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História Eu te amo, por isso preciso ir - Capítulo 17


Escrita por: Mah_Andradeee

Notas do Autor


Oi gente.

E cá estou eu, mais cara de pau impossível, trazendo um capítulo novo depois de quatro meses.

Eu sinto muito por ter demorado tanto, quando cheguei de viagem estava muito hypada com o plot de The Masked Rider e queria escrever logo, mas também fiquei travada nesse capítulo, ele estava na metade mas não consegui pensar em nada bom.
Peço desculpas mais uma vez por fazer vocês esperarem tanto. E quero avisar também que acho que não vou conseguir voltar a postar na terça, estou lotada de coisa na escola, em casa eu também ajudo minha mãe com meu irmão, fora outras fanfics que estou escrevendo para o projeto KiriBaku.

Espero que me desculpem, tanto pela demora quanto pelo capítulo, não acho que ele esteja muito bom, mas tá aí.

Boa leitura.

Capítulo 17 - Conselhos


Apesar do pequeno acontecimento que ocorreu antes no quarto de Shoto, tanto ele quanto Momo trataram de agir normalmente na frente dos familiares para que não percebessem o nervosismo de cada um.

Enquanto saboreava a torta de limão que Fuyumi havia preparado, Yaoyorozu sentia sua mente distante da vida real e focando em apenas uma coisa.

Meu Deus, eu quase beijei meu melhor amigo! Pensava a garota.

Sua mente estava toda embaralhada, como se tivesse pequenas miniaturas de si mesma correndo desesperadas em uma sala pegando fogo e bagunçada.

- Está tudo bem, filha? - a voz de seu pai a despertou e a assustou um pouco.

- Estou sim pai, apenas minha mente que está longe - não era totalmente mentira.

- Percebi mesmo - ele riu - cuidado para não viajar para muito longe.

- Não prometo - riram juntos.

Ficaram por lá por mais algumas horas, apenas aproveitando a tarde agradável de reencontro das duas famílias.

Era por volta das 17:30 da tarde quando os Yaoyorozu estavam se despedindo dos Todoroki.

- Essa tarde foi maravilhosa! - disse Fuyumi quando se afastou do abraço de Inoue - por favor, venham mais vezes.

- Claro que sim querida - Inoue respondeu - agora que sabemos onde moram, tenho certeza que nos veremos mais - abriu um sorriso.

- Momo, eu já te dei meu número, né? - perguntou para a morena, que assentou - pode me mandar mensagem a hora que quiser.

- Tudo bem Fuyumi nee-san.

O olhar da Yaoyorozu mais nova recaiu para Shoto, que a encarava com a face um pouco ruborizada. Momo também sentiu seu rosto esquentar um pouco.

Ela queria ir até ele para lhe dar um abraço e se despedir corretamente, mas não sabia se tinha coragem suficiente para fazer.

Para sua sorte, foi o bicolor quem tomou a iniciativa, se aproximando de si e rodeando seus braços por sua cintura, e sem mais demora, passou seus braços para o pescoço dele.

Se afastaram depois de alguns segundos, se encarando ainda com os rostos levemente vermelhos.

- T-tchau Shoto, te vejo na escola - acenou para ele.

- Tchau Momo, a-até - viu os pais da menina se despedindo e entrando em seu carro. O Todoroki observou enquanto o carro sumiu de sua vista e virava a esquina. Decidiu entrar de volta para casa.

Ao longe, duas figuras encaravam a cena que se protagoniza, mas cada uma tinha um objetivo para estar ali. Enquanto uma encarava com satisfação e saudades, outra com um olhar de

(...)

Momo chegou em casa e foi direto para o seu quarto, disse para os pais que iria ficar por um tempo lá.

Olhou o celular em sua mão, se perguntando se deveria ou não ligar para Aly e lhe contar sobre mais cedo.

Por fim, acabou optando por ligar, sentia que ela poderia lhe ajudar.

Apertou os números e esperou, foi atendida no terceiro toque.

- Alô? - escutou a voz da amiga e relaxou um pouco os ombros tensos.

- Oi Ally, tá podendo conversar agora? É meio importante - disse meio receosa.

- Opa, claro! Fala aí, o que tá acontecendo? Senti sua voz meio diferente, está nervosa?

Aly sempre conseguia arrancar qualquer coisa que fosse de Momo, a conhecia muito bem para notar quando havia alho de errado.

- Ta... mas eu recomendo sentar, pois a história é longa...

Dito isso, Yaoyorozu começou a relatar tudo o que estava acontecendo, procurando não deixar nenhum detalhe de fora.

Alyssa escutava tudo atentamente, às vezes interrompendo para perguntar uma coisa ou outra, mas na maioria das vezes se mantinha em silêncio, absorvendo cada informação que lhe era dada.

- Bem, é isso - diz a morena quando termina de narrar o acontecimento daquele dia.

- ... - nos primeiros segundos, a francesa não disse nada, tentava buscar as palavras certas - então quer dizer que acha que está se apaixonando pelo seu melhor amigo?

- Basicamente isso.

- Tem coisa mais clichê? - Momo ouviu a outra garota começar a rir e se irritou um pouco.

- Dá pra parar de rir da minha desgraça? Eu tô desesperada aqui! - fala com a voz meio irritada.

- Hahaha foi mal, foi mal - Ally diz começando a normalizar a respiração - Mas não entendo o motivo para tanto alarde.

- Hm deixa eu ver, será que é porque eu estou começando a me apaixonar pelo meu melhor amigo que só me vê como isso? Uma amiga??

- Eu acho que está se precipitando - disse simplesmente.

- Como assim? - indagou confusa.

- Você mesma me disse que tanto ele quanto você estavam se aproximando quando quase se beijaram. Então, isso indica que ele queria a mesma coisa, não acha?

- Eu disse mas... - parou no meio da frase. Fazia sentido o que a morena havia lhe dito, mas ainda sim se recusava a acreditar - Eu tô tão confusa! - se jogou na cama com o rosto afundado no travesseiro.

- Você tem medo dele deixar de ser seu amigo caso ele não corresponder né? - ela não respondeu - francamente, vocês são bem clichês mesmo!

- Aly, eu sei que eu liguei para pedir conselhos, mas, pondo as cartas na mesa agora, eu já não sei mais o que pensar - suspirou derrotada

- Quer um conselho então? Tudo bem. Eu acho que você deve esperar um pouco, as vezes isso o que você sente é apenas o grande carinho que você sente por ele, e você pode estar confundindo as coisas, apenas atração. Observe as suas reações quando ele está perto de você, como seu coração reage. Passe a reparar nos movimentos dele também, se ele mostra interesse em algo mais - ela pára para respirar - Acho que duas semanas está bom para descobrir a verdade, se os sintomas continuarem ou aumentarem, sinto muito querida, mas tu vai estar apaixonada.

- Eu já disse que você é a melhor amiga que eu podia ter? - Momo disse rindo um pouco.

- É, eu sei que sou maravilhosa - a de cabelos castanhos se gabou do outro lado da linha.

Conversaram por mais alguns minutos antes de Yaoyorozu dizer que precisava ir para tomar banho, se despediram e desligaram.

Alguns minutos depois do banho, Momo se encontrava sentada em sua cama enquanto tentava ler um livro qualquer que estava em sua estante. Infelizmente ela não conseguiu prestar atenção em uma só palavra, sua mente estava muito confusa.

(...)

Enji já estava quase desistindo e voltando para casa, fazia mais de duas horas que Nighteye havia ligado para si, dizendo ter as informações que tinha pedido.

Foi quando ia se levantar para sair daquele restaurante que viu o homem entrando pela porta do mesmo. Bufou quando ele se aproximou para o cumprimentar.

- Mas que demora! Espero que pelo menos tenha algo de útil - disse irritado.

- Peço perdão, sabe como é né? Horário das pessoas saírem do trabalho e tudo mais - sua voz parecia de divertimento, o que irritou ainda mais o ruivo - Mas fiquem tranquilo, lhe trago ótimas notícias...

 


Notas Finais


Provavelmente o próximo capítulo vai ser respondendo suas perguntas.

Até a próxima!


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