História Dor do silêncio - Capítulo 4


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mylène Haprèle, Nathanaël, Nino, Personagens Originais
Visualizações 76
Palavras 1.849
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Policial, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aqui esta mais um capitulo...desculpem os erros e boa leitura❤
Eu sei que o capitulo não ficou muito bom mas eu dei o meu melhor, espero que gostem

Capítulo 4 - Contando a verdade


Fanfic / Fanfiction Dor do silêncio - Capítulo 4 - Contando a verdade

(Eu sei que o capitulo não ficou muito bom mas eu dei o meu melhor, espero que gostem)

Pov Marinette

Assim que cheguei no mei destino fui andando para perto da casa dos Agreste e me sentei no chão com algumas lagrimas nos olhos

Todo o meu corpo estava dolorido, como ja havia ficado varias vezes... Existem alguns roxos em meus corpo que eu acho que nunca irão sair... Mas a maior dor esta em meu peito..

Dói... E muito... Não era com isto que sonhava quando era mais nova... Nunca sequer imaginei que o meu "felizes para sempre" seria um "infelizes para sempre"...

Fiquei olhando o céu e pensando em todos os que mais amei na minha vida e que não estao mais aqui para me apoiar..

Rapidamente minha visão ficou embaçada e senti varias lagrimas quentes escorrendo pelo meu rosto mais uma vez... Elas desciam até ao chão... Era la que eu estava... No chão..

Eu sei que meu pai e minha mãe nunca teriam deixado isso acontecer... Eles iriam acreditar em mim e me proteger...

Mesmo eu sabendo que não era esse o objetivo do meu padrasto... Ele nunca me quis magoar...ele só tentou me proteger... Da pior maneira...

Eu nem celular tenho... O unico que tenho é bastante antigo...Hugo nunca me deixou ter um celular como deve de ser... Um moderno...o unico que tenho foi o meu padrasto que me deu ha 9 anos atras...

Nunca tive a oportunidade de cuidar de mim...de fazer compras para mim como qualquer outra mulher teve oportunidade..

Nunca soube o que era receber carinho...sem ser da minha familia...nunca soube o que era o amor de verdade..

Eu não aguento mais...mas eu não tenho coragem de pedir ajuda....tenho vergonha..

São 10 anos sendo submissa para um homem que me trai e me machuca de todas as maneiras possiveis

São 10 anos...10 anos de dor... De isolamento...eu perdi todos os que eram mais importantes para mim... Não pude seguir meus estudos e seguir meu sonho... Nunca pude ser feliz..

Não sei o que é a felicidade...e tambem esta tarde demais para saber...

Olhei o relogio e eram 6 da manha...olhei para a casa e vi algumas luzes se acenderem..me levantei e fui ate ao portao..

Andei com um pouco de dificuldade mas tentei disfarçar ao maximo minha dor

Toquei a campainha e logo Amalia de pijama e um roupao veio ver quem era...ao me ver ela arregalou os olhos e eu apenas sorri

Amalia- voce aqui a essa hora minha querida, que aconteceu?

Mari- eu como tinha que trazer minha mala vim mais cedo para puder arrumar meus pertences e depois tratar da lida da casa

Amalia- voce vai ficar aqui?- ela sorriu

Mari- irei sim- sorri de volta

Amalia- que bom, vou ter alguem com quem partilhar o quarto

Quando ela disse isso minha mente entrou em choque...ela iria ver minha manchas, cicatrizes e roxos...

Amalia- algum problema minha querida?- eu abanei a cabeça afastando meus pensamentos

Mari- não nada- disse tentando não parecer nervosa

Amalia- hm sei, vem ca, vamos arrumar suas coisas minha querida

Fomos em direção ao quarto, que era bem acochegante por sinal, tinha duas camas de solteiro, suas cobertas eram azuis claras com algumas bolinhas brancas, tal como a madeira que era branca..tinha travesseiros que pareciam bem confortaveis tal como a cama... Desde que moro com Hugo eu não sei o que é uma boa cama...e limpa..e uma boa noite de sono..tinha uma cabeceira pequena branca tambem com um pequeno abajur azul...as paredes era um azul quase branco...havia um pequeno armario e uma pequena estante...havia uma pequena casa de banho tambem

Mari- nossa, aqui e bem bonito e acochegante- disse um pouco maravilhada com tanta simplicidade e beleza

Amalia- eu sei, mas voce falando assim ate parece que nunca viu um quarto na vida- dei uma pequena risada nervosa...realmente eu ja ha muito não sabia o que era um quarto assim..- precisa de ajuda para arrumar seus pertences?- eu sorri

Mari- não é necessario, não é muita coisa, voce poderia so me trazer meu uniforme?

Amalia- claro minha linda, venho ja

Quando ela saiu eu me sentei na cama, era bem macia, comecei a arrumar minhas poucas roupas e alguns pertences...bem poucos tambem

Amalia- voce pensa que não vai ficar aqui muito tempo? Com a tão pouca quantidade de coisa que tras

Mari- é... Eu só tenho isso daqui, são minhas unicas coisas- ela me olhou desconfiada

Amalia- realmente existe algo de muito errado com voce

Mari- eu vou colocar meu uniforme, ja volto- tentei fugir do assunto, mesmo sabendo que não iria ser por muito tempo

Quando sai perguntei para Amalia onde estavam os patroes e logo ela respondeu que Adrien estava no escritorio do pai e os senhores Gabriel e Clara sairam para um compromisso fora da cidade

Agradeci e fui ate ao escritorio, bati na porta e ouvi um "entre" que me fez arrepiar toda, não é possivel que só a voz dele me deixe assim..

Mari- com licença- disse abrindo a porta e a fechando em seguida, quando o olhei meu coração bateu mais rapido

Adrien- Bom dia Marinette- ele sorriu ao me ver e pude ver seus olhos brilharem

Mari- Bom dia se...quer dizer..Adrien, pode me chamar de Mari se preferir- ele sorriu em confirmação fiquei olhando o sorriso dele mas logo afujentei meus pensamentos- eu queria avisar que estou dividindo o quarto com Amalia, mas irei nos fins de semana para casa- um sorriso enorme se fez presente em seu rosto

Adrien- meu deus que otimo assim v-- ele parou um pouco e corou- quer dizer, ainda bem que voce decidiu aceitar a proposta de meu pai, a proposito, voce poderia me dizer seu norme completo e idade? Eu estava dando uma vista de olhos na sua ficha de trabalho que meu pai fez, assim como com todos os funcionarios, e voce não chegou a dizer o seu nome completo nem idade

Mari- ha claro, como eu esqueci- dei uma fraca risada- meu nome é Marinette Dupain-Cheng e tenho 26 anos

Adrien- tem certeza que voce é francesa- ele disse confuso e eu ri

Mari- sim sou..minha mãe era chinesa assim como toda a familia do lado dela e meu pai era frances- ele sorriu

Adrien- interessante, e o nome do seu namorado?- eu o olhei com façanha confusa

Mari- o que isso lhe importa?- ele ficou meio nervoso e respondeu um pouco trapalhado

Adrien- é que voce mora com ele né?- eu assenti- isso é necessario em caso de alguma emergencia ele ser avisado

Mari- ah...o nome dele é Hugo Clement

Adrien- obrigado, era so isso mesmo pode ir fazer seu serviço

Mari- precisa alguma coisa?

Adrien- talvez um cafe se não se incomodar

Mari- claro é para ja

Sai

Pov Adrien

O nome desse tal namorado de Mari não me é estranho, tenho quase certeza que ja tratei de um processo de advocacia em que ele estava contra a pessoa que estava defendendo...

Esta noite vou ver meus registros arquivados, com certeza irei encontrar algo..

Mas enfim, eu fiquei muito contente de saber que Mari ira ficar aqui...puder ver ela de dia ate a noite e acordar com ela aqui vai ser fantastico..

Ela é especial... Muito especial... Se ela não tivesse namorado eu concerteza iria tentar a conquistar...

Meus pensamentos foram interrompidos pela mesma que entrou com uma bandeja pequena e um cafe

Mari- aqui esta, se não precisar de mais nada irei começar meu trabalho- ela disse com o seu jeito atrapalhado de ser

Adrien- pode ir obrigado- ela saiu

Essa menina é especial, eu sei disso

Pov Marinette

~quebra de tempo~

Era de noite, o jantar ja tinha sido servido e tinhamos sido despensadas do serviço... Amalia ja tinha se trocado e feito suas higienes e estava deitada na sua cama lendo um livro...

Eu fui até ao banheiro fiz minhas higienes e coloquei o pijama ja sabendo o que iria acontecer..era bem visiveis meus ferimentos..com toda a certeza ela iria notar, so se eu fosse um ninja..

Mas eu sei que posso confiar nela...por isso vou ter que arriscar, ate porque eu não vou conseguir esconder esse segredo por muito tempo partilhando o quarto com ela...

Respirei fundo e sai.. Ela me olhou e logo largou seu livro e veio até mim...eu tentei me esquivar mas ela pegou meus braços com cuidado e os olhou com os olhos arregalados de espanto e preocupação..ela levantou minha blusa com cuidado que me fez gemer, ela olhou minhas cicatrizes e passou sua mão suavemente por meus roxeados.. Meus olhos se encheram de lagrimas e ela me olhou procurando uma explicação

Mari- por favor....se senta...e me promete que eu posso confiar em voce, por favor- eu chorei e ela se sentou na minha cama e fez sinal para me sentar do seu lado

Amalia- é claro que pode confiar em mim, eu posso não te conhecer a muito tempo mas voce é como se fosse a filha que eu nunva tive, por favor me conta o que esta acontecendo- ela disse preocupada

Mari- eu sou vitima de violência doméstica ha 10 anos- seus olhos se encheram de lagrimas- por parte de meu namorado

Amalia- o que? Voce tem que fazer queixa voce ja viu o seu estado!?- ela me encarou desesperada- voce ja foi parar no hospital quantas vezes?

Mari- não eu não posso apresentar queixa, ele iria me matar mais do que ja estou, ele é louco ele pode magoar ate voce, eu não posso deixar as outras pessoas pagarem por algo que apenas eu devo levar...e ja fui imensas vezes

Amalia- voce nunca disse nada a ninguem?

Mari- eu disse para meu padrasto quando ele era vivo mas como ainda eramos muito jovens ele pensou que não era nada..ele confiava muito em Hugo

Amalia- meu deus nos temos que ir na policia, as provas são evidentes e se voce ja foi no hospital com certeza estao la os registros, voce tem que apresentar queixa

Mari- eu não posso Amalia, essa é a minha vida, ninguem pode fazer nada, com toda a certeza se eu apresentar queixa ele vai arranjar forma de sair impune e eu irei sofrer mil vezes mais do que ja sofro

Amalia- mas voce agora esta protegida, alias o menino Adrien é advogado ele pode te proteger e meter esse canalha por muito tempo na prisao, alias basta olhar para voce que ele é preso com toda a certeza e não sera por pouco tempo

Mari- não Amalia eu não posso por outras pessoas nisso...isso so iria piorar as coisas...eu não posso fazer nada

Amalia- mas aqui voce esta protegida, ele nao fara nada com voce...ele nao pode fazer nada- ela começou a chorar- voce não pode continuar nas maos desse monstro...não pode

Mari- eu não quero ser uma vitima ok? Eu estou bem, estou acostumada, esta tudo bem... Alias eu ja estou aqui durante a semana...so vou apanhar no fim de semana..

Amalia- não posso deixar voce continuar com isso...são 10 anos

Mari- olha, eu prometo que eu irei pensar em alguma coisa mas por favor não conta nada disso a ninguem

Amalia- eu não-- eu a interrompi

Mari- promete! Senao voce nunca mais ira voltar a me ver porque ele vai desaparecer comigo, por favor promete!

Amalia- por enquanto não... Mas não prometo que meu silêncio seja para sempre...- eu a abracei- meu deus minha querida, voce não pode mais passar por isso, é muito jovem...- eu me separei dela

Mari- eu vou pensar em algo..mas não se preocupe...eu estou acostumada..- disse com um sorriso triste

Ela me abraçou novamente


Continua...




Notas Finais


Então foi isso..desculpem qualquer coisinha bjs e FUI✌❤

P.s. eu sei que o capitulo não ficou muito bom mas eu dei o meu melhor


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