História Eu me deixaria ir - Capítulo 33


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 11
Palavras 985
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olha eu aqui da novo pra dizer que essa fic já esta chegando ao fim mais esperem, pois em cada nova fanfic que eu fizer, deixarei uma dica de musica, para vocês ouvirem lendo minhas fanfics um beijo um abraço trevoso e fui!

Capítulo 33 - Uma noite na cidade


Fanfic / Fanfiction Eu me deixaria ir - Capítulo 33 - Uma noite na cidade

   Eu sempre morrei na cidade, as pessoas de cidade mais pequenas como a que eu morro agora dizem que a cidade tem muitos perigos, mesmo passando tanto tempo na cidade nunca sofri nada do tipo nem passei por nada que pudesse em fazer mal.

                     Um dia minha irmã mais velha disse que iria passar um fim de semana na França para ver seus amigos de lá e a família que a acolheu, quando meus pais a mandaram para lá. Ela mandou um Email perguntando se eu podia cuidar da casa por que realmente não tinha ninguém que posse fazer isso e minha recompensa era ver de novo meus amigos da cidade era bom pra nós duas então aceitei comuniquei meu pai.

        Cheguei na escola aquele dia e falei para meus amigos que eu ia pular algumas aulas por causa dessa semana que eu ia ficar cuidando da casa da minha irmã e eles piraram.

Gabriel:-Eu não vou te deixar ir para cidade sozinha é perigoso!

Sofia:-Olha Gabriel ela não é nenhuma donzela indefessa meu eu concordo é perigoso!

Coll:-Olha eu já passei muitas noites na cidade e não aconteceu nada!

Lara:-Claro com os seus seguranças gigantes é bem capaz de alguém se aproximar!

Ani:-Gente eu já morei a cidade esta tudo bem nada aconteceu comigo quando eu morava lá por que aconteceria agora?

Clara:-Sei não meus avós falam que é muito perigoso, dizem que já teve muito abuso sexual!

Gabriel:-Abuso sexual? Ah não vai mesmo!

Rebeca:-Você fala como se mandasse nela!

Ani:-Gente vai ficar tudo bem!

Gabriel:-Ani é melhor você não ir!

Ani:-Eu preciso prometi pra minha irmã!

                         Depois daquela pequena discussãozinha, fui preparar minhas coisas pra ir a cidade, me despedi de meus pais peguei o primeiro ônibus pra cidade de longe ainda o meio do nada eu pude ver as luzes da cidade e aqueles prédios enormes.

                          Quando cheguei na casa de Daiana a chave estava debaixo do tapete da porta, entrei e não tinha muito o que fazer a noite, sai pare ver a cidade que tanto eu amava e ela não tinha mudado muito depois voltei pra casa e dormi.

             A minha rotina durante toda a semana era a mesma, eu pude ver meus antigos amigos e conhecidos de lugares que eu frequentava e isso foi bom , durante uma noite no ultimo dia.

                Eu estava super  entediada, então resolvi, mandar mensagens pros meus amigos, comecei a falar com o Coll que nesse dia estava se preparando para um show, depois Gabriel me mandou mensagem perguntado se eu estava bem e tal e eu disse que “Sim” eu estava bem.

                        Até que me bateu uma fome, então sai para comer alguma coisa, passei no meu restaurante favorito e revi os funcionários, que ainda eram os mesmos e nunca se esqueceram de mim.

       Sai de lá que mal podia caminhar de tanto que comi, estava na rua falando com Gabriel pelo celular quando ouvi um barulho no beco, e me lembrei do que todo mundo disse sobre a cidade, e ia mandar uma mensagem para Gabriel quando pensei melhor e disse “Eu estou delirando” morro aqui um tempão e nunca aconteceu nada.

     Logo depois disso eu vi um cara da minha idade muito estranho com cabelos tingidos de branco e olhos negros assustadores vindo em minha direção ai não deu coloquei rápido na ligação e disse:

Ani:-Gabriel você tinha razão tem um cara muito estranho aqui!

               Falando isso eu corri com o celular no ouvido, eu rezei para o cara não ir atrás de mim, mais foi exatamente oque ele fez, Gabriel dizia no celular:

Gabriel:-Eu te avisei sai dai!

Ani:-Ele esta correndo atrás de mim!

                        Eu consegui despistar o cara mais acabei me perdendo, eu estava com muito medo então pensei em ficar no beco onde estava até o dia clarear por que se aquele cara estivesse me procurando ainda ele estaria me procurando na rua jamais ia pensar que eu entraria em um beco de novo.

                     Então eu fiquei a noite ali sem pregar o olho até que eu vi o dia clareando me acalmei um pouco fechei os olhos e cabei adormecendo , só fui acordar com alguém mexendo no meu cabelo, eu estava pronta para atacar, quando abri os olhos, meu deus era o Gabriel como ele veio parar lá, ele era mesmo meu cavaleiro de armadura, eu respirei ofegante ainda assustada e o abracei forte, ainda com muito medo eu fiquei nervosa e disse:

Ani:-Que droga você veio fazer aqui?

Gabriel:-Eu vim aqui pra salvar meu anjinho indefesso!

Ani:-Eu não sou indefesa!

Gabriel:-Ah não mesmo!

Ele deu um beijo na minha testa.

Ani:-Você veio até aqui mesmo por mim?

Gabriel:-Claro! Eu não ia deixar ninguém te machucar!

Ani:-Obrigado você é mesmo meu príncipe encantado! Falei dando uma risadinha.

Gabriel:-E você ainda tinha duvidas disso?

                    Ele me abraçou novamente forte, colou suas mãos em meu rosto e me beijou assim que ele pós sua boca na minha ele suspirou um suspiro de alivio, eu achei por um estante que aquele beijo não ia mais acabar, e eu realmente não queria que acabasse, senti de repente um impulso que me empurrava mais pra perto.

      Quando o beijo acabou, ele disse:

Gabriel:-Que tal irmos pra casa?

Ani:-Eu acho ótimo! Eu quero!

              Pegamos o ônibus , e voltamos pra nossa pequena cidadezinha, podia ser pequena mais era segura.

                     As vezes agente não ouve as pessoas que gostam de gente a nossa volta, por achar que sabemos de tudo, mas nunca diga nunca, mesmo depois de eu achar que a cidade era segura por morar lá tanto tempo e não era. A sorte que eu tinha era muito grande para que nada me acontecesse , mais parece que naquela noite minha sorte acabou, então tenham cuidado, se arrisquem não pousem comecem a voar mais deixando sempre um pé no chão isso pode não fazer muito sentido agora, mais pra frente irão entender.

 



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