História Fairy City - Capítulo 17


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Categorias Fairy Tail
Personagens Acnologia, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Happy, Jude Heartfilia, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Personagens Originais, Sherry Blendy, Ultear Milkovich, Zeref
Tags Aulu, Erle, Ficção Cientifica, Gale, Jerza, Nalu, Pós-apocalíptico, Robótica
Visualizações 178
Palavras 2.552
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Helloooo.
Vou advertindo, arremessar pedras ao autor não vale. O autor ou autora, uma vez ameaçada, poderá usar os personagens como reféns 😂
Mas agora sério, vocês vão querer a minha cabeça.
Título: Mal Escondido.

Ah!
Consegui arrnjar mais tempo. BNS2 poderá ser postado com maior frequência.

Boa leitura 💕

Capítulo 17 - Hiden Ill


Fanfic / Fanfiction Fairy City - Capítulo 17 - Hiden Ill

A parte que ninguém vê

Ate mesmo a parte que nem eu conheço

Ou talvez eu conheça

Mas vejo como a parte fraca

Que pode desmoronar tudo de mim

As minhas crenças

O que eu quero ver em mim mesmo(a)



Ano 251 da Nova Terra

Final da Primavera em Fairy City

Apartamento da Lucy



Natsu estava deitado no sofá da sala de Lucy.

Já se haviam passado três meses desde que ele chegou a conclusão, que os seus instintos tinham a loira como um porto seguro. Ainda não sabia porquê. Ainda não tinha investigado. Porem, faltava perguntar a Zeref.

Visitou Wendy algumas vezes, mas não dizia nada, apenas ficava a olhar para ela a partir do vidro ou então seguia Lucy. Gostava, mesmo que não admitisse em voz alta, de ouvir as historias que ela contava a azulada.

— Tens fome, Natsu? — ela perguntou da cozinha, acordando o rosado dos seus desvaneios com o aroma de carne e temperos.

— Que pergunta estupida é essa? — ele disparou, erguendo-se do seu leito e apreciando a vista de uma pequena ajustada dentro de um vestido curto cor de pêssego.

Depressa, ocupou um dos assentos da pequena mesa de jantar que ele havia comprado: sim! Natsu começava a mobiliar o apartamento da loira, com a desculpa de querer o máximo conforto para si mesmo. E toda a refeição que ela dispôs na mesa tinha o aspeto do paraíso; se ele morresse e visse aquilo sempre, ele seria um suicida em serie.

— Então… Natsu, eu vou sair hoje. — ela disse e ele parou de mastigar.

— E isso me interessa porque…?

Ela segurou um riso, levantando-se da mesa sem sequer tocar na comida. Deu meia volta, pegando o seu cartão e pregando os olhos castanhos no perfil do rosado que havia perdido o apetite.

— Não te esqueças de fechar a porta antes de saíres. Deixei o meu numero no teu telemóvel.

— Tem palavra-passe.

— Tinha. — Lucy riu, deixando claro que havia derrubado aquela simples barreira — Não vasculhei a tua intimidade, foi apenas para deixar o numero. Se precisares de algo, telefona. Mas apenas se for necessário, vou estar muito ocupada.

Natsu acenou positivamente com a cabeça, de repente sentindo o seu humor desmoronar dez pisos. Nem se importava por ter o numero dela. Nem com a comida que, agora, parecia sem sabor e enjoativa. Voltou a despertar quando ouvir a tranca hidráulica da porta se acionada: Lucy já havia saído.

— Hora de investigar mais sobre ela!

Era apenas uma hora da tarde de um lindo e quente fim-de-semana. Então, sem mais tempo a perder, resolver procurar segredos sobre Lucy no seu quarto. Depois de subir as escadas de vidro e se entrar naquele imaculado quarto cor-de-rosa, deu por si a admirar as estantes de livros.

A comoda dela.

Andando ate as gavetas da dita comoda, abriu uma e viu roupas – calças na sua maioria. Outra, cheia de vestidos macios e outra cheia das t-shirts largas e superconfortáveis. Tinha outra pequena preenchida de acessórios e maquilhagem, coisas que ele apostou que ela nunca usou na vida. A próxima, pequena também, tinha apenas… roupa interior?

Merda.

Merda! Merda! Merda!

Selecionou um dos sutiãs mais vistosos, negro e sem costuras, enorme. Realmente, aquela porra era grande demais! Então era isso que existia debaixo da roupa dela? Quer dizer, ele já havia notado que ela era avantajada, mas não imaginou que fosse tanto!

Decidido, deixou aquele de lado e entrou no lavabo dela. Avistou a maquina de lavar dela, com as roupas que ela havia acabado de usar. Entre elas, uma tanga. Usada. Sim. Ele se sentia um pervertido e virgem, mas não se envergonhava disso. De repente, as suas calças estavam demasiado apertadas.

Pegou a peça e aproximou-a do nariz.

Aquilo cheirava bem demais!

Uma droga.

Abriu as calças e arrepiou-se quando o seu nariz pegou um ponto mais cheiroso ainda. Feromonas. Malditas feromonas de fêmea que ela tinha. As melhores feromonas que, o seu nariz, já teve o prazer de cheirar. Será que ela se camuflava com algo? Sim, claro, porque o cheiro dela era normal, porem a peça dizia que não. Heartfilia era a porra da fêmea mais apetitosa que ele já cheirou.

E ela era de August!

Saber isso o deixava meio possesso, mas o seu nariz depressa o fez gemer em prazer quando voltou a fungar. A sua mão escorregou para dentro dos boxers. Gemeu mais alto ainda e apertou os olhos, fungando e massageando o seu membro para cima e para baixo, lentamente, enquanto a sua mente reconstruia tudo o que ele conhecia dela.

A mão acelerou.

Masturbando-se com força. Estrangulando-se e imitando a provável sensação de empalar a loirinha.

— CARALHO! Luce! — rosnou alto, o som revibrando no lavabo.

O clímax foi forte.

As suas pernas perderam a força e ele caiu sentando, de olhos arregalados pelo seu próprio estado. Os jatos de sémen, que pintaram todo o piso, foram limpos com a peça dela e ele a guardou no bolso da calça. Encostado a parede, parou para pensar:

Mas que porra esta loirinha esta a fazer comigo? — revirava os sentidos, tentando entrar nos eixos, ainda estremecendo devido ao gozo intenso — Foi a melhor punheta da minha vida… Melhor ate do que as varias mulheres que já comi… A abstinência tem-me doido!

Natsu não podia dar-se ao luxo de experimenta-la.

Ela pertencia a August.

E era a maldita nerd da escola.

Nerd…

Esse tipo de meninas tinha sempre um diário.

Perfeito!

Andou ate a cama dela e, no criado-mudo, dentro da primeira gaveta, uma agenda digital. Bingo! Não era bem um diário, era uma agenda, mas agendas sempre tinham uma confissão. Havia um arquivo de texto:

— Cartas para a mamã? — Dragneel riu — Laylah? Ela se dá ao trabalho de escrever para ela? Retiro o que disse, Lucy é ingénua demais!


‘Ola, mamã,

Hoje foi um dia aborrecido.

Tive nota máxima outra vez e recebi um premio diretamente da diretora Varmillion. Ou melhor, da tia Mavis, mesmo que eu nunca a tenha chamado pelo nome.

Voltei a almoçar com a Ultear e a Cherry. São amigas falsas, eu sei, e não prestam, eu sei disso também. Eu apenas ando com ela porque tenho medo de ser encurralada por Orga um dia desses. Ele prometeu que me quebrava os dentes todos.

Foi isso, basicamente,

Da tua filha, Lucy.’


Natsu riu.

Agora tinha um motivo palpável para bater em Orga.

Lucy era namorada do seu sobrinho.

Logo, Orga estava se metendo com ele também. E também uma pequena vingança. Justificável, depois da vergonha que o fez passar na festa de Lissana há uns dois meses atras.

Abriu o próximo arquivo.


Ola mamã,

Hoje foi o segundo pior dia da minha vida (porque o primeiro foi quando eu quase perdi August)!

Já te falei do Natsu. O tio de August, aquele rosado que sempre me olhava atravessado pelos corredores. Eu sempre o admirei, ate hoje. Ele humilhou-me na frente de todos e eu, desculpa mamã, mas eu chorei.

Eu sei que disseste que nunca deveria ser fraca.

Mas não suportei…

Acho que alguém há de humilha-lo também, algum dia, e mostrar para ele que os Dragneel não são assim tão intocáveis.

Gray é o meu novo objeto de estudo.

Cansei do Natsu. Gray é muito mais bonito e simpático.

Assinado, Lucy.’


— O que ele tem que eu não tenha?!

Arrependeu-se disso logo que falou.

Saiu do quarto, depois de arrumar tudo do jeitinho que havia encontrado. Então, procurando uma forma de diminuir o inchaço de libido que o seu baixo ventre tinha, ele resolveu limpar a casa toda. Não era habito dele limpar, mas quando acontecia, ele acalmava-se.

Depois de tomar um banho, sentou-se no sofá… a espera dela.


Horas depois.

Lucy apareceu na porta cheia de sacos de compras que flutuavam em plataformas, a volta dela, enquanto ela digitava algo no telemóvel e ria o tempo todo. Natsu apenas a encarava, um pouco impaciente e com o mau humor voltando com força.

— Ola, Natsu! Vou fazer lasanha! — Lucy declarou, enviando parte dos sacos para o piso superior e o resto para a cozinha — Tu não tocaste na comida?

— Não.

— Porquê?

— Porque eu estava aborrecido.

— Oh! — ela disse sarcástica, Natsu já sabia o que vinha a seguir — Porque não sais com um dos teus amigos? Os que não estão muito ocupados ou que não estejam fora do campus… Oh! Esqueci-me, não há nenhum! Então para de lamuriar e faz algo por ti!

Fuck You! — praguejou o rosado, assinando tudo com um movimento obsceno. Isso só fez Lucy rir, ultimamente, ela adorava provoca-lo. E ele não se importava, desde que ela risse mais (mesmo que ele negasse isso).

— Eu tenho uma festa amanhã! — Lucy disparou depois de um par de minutos, fazendo a cabeça de Natsu erguer automaticamente da almofada aonde estivera deitado — Por isso, vou deixar o jantar no forno.

— Alguém que eu conheça vai estar aí?

— Primeiro… — Lucy começou aparecendo no vão da cozinha que nem um furacão — …não vais a festa e, segundo, não são pessoas daqui.

— Melhor ainda, amo fazer novos amigos. — era uma mentira deslavada, ele sabia mas ela não.

— Tu NÃO vais a festa, Natsu! — ela berrou, ouvindo o forno disparar, indicando que a lasanha já estava pronta.

— Nunca precisei da permissão de ninguém para ir aonde eu quiser, idiota.

— Não vais arruinar uma das raras chances de me divertir.

— Não vou arruinar nada! — ele berrou de volta, andando ate a cozinha, agora realmente ofendido — Vou deixar tudo melhor!

— Nos teus sonhos! A única coisa que podia ficar melhor era a minha vida, se eu pudesse substituir-te por August agora mesmo!

— Primeiramente, foste tu quem me deixou entrar!

— Por isso, sou a maior arrependida desta historia toda! — ela vociferou desta vez, a sua cara ficando cada vez mais zangada e assustando Natsu mais ainda — Eu me arrependo por ter-te ajudado! Nunca fizeste e nem vais fazer questão de ver-me como uma boa pessoa. Nem sei porque me dou ao trabalho de te alimentar ainda!

— Foda-se! Eu não vou ficar aqui sozinho enquanto tu vais a uma festa! — rebateu, avançando para ela e cobrindo-a com o seu corpo imenso.

— Oh, cala-te Natsu, sabes que podias estar morto se não fosse por mim.

— Eu nunca pedi ajuda!

— Não! Eu oferecia ajuda e tu abusaste!

— Nunca reclamaste ate hoje!

— Ah! — ela gritou, dando as costas e batendo o pé, frustrada — Porque é que estamos a discutir como um casal de namorados!

A raiva de Natsu desapareceu completamente.

Arrogância masculina brilhou nos seus olhos.

— Luce! — chamou e ela voltou-se, ainda zangada, mas a expressão mudou assim que vislumbrou o brilho incomum, a arrogância masculina que banhava os olhos verde-oliva do rosado.

Ela se lembrava que ele tinha olhos tão negros quanto August.

Porque estariam verdes agora?

Com dois passos, ele a encurralou entre a parede e o seu corpo. Lucy ficou completamente corada e Natsu, de alguma forma, ficava feliz por não ter corado também.

— Como um casal de namorados, não? — ronronou na orelha dela.

— P-p-porque estas a fazer isto? — ela indagou confusa. Tinha a absoluta certeza, depois de todas aquelas semanas, que Natsu era homossexual: nunca o viu com nenhuma menina e ele nunca foi pervertido, como a maioria dos homens era com ela.

— Bom… Se somos um casal de namorados… — ele riu, ainda respirando na orelha dela, tentando ter um risco dos feromonas dela — …então, não tenho outra saída. Vais ter de beijar-me agora!

Os olhos dela abriram em horror.

Seria Natsu um Heterossexual a procura de aproveitar-se dela quando ela menos esperasse? Estaria ele a espera que ela abaixasse a guarda para se aproveitar dela?

— E-e-e porque eu fa-faria isso?!

Lucy, desesperada para se afastar dele, voltou a face para o lado contrario do dele. Corou o máximo possível para um ser humano, segundo o conhecimento de Natsu e ela começou a tremer de leve. Depois de algum tempo, ela os olhos de chocolate para Dragneel, vendo-o segurar um riso.

— Tu realmente achas que eu ia beijar-te, geek? — dizia, afastando-se dela e apoiando-se na parede — Beijas mal que se farta, alem disso, és nojenta, só para que conste!

O silencio apos o riso de Natsu foi quebrado por um soluço.

Pequenas lagrimas escapavam dos olhos de Lucy, a medida que ela soltava pequenas lufadas trêmulas de ar. Natsu, afastou-se mais ainda, mas assustado por não saber como agir naquele momento.

— Con-conseguiste. — ela murmurou, encarando-o ao mesmo tempo que uma lagrima traçava a sua bochecha — Eu odeio-te, Dragneel! — sussurrou, deixando-o atónito.

Ela andou ate ao forno, tirando de la a lasanha instantânea e a pousou no balcão, de frente para ele. Aproveitou e pousou um prato e talheres para ele, terminando de limpar as ultimas lagrimas que caiam sob o silencio dele.

— Não vou jantar hoje.

Deu meia volta e subiu para o seu quarto.

— Pelo menos posso comer.

Sim, mas, de alguma forma, não era tão delicioso quanto ele pensava. Normalmente comeria o dobro daquela porção de lasanha, e agora, tal como mais cedo, a comida não tinha gosto de nada e descia como vidro pela garganta.

Resolveu guardar a comida.

Limpou a cozinha e esperou por ela, novamente.


Passaram duas horas apos o incidente e nada de Lucy descer, ela continuava reclusa no próprio quarto. Não saiu para comer mais nada, visto que já eram quase oito da noite. Enquanto aproveitava o tempo para fazer alguns exercícios, pensava em como aborda-la… Tocaram na campainha.

Natsu abriu a porta e era um rapaz, talvez um pouco mais velho do que ele, de cabelos e olhos negros. Trajava roupas caras e um largo sorriso infantil que, na opinião do rosado, era ridículo.

— Quem és tu? — o moreno indagou.

— Sou eu quem deve perguntar isso.

— Sou Romeu. Amigo da Lucy.

— E o que queres? — indagou hostil.

— Vim encontrar-me com a Lucy.

— Sou o tio do namorado dela. Por acaso sabes que ela é comprometida?

Romeu riu em plenos pulmões, não parecendo nem um pouco intimidado pelo rosado que era, visivelmente, mais largo e maior do que ele. Depois de alguns segundos encarando-se intensamente, Natsu resolveu deixa-lo na porta e chamar a loira. Com o humor que ela estava, era provável que Romeu fosse chutado e ele queria ver isso.

— Luce. — Natsu chamou, abrindo uma fresta da porta para que a sua voz pudesse alcançar a loira.

— Vai-te embora.

— Vais ser uma mimada chorona agora? — indagou, irritando-se um pouco pela tom de voz que ela usou. Procurou ver a suas tatuagens e nenhuma dela incinerou nada, o que era um alivio — Não me irrites mais do que isso.

— Vai a merda, Dragneel.

— Um tal de Romeu esta aqui. — disse descendo as escadas.

Sabia que não tinha o direito, mas saber que ela estava zangada com ele era insuportável e o irritava. Normalmente, nestas ocasiões, as marcas chamadas Tatuagens De Dragão, que ele tinha na pele, cuspiam fogo… mas não agora, o que era estranho.

Pouco tempo depois, Lucy desceu as escadas metida num vestido preto. Natsu e Romeu, que ainda estava de pé do lado de fora, ficaram sem ar sob a imagem imaculada que ela transmitia. Lucy era linda, dona de um belo corpo, que podia ser um problema assim que ela usava tudo a seu favor.

O decote, exuberante, estava la para deixar o meio mundo masculino a babar e a outra metade a roer de inveja. A cintura fina e as coxas grossas, ambas abraçadas pelo tecido que a emoldurava e destacava também a sua maquilhagem pesada.

Ela não disse nada.

Passou por ele como se não existisse e saiu com Romeu.

Alem de humilhado…

Agora ele era ignorado pelas mulheres.

Por Lucy.


Notas Finais


*esquiva de bala* volto domingo *esconde atrás de Natsu* 💋😘


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