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História Do it For Me - Capítulo 1


Escrita por: taimatsu_kinjou

Notas do Autor


Mais um surto da madrugada! Dessa vez um hot! Eu adoro escrever lemons e não ainda não entendi o porquê não escrevi mais hot dabshiga. Esse ficou curto e foi inspirado pela música Do it for me – Rosenfeld. Espero que gostem~

Capítulo 1 - Capítulo Único: Faça isso por mim


- Vou fazer você se sentir tão bem, chefe. – Dabi diz, naquele tom ofegante e rouco que faz as suas pernas fraquejarem, e cheio de uma arrogância que seria irritante se Tomura não soubesse o quão verdadeiras são essas palavras; é uma promessa e uma ameaça, juntas numa coisa só.

Os lábios incompatíveis mal tocam o seu pescoço, mas a respiração é quente contra sua pele arrepiada. É agradável, mas também é frustrante pra caralho! A perspectiva de sentir a boca quente pressionada naquela área maltratada e sensível, o enlouquece, Tomura anseia por isso. O calor que se espalha lentamente pelos seus membros sempre que o incendiário toca cada parte do seu corpo cheio de cicatrizes, traçando as imperfeições deixadas por anos de abuso e negligência.

Ele quer, mais que tudo, ser tocado de todas as formas e manejado pelas mãos experientes que fazem a coceira parar completamente e que dissipa o frio dos seus ossos doloridos. Só Dabi pode dar isso a ele.

Gemendo com força, pressiona o rosto no travesseiro tentando abafar esses sons que ninguém nunca devia escutar, mas que o moreno arranca do seu peito com uma facilidade descarada. É assustado imaginar que alguém é capaz de provocar essas reações suas, sem precisar de muito esforço; se sente mortificado quando pensa no quão ansioso sempre está para ter mais dessas sensações, de novo e de novo, feito um viciado.

Mãos firmes se arrastam pelas suas coxas e deixam um rastro quente, subindo lentamente até o osso do quadril, para agarrá-lo com força e o puxa para mais perto num movimento brusco. Tomura não consegue lutar contra, o seu corpo é flexível e passivo sob as ministrações dele, se deixando ser engolido pelo calor.

Amanhã, quando a sua mente estiver limpa e os músculos doloridos, vai xingar cada marca vermelha, deixada como um lembrete possessivo do idiota meio-tostado, mas agora não consegue dar a mínima. Cada um dos seus nervos vibra, querendo mais.

Arqueando o dorso, precisa engolir um gemido quando o pau perfurado com piercings o penetra, centímetro por centímetro, numa lentidão torturante. Ele morde o lábio já ferido e geme afundando a cabeça nos lençóis; os seus dedos – devidamente protegidos por bandagens improvisadas – amassam e puxam a colcha macia, buscando algum retomar algum controle. Fechando os olhos, chupa uma respiração entredentes quando sente o ardor que segue a penetração.

Está tão cheio e estimulado, e isso é bom pra caralho. Ele só pode ficar deitado ali, deixando o seu corpo se acostumar com a intrusão enquanto extravasa todas esses sentimentos contraindo os dedos dos pés e plantando os calcanhares nos quadris pressionados contra a sua bunda, o atraindo pra mais perto, querendo aquele pau ainda mais fundo.

- Ei, chefe. – Dabi o chama, apoiando as mãos em cada lado da sua cabeça e se inclinando para plantar beijos nos seus lábios secos, é lento e com pouca pressão, apenas um toque rude de lábios.

Tomura faz pequenos sons carentes se contorcendo até conseguir envolver os braços magros em volta do pescoço dele, fechando os olhos com um gemido languido. Suas mãos se enroscam nos cabelos escuros e vagam pelas costas largas, detalhando os grampos que o mantém inteiro e tocando a pele danificada. Dabi é alguém quebrado e marcado, com uma personalidade de merda e uma mente fodida, a visão da pele remendada devia ser grotesca, mas é injusto ele ser bonito e fascinante apesar de todas essas coisas.

Não demora para os beijos se tornarem molhados, e então é muito difícil parar e respirar. Engolindo um suspiro, abre a boca e deixa a língua perfurada encontra a sua, é viciante, Dabi tem gosto de tabaco e uísque. Ele lambe a sua boca, puxa o lábio com os dentes e o piercing bate na sua gengiva quando mudam o ângulo, e um gemido, que mais parece um grunhido, envia vibrações direto para o seu pau pressionado entre os seus estômagos.

Os seus músculos internos se contraem com os movimentos das primeiras estocadas firmes e curtas; os tapas na carne úmida e gemidos soam altos entre essas paredes finas, fazendo os seus ouvidos zumbirem com estática. Não tem certeza, mas acha que a cama está rangendo e batendo na parede, e talvez o resto da liga vai saber o que estão fazendo agora. Tomura não se importa, não quando esse idiota continua se movendo dentro e fora.

- Hun, Dabi... – choraminga, carente e necessitado, quando a cabeça do pau dele pressiona a sua próstata. O seu cérebro se enche de substâncias químicas que inebriam os sentidos e sua capacidade de raciocinar, ele adora isso tanto quanto ama.

Erguendo as mãos, segura o rosto dele com cuidado e o trás para baixo com um sorriso relaxado, o ar entre eles é tão quente e abafado, Tomura tem certeza de que pode sufocar com o cheiro de fumaça, cinzas e colônia barata quando inspira fundo com o nariz enterrado no ombro queimado. Ele ri, rouco e sem fôlego com o pensamento de se afogar no moreno, entre pequenos gemidos e respirações rápidas pressiona beijos no pescoço queimado sem conseguir controlar esse sentimento borbulhante que queima dentro do peito.

- Tomura. – ele geme com a testa pressionada no seu ombro, a respiração rápida fazendo cócegas na sua clavícula exposta e os dentes raspando na pele sensível. Tão agradável.

- Faça isso. – murmura de volta e ofega jogando a cabeça para trás, o sentindo chegar mais fundo envolvendo os braços no seu corpo magro num abraço apertado. – Dabi... – geme antes de gozar.


Notas Finais


Então, o que acharam? Eu não fiquei 100% satisfeita, mas curti demais escrever isso aqui! Quaisquer erros ou incongruência, a culpa é do sono, outra hora eu reviso. Espero que tenham gosta!
~Kissus da Taimatsu~


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