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História Everybody loves Yoongi - Capítulo 13


Escrita por:


Notas do Autor


Voltei na maior cara de pau mesmo.
E aí? Então... Eu não tenho muito o que dizer, e nem quero, ora falar a verdade. Estou muito animada pra soltar esse capítulo, quero que seja rápido! ^^

Enfim, não precisam se preocupar. Nada aconteceu, foi apenas um (enorme) bloqueio que me acometeu. Eu juro que até tentava escrever, pra quem lê minha outra fanfic (LVAT) sabe que eu reescrevi esse capítulo umas cinco vezes, já que eu perdi o capítulo umas duas vezes! :((

Mas enfim. Aqui estou eu novamente. Espero que vocês não tenham desistido da história e nem do nosso Yoonie. Sinto muito mesmo pela demora :((

Eu vou tentar voltar a postar frequentemente. Não posso prometer que será semanalmente, como era inicialmente, mas também não irei mais demorar quase um ano para atualizar ELY. Eu digo sério quando chamo essa história de filha. Eu a amo demais, e eu realmente me sinto grata por vocês estarem aqui.

Ler os comentários, ou mesmo ver que vocês favoritaram ELY... nossa, isso realmente faz o meu dia. Enfim. Espero que vocês gostem desse capítulo.

Estamos em uma época um tanto preocupante no Brasil, então por favor. Fiquem o máximo em casa, se possível realmente não coloquem o pé para fora. Tomem muuuito cuidado, lavem as mãos e evitem contato.

Por favor, durmam direitinho, comam corretamente e bebam água. Mantenha-se saudáveis!

Capítulo 13 - Everybody loves warm


Eu estava inquieto.

Não que as coisas estivessem ruins. Na verdade, elas melhoraram bastante despois do dia em que eu presenciei a crise do Tae. Quando ele acordou, nós nos abraçamos e eu e Jimin choramos em seu colo. Desde então, Jeongguk e nós apenas nos aproximamos mais.

Acho que os meninos consideraram aquilo uma pequena prova de que eu não os deixaria.

Mas enfim, eu estava mesmo preocupado com o Namjoon. Ele não havia me dito nada, mas eu conseguia sentir a sua inquietação. O que me era uma surpresa, já que ele estava se controlando muito bem nos últimos tempos.

Minha preocupação apenas crescia.

Naquele dia, estávamos almoçando num restaurante, o nosso "grupo de mentoria" reunido novamente. A verdade é que já havíamos nós tornado bons amigos, e não era mais necessário utilizar os estudos como uma desculpa para nos vermos.

Joonie estava sentado do meu lado, usando um guardanapo para polir a mesa de novo e de novo e de novo. Eu queria segurar sua mão para fazê-lo parar, mas eu sabia que naqueles momentos era melhor apenas deixar os tiques acontecerem.

Tae estava sentado do meu lado, o braço direito sobre o meu pescoço, a mão grande brincando com os meus fios. Minha cabeça estava escorada em seu peito, e talvez eu estivesse ronronando um pouco. Jimin e Jeongguk estavam sentados à minha frente, as pernas de Minnie por cima das minhas, e a mão do meakne entrelaçada na minha. Eu não era muito de falar isso em voz alta, mas eu realmente gostava daquela bagunça que nós éramos.

— Nammie... — sussurro para o mais novo, sem tocar seu corpo — você está fazendo de novo. Seus tiques.

Então ele pareceu acordar, o guardanapo parando de se mover, sendo esmagado e amassado pelos dedos bronzeados. Olhei para seu rosto, e os lábios grossos apertados em uma linha, juntamente com os olhos caídos me diziam o quão decepcionado o Kim estava consigo mesmo.

— Eu não percebi. Desculpe. — ele murmurou, os olhos baixos, assim como a voz. Eu sabia o quão pressionado ele estava sentindo e odiava isso. Queria que o meu menino se sentisse bem.

Então suavizei meu olhar, me desvincilhando dos meninos delicadamente. Me inclinei em direção ao esverdeado – que aliás, já se encontrava um tanto desbotado – e abracei seu braço com meus semelhantes, enfiando meu rosto nele e deixando leves selares. 

— Cala a boca. Você sabe muito bem que a culpa não é sua. Não precisa se preocupar por conta disso. — eu resmunguei, meio envergonhado.— Eu só quero que você esteja bem. Está se cuidando, né?

Eu sabia que ele ficava meio envergonhado em falar sobre isso, mas se eu não o perguntasse, ele não me diria, e, sinceramente, eu não queria deixar o mais alto sobre estresse. Afinal de contas, ele era a minha família.

— Estou sim, hyung. Não se preocupe, ok? — ele proferiu, sorrindo mínimo para mim, o que me acalmou um pouco.

Eu conseguia ver em seus olhos que as coisas não estavam completamente boas, mas que o colapso – antes um tanto quanto iminente – havia se afastado um pouco mais. 

— Como assim não me preocupar, pirralho? É claro que eu me preocupo, eu me importo com você! — Eu disse, mais humorado, o que o ajudou a abrir um sorriso um pouco mais aberto. O clima voltou a sua leveza inicial, e eu sorri para os meus meninos.

Voltei a me aconchegar nos mais novos, sorrindo um pouco mais dessa vez. Realmente, quando Namjoonie se sentia mal, o meu mundo pesava um pouco, e era mais difícil até respirar. Então, depois de aliviar um pouco a tensão dentro de mim, eu me senti flutuando.

Com toda certeza aquele sorrisinho lindo que Jeongguk lançava em minha direção ajudava com isso.

Eu não sabia o que havia de particularmente encantador do Jeon naquele dia, mas ele estava... brilhante. Era incrível de ver. Tão bonito. Qualquer mínimo sorriso brilhava, seus olhinhos de galáxias se fechando e formando ruguinhas fofas em seu rosto. A forma com que franzia o nariz antes de gargalhar lindamente era quase mágico. E o mais novo parecia realmente pequeno naquele enorme moletom bege. As mãos grandes se fechavam em punhos sobre as orelhinhas quando ele ficava tímido, e eu estava achando aquilo tudo a coisa mais adorável que eu havia visto na minha vida inteira.

Sinceramente, eu não podia ser o único a ver aquilo.

Dirigi então o meu olhar à Tae e Jimin, e encontrei meus dois meninos também enfeitiçados pelo moreninho. E então eu não consegui segurar as palavras dentro de mim.

— Gukkie, eu simplesmente não estou conseguindo lidar com a sua fofura hoje... você já é nosso nenê no dia a dia, mas hoje você tá tão...— Eu parei, não encontrando palavra incrível o suficiente para descrever o que estava sentindo sobre ele naquele momento.

— Extraordinário. — Taehyung completou para mim, e eu consegui ouvir seu fraco suspiro na minha orelha. — Eu não sei o que aconteceu hoje, Goo, mas eu quero que aconteça todos os dias, se for te fazer feliz assim.

Nosso menininho deu um sorriso ainda mais tímido, tentando não soltar uma risadinha sem-graça, sem sucesso. Foi possível ver seu rosto ganhar certa cor, e quando ele baixou sua cabeça e levou os punhos às orelhas, foi o fim para mim.

Eu me levantei rapidamente, buscando por dinheiro na minha bolsa. Eu tinha o suficiente para pagar por mim e os meninos, e por isso, deixei nossa quantia em cima da mesa.

— Yoon-hyung? Para onde você vai? — Jimin me perguntou, os três já em pé me acompanhando, enquanto eu confirmava se o horário do ônibus era aquele mesmo – por sorte, era –.

— Nós vamos. — o corrigi, avisando o ônibus que levava ao meu apartamento. Graças aos céus, ele estava arrumado, então eu não passaria vergonha. — Vamos para minha casa, para que eu possa mimar o bebê vem direitinho. Eu estava pensando em cafuné, colo e comidinha na boca. 

Eu pude ver que os olhos de Jeongguk brilharam.






Já estávamos organizados dentro do meu apartamento. Acabamos por decidir ficar na minha cama mesmo, e a pizza já estava devidamente encomendada. Eu estava decidido: naquele dia, o mais novo era o meu nenê, não importava o que acontecesse. 

Por isso, ele se se encontrava lindamente apoiado em mim, suas costas sobre meu peito, minhas mãos circulando sua cinturinha enquanto eu aproveitava o cheiro delicioso shampoo de bebê do cabelo dele – shampoo! de! bebê! –. Jimin estava ao meu lado, embalando o Kim da mesma forma que eu fazia com o Jeon. 

Enquanto dávamos carinho aos nossos meninos, aproveitávamos para trocar alguns chamegos entre nós dois também, alternando em quem enchia o rosto do outro de beijinhos.

Naturalmente, os beijinhos nas pálpebras e nariz passaram para selinhos gostosos e estalados, com direito a sorrisos bobos após.

— Isso não é justo, hyung... — Gukkie resmungou após ouvir outro selinho trocado entre Jimin e eu. — Vocês estão nos fazendo passar vontade.

Não consegui segurar uma risadinha. Eu sabia que era maldade – principalmente com Jeon, que adorava beijos – fazê-los presenciar nossa troca de carinhos.

Então eu decidi dar aos meus meninos o que eles querem.

— Ah, meu bebê. Quer tanto as atenção dos hyungs assim? — brinquei, já me aproximando do mais novo, segurando seu queixo delicadamente para o lado, para deixar seus lábios livres para mim.

Eu pude ver o mais novo acenar com a cabeça, e isso me causou uma risadinha. Eu já sabia – todos sabíamos, acredito – o quão carente o mais alto poderia ser, a surpresa era ele confirmar-nos tão facilmente isso.

Então dei um beijinho demorado no canto de seus lábios, o que causou um resmungo baixinho. Tae, ao meu lado, riu tímido, se divertindo com a impaciência do mais novo. Era divertido para todos nós.

Então eu colei nossos lábios novamente. 

Como estava fazendo com Jimin, apenas suguei suavemente seu lábio inferior, sem me preocupar em impulsionar as bocas ou aprofundar o selar. Era algo gostosinho e leve, feito para mimar bem os meus garotos.

Logo após o selinho, beijei também seu rosto. Bochechas, orelhas, pálpebras, queixo, nariz, testa... E mais uma sequência de selinhos rápidos em sua boca.

Quando eu me afastei de si para dar atenção à Tae, pude sentir Jimin se aproximando, pronto para mimar nossos meninos com seus beijos também.

O avermelhado sempre fora mais calmo que Jeongguk, então eu pude ir mais lentamente consigo. Dele primeiro todo o seu rosto, então foquei em suas bochechas, no canto de deus lábios para então chegar a sua boca, recompensado sua espera com vários sorrisos entre beijos, que se encontravam com seus sorrisos tímidos também.

Eu estava, novamente, feliz e confortável. Naqueles momentos eu me sentia o homem falso mais lindo de todos.

Ouvimos meu telefone tocar longe, mas sinceramente, eu não estava com vontade de ir atendê-lo. Estava tão quente e confortável ali, em meio a carinhos e amor puro, que eu não queria sair daquela bolha agradável de calor.

— Você deveria atender, hyung. — Jimin me disse, iniciando um caminho de selares no meu maxilar, em seguida. Eu sentia-no desenhar todo o meu queixo, e ficar por ali, enrolando para me beijar.

— Se vocês continuarem assim, é aí que eu não saio daqui mesmo. — resmunguei, não querendo mesmo sair daquele lugar gostoso de se estar.

Tae deu uma risadinha, e puxou um Jeongguk sonolento do meu colo para o seu, tirando-me do calor agradável que emanava do mais novo. Forçadamente, levantei da minha cama, manhando para continuar no abraço deles. Ganhei um tapinha na bunda de Jimin, que ria me mandando ir logo.

— Hm... Alô. — atendi, contrariado, ainda olhando para os três homens deitados sobre a cama. Eu mal conseguia imaginar que cabia tanto carinho dentro de mim. Eu terminaria aquela ligação rapidamente, para que pudesse voltar para meu lugar preferido na terra.



— H-hyung... hyung. Hyung! Está tudo uma bagunça! Uma bagunça, Yoongi hyung! Alguém baguncou tudo! Eu não consigo achar nada, está tão sujo, tão ruim... Eu acho que me sinto doente, hyung.


Notas Finais


Não tenho muito o que falar por aqui. Apenas... se você gostou, por favor, favorite a história, recomende-a para alguém que gostaria de lê-la, e comente o que você achou! Eu me sinto realmente motivada e gosto de conversar com vocês pelos comentários! ^^






Espero que estejam se cuidando. Sejam corajosos.


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