História Doce encontro - Capítulo 1


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Categorias Seventeen
Personagens Lee Jihun "Woozi", Soonyoung "Hoshi"
Tags Abo, Hozi, Soonhoon
Visualizações 122
Palavras 1.237
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, LGBT, Shonen-Ai, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite~

Voltei com mais uma soonhoon, mas dessa vez é uma one-shot. Na verdade, é um capítulo retirado de uma soonhoon!au postada por mim no tt que eu resolvi postar aqui. Caso alguém queira lê-la, vou colocar o link nas notas finais.

Boa leitura ^^

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Doce encontro - Capítulo 1 - Capítulo Único

Jihoon engoliu em seco, se sentindo repentinamente nervoso diante da possibilidade de ter que passar quase duas horas ao lado de Soonyoung em uma sala de cinema.

É claro que Lee desconfiava de que Minghao não havia nem ao menos saído do quarto, de que aquilo tudo não passava de um plano do casal de chineses para que ele e Kwon ficassem sozinhos, mas, para a surpresa do compositor, ele não estava irritado com os amigos.

“O Minghao me disse que eles estão presos em um congestionamento e talvez não cheguem a tempo”, Jihoon informou ao seu colega após guardar o aparelho no bolso de trás da calça.

“Ah, sim...que droga, hein”, Soonyoung disse, sentindo seu interior se contorcer em um misto de nervosismo e empolgação, pois se o casal não conseguisse mesmo chegar no horário certo, seria a primeira vez que ele ficaria a sós com o adorável colega de sala.

“Pois é…”, o menor praticamente murmurou, analisando as próprias unhas como se elas fossem uma obra de arte.

Discretamente, o dançarino observou Jihoon por alguns preciosos segundos, sorrindo automaticamente. Para Soonyoung, era impossível não sorrir ao olhar para alguém tão encantador quanto Lee Jihoon.

“Você vai querer comprar pipoca?”, Kwon perguntou suavemente, a fim de não assustar o outro.

O compositor voltou seu olhar para o maior e sentiu seu coração falhar uma batida ao notar que este estava mais próximo dele do que antes. Soonyoung abriu mais um sorriso arrebatador e Jihoon sentiu seu interior esquentar em resposta.

Os dois se entreolharam em silêncio por mais tempo do que o necessário e o pequeno finalmente se deu conta de que ainda não havia respondido o colega.

“Sim”, Lee afirmou, um tanto quanto constrangido.

“Ok”, Soonyoung exclamou, entusiasmado, e os dois se dirigiram para a fila.

“Então, você prefere pipoca doce ou salgada?”, o dançarino questionou, voltando toda sua atenção para o parceiro.

“Gosto das duas. E você?”

“Também.”

“Ah. Legal.”

“Mentira, eu prefiro a salgada, mas eu também gosto da doce.”

Uma risada relativamente baixa escapou dos lábios de Jihoon e então ele perguntou:

“Por que você mentiu?”

Soonyoung adorava ver seu ômega favorito rindo, principalmente dele. Ele reprimiu a vontade louca de encher o rosto de Lee de beijinhos e explicou casualmente:

“Eu não menti, só resolvi elaborar melhor minha resposta.”

“Hm...ok.”

A feição de Jihoon ainda estava iluminada com um pequeno sorriso, consequentemente o maior não conseguia tirar os olhos desta.


[...]


Minutos mais tarde, os dois adentraram a sala de cinema e se dirigiram para o fundo, se acomodando em seus assentos logo em seguida.

Jihoon encarou a tela a sua frente, que naquele momento exibia o trailer de um filme em cartaz, e tentou acalmar seu coração inquieto. Tão ansioso quanto o colega ao seu lado, Soonyoung encheu a mão com um punhado de pipoca e descontou seu nervosismo neste.

Um pouco mais calmo, o compositor observou Kwon pela visão periférica e reprimiu uma risada ao ver que este estava se empanturrando com a pipoca amanteigada.

Talvez ele esteja tão nervoso quanto eu, Jihoon pensou, mais satisfeito com aquela possibilidade do que jamais admitiria em voz alta.

Assim que o filme começou, os dois tentaram mergulhar naquele mundo ficcional, mas a presença alheia os impediam de se concentrarem o suficiente para entender completamente o enredo do longa-metragem.

Depois de uma hora de diálogos, lágrimas e crises existenciais por parte dos protagonistas, Soonyoung não conseguiu mais resistir a tentação de observar Jihoon sem ser pego no flagra e voltou sua atenção para o garoto.

Por também não estar tão absorto no filme quanto gostaria, Lee rapidamente sentiu o olhar do outro sobre si. Dividido entre retribuir o olhar de Kwon ou ignorá-lo, Lee decidiu tomar um pouco do seu refrigerante, se arrependendo de tal decisão ao se engasgar com a bebida gaseificada segundos depois.

Preocupado, o maior observou Jihoon em silêncio até que este parasse de tossir, para então se aproximar deste e indagar:

“Tudo bem?”

“Tudo”, o compositor assentiu, mais uma vez hiper consciente da proximidade do outro.

“Não quer que eu pegue um pouco de água pra você?”

“Não precisa, obrigado”, o menor se esforçou para que sua voz não falhasse, apesar de não conseguir manter o contato visual com o colega.

Jihoon tinha medo de que o outro notasse o quão tenso e nervoso ele ficava toda vez que se aproximava dele.

“Ok, se precisar…”

Soonyoung voltou a se encostar na poltrona e Lee se deu conta de que estava prendendo a respiração. O garoto reprimiu um suspiro e tentou se distrair com a doçura do chocolate que havia comprado.

Ao ver o que Jihoon estava comendo, uma ideia um tanto quanto ousada surgiu na mente do maior. Após considerar os prós e contras de colocar sua ideia em prática, Soonyoung decidiu se arriscar, então se aproximou do compositor e sussurrou no ouvido deste:

“Eu posso comer…?”

“O quê?”, Lee perguntou em um fio de voz, sentindo seu coração acelerar drasticamente.

“Eu posso comer um pouco do seu chocolate?”, o dançarino questionou em um tom de voz claramente sugestivo e o baixo ventre do outro pulsou em resposta.

O compositor não sabia se amaldiçoava o garoto ao seu lado por soar tão malicioso ou se amaldiçoava a si mesmo por gostar da forma como Soonyoung havia soado.

“S-sim”, Jihoon gaguejou, temendo que o colega pudesse ver a vermelhidão de suas bochechas, apesar da pouca iluminação.

Kwon reprimiu um sorriso ao notar como o menor estava tenso e voltou a se encostar na poltrona.

“Obrigado”, Soonyoung agradeceu assim que o parceiro lhe deu dois pedaços da sua barra de chocolate.

Com o olhar fixo no telão, Jihoon se perguntou por que ultimamente reagia tão pateticamente a quase todas ações e palavras do maior.


[...]


Assim que a dupla de colegas saiu da sala de cinema, Soonyoung se virou para Jihoon e indagou:

“Você já foi ao café novo que eles abriram semana passada?”

“Ainda não.”

“Eu também não. Que tal a gente ir lá? Se você não estiver cheio, é claro.”

Se eu disser sim, ele vai achar que nós estamos em um encontro?, Jihoon se perguntou antes de externar sua resposta.

“Pode ser…”, o garoto de pele alva confirmou, apesar de temer as consequências de sua decisão.

Mesmo tendo plena consciência de que o dançarino era um rapaz gentil e altruísta, crescer em uma sociedade em que os alfas eram vistos e tratados como superiores aos betas e ômegas fazia com que Jihoon temesse se envolver demais com um alfa e acabar machucado no final.

Consciente da hesitação do outro, Soonyoung questionou:

“Tem certeza?”

O ômega voltou seu olhar para o colega e sentiu sua incerteza se dissipar ao ver que este realmente se importava com sua vontade.

“Sim, tenho certeza”, o compositor disse, soando mais convicto do que antes.

Extasiado, a feição de Soonyoung se iluminou com um sorriso brilhante. Jihoon deixou-se levar pela alegria genuína do alfa, retribuindo o sorriso deste.

Então, antes que Lee se desse conta do que o parceiro faria, Kwon encostou os lábios de leve em sua bochecha.

Com  o rosto corado e o coração acelerado, Jihoon murmurou:

“Soonyoung…”

“Desculpa, foi mais forte que eu, Jihoon!”  

“Vamos”, o menor praticamente ordenou e deu as costas para o outro, torcendo para que este não tivesse notado seu visível embaraço.

“Me desculpa, Jihoon”, Kwon implorou, temendo que o colega estivesse irritado com ele.

“Ok, ok, já está desculpado. Agora vamos logo ao café que eu preciso acordar cedo amanhã”, Lee disse em um tom forçadamente casual.  

Aliviado, Soonyoung sorriu novamente e concordou de imediato.


Notas Finais




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