História Eros (Larry Stylinson) - Capítulo 8


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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Louis Tomlinson
Tags Harry Styles, Houis, Larry, Larry Stylinson, Louis Tomlinson, One Direction
Visualizações 22
Palavras 676
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, LGBT, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ola, tudo bem? espero que sim

Capítulo 8 - The magic suppose to be over


Junto ao crepúsculo, para Harry, existia uma certeza. Ele poderia voltar a circular pelo palácio de sua mãe sem o medo de ser descoberto pelo garoto baixinho que por ali andava atordoado. Mas não podia reclamar, se Louis estava ali era total culpa sua, afinal, se não o tivesse levado Eleanor provavelmente o teria levado até o mundo inferior sem se importar se ele morreria ou não.

Não perdeu tempo antes de sair atrás do garoto sem senso de direção, ele poderia finalmente admirar os belos traços do moreno até ficarem totalmente ocultos pela escuridão. Estava receoso que sua aproximação com o garoto tivesse alterado seus sentimentos mais do que deveriam devido ao poder de sua flecha, mas tinham quase que absoluta certeza que o efeito dela já havia passado a pelo menos dois dias.

Sabia que estava ficando sem opções para manter o garoto humano por ali por mais tempo sem que sua mãe tomasse alguma providencia, não queria irrita-la, mas lutava com uma parte de si que queria o menino por perto. Observava o por do sol enquanto pensava em alguma forma de colocar seu plano em pratica. Se surpreendeu ao perceber que não vira Louis sair do palácio e começar a andar pelo jardim sem rumo, ficou curioso, e assim que teve certeza que nenhum raio de luz estivesse presente adentrou o mesmo a sua procura.

- Vejo que finalmente decidiu parar de se perder lá fora – falou ao perceber Louis saindo da biblioteca

- Eu não diria isso, foi mais uma frustração momentânea – respondeu confuso olhando para os lados a procura do garoto, apenas conseguindo perceber seu volto

- Se você diz

- Eu vou para o me... – Se interrompeu em meio a frase parecendo repensar sua decisão – Vou para algum quanto.

Styles nada respondeu, assentiu com a cabeça mesmo sabendo que o outro não perceberia seu ato e o seguiu. O acompanhava em silencio sem saber se era o momento certo ou não de puxar qualquer assunto. Sabia que Louis podia ouvir seus passos graças ao silencio absoluto que se fazia presente, o fazendo assumir que talvez ele não quisesse conversar.

- Por favor, me deixe ir para casa – Louis falou para breu, mas tinha certeza que Harry estava próximo o suficiente para lhe ouvir

- Não posso fazer isso.

- Por que?

- Você não entenderia.

- Não mesmo, nem sei porque você me trouxe até aqui. Quem é você? Por favor, me dê uma explicação.

- Eu já disse, sou Harry. Quanto a explicação, não posso explicar algo que nem eu mesmo consigo assimilar.

Tomlinson nada respondeu, mesmo não se dando por satisfeito, estava cansado de ouvir as coisas estranhas que Harry falava quando tocava no assunto. Sentia falta de casa, mas também não se sentia mais como num cativeiro ao andar pelos corredores ou ao deitar-se na cama macia daquele quarto.

Sentou-se na cama sentindo seu companheiro fazer o mesmo e olhou para seu lado, porem se decepcionou ao perceber que seus olhos mesmo estando acostumados com a escuridão não eram capazes de perceber nada além da silhueta do outro garoto.

- Aqui é sua casa, certo? – perguntou e Harry murmurou um “sim” em resposta

- Como consegue viver aqui sem contato com as pessoas?

Aquela era uma pergunta que ninguém nunca havia feito a ele, o fazendo ficar sem reação conseguindo apenas soltar alguns suspiros e murmúrios. Não sabia como explicar ao garoto sobre seu contato com o mundo dele, afinal não é todos os dias que se tem que explicar a alguém que você é um Deus.

- Não se pode sentir falta de algo que nunca se teve – se limitou aquela resposta, não era totalmente mentira, por partes, ele realmente nunca teve contato direto com o mundo dos humanos.

- Então como conhece Eleanor?

- Você já foi atrás dessa resposta. 

- Quer dizer que ela é, tipo, sua prima?! – rui debochado

- Não se pode ter sorte a todo momento. – deu de ombros, começando a rir contagiado pela risada do garoto ao seu lado.


Notas Finais


obrigadx por ler, te espero na semana que vem
tenha uma otima semana
xoxo Nina


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