História Entregando-se ao inimigo (VERSÃO CEMREN) - Capítulo 80


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Visualizações 253
Palavras 3.036
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Intersexualidade (G!P), Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello :)

Capítulo 80 - LXXX


Fanfic / Fanfiction Entregando-se ao inimigo (VERSÃO CEMREN) - Capítulo 80 - LXXX

 

Dias se passaram...

Camila: Aqui.- Disse, entregando três camisolas a criada.- Há uma marcação... Aqui.- Ela mostrou- Quero-as para hoje.

Nina: Por que está mandando cortar suas camisolas?- Perguntou, confusa.

Camila: Aumente esse decote também, pode ir.- A criada saiu, e ela se virou para Nina- Porque eu preciso mostrar a Lauren que eu também sei brincar.- Respondeu.

Quando Lauren entrou no quarto a noite, ela já estava deitada e os bebês dormindo. Ela sabia que Camila não estava dormindo mas não disse nada, se aprontou pra dormir e apagou as velas e se deitou. Demorou minutos, talvez horas. El tinha os olhos pesados, o sono dominando-a quando Camila a abraçou, normal, tinha dormido, então ela passou o braço por seu ombro acolhendo-a ainda em seu sono. Até que Camila enlaçou as pernas com as dela, as pernas dela de algum modo estavam nuas, a pele macia friccionando a dela, e Lauren soube que ela estava acordada, e suspirou. Seu corpo estava em combustão, ela iria enlouquecer. Ela se estreitou contra Lauren arfando levemente em seu ouvido.

Lauren: Deus.- Chamou sem emitir som olhando pra cima, Camila se agarrou a ela de um modo impossível e se aquietou. Só que era tarde, o sono de Lauren já havia ido agora ela podia sentir cada pedaço do corpo dela, quente junto ao seu. O perfume a inebriava, ela trincou os dentes e se obrigou a ficar imóvel. Camila com a cabeça em seu peito podia ouvir a respiração contida quase as arfadas, e sorriu de canto consigo própria.

Lauren não dormiu aquela noite. Seu corpo parecia irritado, revoltada com a ofensa iminente. Quando o sol ralou ela se soltou de Camila com cuidado pra não acordá-la, e se levantou como fazia todos os dias, e foi até o berço dos bebês o que a fez sorrir.

Noah tinha um dos bracinhos de Heloísa preso nas mãozinhas, ambos dormindo. Lauren soltou os bebês com cuidado dando um beijinho em cada um, e foi pro banho. A água fria a alfinetou impiedosamente, se Camila pensava que iria vencer tão fácil, estava....

Camila: Bom dia.- Disse, meio rouca entrando no banheiro. Ela estreitou os olhos ao ver a camisola ´´melhorada,´´ mas virou a cara pra cima deixando a água do chuveiro esfriá-la.

Lauren: Acordou cedo.- Disse, sacudindo o cabelo jogando água pros lados, Camila estava na bancada da pia escovando os dentes. Ela deu de ombros.

Camila: Não dormi bem.- Lauren quase riu de si própria- E a cama ficou fria quando você saiu.

Lauren: Falando em dormir... Noah e Heloísa dormiram a noite inteira dessa vez.- Comentou achando graça.

Camila: Não há um histórico.- Brincou, era certo. Todas as noites um dos dois acordar chorando.

O silêncio durou quando ela escovava os dentes, exceto pelo som da água caindo no chão. Lauren não sentiu ela entrando no box, até que ela a abraçou pelas costas de camisola mesmo, o rosto tocando a pele molhada.

Camila: Gosto de como você acorda. A pele morna, macia.- Ela lhe deu um beijo no ombro.

Lauren: Brincadeira tem limite Camz.- Rosnou- Assim como meu controle.

Camila: Não tenho medo de você.- Respondeu, prontamente.

Lauren: Então não terá do que se queixar.- Rebateu, se mantendo em silêncio em seguida.

Camila não disse nada. Distribuiu beijos pelos ombros dela, após alguns minutos Lauren se esquivou dela que a deteve com as mãos. Ela apanhou as mãos de Camila retirando-as de seu peito, mas ela resistiu.

Camila: Apenas me dê a chave.- Sussurrou, beijando a nuca dela em seguida.

Ela nem viu, apenas sentiu o puxão forte em seu braço. Seus pés escorregando no piso, mas Lauren não a deixou cair empurrando-a até que ficasse prensada na parede, de frente pra ela. Viu o susto nos olhos dela com a surpresa.

Lauren: Eu não sou o tipo de pessoa com quem se deve brincar Camz, a essa altura você já devia ter percebido isso.- Rosnou.

Camila: E tu devia ter percebido que eu não desisto quando quero alguma coisa.- Rebateu.

Lauren: Insista o quanto quiser.- Desafiou, se aproximando dela, a boca ficando a centímetros da dela. Camila fechou os olhos sentindo o hálito dela em sua boca, achando que ela iria beijá-la, mas...- Você. Vai. Perder.- Concluiu falando pausadamente, e em seguida se afastou dela. Camila preciso de um instante para se recompor.

Camila: Seu capricho por manter Sofi presa é maior que o desejo que tem por mim?- Perguntou, em voz baixa.

Lauren: Seu capricho de me confrontar é?- Rebateu.

Camila não respondeu, apenas a fuzilou com os olhos saindo do box em seguida. Lauren sorriu de canto voltando pro seu banho, sabendo que não sairia da água fria tão cedo.

Duas semanas depois...

Lauren: IMPOSSÍVEL!

Camila: Se ela pensa que eu vou...

Lauren: Ela realmente enlouqueceu se acredita que...

Camila: Só pra não me dar a porcaria da chave! Sofi está presa há dois meses, é um absurdo..

Lauren: Mas não, ela faz questão de amamentar na minha frente, então ela dorme com aqueles... Pedaços de pano sempre em cima de mim, é irracional que...

Camila: Ela sai do banho quase sem roupa, e as gotas de água descem pelo corpo dela.. Bom eu sou humana, e ela não pode pensar que...

Lauren: Sempre se espreitando, se esfregando em mim, na hora que eu perder o controle...

Vero: CHEGA!- Disse se levantando, Selena riu- Eu não aguento isso! Está me fazendo imaginar sua mulher se esfregando em mim de camisola, e acredite em Deus, você NÃO QUER que eu pense nisso.- Avisou, exasperada. Selena riu mais ainda.

Selena: Por que.. Por que você não faz as pazes com ela?- Perguntou achando graça.

Lauren: Ela está jogando, eu não vou perder.

Vero: Arranque os cabelos então, se quer enlouquecer ÓTIMO mas não vai me levar junto, onde está Lucy?- Perguntou enfiando a cara no corredor.- LUCY!- Chamou.

Selena: Está com Demi e Nina, pare de gritar. Onde está Ian?

Lauren: Eu tenho cara de quem sei de Ian?- Perguntou, e Selena se largou na cadeira.

Vero: Laur... Faça as pazes com Camila, ou meu sexto sentido me avisa que ALGUÉM VAI SE MACHUCAR AQUI.- Selena colocou a mão na barriga, a cabeça caindo pra trás.

Lauren: Eu não vou perder.- Esse era o defeito de ser rainha: Havia paciência e resistência para batalhas, por mais dolorosas que fossem.

Vero: Eu vou perder, vou perder a paciência com você.- Ela se levantou- Eu vou atrás da minha esposa, com licença.- E saiu.

Selena: Vero, deixe Lucy em paz.- Disse, com a cabeça no corredor. Ouvi um ´´CUIDE DA SUA VIDA!´´ em resposta.- Tudo bem.- Disse, divertida.

Lauren: Não vou perder.- Decidiu, e se levantou e saiu.

Camila também estava convencida disso, vamos ver então.

No dia seguinte...

Camila caminhava com Demi, Nina e Lucy no jardim, Nina empurrava o carinho de bebê duplo, de onde Noah e Heloísa observavam tudo.

Lucy: Gosto desse clima.- Disse, respirando fundo- Essa calma, faz parecer que a guerra foi soterrada.

Demi: E o pior cego é aquele que não quer ver.- Disse, com as mãos nas costas. Aquela calma toda, toda aquela paz... Era a calmaria que vinha antes da tempestade.

Nina: Você fala como se pudesse sentir.- Disse, erguendo o rosto.

Demi: Digamos que eu já vivi o suficiente pra conhecer um pouco sobre muita coisa.- Comentou, quieta.

Lucy: Não mais do que nós. O que, 24 anos?- Demi assentiu.

Demi: De certa forma sim, é saudável pra vocês acreditar nos 24.- Disse, divertida.

Lucy: Como assim? Perguntou, incrédula.

Demi: Eu parei de contar nos 24.- Disse, erguendo as sobrancelhas sugestivamente. Lembrava Vero quando fazia isso- E por que alguém aqui não está me soterrando em perguntas também?- Perguntou olhando Camila que caminhava quieta, o olhar distante.

Nina: Tudo bem... Quando você parou de contar?- Instigou.

Demi: por que não faz essa pergunta a Selena, Nina?- Perguntou, e Nina suspirou Selena não responderia- Como vai Lauren?- Perguntou, olhando pra frente.

Lauren: Bem, obrigada.- Disse atrás dela, todas se viraram.- Senhoras, você podem tomar conta dos bebês por um instante, por favor?

Demi: Estarão seguros.- Disse, tranquila. E Lauren agradeceu com a cabeça, estava em cima do seu cavalo observando-as.

Lauren: Eu posso falar com você?- Perguntou observando Camila, que a olhou por um instante e assentiu. Ela olhou os bebês uma última vez apenas por costume, e foi até ela.

Lauren desceu do cavalo ajudando-a subir. Camila se sentou de lado e ela apanhou as rédeas do animal, indo a sua frente a pé levando-a. As duas permaneceram em silêncio, Lauren contornou a copa das arvores, e Camila perguntou pra onde iam. Ela apenas respondeu ´´ É outro modo de chegar ao rio,´´ e o silêncio voltou. Havia mesmo uma trilha entre as arvores, e elas passaram não demorando a chegar na beira do rio.

Camila: Por que me trouxe aqui?- Lauren não respondeu. Amarrou o cavalo perto d´água e ajudou a descer. O animal nem fez caso, se aproximou do rio bebendo a água quase gelada, pela ventania que fizera na noite anterior.

Lauren: Porque eu precisava de um lugar em paz pra conversarmos.- Disse, e ela se pôs a caminhar ao lado dela. Lauren andou poucos passos e se virou.- Camz, não quero continuar brigada com você, olhe pra nós duas.

Camila: Não parece.- Disse, quieta.

Lauren: Você também não ajuda, dançando daquele modo na minha frente pra depois...- Ela suspirou, Camila ergueu a sobrancelha com a acusação- Não é o objetivo, o que passou, passou.

Camila: Então por que não solta Sofi?- Pressionou. Lauren hesitou por um instante, então se sentou em uma pedra seca perto de uma arvore. Ela observou, e se sentou em sua frente.

Lauren: Precisa entender, Sofi nunca ergueu a voz pra mim então me desafiou aos gritos perante todo o reino. Ela é uma criança.- Disse, cruzando as mão- Se eu não mostrar a ela agora que o que fez foi errado, que mesmo ela sendo a herdeira do trono deve respeito a mim como mãe e como rainha, as coisa vão fugir do meu controle, e eu não posso permitir isso.- Ela suspirou- Dó em mim deixá-la presa, mas eu seria incapaz de lhe erguer a mão, e é o único modo que eu vejo de puni-la.

Camila: Não crê que já foi tempo demais?- Perguntou, apanhando a mão dela entre as suas- Já faz mais de dois meses. Você nem permitiu que ela visse os irmãos, e você lembra o quanto ela estava ansiosa por eles.

Lauren: Eu vou me resolver com Sofi.- Prometeu, e ela esperou- Logo, mas não sei agir sob pressão.

Camila: Me prometa que não a manterá presa por muito mais tempo.- Pediu.

Lauren: Prometo que vou tentar resolver isso com o melhor de mim, mas não vim aqui falar apenas de Sofi.- Ela tocou o rosto dela- Nós mal nós casamos, e já estamos brigadas. Você me irrita tanto que as vezes tenho vontade de estrangulá-la, como pode?- Perguntou, acariciando a mação do seu rosto dela, que riu.

Camila: Parece que você não me queria, me tornei irritada, passou.- Disse, beijando a mão dela. Lauren se aproximou beijando sua testa demoradamente. O coração de Camila disparou ao sentir os lábios dela em sua pele.

Lauren: Passou?- Murmurou, os lábios descendo pelo rosto dela. Camila segurou seu rosto, sorrindo.

Camila: Só quando Sofi estiver livre.- Sussurrou, e ela sorriu. Ainda jogando afinal.

Lauren: Que seja.- Deu de ombros, Camila sentiu as mão dela lhe apanharem por debaixo do braço, puxando-a pra ela- Me deixe pelos menos te abraçar.- Disse, apanhando-a nos braços, e ela retribuiu o abraço saudosa de seu perfume.

Elas ficaram assim por horas. Se beijando, se acariciando, nunca passando dos limites, apenas matando a saudade. Nenhuma das duas disse nada, nada precisava ser dito.

Camila: Podemos ir agora?- Murmurou, nos lábios dela.

Lauren: Quer ir embora?- Perguntou, confusa. Fizera algo de errado?

Camila: Na verdade não, ficaria aqui por horas a fio.- Lauren sorriu acariciando seu rosto. As duas estavam meio deitadas, largadas. Lauren encostada em uma arvore e Camila em cima dela, o vestido esparramado em sua volta.- Mas não vai demorar, e será a hora de amamentar dois bebês.- Disse, tocando o nariz dela.- Podemos ficar mais uma hora no máximo, mas então teremos que voltar apressados. Noah se irrita quando não o alimento a tempo, faz birra.- Lauren riu, lembrando do filho.

Lauren: Vamos, podemos passear um pouco antes de voltar, já que temos tempo.- Disse, levantando- Eu tinha em mente vários lugares pra irmos, antes de entramos em conflito, é claro.- Camila sorriu apanhando sua mão, e se levantou.

Dessa vez ela montou com uma perna de cada lado do cavalo que parecia esperar, e Lauren montou atrás dela apanhando as rédeas. Lauren a levou a um campo afastado do castelo mas ainda nas propriedades, onde cresciam girassóis. Não eram muitos, nem muito grandes porque o sol não aparecia muito, mas as cores deixaram ela encantada. Anoitecia, as duas voltavam brincando rindo, e Lauren acelerou o cavalo fazendo-a gritar com ela assustada, lhe causando um riso. Porém o ritmo do cavalo friccionou o corpo das duas de um modo não muito convencional; ela estava quase pulando no colo de Lauren. Acumulou o desejo preso por meses, os dias de provocação, a tarde de carinhos que querendo ou não, deixou as duas acesas, e agora isso. Camila ficou quieta, e Lauren viu a mão dela agarrar a crina do cavalo instigando o animal, fazendo-o correr mais, aumentando a fricção do corpo das duas.

Ela observou cada reação dela. Camila aguentou firme o quanto pode, mas por fim gemeu derrotada, aquilo bastou pra Lauren. Ela não sabia dizer como, mas Lauren puxou ela pela cintura com uma mão só, mantendo a rédea com a outra e a fez girar, ficando de frente pra ela. Camila se agarrou no tronco dela, Lauren manteve uma das mãos nas costas dela e afundou o rosto em seu ombro, sentindo ela literalmente cavalgar em seu colo. Camila virou o rosto pra ela e a beijou, sufocando qualquer som que pudesse emitir. Lauren devorou sua boca tamanho era o tesão que tinha, apertando-a mais pra si com a mão. O cavalo animado com a corrida repentina, não precisou de ordem para manter seu ritmo independente do que estivesse acontecendo em suas costas. Era melhor do que Lauren tinha cogitado, mas ainda não era o que ela queria.

Lauren: Me desculpe.- Sussurrou nos lábios dela, e Camila sentiu o cavalo ser parado subitamente.

Camila teria caído com o relincho e o solavanco, mas Lauren a manteve em seu peito. Pulou pra fora do cavalo caindo imediatamente no chão. Camila não sabia onde estava, sabia que havia grama no chão, não havia luz vindo de nenhum lugar, e haviam plantas altas em volta. Estava no meio do nada, não importava, havia perdido, sabia disso. Queria perder, Lauren não esperou reação e tomou sua boca, suas mãos desceram apanhando o decote do vestido, pronta pra rasgar...

Camila: NÃO!- Ela parou arfando, sem nem acredita- Não vou ter com o que voltar.- Explicou, e ela sorriu.

Lauren a puxou sentada envolvendo-a com os braços como se fosse abraçá-la, mas puxando o zíper do vestido dela pra baixo. Camila não estava usando espartilho, o vestido era de um azul metálico, solto, e ela usava um sutiã quase como os de hoje em dia. O sutiã era pratico, sendo que ela amamentava com frequência, e o espartilho porque o médico recomendou não sufocá-la tão cedo. É claro que isso facilitou a vida de Lauren de modo inimaginável. Ela só puxou o zíper afrouxando o vestido, que como é bem solto quase deslizou pra fora do corpo dela.

Ela sorriu quando largou o vestido dispensado no chão: Camila a abraçou beijando-a novamente. Tinha tanta sede quanto ela. Não foram necessárias preliminares ali, só o calor do corpo, o perfume e o tempo acumulado serviam de sobra. Lauren retirou o sutiã dela (sem rasgar nada, se comportando muito bem), se dando a vista de presente. Camila se contorceu ao sentir o hálito quente dela em seus seios, em beijos mínimos e demorados. Em algum lugar em sua mente nublada Lauren se lembrava dela comentando sobre um desconforto para amamentar, uma breve dor principalmente por serem dois. Ela não a machucaria, baixou o rosto, o nariz brincando com a barriga dela e mordeu a dobra de sua cintura em cheio, fazendo-a se inclinar pra cima. As mãos de Camila buscaram o cinto dela tremula, se desviando do fecho e Lauren deixou provando da pele dela enquanto esperava. Ela abriu a calça dela empurrando com os pés, e ela subiu o rosto novamente mordendo seu pescoço, o maxilar, chupando, marcando.

Camila: Tire isso.- Disse, angustiada com os botões refinados do colete dela. Queria sentir o calor dela sobre si. Ela já havia aberto metade do colete e Lauren apanhou o resto com a mão estourando os botões. Ela riu, e puxou a camisa pela gola retirando-a pela cabeça mesmo (Lauren não usava sutiãs), estourando alguns botões e voltou a abraçá-la.

Foi muito fácil a partir dali, fácil como respirar. Se desviar das roupas só levou um segundo, Camila grunhiu abafado quando ela a possuiu, mordendo seu ombro em seguida para abafar o grito. Lauren amparou a cabeça no ombro dela, respirando aos ofegos as mãos do lado do seu corpo no chão, tomando força a cada movimento. Tinha tanto tempo! Sua memória não fazia justiça ao corpo dela, nem de longe. Camila deixou as mãos nas costas dela, sentindo os músculos se contraindo e relaxando cada vez que com mais força, até que ela cravou as unhas ali deixando uma trilha vermelha pro onde passou. Nenhuma das duas soube dizer quanto tempo durou, por fim Camila não conseguiu conter o grito que veio, e minutos depois foi a vez de Lauren de gemer o nome dela. Depois silêncio, interrompido apenas por ofegos. Camila tremia.

Lauren: Eu te amo.- Murmurou, beijando o rosto dela. Camila sorriu lhe dando um beijo carinhoso.

Ela também a amava, de modo mais absoluto que uma pessoa pudesse amar outra. Mas isso não mudava o fato de que ela havia perdido.



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