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História Eu deveria... - Capítulo 1


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Notas do Autor


Não coloquei a descrição do Alan, mas é igual esse cara aí da foto. Espero que gostem.

Capítulo 1 - Alan não lembra o nome do segundo gêmeo


Fanfic / Fanfiction Eu deveria... - Capítulo 1 - Alan não lembra o nome do segundo gêmeo

P.O.V Alan

 

Parei o carro no estacionamento em frente a escola e assim que comecei  andar em direção ao prédio Luke, um dos meus melhores amigos, se aproximou.

- Fala Alan, seu bosta.

- Chora imbecil.

- Cara tem uma insuportável atrás de mim.

- A é? – perguntei revirando os olhos. – O que foi dessa vez?

- O de sempre, transei e agora ela grudou. O problema é que ela era virgem...

- Mas você é muito retardado, não é possível, você sabe como virgens são, eu sei que é gostoso pra caralho tirar um caboco, mas não vale o trabalho depois.

- Mas ela estava dando tanto mole... – choramingou. Luke era o típico jogador de futebol americano famosinho do colégio, com a aparência de um ator de Hollywood, para piorar, cabelo loiro, olhos azuis, etc. Como a maioria dos caras com sua aparência ele tinha uma longa e impressionante lista de corações partidos e bucetas aproveitadas. Era um lixo por dentro tanto quanto era atraente por fora para as garotas do colégio.

Eu era igual.

Assim como o último do nosso grupo que vinha se aproximando: Leo.

- Fala otários.

- Ele comeu uma virgem – disparei.

- Você tem algum tipo de retardo? – reagiu o garoto de cabelos escuros raspado nas laterais e cumprido no topo.

- Mas ela tava dando mole...

- Ela podia estar dando dinheiro, você não tinha que ter feito isso.

- De toda forma vocês podiam me ajudar, né?

- Não – disparou Leo.

- Depende, quem é?

- Puta que pariu, vocês! – eu e Luke rimos.

- É a Lisa do segundo ano.

- Passa o número.

- Por que eu ainda me surpreendo? – revirou os olhos Leo.

- Não sei.

- Cara ela é gostosinha e ainda é pouco usada.

Leo fez uma careta, ele era o mais falso de nós, sem dúvidas, sempre agia como quem se incomoda com nosso pouco caso para com as mulheres mas no fim agia igual, talvez até pior, porque tratava as garotas bem até conseguir o que queria e depois dispensava. Ao menos eu e Luke éramos sinceros e já as tratávamos mal no começo.

- Eu não vou nem discutir com vocês.

- Cara e a Sophia?

- O que tem?

- Comeu?

- Sim.

- Transa bem?

- Tem um bom oral – eu e Luke nos encaramos.

- Cara – comecei, mas Leo suspirou entendendo.

- Vocês parecem duas garotas querendo detalhes, puta que pariu. Ela sabe garganta profunda e deixa comer o c-

Antes que ele continuasse uma garota apareceu chamando seu nome, nós paramos e assim que ele se virou a tal garota, uma loira muito bem dotada nas partes altas o puxou e lhe deu um beijo, ele retribuiu a agarrando e pegando na sua bunda, eu e Luke rimos e nos afastamos um pouco.

- Você sabia que a Sophia deixava comer o cu? – Luke me perguntou.

- Não.

- Que bosta, sempre Leo é o mais sortudo.

- Não foi você que apresentou a Sophia pra ele?

- Foi, mas se eu soubesse o que ela fazia tinha ficado pra mim...

- Fica uai.

- Tem que esperar o Leo terminar né.

Ri.

- Sejamos sinceros, quando você já o viu repetindo uma?

- Cara, é garganta profunda...

Ri de novo e então ouvimos um grito:

- O que?! – era a garota que estava beijando Leo até então.

Muitas pessoas olharam na direção dos dois e o moreno encarou a mim e Luke pedindo ajuda enquanto forçava um sorriso.

- Desculpa.

- Você nem sabe meu nome?! – dessa vez ela não gritou, mas falou alto o suficiente para eu e Luke ouvirmos, o que nos gerou rizadas e uma carranca de Leo em nossa direção.

- Bem... Não.

- Inacreditável Leonard! – ele fez outra careta, odiava quando o chamavam pelo nome inteiro. – Você é o pior tipo de gente! – e pisando forte a garota saiu de perto.

Leo suspirou e veio até mim e Luke.

- Achei que ela ia me bater.

-  O que aconteceu?

- Ela disse que podíamos sair a noite, eu disse para ela me passa o contato e perguntei o nome.

Eu e Luke nos entreolhamos.

- Você tem algum tipo de retardo? – perguntamos repetindo a frase que ele mesmo usou.

- Não me enche.

- Chamasse de princesa.

- Que se foda, o beijo nem estava bom e eu prefiro bunda a peito.

Rimos e o sinal tocou, corremos para pegar nossas coisas nos armários.

 

-x-x-

Hoje era o pior dia, nenhuma das minhas aulas era com Leo e só a última eu dividia com Luke o que era basicamente como tortura. Passei todo o tempo conversando com alguns caras, paquerando meninas e levando bronca de professores.

Mas nada superaria a aula antes do intervalo e o que aconteceu.

Ele era o irmão gêmeo do meu melhor amigo, em tese... espera. Não. Com certeza absoluta eu tinha que saber o seu nome.

Mas eu não sabia.

Que vontade de me enfiar em um buraco.

Quando o professor de biologia disse que faríamos um trabalho em duplas e que ele escolheria com que ficaríamos achei que estaria tudo bem, eu era um dos populares da escola, afinal, podia ser uma porta, mas desde que ele me colocasse com alguém minimamente decente nessa matéria eu poderia me dar bem, mas quando ele falou meu nome em seguida Matthew, eu, no auge da minha burrice e falta de senso, perguntei em voz alta “Quem é esse?” e tive como resposta o levantar de mão do garoto quis morrer.

Muitos da sala riram, afinal era engraçado, para quem estava de fora.

Matthew era o típico nerd antissocial que ninguém falava ou decorava o nome, SE seu irmão, Leonard, ou Leo, como todos chamavam, não fosse o típico rei da escola. Não que alguém falasse com Matthew, mas ao menos sabiam seu nome quando estudavam alguma matéria com ele. Era quase uma piada do último ano, o tão famoso, bonito e popular era irmão do nerd que só não parava em alguma privada por todos o respeitarem. Mas como melhor amigo de Leo acho que todos esperavam que eu soubesse o nome do gêmeo. Até que o professor ordenasse que ficássemos quietos uma quantidade absurda de gente não parava de repetir “quem é esse?”. Matthew não era invisível, não só pelo irmão, mas por ser esquisito.

Ele tinha o cabelo relativamente grande que cobria as orelhas e totalmente desgrenhado, usava sempre blusas cumpridas e tenho quase certeza que se não fosse piorar para seu lado usaria uniforme, mas ao invés disso usava roupas que pareciam de um brechó, muitas vezes bem largas e que podiam ser resumidas em moletom. Ele ainda usava óculos grandes e nunca participava de nada, como educação física ou mesmo do intervalo. Não podia ser mais contrário a Leo.

Leo tinha a mesma cor de cabelo (preto), mas os dele pareciam mais curtos, ou só estavam mais arrumados, sempre com algum penteado da moda, vivia de regata e bermudas que caiam na medida certa para mostrar as cuecas da Kalvin Klain, no geral estilo swag, como meu, mostrando seus músculos para qualquer garota que quisesse ver, era um péssimo aluno (talvez pior que eu), vivia se metendo em encrenca e um ótimo atleta, ele é medalhista em maratona e corrida de 400 metros, quando entrou no último ano todos ficaram sabendo dos olheiros que vieram observar seu desempenho e ao que tudo indica receberá uma senhora bolça em uma ótima faculdade. Cheguei a ouvir seus pais falando uma vez sobre a certeza de que ele está no nível certo para chegar nas olimpíadas. Não é um esporte como futebol americano ou basquete, mas ele é tão talentoso que todos na escola prestam atenção, sem contar que ele em si é do tipo que já chamaria. Bonito, alto, forte, faz todo o sucesso com as garotas (o suficiente para me irritar as vezes por ficar em segundo plano), é do tipo que fala alto, faz amizade com todos e vive brincando como se a vida fosse perfeita.

Pra ele é mesmo.

A culpa não é minha que eu não lembrasse o nome do irmão, eu não via Matthew nem quando ia para a casa deles.

 Mesmo assim lá estava eu, totalmente quieto sentado do seu lado, olhando para toda a sala menos para o garoto em si. Quando a atividade finalmente chegou em nossa mesa foi quando tomei coragem de fingir que nada havia acontecido e me virar para ele. Me calei, entretanto, quando percebi que ele já me encarava.

- O que foi? – perguntei seco esperando que ele desviasse o olhar ou coisa do tipo, mas me surpreendi quando ele continuou me encarando por mais alguns segundos com uma expressão que não consegui entender de jeito nenhum. Depois ele simplesmente pegou a atividade e escreveu seu nome, o meu e começou a responder.

Ótimo ele sabia o meu nome, pior, completo. Será que Leo reclamaria de como tratei de piorar a zuação em cima do irmão dele?

Durante o trabalho tentei dar minha opinião em uma, mas assim que terminei de falar ele só me encarou de novo em silêncio e se levantou indo até a mesa do professor. Quando ele voltou marcou outra alternativa e depois de pular algumas me deu a folha.

- Professor, posso ir no banheiro?

- Sim, Matthew.

Então saiu. Tentei responder as que ele havia pulado e percebi que eram muito complicadas então se estivesse sozinho só chutaria tudo.

Matthew voltou após um tempo e encarou a folha, depois a mim, sem dizer uma única palavra.

- Eu tentei responder, mas... – estendi a folha para ele e antes que pudesse terminar de falar ele a arrancou da minha mão, apagou algumas das respostas, inclusive duas das que eu havia feito, e refez após reler e me devolveu.

- Pode responder as últimas – disse baixinho.

Só faltavam duas de dez.

- Por que você não responde nerdão? Parece estar se saindo bem – debochei e as duplas ao nosso redor riram.

- Por que prefiro tirar oito e te ver fazendo alguma coisa do que dez e te arrastar junto. Já me basta meu irmão, não tenho que ficar de babá dos amigos dele também – me surpreendi com sua resposta.

- Nossa eu não deixava – comentou Noah, um garoto do futebol sentado ao meu lado ao qual eu conversava nessas aulas.

- Cala boca Noah – o empurrei com o pé e ele riu.

- Quietos! – gritou o professor e me virei para Matthew.

- Vai responder? – perguntou o moreno. O tom de voz continuava muito baixo, parecia que ele tinha medo de elevar o tom de voz, mesmo quando ele pediu para ir ao banheiro ou agora me respondendo ela era quase falha, era impressionante que Noah tenha escutado.

Peguei o lápis e marquei qualquer alternativa sem nem ler.

- Espero que fique feliz com seu oito nerd.

- Melhor que seu cinco – respondeu rápido se levantando.

Fiquei em choque. Não é que o irmão do Leo tinha alguma personalidade?

O garoto entregou a prova para o professor que já começou a corrigir, Matthew ficou ao seu lado observando, depois de um tempo voltou para a cadeira e pegou um livro na bolça, vi uma mulher usando um vestido cumprido na capa, mas nada além disso.

Peguei meu celular e decidi ignorá-lo também.

Depois de mais dez minutos todos haviam terminado e o professor se levantava.

- Certo, vocês todos entenderam errado, só porque é um trabalho não quer dizer que não é importante. Na verdade, vocês se saíram tão mal e relapsos que decidi que esse valerá metade da nota de vocês então todos podem voltar aqui, pegar e refazer.

- Todos? – Uma garota perguntou.

- Sim, todos. Uma dupla por vez, os mais próximos da minha mesa primeiro.

Me levantei, Matthew me seguiu com uma expressão preocupada, pelo jeito ele nunca tinha se saído mal em algo, estava esfregando os olhos quando paramos na frente da mesa.

- Não se preocupe Liviat – disse o professor olhando para Matthew. – Sua nota é bem satisfatória. Não precisará refazer se não desejar.

- Como assim? Somos a mesma dupla!

- Acha que sou idiota senhor Wellom? Eu vi como o senhor só “respondeu” duas das perguntas da atividade, mas marcou qualquer uma depois de Matthew lhe pedir que fizesse. O senhor fará tudo de novo e será com uma folha nova, não vai pegar nenhuma das respostas.

- O que?!

- Eu imaginei que com o irmão do seu amiguinho você ao menos tentaria, mas só vi descaso por parte do senhor.

- Mas eu... – ia me defender, mas percebi que não havia como justificar.

- Mas ele me ajudou – quase entrei em choque ao ouvir a voz de Matthew ao meu lado, o encarei incrédulo, assim como o professor. – Enquanto eu estava no banheiro ele respondeu várias que eu estava na dúvida e deu opinião em outras, o que me ajudou a pensar melhor. Ele chutou as últimas porque eu fui grosso e chamei ele de idiota. A culpa é minha, não dele. Vamos refazer as últimas se o senhor permitir, mas não precisa tirar a participação do Alan.

Eu não sabia se ficava mais surpreso com o que ele falou ou com a quantidade de palavras que saiu da sua boca. O tom não mudou, era baixo, calmo e até tímido, mas ainda era impressionante. O professor o encarou, depois a mim e então de volta para ele.

- Matthew não precisa defender...

- Eu não estou mentindo, ele realmente tentou – disse abaixando a cabeça.

- Certo então – o professor murmurou e me encarou. – O senhor refaz as erradas. Ficarei de olho – e me entregou a prova.

Voltamos os dois para a mesa e olhei a prova, haviam três erradas, uma feita pelo Matthew, mesmo assim eu sentia que o professor queria que eu fizesse sozinho então só me abaixei e comecei a ler, depois de um tempo pensando respondi todas e me levantei, o professor nos olhava diretamente. Olhei novamente para a folha e uma menina chamou o homem para pedir ajuda, assim que ele se afastou da mesa olhei para Matthew, ele mais do que rápido tirou a folha de mim, entre olhei para o professor, assim que ele se levantou um pouco peguei a folha de volta. Percebi que o nerd havia marcado outra alternativa na que havia errado e em uma das minhas, mas não teve tempo de fazer isso na última, me abaixei na mesa como se estivesse pensando e percebi a aproximação do mestre.

- Acabou senhor Wellom?

- Acho que si – disse lhe estendendo a folha. – Seria melhor se o senhor deixasse Matthew me ajudar.

- Ele não é obrigado a fazer tudo – então voltou para a mesa.

Olhei para o moreno do meu lado que estava com seu livro aberto, mas me encarava. Nossos olhos se cruzaram e novamente ele não fez menção de esconder o que estava fazendo nem desviar o foco.

- Obrigada – disse bem baixo para que o homem não muito a frente não ouvisse e colocando o caderno na frente da boca.

Seu olhar passou por todo o meu rosto, o que me deixou levemente desconcertado depois ele deu de ombros e voltou para o livro como se eu nem estivesse lá.

 

-x-x-

 

- Seu irmão é esquisito.

- É? – Leo me perguntou parecendo bem confuso que eu dissesse algo assim do nada.

- Tivemos que fazer o trabalho de biologia juntos.

- Puta merda.

- O que foi?

- N-nada – sua voz falhou e então ele tossiu. – Você deve ter irritado ele. Eu pedi ajuda ontem mesmo sobre essa matéria porque, você sabe, não ganho bolça de estudos se as notas estiverem uma merda, e o professor... quer dizer... pera me embananei. O professor dessa matéria de vocês deixou cair umas folhas que pareciam prova na minha frente então já comecei a achar que poderia ter alguma prova surpresa.

- Ta tudo bem, Leo? – Luke perguntou. – Você está agindo meio estranho.

- Cara eu tô no mundo da lua, não entendi porcaria nenhuma daquela atividade nem depois do Matt ter me ensinado – riu. – Vou tirar uma nota merda, to até vendo.

- Vocês não sabem a nota?

- Não. Nosso professor de biologia nunca corrige no dia. Mas relaxa Leo, contando que ele não tire pontos por você ter gritado com ele acho que a gente passa.

- Você gritou com o professor?

- Eu queria ir no banheiro e ele falou que não podia.

- Aí ele perguntou porque não, e o professor disse que tinha visto o irmão dele... qual o nome mesmo?

- Sério? Matt.

- O professor disse que tinha visto o Matt no corredor e sabia que o Leo só queria sair para pegar cola. Mas a gente nem sabia que as duas turmas iam ter a mesma atividade, não é? E o Leo não tinha visto o Matt.

- Aí você gritou com ele?

- Eu disse que não tinha porque não deixar, que só sendo muito burro para querer cola minha aí passei cola para toda a sala.

- Como assim?!

- Ele gritou – começou Luke e pigarreou. – Exatas palavras: “Eu quero mijar! Ninguém é burro de pegar cola minha no banheiro” então o professor “O senhor fique quieto ou vai para a diretoria” e então ele: “Para os desesperados que precisam, saibam que eu marquei A, A, A, D, E, D, C, C! Pronto posso mijar agora?”.

- Cassete Leo. E o cara não te mandou para a diretoria?

- Não precisou. O coordenador estava passando e me deu a bronca. Eu falei que não entendia porque eu tinha que ficar desconfortável fazendo uma atividade, o professor explicou a história de ter visto o Matt.

- Ele realmente saiu uma hora.

- Então, pois eu não sabia, ai o coordenador disse que eu estava atrapalhando todos os alunos e eu disse que ficaria quieto e que entendia agora o porquê de não terem permitido que eu saísse.

- Ele se virou para toda a turma, se curvou e pediu “minhas sinceras desculpas por atrapalhar todo mundo, vou ficar quieto de agora em diante” depois fez o mesmo e pediu desculpas por desrespeitar o professor. O coordenador ficou irado, mas o professor disse que contanto que ele terminasse quieto e fizesse uma atividade extra depois da aula não reclamaria nem tiraria nossa nota. Mas eu duvido. De toda forma foi hilário.

-  Vai ter que ficar depois então?

- Sim.

- E a Ariana? Vocês não iam ficar hoje?

- Já mandei mensagem para ela, ela disse que me esperava. O Matt que lute e me espere, culpa dele eu estar nessa. Eu só queria dar uma cagada.

- Porra cara.

- Eu estava quase explodindo. Acho que comi alguma coisa podre, não é possível.

Eu e Luke rimos. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, até a próxima!


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