exótico e parecia ao mesmo tempo se divertir com isso.

— Quem é você? O que você quer? — Anmy questionou séria tentando esconder seu pavor.

— Se você for algum tipo de psicopata pervertido saiba que podemos nos defender! —Respondeu Kiara observando o estranho.

Um estrondo soou, vindo novamente de trás das garotas. Dessa vez eram as correntes que haviam se libertado do cadeado e se encontravam agora no chão...

 


Notas Finais


E então, o que acharam?
Comentem ai em baixo o que acharam, obg por ainda me acompanharem e até o próximo Capi!

~Chu =* <3


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