História Descendentes: Uma História Tocada Pelo Caos - Capítulo 120


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Alguns problemas podem ser resolvidos nesse capítulo. Espero que gostem.

Capítulo 120 - Acertando As Contas


Fanfic / Fanfiction Descendentes: Uma História Tocada Pelo Caos - Capítulo 120 - Acertando As Contas

Matt: Como estão as coisas?! - Grita para Sam, por cima da tempestade – Vai me responder?! - Sam olha para ele e quer ignora-lo, mas não consegue. 

Sam: Volte lá pra baixo! - Berra tentando superar o barulho monstruoso – Esse não é um bom lugar para você! - Misteriosamente a tempestade para, mas o mar continua revolto. 

Matt: Que estranho – Se questiona - É comum uma tempestade sumir tão rápido em alto mar? - Pergunta ao namorado. 

Sam: Não mesmo – Responde secamente, sem olhar nos olhos dele – Ela com certeza tem origem mágica. 

Matt: Estou preocupado – Olha cabisbaixo para Sam – Será que ela está bem? - Respira fundo. 

Sam: Como se você ligasse – Sussurra. 

Matt: Eu ligo sim – Fecha a cara e cruza os braços - Eu a amo. Eu te amo, 

Sam: Sei – Olha para ele e ri. 

Matt: O que tem de tão engraçado assim comigo? - Fica mais bravo. 

Sam: Você fica engraçado quando está bravo - Balança a cabeça em negação - Principalmente quando quer esconder o que está sentindo. 

Matt: Como assim? - Pergunta curioso. 

Sam: Não precisa fingir para mim que está preocupado com ela – Olha dentro dos olhos dele – Sei que queria que ficássemos só nos dois juntos, mas eu a amo também, não posso deixa-la. 

Matt: Eu a amo também - Suspira exausto de ter se que explicar novamente – Passou pela minha cabeça sim que ficaríamos só nós dois, mas eu não vou deixa-la. Ficar sem ela foi como se tivessem retirado em pedaço do meu coração, foi como se... - É interrompido. 

Sam: Tivesse perdido uma parte sua insubstituível – Suspira olhando tristemente para Matt – Como se tivesse perdido um braço ou uma perna. 

Matt: Foi muito pior – Soluça - Foi como se eu morresse um pouquinho. 

Melinda: Ainda bem que estão se acertando – Surge numa nuvem de fumaça azul perto deles – Sabia que funcionaria. 

Sam: Funcionaria o que? - Questiona. 

Matt: Estava nos espionando? - Indaga sem graça. 

Melinda: Sabia que o Feitiço Antidoto da Magia de Coração, que encontrei na herança de Lotte, funcionaria, essa tempestade é uma magia produzida por uma Cecaelia e tem o objetivo de espalhar a discórdia - Explica – E bem, sobre espionar, eu estava observando para saber se conseguiria liberta-los do feitiço, mas o antidoto funciona por pouco tempo. Precisa de algo muito mais poderoso vindo dos envolvidos. 

Matt: O que? - Pergunta curioso. 

Melinda: O beijo do amor verdadeiro – Revela. 

Matt: Mas será que é... - Não consegue terminar. 

Melinda: Se quiserem posso sair daqui e lhes dar privacidade – Sugere – Meu trabalho aqui terminou – Some numa nuvem de fumaça azul. 

Sam: Eu sei que te amo – Conta – E a Lotte também. 

Matt: Mas é de amor verdadeiro que estamos falando aqui – Diz preocupado – E se o que sentimos não for o suficiente? - Se preocupa – E se nos amarmos, mas não a Lotte? - Anda de um lado para o outro preocupado – Eu a amo. Eu a quero, mas também quero você. 

Sam: Se acalme – Pede ao segura-lo pelos ombros - Só precisamos tentar. Eu sei que se pode amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Creio que seja possível. Eu amo vocês dois – Conta – Depois nos preocupamos com as consequências. 

Matt: Mas... - Sam lhe rouba um beijo. Uma onda de energia multicolorida e quente se propaga ao longo do barco, libertando Sam e Matt do feitiço. 

Sam: Parece que funcionou – Ofega ao se separar de Matt. 

Matt: Isso mesmo – Fica preocupado - Mas o que isso quer dizer? 

Sam: Eu não faço ideia – Diz também preocupado. 

 

No andar de baixo. Carlos bate na porta do quarto de Jay. 

 

Jay: Pode entrar – Chama. 

Carlos: Tudo bem – Entra com uma bandeja nas mãos - Wally me disse que não quer comer nada. Eu me ofereci para trazer sua comida. 

Jay: Pode colocar na mesa de cabeceira – Fala olhando para outro lado com as cobertas puxadas até a altura do pescoço. 

Carlos: Está doente? - Pergunta ao depositar a bandeja no local – Quer que eu traga um remédio? 

Jay: Não preciso de remédio - Puxa as cobertas até o nível do nariz. 

Carlos: Tem certeza? - Se senta na cama – Se quiser eu posso... - É interrompido. 

Jay: Eu só quero ficar sozinho por um tempo – Diz rispidamente. 

Carlos: Certo – Respira fundo – Eu entendi a mensagem – Se dirige para a porta, mas algo passa pela sua cabeça - Não - Bate a porta e a tranca. 

Jay: Me deixa quieto – Resmunga se cobrindo totalmente com as cobertas. 

Carlos: Não - Puxa as cobertas de cima dele com rispidez – Para com isso. 

Jay: Me deixa quieto – Cobre a cabeça com as mãos - Eu quero curtir minha dor de cotovelo em paz. 

Carlos: Que história de dor de cotovelo é essa? – Se senta sobre ele com os joelhos na altura do quadril do moreno – Tá com inveja de quem, do Kurt? - Começa a ri. 

Jay: Para de rir de mim – Tampa o rosto envergonhado - Você disse que ia ser meu amigo. 

Carlos: Disse sim – Para de ri – Eu serei. 

Jay: É melhor sair de onde está - Pede – Senão não será fácil manter a amizade. 

Carlos: Ah – Debocha - Então está com problemas lá em baixo? - Zomba. 

Jay: Para de rir e sai logo daí – Empurra os ombros de Carlos. 

Carlos: Coitadinho do Jay – Deita sobre ele – Quer ser só meu amigo, mas não consegue. 

Jay: Isso é tortura – Choraminga – Eu não vou aguentar – Ele perde a paciência – Sai! - Empurra Carlos com força, que dá um giro sobre a cama e cai no chão - Desculpa, amor? 

Carlos: Eu não brinco mais com você - Se levanta sério. 

Jay: Me desculpa amor – Pede – Eu não medi minha força, por favor querido. 

Carlos: Para de me chamar de amor – Pede rispidamente – Eu não sou mais seu namorado. 

Jay: Eu sei – Suspira - É que é força do habito. 

Carlos: Mas que merda é essa? - Não consegue destrancar a porta. 

Melinda: Eu tranquei ela – Surge numa nuvem de fumaça azul, com os olhos tampados e explica rapidamente a situação para os dois - Então é isso. Só devem se beijar. 

Jay: Pode abrir os olhos – Ri dela - Não estamos pelados. 

Melinda: Sério? - Espia com um olho só. 

Carlos: Verdade – Bufa cruzando os braços. 

Melinda: Certo – Abre os olhos - Não estava a fim de ver o Carlos dando uma de peão de rodeio. 

Carlos: Ei – Cora intensamente. 

Jay: Não estamos mais juntos – Ri com o comentário de Melinda. 

Melinda: E aquilo de você subir no colo dele agora pouco? - Cruza os braços - Foi uma encenação de Brokeback Mountain? 

Carlos: Que exagero linda – Sacode a cabeça em negação - Nós não estávamos fazendo nada. 

Jay: Eu nem tenho uma latinha de feijão ou ovelhas aqui – Debocha, mostrando debaixo dos lençóis. 

Carlos: Isso não tem graça - Diz irritado – Podem parar com isso os dois, eu não estou achando a menor graça. 

Jay: Parei já - Ergue as mãos em rendição. 

Melinda: Você é muito fofinho quando está bravo – Aperta a bochecha do amigo com se ele fosse um bebê - O feitiço da porta só se abrirá quando se resolverem e derem o beijo de amor verdadeiro – informa - Até mais tarde – Some numa nuvem de fumaça azul. 

Carlos: Espera aí – Chama em vão. 

Jay: Me beija logo e vamos sair daqui – Diz. 

Carlos: Não - Olha feio para ele – Eu não vou te beijar só pra sairmos daqui. 

Jay: A gente combinou que ia continuar amigo – Lembra. 

Carlos: E vamos continuar – Vira de costas e começa a examinar a porta – Tem que ter uma brecha nesse feitiço - Fica de joelhos, se curva para frente e olha pelo vão da porta. 

Jay: Não faz isso – Respira fundo, olhando para a bunda de Carlos. 

Calos: Isso o que? - Questiona sem entender. 

Jay: Ficar me torturando – Cruza os braços. 

Carlos: Mas o que eu fiz? - Fica em pé. 

Jay: Fica arrebitando essa bunda maravilhosa – Morde os lábios - Isso é tortura. 

Carlos: Eu não tenho culpa se é um tarado – Fica na ponta dos pés e examina a parte de cima da porta. Sua camisa escorrega para cima e a parte de cima de sua bunda fica a mostra. 

Jay: Ai Meu Deus – Puxa Carlos para si – Chega disso. 

Carlos: Chega do... - Não consegue terminar. Jay enfia a língua dentro de sua boca. Uma onda de energia positiva se espalha pelo navio. 

Jay: Eu não quero ser só seu amigo – Se afasta ofegante – Quero você só pra mim. 

Carlos: Eu não quero mais ficar sem você - Passa os braços no pescoço dele – Eu já cansei de brigar. 

Jay: De agora em diante vamos confiar mais um no outro – Sugere – Eu não vou duvidar mais de você. 

Carlos: Tudo bem. Eu também não duvido mais de você, moreno – Olha para a porta aberta e a fecha – Eu não quero essa porta aberta agora – Sorri - Alguém pode entrar - Entrelaça as pernas na cintura do moreno, que o joga na cama e se deita sobre ele. 

Jay: Essa vai ser uma noite bem longa – Tira a própria camisa. 

Carlos: É o que eu espero – Sorri ao distribuir beijos por seu abdome. 

 

Na manhã seguinte, Melinda e Wally convocam todos na parte superior do navio. 

 

Wally: Obrigado por estarem todos aqui hoje – Agradece – Queremos dizer que não desistiremos de chegar ao mar mais antigo desse universo, mas devemos tomar muito cuidado. 

Melinda: Coisas espreitam nesses mares – Informa - Não só monstros. A magia de Úrsula e Morgana nos tentou recentemente – Conta – Embora nem todos os problemas tenham sido resolvidos – Olha para Kurt, Maeve e Alec – Podemos tentar resolve-los mais tarde. 

Carlos: Pelo menos as coisas melhoraram um pouco – Sussurra de mãos dadas com Jay e vestindo sua jaqueta vermelha. Kurt os observa e se afasta, se sentindo muito triste. 

Jay: Melhoraram muito – Dá um selinho nele e passa o braço por seu ombro. 

Wally: Oferecemos a vocês esse café da manhã - Explica – Como o sinal de que estamos todos cientes dos perigos e que vamos enfrenta-los – Todos aplaudem e depois tomam o café da manhã. 

 

No covil de Úrsula... 

 

Morgana: Que droga – Bufa insatisfeita – Eles quebraram a maldição da nossa tempestade. 

Úrsula: Nem toda ela – Lembra – Kurt ainda tem um amor não correspondido por Carlos. Maeve e Alec ainda estão brigados, assim como Lotte e Lou. Isso sem falar que Melinda e Wally ainda não sofreram os efeitos da maldição - Sorri – Ainda há muita água para rolar sob essa ponte.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.


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