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História Entre o gelo e a madeira (yaoi) romance gay - Capítulo 12


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Capítulo 12 - Danças diferentes


Fanfic / Fanfiction Entre o gelo e a madeira (yaoi) romance gay - Capítulo 12 - Danças diferentes

POR VOLTA DAS OITO HORAS CHEGUEI NA CASA DE LEVI, e quando ele atendeu a porta pareceu um tanto... apresado ou ofegante. Acho que ele se apreçou pra abri a porta.  


Antes de eu falar qualquer coisa o olhei de cima a baixo. Ele estava bonito, como sempre. Mas estava... um pouco mais sexy, eu diria. Eu definitivamente me divertia com o cheiro como seu cabelo era bagunçado e ao mesmo tempo arrumado. Como se fosse feito pra ser assim. 


— Ham... — ele não disse nada apenas começou a ter suas bochechas tomadas por uma leve coloração rosa. — Vamos? 


— bonjour, Ivan! — ouvi uma voz femenina dizer. Acho que foi Daiana. 


— Bonjour, Daiana! — ele balançou cabeça, fechou a porta e me encarou nervoso por alguns segundos. 


— YA nachinayu nakhodit' tebya ochen' seksual'no — ele não entendeu nada do que eu disso, obviamente. "Estou começando a te achar muito sexy"


— que? 


— bonjour, Levi. 


— Tudo aquilo queria dizer  Bonjour, Levi"?


— acrescentei algumas saudações mas no geral é isso mesmo.


— Provavelmente está mentindo, mas quem sou eu para dizer alguma coisa nessas condições? — Ri com sua fala e então o direcionei aí meu carro.


🩰


A unas horas trás eu lhe perguntei sobre seu amigo Tayrone pra ver se eles haviam conversado sobre a tal festa que Tayrone insistiu tanto que eu os levasse. Levi não respondeu minha mensagens mas alguns minutos depois que a enviei, Tayrone me mandou uma mensagem me dando seu endereço e pedindo me cobrando a promessa que havia lhe feito. Eu só lhe prometi aquilo para que ele me deixasse em paz e pudesse ver o machucado de Levi.


Liguei o som do meu carro. Eu estava com um pendrive conectado a mais música que começou a tocar foi Ghost do Sir Sly.




— Posso lhe perguntar uma coisa? 


— Já está perguntando. 


— Hum... considerando isso um sim: Por que seu amigo Tayrone foi tão insistente ao pedir para Santiago para vocês irem a festa? Mais especificamente, deixar você ir a festa. Por que pedir a ele, e por que não ir escondido simplesmente, ou sem dar satisfação de horário?


— Hum...  Santiago é meu treinador. Ele sabe o que é melhro para o meu desempenho... é um dia o desobedecemos... — tirei a atenção da rua um momento e o vi engolir em seco. — sofremos alguns consequências. Desde esse dia Tayrone se aproximou de Santiago como se também fosse seu aprendiz e nunca mais o desobedeceu ou escondeu informações sobre mim para ele.


— Sobre você? 


— Ham... é... 


— Não vou perguntar o que aconteceu. Eu disse ele se calou. 


Finamente chegamos na casa de Tayrone.



Chegando na festa que era num casarão de algum aluno popular da minha escola, vimos até mesmo adolescentes bebados no jardim. Acho que o convite estava aberto para todo o ensino médio de minha escola. Quando entramos vimos algumas... pré-orgias? E muitas   Preliminares. 


O aglomerado de pessoa dançando se concentrava na sala da casa. E Tayrone logo chegou gritando. Comecei a me empolgar junto com ele e então adentrei naquela sala me espremendo entre as pessoas até ficar mais no meio da sala. 


Embora música não fosse tão rápidas, eu diria que era muito divertida. Acho que seria uma música mais... para pegar alguém que você está afim. O bom de estar numa festa com Tayrone é que poucas pessoas reparam em você. Isso me deixava mais vontade 


Era legal ver a empolgação das pessoas ao cantarem a musica cheios e energia.


 Tay começou a fazer uma dança louca, estranha e talvez fora do ritmo para a garota que o  olhou como se ele fosse um louco engraçado. Eu preferi deixar a música me levar, então meus movimentos iam de acordo com a música e com as pessoa ao meu redor. 


Quero estava começando a fechar meus olhos para me internar mais ao momento, notei um alguém me vigiando. Um irritante em minha direção, acompanhado de um sorriso de lado e tímido que eu estava prestes a socar. 


— Qual o seu problema? — falei  como se estivesse o acusamos de fazer algo errado. 


—  O que? 


— Não é nossa baba, pode ir se divertir. Não precisa nos vigiar. 


— Bom... eu acho que vou ficar perto de vocês. Não conheço ninguém aqui. 


— Tá mas pelo menos não fique imobilizado nos encarando. Você não é o dançarino?


Tentei ignora-li e me afastei dele para voltar a dançar como antes, mas ver um dançarino renomado dar uma "balançadinha" tímida" e desistir da mesma envergonhado foi a gota da água. 


— Você está brincando? '


— Eu... — ele abaixou a cabeça rindo fraco de si mesmo e eu pude notar suas orelhas ficando avermelhadas. Ele era mais alto que eu. 


Me aproximei dele rindo minimamente de sua timidez. Decidido, puxei seus cabelos levantando um pouco sua cabeça até que ele pudesse olhar para mim. Me apoiei em seu ombro e nas pontas dos pés deixei meu corpo colado ao dele enquanto me permitir cantar e dançar para me divertir com a quebra situação engraçada.  


— " outlaw, cold sore / Blood loss / no keys/ So good, so far/ Don't y'all, know me?"  


Ele em minha cintura firme. Olhei no fundo de seus olhos.


— "Funny how ou blow up / Oh oh oh oh / Just to let me down / Oh oh oh oh / Oh oh oh oh. 


🩰


Naquele momento EU queria dizer a ele " acho engraçado o cheiro como você explode" ... acho fofo. Mas acho absurdo o jeito como perde sua timidez de repente, se segura em meus cabelos e meu ombro dançando com seu corpo em fricção com o meu enquanto canta que acha engraçado o jeito como eu... ou alguém explode com ele. 


Bom... eu estava prestes a explodir com ele depois daquilo. 


Antes ele estava encarnado no fundo dos meus olhos, porém agora... deixando de cantar alguns trechos da  música e se concentrando em seus movimentos, ele manteve seus olhos fechado. 


Consegui mover conforme ele esperava não estar fazendo nada errado. Eu deixei a música me levar para movimentos mais calamos e menos elaborados, apenas fazendo o que me parecia interessante.


Eu estava adorando a sensação de estar preso a Levi enquanto dançávamos. Ele queria me deixar maluco, essa era a única explicação. Ora me olhava com raiva e me ignorava, ora sorria como se estivesse bem com tudo aquilo. Eu imaginava que aquele menino era louco ou me levaria a minha loucura. 


Quem sabe Levi seja meu inferno pessoal.


Notas Finais


Olaaaaaa! Como tá a quarentena?

Eu tinha acabado de começar a faculdade de psicologia, por esta razão eu estava demorando para postar. Kkkkk mas ainda tenho alguém capítulos sobrando


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