História Despedida - Capítulo 1


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Categorias Hetalia: Axis Powers
Personagens América (Estados Unidos da América), Japão
Tags 1941, 2018, 666, América/japão, Ameripan, Aph, Aph América, Aph Austrália (mencionado), Aph Canadá (mencionado), Aph Japão, Despedida, Pearl Habor, Ragatanga, Segunda Guerra, Ww2
Visualizações 47
Palavras 666
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Slash, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiá diamantezinhos da tia, tudupon com vcs? Curtindo a volta da escola? As minhas começam amanhã, me desejem sorte.

FINALMENTE UMA FIC Q Ñ SEJA PRUCAN AAAAAAAA pois é minha gente, to me superando a cada dia em? Sim, é Ameripan, um dos meus primeiros shipps de Hetalia, junto com Gertalia e FrUk. WW2 pq eu to amando escrever fanfics em período histórico, e nada melhor do q WW2 pra Hetalia ñ é msm.

Já avisando q o Japão tá occ aqui, mas vendo q ele nasceu nos EUA, acho q faz sentido.

A imagem de capa eu peguei no site fanpop, ñ faço a minima ideia de quem fez a fanart, mas se vc souber me avise para dar os créditos :)

Capítulo 1 - Capítulo único


Alfred caminhava a passos largos, o frio da noite cortava a pele da sua bochecha, mas ele não se importava muito. Seu pulmão ardia tentando sugar todo o ar que o esforço necessitava, e finalmente chegar no seu destino, a ponte da cidade. Só de pensar que era a última vez que iria fugir do seu quarto a noite para ver seu melhor amigo, desde o jardim de infância, o assustava mais do que a guerra.

A uma semana atrás, ambos viram na tevê da sua casa a notícia do ataque em Pearl Harbor. Foi um silêncio mortal na casa. Alfred que geralmente era distraído, conseguiu ver o temor e insegurança nos olhos de Kiku. Era como se a vida deles nunca mais fosse a mesma, e realmente não foi. Um dia depois os Estados Unidos entraram na guerra, a tevê foi bombardeada com propagandas contra o eixo, e a loja do pai de Kiku foi diminuindo a clientela a cada dia.

Kiku esperava escorado na coluna de sustentação da ponte, com o olhar longe olhando para o rio a baixo dos seus pés, os cabelos negros e curtos balançando ao vento, e suas bochechas tão vermelhas quando a de Alfred. Ele sorriu e acenou ao ver o amigo, que imediatamente correu ao seu encontro:

— É verdade o que você disse? — Kiku perguntou, se lembrando da rápida conversa que tiveram ao telefone.

— Sim, eu fui convocado. Vou amanhã mesmo — Alfred disse ainda sem folego, se curvando e apoiando as mãos nas cochas.

— Seus irmãos também? — ele riu ao ver o amigo se debruçar. — Não aguenta correr dois quilômetros, e vai para a guerra.

— Christian está ansioso, Matthew chorou o dia todo. Ele acha que vai lutar contra o amigo de correspondência dele — Alfred se virou, encarando a rua.

— E você? Você está feliz? — Kiku o encarou sério.

— Eu estou, vou lutar pelo meu país afinal — ele deu de ombros.

— Obrigado por me contar — ele falou olhando para a mão depois olhou para o rio, Alfred fez o mesmo.

Eles permaneceram em silencio, o vento gelado passando por eles não melhorava o sentimento de tristeza e insegurança do futuro. As palavras que Matthew disse quando receberam a notícia, martelavam na cabeça de Alfred. Eles estavam indo para a morte, eles nunca mais veriam sua família de novo. Alfred nunca mais veria Kiku novamente. Seus olhos começaram a lagrimejar, sua respiração se tornou errática, e milhares de imagens da sua vida passava pela sua cabeça:

— Eu vou morrer — Alfred sussurrou.

— O que você disse, Alf? — Kiku perguntou confuso, colocando a mão sobre o braço do amigo.

— Eu vou morrer — ele repediu, se tornando alto consciente.

Uma onda de ansiedade percorreu o corpo de Alfred, e ele se virou ficando de frente para Kiku o prendendo num abraço, apertando seus lábios juntos. Kiku arregalou seus olhos assustado com o ato, em resposta Alfred pressionou seus lábios mais juntos, até que sua boca começasse a doer:

— Eu vou morrer — ele beijou o amigo por todo o rosto, enquanto recitava a frase como um mantra. — Eu vou morrer. E eu amo você.

Sua voz vacilava e ele chorava, sentindo cada musculo de Kiku se apertando contra ele. Por sua vez, Kiku conseguiu soltar seus braços do aperto de Alfred e tocar o seu rosto:

— Eu amo você — ele sorriu, sentindo Alfred relaxar ao seu toque. — E vou escrever para você todos os dias.

— Você promete? — Alfred perguntou, apoiando o queixo no ombro do amigo.

Kiku apenas balançou a cabeça em afirmação, apertando o amigo contra si. O vento da noite não era mais um incomodo, nem a sensação de insegurança sobre o futuro. Tudo que os rodeava agora, era a sensação de conforto e carinho, e ambos aproveitaram o momento, rezando para que pudessem repeti-lo no futuro.

A única carta que Alfred recebeu, só alguns dias depois de chegar na base francesa, era da sua mãe, perguntando sobre ele e fazendo inúmeras recomendações. Kiku também nunca recebeu uma carta de Alfred.


Notas Finais


Eu sou uma filha da puta sem sentimentos, desculpa XD

Apesar do tema triste foi divertido escrever sobre shipps diferentes, quero ainda escrever FrUk e AusHun, mas vamos deixar pra frente, pq a minha missão aqui no spirit é encher a categoria de aph de PruCan jdskahkjahd

Vou tomar vergonha na cara e atualizar minhas outras fics em brava, ñ desistam de mim :)

PS: A fic tem 666 palavras, combina com o nome no meu perfil jdsbkjda
Bjss tia Lucy


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