História Eu Estive Aqui - Capítulo 19


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Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Caleb Rivers, Emily Fields, Ezra Fitzgerald, Hanna Marin, Jason Dilaurentis, Lucas Gottesman, Melissa Hastings, Mona Vardewaal, Personagens Originais, Peter Hastings, Spencer Hastings, Toby Cavanaugh, Veronica Hastings
Tags Emison, Ezria, Pll, Pretty Little Liars, Romance, Spencer, Spoby
Visualizações 40
Palavras 1.388
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoinhas, tudo bem com vocês? Eu espero que sim!
Bom, mais um capítulo quentinho pra vocês, eu espero que gostem! Se vocês forem bonzinhos comigo, eu prometo que volto mais cedo, tá bom?
Boa leitura a todos!

Capítulo 19 - Ainda Está Lá


Fanfic / Fanfiction Eu Estive Aqui - Capítulo 19 - Ainda Está Lá

POV HANNA

—Então, qual é o plano? – Lucas me pergunta assim que pego o mapa na mão.

—Chegar a Boise ainda hoje. Podemos dormir na casa de Ezra. Ele e Aria concordaram em nos acompanhar, mas só até a casa dos pais dele. A não ser que prefira dormir em outro lugar.

Ezra e Aria já sabiam de toda a história a essa altura. Não me importo se eles sabem ou não, só quero a verdade. Não importa qual seja o nome dela, Alex ou Spencer.

—Vou para onde você for.

Uma frase simples que me aquece como um cobertor.

Entramos no carro de Mona, Aria e Ezra entram na van da banda e vai nos guiando pela estrada. O som do carro é a única coisa que tira o silêncio entre nós.

Mona não ia vir conosco, decidiu de última hora. E Lucas e eu trocamos poucas palavras depois que nos beijamos. Não tive oportunidade de ficar a sós com ele, mas se eu ficasse também não saberia o que falar.

Iríamos até Laughlin para confrontar Mary Drake enquanto Emily e Alison estavam indo em direção a San Diego para achar Alex e Caleb no endereço que Lucas conseguiu pela conta de telefone do Caleb.

 

POV ALISON

—Quer que eu dirija primeiro? – Pergunto.

—Não tenho o hábito de deixar ninguém dirigir o meu carro. – Emily coça a cabeça. —Mas não vejo problema nenhum em deixar você fazer isso.

Sorrio para ela antes de apanhar as chaves no ar. Entramos no carro e eu me surpreendo. Está limpíssimo em comparação com a última vez que entrei nele.

Depois que passamos de Portland, Emily e eu decidimos parar. Almoçamos tranquilamente em um restaurante chinês até que eu noto a garçonete vindo mais do que o necessário até a nossa mesa. Ela enche nossas xícaras de chá e fala com Emily, até a mãe dela sair da cozinha para enxotá-la.

—Uau! Você conhece todo mundo ao longo da I-84? – Não consigo esconder meu tom de irritação.

—Só nos restaurantes chineses. Incluindo os da I-5.

Gesticulo em direção à garçonete, que está sorrindo para ela.

—Ela é uma fã de quando você veio tocar aqui com a banda?

—Nunca estive aqui com a banda. Comi uma vez neste restaurante com Bethany. – Ela faz uma pausa antes de completar a frase. —Minha irmã mais nova.

O nome não me é estranho. Então lembro que ela é uma das garotas que Emily falou ao telefone naquela primeira tarde que ficamos sozinhas.

—Bethany é sua irmã mais nova?

—É. Ela estava tendo problemas em casa. Na época, eu estava em Portland, então resolvi bancar a heroína e voltei na intenção de buscá-la e pegarmos a estrada juntas. Minha ideia era ir com ela para Utah. Até Zion, que eu sempre quis conhecer. – Ela bebe um gole de chá. —O carro quebrou aqui.

—O que aconteceu com a viagem de vocês? Foram de carona?

—Não. Bethany tinha só 11 anos. Tive que telefonar para o meu pai vir apanhá-la, e esperamos aqui. Ele ficou tão puto comigo que se recusou a me dar uma carona de volta para Bend. Não tinha nada de importante rolando em Portland, então acabei pegando carona até Tacoma. Foi assim que conheci o pessoal.

—Ah. – Emily nunca tinha falado sobre sua família antes, esse era um território desconhecido para mim. —Onde ela está agora? Bethany.

O olhar de Emily fica vazio.

—Ainda está lá.

Não sei exatamente onde é “lá”, mas, pela maneira como ela fala, percebo que não é um lugar bom para estar.

Enchemos o tanque e Emily assume o volante. Só quando entramos no carro e voltamos para a estrada é que percebo que Emily não fumou depois do almoço. Na verdade, ela não fumou durante todo o tempo que estivemos juntas desde que cheguei.

—Se não estiver fumando por minha causa, não se preocupe. – digo a ela, mas noto que o carro não cheira a cinzeiro como antes.

Emily sorri, um pouco constrangida. Ela levanta a manga da camisa para me mostrar um adesivo cor de pele.

—Eu parei.

—Quando?

—Desde a última vez que esteve comigo.

—Por quê?

—Um motivo além do fato de cigarros matarem e custarem uma nota?

—Sim.

Emily lança um brevíssimo olhar para mim antes de voltar a sua atenção para a estrada.

—Vai ver eu precisava de uma mudança.

Sorrio para ela antes de selar rapidamente nossos lábios.

 

POV HANNA

Às seis da tarde estamos chegando a Boise, os raios de sol inclinados do entardecer tingindo de vermelho as colinas que cercam a cidade. Seguimos Ezra através do centro da cidade. Tem uma área militar que nos leva até uma rua bonita, ladeada de árvores, com casas amplas em estilo rancho. Paramos em frente a uma delas, que tem uma buganvília laranja de copa frondosa e uma outra van branca na entrada.

Quando Ezra abre a porta e coloca a cabeça para dentro para gritar:

—Ô de casa!

Uma garotinha vem correndo com um sorriso aberto e pula em seus braços.

—Estamos na casa errada? – Lucas sussurra para mim e eu dou uma breve risada.

—Esta aqui é Ceci – Diz Ezra, fazendo cócegas nas axilas da menina, que solta gritinhos de alegria.

Ezra entra na casa e nos pede para segui-lo. Na sala, outros três garotos fazem festa quando ele aparece.

—Esses são Jack, Pedro e Tally. – Ele completa apontando para cada um deles antes de dar espaço para Aria abraçá-los.

—Olá! – Cumprimento.

—Ei – Diz Lucas. —Toy Story?

—O três. – Responde Pedro.

Lucas se anima e eu sorrio para ele. Mona apenas revira os olhos.

—Quem são eles? – Pergunto a Ezra.

—Família 2.0.

—Ahn?

—Eles são minha leva mais recente de irmãos e irmãs. – Assinto com a cabeça e voltamos a seguir ele e Aria pela casa.

Lá fora, dois homens discutem diante da grelha, enquanto uma mulher com shorts cortados e uma blusinha regata bonita está de pé dentro da piscina infantil, olhando perplexa para eles.

—Avisem quando quiserem que eu traga milho para as galinhas aí! – Ela reclama com os homens, e então nos vê. —Jerry, Ezra e os amigos chegaram. – Ela sai da piscina e vem se apresentar para nós. —Eu sou a Sylvia. Você deve ser Hanna, você Lucas e Mona, certo? – Ela fala cumprimentando-nos um de cada vez.

—Muito obrigada por nos receber. – Agradeço.

—E por nos convidar para um churrasco! – Completa Lucas, olhando para a grelha com avidez.

—Só teremos churrasco se esses dois cabritos monteses conseguirem parar de discutir qual madeira deve usar. – Ela nos avisa.

Sylvia abraça Ezra e Aria calorosamente e diz o quanto sentiu falta deles. Meus olhos enchem de lágrimas, não posso com nenhum tipo de momento de família desde que aconteceu tudo aquilo com Spencer.

Ezra nos apresenta a seu pai Jerry e seu irmão mais velho Gary. O pai de Ezra é muito alto, tanto que chega a ser encurvado, como se tivesse passado a vida baixando a cabeça para ouvir as pessoas.

—Olá! – Diz ele com a voz suave. —Obrigado por se juntarem a nós esta noite.

—Espero que não estejamos incomodando. – Diz Mona.

Sylvia e Aria dão risada.

—Como você pode ver, a expressão “casa cheia” é relativa por aqui. – Fala mãe de Ezra.

—Nós achamos que a meta de papai é ter doze filhos no total, assim ele terá seu próprio grupo de discípulos – Comenta Gary.

—A palavra discípulo pressupõe algum tipo de disciplina, de disposição para seguir as palavras de um paim o que está muito longe de acontecer aqui. – Brinca o pai de Ezra. Ele olha para mim, para Lucas e Mona. —Vamos comer costeletas hoje à noite. Gary e eu estamos discordando sobre qual madeira usar para prepará-las: nogueira ou algarobeira. Talvez vocês precisam nos ajudar a decidir.

—As duas são boas… – Começo a falar.

—Algarobeira. – Diz Lucas, convicto. Sem nem dar chances para Mona.

—Essa é a coisa mais inteligente que já ouvi de você! – Diz Ezra com a mão levantada para Lucas que dá um tapa na mesma, animado.

—Algarobeira, então. – Conclui Jerry. —A comida vai sair daqui a duas horas. Ezra, por que você não leva seus amigos cansados de viagem lá para dentro e oferece uma bebida?

Ezra ergue as sobrancelhas, mas se anima rapidamente.

—Um refrigerante gelado! – Acrescenta o pai. Isso faz todos nós darmos risadas.


Notas Finais


E ai? O que vocês acharam?
Eu estou com uma nova fic, e ela é Camren! Pra quem gosta do casal, clica aqui no link e deixa o favorito, tá bom?
https://www.spiritfanfiction.com/historia/must-be-love-13933208
Um beijão e até mais!


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